Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

sábado, 28 de junho de 2025

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE JULHO DE 2025

Chegou o nosso CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO. Mais um mês... Aleluia!

É maravilhoso fazer parte do Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração Internacional e conhecer o extraordinário Programa de Oração Mundial em PGOs - Pequenos Grupos de Oração, que Deus deu a uma mãe: Fern Nichols, em 1984, no Canadá, e que já está em mais de 160 países...

No inicio o nome era Moms In Touch / Mães em Contato, e, em 2012 foi mudado. A Visão, Missão e Propósitos continuam os mesmos: Orar pelos filhos e escolas.
Mães Unidas em Oração Internacional impacta filhos e escolas em todo o mundo para Cristo através das orações das mães. Um Ministério que durante anos tem sido referência na vida de milhões de mães ao redor do mundo!


Louvamos a Deus por mais um mês de oração pela vida de nossos filhos e escolas...

Agradecemos a vocês Mães Unidas em Oração que enviam seus pedidos e, através deles podemos elaborar o Calendário Nacional de Oração que tem norteado cada mãe no seu grupo e seu momento "A Sós com Deus"!

No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, para ler a Palavra de Deus e orar de 3 a 7 minutos pelos filhos (biológico/coração ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério. O Calendário não substitui o encontro semanal de 1 hora dos PGOs - Grupos de Mães Unidas em Oração.


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link:
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quinta-feira, 26 de junho de 2025

EL ELOHE ISRAEL - O DEUS DE ISRAEL

Quando refletimos sobre o nome El Betel , consideramos brevemente uma parte da história de Jacó. Ele foi forçado a fugir de seu irmão e passar vinte anos com seu tio Labão. Quando ele chegou a Betel, o lugar onde havia encontrado o Senhor pela primeira vez, ele construiu um altar e o chamou de El Betel (Gênesis 35:5–8). Consideremos esse nome e o que ele significa.

Mas há outra parte da história que um tanto encobrimos. Enquanto Jacó viajava de volta para a terra prometida, ele não tinha ideia do que o aguardava. Vinte anos antes, ele havia deixado para trás um irmão violentamente vingativo. Ele não tinha como saber como seu irmão havia processado as coisas nos anos seguintes. Ele não podia fazer amizade com seu irmão no Facebook ou perseguir secretamente seu feed do Instagram. Tanto quanto ele sabia, seu irmão permaneceu amargo por duas décadas. Ele se preparou para o pior.

Acontece que seu pessimismo se mostrou infundado. Em vez de ameaçar cumprir seu voto anterior de vingança, Esaú abraçou seu irmão e o perdoou. Que alívio deve ter sido para Jacó. Gênesis 33 registra o que aconteceu após o encontro de perdão entre os dois irmãos:

E Jacó chegou são e salvo à cidade de Siquém, que está na terra de Canaã, a caminho de Padã Arã, e acampou diante da cidade. E dos filhos de Hamor, pai de Siquém, comprou por cem peças de dinheiro o pedaço de terra em que havia armado sua tenda. Lá ele ergueu um altar e o chamou de El-Elohe-Israel.  (Gênesis 33:18–20)

“ El-Elohe-Israel ” é o nome de Deus diante de nós. “ El-Elohe-Israel ” significa literalmente “o Deus, o Deus de Israel”. Os linguistas mostram que “ El ” também pode ser traduzido como “poderoso” para que o nome possa ser traduzido como “o poderoso Deus de Israel”. Ainda outra tradução possível poderia ser “Deus é o Deus de Israel” (ou “o Deus de Israel é Deus”). Cada uma dessas variações de tradução faz sentido à luz da história de Jacó.

Se traduzirmos o nome como “Deus, o Deus de Israel”, podemos considerar esse um grande ponto de virada na vida de Jacó. Em Gênesis 32, Jacó teve um encontro muito pessoal e intenso com o Senhor. Como resultado desse encontro, seu nome foi mudado de “Jacó” para “Israel” (v. 28). Os leitores de Gênesis há muito observam que, do capítulo 32 em diante, Jacó às vezes é chamado de “Jacó” e às vezes de “Israel”. É, via de regra, quando sua fé brilha que ele é chamado de “Israel”, enquanto “Jacó” é normalmente seu nome dado em momentos de medo, dúvida ou desobediência. O nome “Israel” representa, de muitas maneiras, sua conversão. Foi depois que ele teve um encontro próximo com o Senhor que seu nome foi mudado.

