Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

sábado, 5 de setembro de 2015

BULLYNG NA ESCOLA.... UMA TRISTE REALIDADE!

Cansado de sofrer bullying, jovem do interior do RJ faz dieta e perde 50 kg
Daniel Galete, de 20 anos, se sentia excluído quando pesava 123 kg
Perda de peso melhorou sua autoestima e deu mais disposição para estudar

Com 11 anos de idade, Daniel Figueira Galete pesava 110 kg. Na escola, era comum ouvir piadinhas relacionadas ao excesso de peso e ele acabava se sentindo excluído dos grupinhos de conversa. Aos 19, pesando 123 kg, decidiu mudar de vida porque percebeu que a insatisfação com a aparência estava atrapalhando sua vida social e impedindo que ele se relacionasse com as pessoas.

“Resolvi emagrecer mais pela questão do tratamento que você recebe como obeso. Sofria bullying, me sentia excluído e tinha vergonha de falar com as pessoas. O que me incentivou muito também foi querer ficar com uma aparência mais agradável. Tem uma menina que eu gosto na minha cidade e queria ficar mais atraente para falar com ela”, conta o jovem de Aperibé, interior do Rio de Janeiro. Apesar de ainda não ter tido coragem de se declarar, ele diz que agora está muito mais confiante para fazê-lo.

A primeira coisa que fez foi mudar a alimentação. “Antes comia muito. Fazia um prato muito grande e ainda repetia. No lanche, comia hambúrguer, coxinha, quibe, sempre acompanhado de refrigerante”, relata. Hoje, raramente toma refrigerante. Os pratos enormes foram substituídos por refeições balanceadas com legumes, verduras e carnes brancas. À tarde, trocou o lanche calórico por frutas.

Ele também passou a se exercitar, primeiro com treinos de circuito funcional. “Um amigo que é professor de educação física me incentivou a fazer. É uma aula ao ar livre de uma hora que tem abdominal, flexão, corrida... Foi bem difícil no começo, mas depois que comecei a fazer e a ver resultado, foi ficando mais fácil.” Ele fez as aulas durante quatro meses, até ganhar resistência e força para fazer outros exercícios por conta própria.

Hoje, ele faz corrida e ciclismo três vezes por semana. De manhã, corre 7 km e à noite tenta pedalar por até 30 km. Na semana passada, participou pela primeira vez de uma corrida de 5 km em uma cidade vizinha e ficou em 7º lugar. “Estou muito satisfeito, mais leve, mais disposto a fazer as coisas, trabalhar, estudar, malhar. Tenho muito mais animação.”

O fato de ter poucos recursos e morar em uma cidade pequena, de 10 mil habitantes, não o impediu de superar seu objetivo inicial, que era de pesar 80 kg. Hoje, aos 20 anos de idade e pesando 73 kg, diz que perdeu um pouco da timidez e tem mais facilidade de se relacionar com as pessoas.

Guarda-roupa novo
Do guarda-roupa antigo, não sobrou nenhuma peça. “Trabalho como auxiliar em uma loja de roupa, isso me ajudou bastante porque tive que trocar tudo, o que foi bom porque as roupas para pessoas mais cheinhas não são legais. Agora encontro roupas mais estilosas.”

A mudança também o incentivou a pensar no futuro. “Hoje com o minha nova aparência e a minha autoestima lá em cima, tenho muito mais disposição para estudar e conquistar um futuro melhor para mim. Pretendo continuar estudando, fazer o ENEM e concorrer a uma universidade.” Ele acrescenta que o apoio da família e dos amigos ajuda, mas o que vale mesmo é a força de vontade própria.

Sua mudança tem incentivado outras pessoas em Aperibé a adotarem hábitos saudáveis. “Minha cidade é pequena. Muita gente aqui, depois que viu minha evolução, passou a fazer exercício. As pessoas me param na rua, perguntam o que eu fiz. Às vezes até chego atrasado no trabalho porque todo mundo vem falar comigo.”

(Site:G1-SãoPaulo-05/09/15)




Segundo o site "Gente que educa" o bullyng:
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz(224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podes apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

Bernadette O'Shea, com 10 anos de experiência em Educação Cristã e Ministério dá sua orientação para mães cristãs sobre o Bullyng:

"Uma criança que sofre bullying é um herói. É preciso coragem para enfrentar cada dia sabendo que você vai ser insultado ou esmiuçado. Se uma criança chega até você com o problema do bulling, há várias coisas que você pode fazer para ajudar.

Elogiar a criança para vir para a frente. Elogiá-los por sua força para tomar uma posição. Falar palavras de vida a essas crianças. Eles foram feridos e estão propensos a ter baixa auto-estima. Certifique-se de que eles entendem que eles podem compartilhar com segurança com você. Muitas crianças que estão sendo vítimas de bullying não tem uma pessoa em quem confiam para falar. Eles podem pensar que não podem falar sobre isso sem repercussões ruins.

As crianças precisam ser ensinadas a ser corajosas e a se defender. Ensinar uma criança a ter uma auto-imagem saudável de si cria uma criança confiante. Eles não merecem ser tratados nada menos do que como o tesouro que são.

Num capítulo do livro de Reis lemos a história de Jezabel. Ela era uma valentona que usou seu poder para fazer o mal. Foi preciso coragem de Elias para se levantar contra Jezabel e vencê-la. Primeiro Samuel 17 conta a história de Davi e Golias. Um jovem sem formação levantou-se contra um poderoso guerreiro que foi um torturador. David não permitiu que a fraqueza o dominasse. Ele enfrentou Golias com a ajuda de Deus e venceu.

Uma criança que tenha sofrido bullying pode ter desenvolvido crenças ruins sobre si mesma. É importante ensinar as crianças a combater o que foi dito e feito contra eles. Incentive-os a compartilhar ou escrever o que foi dito e feito para eles. Então, mostre nas Escrituras o que Deus diz sobre isso. Se eles dizem que eles são feios: a palavra de Deus diz em Salmos 47:11 que "O Rei está encantado com a sua beleza". A vida de cada pessoa tem valor. Nós fomos criados com um propósito (Jeremias 1:5).Quando cumprimos esse propósito entramos em nosso destino e tocamos a vida dos que nos rodeiam. Como uma criança percebe o seu valor e importância, consegue levantar-se para o que pode vir á frente".

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
contato@maesunidasemoracao.org


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