Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

domingo, 1 de fevereiro de 2015

NADA...ABSOLUTAMENTE NADA RESISTE AO PODER DA ORAÇÃO!


"Sou esposa de pastor. Tenho três filhos. Um na idade de 14 anos, uma filha, com 17 anos e outra filha com 23 anos. Todos criados na igreja. 

Minha filha de 17 anos estava terminando o Ensino Médio. Sempre foi muito responsável e meiga, mas de uma hora para outra percebi que estava ficando muito estranha. Estava me dando umas respostas atravessadas.  Por mais que tentássemos conversar com ela, não adiantava. Ela não se abria. Fazíamos de tudo para encontrar uma maneira para chegar até ela, mas não adiantava. Cada dia que se passava estava mais distante e estranha.  Ia sempre conosco para igreja, mas, cada dia que passava estava mais e mais diferente... Perguntei aos irmãos, se eles sabiam de alguma coisa, mas eles também não tinham respostas... 

Conversava com meu esposo sobre a situação, mas nada do que fazíamos estava dando certo. Sempre procuramos ser amigos de nossos filhos. Não estávamos sabendo como lidar com a situação. 

Num sábado, assistindo o programa Reencontro, do saudoso Pr. Nilson Fanini, ouvi sobre Mães Unidas em Oração. A irmã Jane Esther mostrou um Livro: Todo Filho Precisa de Uma Mãe Que Ora. Falou sobre os Quatro Passos Para Oração e, sobre o Poder da Palavra de Deus na vida de nossos filhos... Foi algo tão forte que eu fique trêmula e, imediatamente, gravei o nome do Ministério. Foi tudo muito rápido que não tive tempo de mais nada... Procurei o Livro citado por ela na internet  e comprei. Em uma semana tinha lido todo o livro.  

Fiquei impressionada com o agir de Deus na vida de Fern Nichols e que Ele poderia também agir na minha vida. No site do Ministério tinha o telefone. Entrei em contato e, quem me atendeu foi exatamente a irmã Jane Esther. Eu conversei um pouco, e disse que precisava de um encontro com ela. Marcamos para quarta-feira, seguinte.

Quando nos encontramos, às 10h ela me recebeu com muita atenção. Era a primeira vez que via a irmã Jane Esther, pessoalmente. Senti uma paz, uma alegria, um conforto tão grande vindo dela... Estava com o coração tão apertado que comecei a chorar... Ela me levou para um local mais reservado e começou a ouvir tudo o que eu falava. Disse que minha filha estava muito diferente, mas não sabia o que era, pois ela não falava. Sempre foi uma menina ótima. Não estava entendendo o que estava acontecendo. 

Em determinado momento ela disse: “- Nada, absolutamente nada, resiste ao Poder da Oração. Toda mãe que ora com fé, Deus age!” Ela disse mais: “-Tem hora que precisamos agir, mas tem hora que é Deus quem age. Ele entra com providências. Devemos pedir a Ele uma orientação, uma luz!” Esta é uma delas, vamos orar.”. 

Começamos a orar por minha filha ali mesmo... Foi muito forte! Foi profundo. Ela recitou Lamentações 2:19.  

Irmã Jane Esther me perguntou se minha filha estava namorando. Eu disse que não, pois senão eu saberia.  

Ela disse: - Fique atenta... Pelo que você narrou sua filha pode, sim estar envolvida com alguma coisa que ela sabe que esta errado, mas não tem coragem de falar para vocês!

 A irmã Jane me perguntou se eu conhecia os colegas dela da escola. Eu disse que sim... Inclusive que frequentava nossa casa...

Após conversarmos mais um pouco e me sentir bem tranquila, pedi as informações para fazer parte do Ministério, o que ela me explicou com atenção. Preenchi ali mesmo minha Ficha de Matrícula e Cadastro dos Filhos e Escolas. Fui para casa.

A palavra da irmã Jane Esther ficou em meu coração. Eu pensei: - Será que minha filha está namorando e eu não sei? Será que ela está escondendo alguma coisa da gente? Mas, por qual motivo?