Tendemos a pensar em Israel como uma nação: o povo escolhido de Deus. Mas lembre-se que, em Gênesis 33, quando Jacó chamou o altar por esse nome, a nação de Israel não existia. Israel, ao contrário, era um nome pessoal, dado apenas a Jacó. Chamar o altar de El-Elohe-Israel — “o Deus, o Deus de Israel” — parece ser uma confissão pessoal de fé. Quando Ele apareceu a Jacó em um sonho, o Senhor se identificou como “o Deus de Abraão, seu pai, e o Deus de Isaque” (Gênesis 28:13). Mas agora ele era “o Deus, o Deus de Israel”. Israel finalmente abraçou o Senhor como seu. Ele não estava mais descansando no legado de seus antepassados, mas agora estava em um relacionamento de aliança pessoal com o Senhor.

Se traduzirmos o nome como “o poderoso Deus de Israel”, podemos ver a gratidão de Jacó brilhando. Ele esperava o pior absoluto. Ele sabia que seu irmão queria matá-lo. Ele não tinha motivos para pensar que a raiva de Esaú havia diminuído. O Senhor o chamou para retornar à terra prometida (Gênesis 31:13) e ele obedeceu. Mas ele o fez esperando enfrentar desafios intransponíveis lá. O Deus que havia sido tão gracioso com ele no exílio se mostraria poderoso o suficiente para estar com ele contra seu irmão irado?

Deus realmente se mostrou poderoso. Ele rapidamente suprimiu todo medo que Jacó tinha e o sustentou com mais graça do que ele poderia ter imaginado. Ele certamente era “o poderoso Deus de Israel”.

Traduzir o nome como “Deus é o Deus de Israel” (ou “o Deus de Israel é Deus”) também é útil. Quando Jacó e sua família deixaram a casa de seu tio, Raquel roubou os ídolos de seu pai e os levou consigo (Gênesis 31:19). Isso se tornou uma fonte de tensão entre Jacó e Labão (31:30–42ss). Este relato nos diz que Jacó e sua família nem sempre estiveram comprometidos com o único e verdadeiro Deus. Mas agora algo havia mudado. Jacó encontrou Deus pessoalmente (capítulo 32) e era um homem diferente. Ele não serviria mais a “deuses”. Agora, ele reconhecia que havia apenas um Deus. Não havia espaço para reconhecer o Deus de Jacó e o deus de Labão (ou o deus de qualquer outro). Havia apenas um Deus, e ele era o Deus de Israel.

Então, o que tiramos desse nome? Como isso deve nos levar à adoração enquanto oramos a Deus?

Primeiro, permita que esse nome o encoraje a adorar o Senhor como seu Deus. Jacó tinha muito conhecimento sobre o Senhor e um legado familiar de adoradores do Senhor, mas não foi até que ele teve um encontro pessoal com Deus que ele se tornou para ele El-Elohe-Israel .

Ao orar a Deus esta semana, você pode reivindicá-lo como El-Elohe – (insira seu nome aqui)? Ele é o seu Deus ou simplesmente o Deus da sua família? Você tem um relacionamento pessoal de aliança com ele, ou sua experiência com o Senhor está limitada a um mero conhecimento intelectual? Jacó precisava lutar com Deus antes de se tornar Israel e Javé se tornar seu Deus. Você já lutou com Deus? Você poderia? Você pode confessar o Senhor como seu Deus? Ore a Ele dessa forma esta semana.

Em segundo lugar, permita que esse nome o encoraje de que Javé é o Deus poderoso. Seu poder é suficiente para todas as suas necessidades e fardos. Um relacionamento restaurado com Esaú parecia uma impossibilidade para Jacó, uma montanha alta demais para escalar. Quando ele finalmente conheceu seu irmão, ele percebeu que o Senhor o havia protegido de realizar seus medos mais profundos. El-Elohe-Israel provou ser poderoso para atender a todas as necessidades que ele tinha.

