Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

terça-feira, 12 de abril de 2016

SERÁ QUE ABANDONEI MEU FILHO?

Viemos de um tempo em que abandonar filhos era deixá-los na maternidade, na porta dos outros, na praça e até na lata de lixo. Mas ao refletirmos sobre o relacionamento entre Mães e filhos atualmente verificamos muitas outras formas de abandono.

Antigamente uma das maneiras das mães disciplinarem seus filhos era os mandando para o quarto a fim de que pensassem em seus atos, permanecem ali "conectados" com as regras num aprendizado quase que forçado do que é certo, errado, quem manda, quem obedece, quem pede desculpas e quem perdoa. Quando o quarto representava nessas ocasiões uma prisão.

Hoje deixá-los no quarto é abrir a porta para a liberdade, é deixá-los conectados com o mundo, com outras regras, com as não regras via TV, telefone, Internet porque os quartos de hoje costumam oferecer muito mais do que a sala. Oferecem a possibilidade de uma outra sala (virtual), quase que uma outra família, onde o bate-papo se faz sem cobranças, sem censuras, sem limitações, com aceitação.

A era da informatização, facilitada pelo mundo moderno, faz com que o abandono tome forma, corpo e força. E é impressionante como isso reflete lá na frente, quando vemos mães com dificuldade em despedir seus filhos para a profissão, para o casamento, enfim, para a vida; querendo resgatar um tempo perdido, um abraço que não foi dado, um cuidado não dispensado.

Enquanto as mães estão "desconectadas" diante da TV ligada, sem se ligarem na enorme distância existente entre o mundo delas e de seus filhos, eles (seus filhos) estão encontrando aconchego, conselhos, cumplicidade, fazendo compras, se atualizando, rindo, chorando, brigando, fazendo as pazes, amando, enfim, tendo suas necessidades supridas através do simples toque do teclado.

Então, para que o toque, o cheiro, o abraço?

Essa distância ofusca a hierarquia familiar, pois muitas mães abandonam o lugar de mãe, de quem educa, de quem repreende, de quem ama. E não cumprindo suas responsabilidades, quer seja pelo trabalho, estudos, outros compromissos ou até mesmo pela dificuldade de assumir seus papéis de mães, tornam-se cada vez mais permissivas; abrem mão de seus lugares e com isso sugerem aos filhos o abandono do seu lugar de filhos também. Que sem proteção, sem saber o que fazer, o caminho a seguir fazem besteiras, quebram a cara, sofrem, ficam despedaçados, morrem!

Muitas mães não querem ver, mas dentro de casa seus filhos estão agindo como mortos-vivos, sem viço, vigor, alegria. (É só olhar em seus olhos quando chegam em casa ao amanhecer depois de passarem a noite fora. Sabe-se lá onde ou com quem). Refugiam-se no quarto. No lar doce lar! Ou será amargo? Só as mães não vêem. Não querem ver que perderam seus filhos. Perderam ou deixaram ir? Deixaram ir ou abandonaram?

"Estou perdido sem mãe (...) Estou pedindo só um pouquinho de proteção ao maior abandonado (...)" - trecho de uma música cantada por muitos.

Está na hora de muitas mães viverem a conversão. A conversão de seus corações aos filhos. "E converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição" (Malaquias 4. 6).

Está na hora de encontrar a conversa prazerosa, o jeito de se comunicar nesta era tão louca, tão rápida, tão moderna, sabendo fazer um link entre a sua história e a história de seus filhos, lembrando-se de que telegrama agora é e-mail, zap, que VHS é DVD, que datilografar é digitar, que fotos são celular, instagram, facebook...que não, não é mais não, e, sim diálogo...

Este é o tempo de ficar no portão, como o pai do filho pródigo, abrir os braços, e dizer ao seu filho que está feliz com o retorno dele; se alegrar com a presença dele; amá-lo além das palavras, com atos e em verdade.

Está na hora de você mãe, separa um tempo para orar e entregar seu filho nas mãos de Deus... Está na hora de você agir!

Este é o tempo para você mostrar que é uma verdadeira mãe!




Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
Você já orou pelo seu filho hoje? 

www.maesunidasemoracao.org 
contato@maesunidasemoracao.org

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