Chegando em casa conversei com meu esposo.  Pedi a Deus que me orientasse. Na sexta-feira, em torno das 16h minha filha pediu para sair, pois tinha um encontro com uma colega da escola no Shopping, que ficava perto de nossa casa. Eu sabia quem era a colega. Eu disse a ela que ficasse até 18h, pois tínhamos um compromisso às 20h. 

Na hora que ela saiu eu senti algo diferente e fui atrás dela. Ela não percebeu que eu a estava seguindo. Foi então vi quando ela encontrou com um rapaz e eles se beijaram. Eu não conhecia! Ele estava fumando e deu o cigarro para ela!

Na hora que vi a cena, queria ir buscá-la e voltar com ela para casa, mas me controlei. Voltei para casa.  

As palavras da irmã Jane Esther não saiam da minha cabeça...  Eu não acreditava no que estava acontecendo. Não falei nada com ninguém... Foram duas longas horas. Tão logo ela voltou nos preparamos para sair...

Naquela noite, compartilhei com meu esposo o ocorrido. Ele ficou muito preocupado. Clamei ao Senhor para me orientar. No dia seguinte, pela manhã tivemos uma reunião na igreja. Aproveitei e falei com duas mães sobre o Ministério. Ambas sentiram no coração o desejo de orar por seus filhos e escolas. Marcamos para a segunda feira, nossa primeira reunião em minha casa. 

Bem, quando voltamos para casa, eu e meu esposo fomos conversar com nossa filha. Ela ficou extremamente arredia e disse que estava apaixonada pelo Alberto (nome do rapaz). Perguntamos se ela estava envolvida com drogas. Ela disse que só estava dando uns tragos e umas cheiradas e que não era nada demais... Fiquei perplexa. Proibimos ela de se encontrar com o rapaz. Ela disse que se proibíssemos ela fugiria com ele... 

Naquele momento eu pensei: Esta não é minha filha.

Pedi calma a meu esposo...  Ficamos monitorando ela de longe, sem gerar tantos problemas.

Na segunda, na hora da intercessão, coloquei o nome de minha filha em oração e, novamente lembrei-me do que a irmã Jane Esther disse.

Procuramos gerenciar a situação sem confronto. Eu clamava a Deus, tanto na oração individual quando nas orações do me grupo de Mães Unidas em Oração, que Ele ajudasse.
Durante cinco meses, sofremos amargamente.  Durante todos os dias e durante nossas reuniões semanais do grupo de Mães Unidas em oração, em minha casa, clamávamos por ela. Ela estava agindo cada dia pior.  Ela sabia de nossa tristeza.
  
Num determinado dia, ela chegou em casa e nos disse que iria embora. Estava esperando completar 18 anos para ser independente. Queria viver com o namorado. Faltava apenas 12 dias para ela completar 18 anos. 

Ficamos sabendo que a polícia deu uma blitz na casa do Alberto e achou várias barras de maconha e cocaína. Ele tentou fugir, mas foi ferido e estava muito mal no hospital. Foi preso por uso e por trafico de drogas. 

Foi naquele momento, através da noticia e do choque, que ela acordou do pesadelo. Viu onde estava metida e as consequências que iria sofrer se a policia a encontrasse junto dele.

Graças à oração e a ação direta de Deus, o quadro mudou. Alberto foi condenado por 12 anos em regime fechado por uso de drogas e associação ao tráfico de drogas. Foi transferido para uma cadeia no interior de São Paulo.

Bem, depois de dias querendo vê-lo e sem êxito, minha filha voltou para a vida. Muitos momentos de sofrimento em seu coração!

Em uma tarde de sábado, ela chegou para mim e disse: - Mãe muito obrigada por você não ter desistido de mim! Como chorei de alegria...

Minha filha terminou o Ensino Médio. Fez o vestibular para Direito. Atualmente ela está cursando o segundo período.
  
Em nosso grupo de Mães Unidas em Oração, continuamos orando a Deus por ela...”. Deus seja louvado!


L.T.Albuquerque – Líder de Grupo de Mães Unidas em Oração, Belo Horizonte, MG.
 (Testemunho usado com permissão da mãe)


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