Não sei que fardos estão pesando sobre você agora. Não sei que medos estão te paralisando. Mas eu sei que El-Elohe-Israel é poderoso o suficiente para aliviar esses fardos e superar esses medos. Você vai confiar nele para fazer isso?

Terceiro, deixe este nome lembrá-lo esta semana que o Deus de Israel é Deus - isto é, que existe apenas um Deus vivo e verdadeiro. Os deuses de Labão não eram deuses. Em pouco tempo, Jacó instruiria toda a sua família a garantir que não houvesse deuses estrangeiros entre eles (Gênesis 35:1–4). Ele não permitiria que deuses estrangeiros competissem pela atenção de sua família. Ele adoraria somente o Deus vivo e lideraria sua família da mesma forma.

O Deus de Israel é Deus. Ele não tem igual. Ele não tem concorrente. Ore esta semana para o único e verdadeiro Deus. Ore a Ele como seu Deus - o Deus com quem você fez uma aliança. E ore a Ele confiante em sua grande capacidade de atender a todas as suas necessidades, aliviar todos os seus fardos e dar-lhe paz diante de todos os seus medos.

(Stuart Chase)

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(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

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terça-feira, 24 de junho de 2025

ESTÁ DIFÍCIL SER CRISTÃO NOS DIAS ATUAIS

 


ESTÁ DIFÍCIL SER CRISTÃO NOS DIAS ATUAIS

Nós cristãos enfrentamos diversos desafios, que vão desde questões culturais até dilemas éticos e sociais. Abaixo vemos os principais desafios dos dias atuais:

Secularização da sociedade: 

O crescimento do ateísmo e do agnosticismo tem levado muitas pessoas a buscar respostas fora das tradições religiosas, tornando mais difícil a prática da fé cristã.

Pluralismo religioso: 

A diversidade de crenças e o diálogo inter-religioso exigem que os cristãos encontrem maneiras de viver sua fé sem desconsiderar outras perspectivas.

Mudanças culturais e sociais:

 Valores cristãos muitas vezes entram em conflito com tendências modernas, como o relativismo moral e a redefinição de conceitos tradicionais.

Desafios éticos e tecnológicos: 

Avanços como inteligência artificial, manipulação genética e bioética levantam questões complexas para a fé cristã.

Pressões sociais sobre os jovens cristãos: 

Muitos jovens enfrentam dificuldades para manter sua fé diante de influências externas, como na faculdade, no trabalho e em ambientes sociais.

Polarização e conflitos políticos: 

A relação entre cristianismo e política pode gerar divisões dentro das comunidades religiosas.

Questões ambientais e responsabilidade social: 

A crise ambiental também é um tema que desafia os cristãos a refletirem sobre seu papel na preservação do planeta.

Apesar desses desafios, nós cristãos encontramos maneiras de fortalecer nossa fé por meio do diálogo, da educação religiosa e da ação social. 

Mas nossas crianças, adolescente e jovens precisam da nossa ajuda para permanecerem em Cristo. Precisamos ter diálogos francos e claros com nossos filhos,precisamos  incentivá-los a estudar e compreender profundamente as escrituras de forma que eles consigam aplicar os conhecimentos bíblicos no seu dia a dia e estimulá-los a participar de ações sociais, projetos comunitários, voluntariados,pois  são maneiras significativas de viver a fé, essas experiência fazem com que os jovens consigam conectar a fé com a vida real tornando mais fácil permanecerem cristão nos dias atuais.

Que Deus nos conceda sabedoria para criar nossos filhos no caminho que devem andar para que nunca se desviem dos caminhos do Senhor!

 Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.

Todo filho precisa de uma mãe que ora
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Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias

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terça-feira, 17 de junho de 2025

VOCÊ TEM SIDO UMA MÃE MÁ?

       


MÃES MÁS

Um dia,quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
– Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
– Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
– Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
– Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
– Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.

Foi tudo por causa dela.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes mães más.


Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

                                                                                             Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.

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Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias

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