Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

terça-feira, 10 de março de 2026

NUNCA É TARDE PARA DEUS!


"Lidero dois Grupos de Mães Unidas em Oração, em minha residência. Um há 10 anos e outro há 4 anos. Em uma de nossas primeiras reuniões, antes de começar, uma das mães chegou mais cedo, e trouxe outra mãe pela primeira vez. A mãe visitante começou a conversar e abrir seu coração... Uma mulher bonita, bem vestida, simpática, elegante, comunicativa...

Seu esposo era alto executivo da Petrobrás e, viajava muito. Mas dava todo apoio financeiro a ela e aos filhos para que nada faltasse. Quando era possível iam sempre a igreja, pois tinham muitos compromissos sociais, Seus filhos eram prioridades para eles: Maria Clara de 6 anos, Daniel de 8 anos e Maria Alice de 10 anos.

Na época, ela foi bem enfática no que tange a liberdade de escolhas. Ela dizia que os filhos tinham que ser independentes e aprender a se defender e fazer suas escolhas. Ela participou conosco, algumas vezes, e sempre com o mesmo discurso. Após algumas semanas, não me recordo bem, ela parou de ir. Disse que estava com muitas atividades e que não sobrava tempo para orar pelos filhos e que iria se mudar para outro estado devido o trabalho do marido. 


Passado alguns anos. Seus filhos  cresceram, viajaram muito, conheceram muitas pessoas.... Acompanhávamos a vida dela de longe e sempre pedíamos a Deus que a ajudasse em sua vida, dando discernimento na criação dos filhos, pois aquela forma de pensar, sem dar limites para eles, não seria bom e poderia trazer consequências drásticas. Educação não se compra, não se barganha com presentes.... Ela não estava buscando na Palavra de Deus subsídios para ensiná-los...

Bem, hoje passo a escrever estas linhas com autorização da mãe e com muita alegria em meu coração. Depois de passarmos três anos orando e vimos o agir de Deus na vida de cada um dos filhos dela e sabendo que este testemunho será muito importante para que as mães fiquem atentas para com os filhos e que confie no poder da oração e que persevere!

Deus muda o quadro... Deus muda tudo... Nunca é tarde para o agir de Deus!

Bem... Durante uma de nossas reuniões, como disse, cerca de 3 anos atrás, ela veio. Na hora, ficamos surpresas com a presença dela. Ela chegou totalmente diferente da primeira vez. Era outra mulher. Sofrida. Destruída. Amargurada. Com muita dor no coração. Naquele dia, nossa reunião foi diferente. Foi um momento de dar total apoio a ela.

Ela disse que na época, que esteve conosco nenhuma de nós concordava com a maneira dela pensar, mas que iríamos respeitá-la. Que ela buscasse a presença de Deus, pois, o mundo é cruel e nossos filhos não tem condições de tomarem decisões sozinhos e que precisam de total apoio e limites! 
Ela disse que ela achou tudo aquilo uma balela... Que nós estávamos equivocadas. Que éramos muito duras e exigentes com os nossos filhos...

Bem, para resumir, ela nos disse que, cerca de 2 ano eles voltaram para São Paulo e para a igreja, mas que os três filhos saíram da igreja. A filha mais nova, com 13 anos já era mãe de um bebê de 4 meses. O filho do meio se envolveu com colegas na escola e começou a fumar maconha e depois se tornou usuário de crack. Vivia saindo e entrando em Clínicas de recuperação. Um sofrimento. A filha mais velha era a única que estava tentando levar a vida, mas com muita dificuldade, pois se sentia perdida e sem referências. A situação estava insustentável.

Naquele momento, choramos com ela e dissemos que Deus iria restaurar aquela situação, dentro da vontade d'Ele. Que críamos no poder e no amor de Deus. Sabíamos Ele era um Deus de misericórdia. .. Que ela precisava apenas entregar cada filho no altar e confiar no que Deus iria fazer.

Foram 2 anos orando para que o quadro mudasse. Ela não faltou mais a nenhuma reunião. Ela clamara e chorava perante o Senhor...

Bem, a filha mais nova, Maria Clara, agora com 16 anos, casou e foi morar com o pai da criança, um rapaz de 24 anos, chamado Nicholas. Ele já está trabalhando na empresa do pai e assumiu totalmente Maria Clara e o filho, agora com quase três anos. Ambos estão na igreja e criando o filho nos caminhos do Senhor.

O filho do meio que era dependente químico, foi liberto das drogas, e hoje, caminhando para 19 anos, foi morar com a tia no Canadá. Está trabalhando e entrou para a Universidade de TI (Tecnologia da Informação). Está liberto, pois a palavra de Deus diz que a verdade liberta! Aleluia! Não tem mais nada com drogas.

A filha mais velha está fazendo a Universidade na área biomédica, e é líder dos jovens na igreja. Está feliz. Menina muito especial!

Mesmo com tantas lutas, a vitória foi alcançada. As marcas ficaram para sempre, mas Deus operou um milagre."

Tânia Luiza Gomes Magalhães
Líder de Grupo de Mães Unidas em Oração – São Paulo, SP
(Testemunho publicado com permissão)



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A CRIANÇA QUE NÃO TIRA BOAS NOTAS NA ESCOLA...


A CRIANÇA QUE NÃO TIRA BOAS NOTAS NA ESCOLA, NÃO É INTELIGENTE OU NÃO GOSTA DE ESTUDAR. SERÁ QUE ISTO É SEMPRE VERDADE?

É bem provável que alguns de nós já tenha ouvido alguma afirmação semelhante a esta. Na verdade, esta seria uma análise imediatista e muito pouco abrangente se pensarmos com mais profundidade em como se dá o processo de aprendizagem.

É importante lembrar que a inteligência não pode ser medida apenas levando-se em conta as notas das provas de uma criança.

Dessa forma, uma dificuldade de aprendizagem pode ser causada por várias situações. Vejamos três exemplos:

A criança é dotada de bons recursos intelectuais mas pertence a uma família que apresenta sérias dificuldades de relacionamento o que reflete em sua capacidade de concentração na escola;

A criança é dotada de bons recursos intelectuais mas é portadora de uma dificuldade visual que a impede de compreender com clareza textos escritos no quadro-negro;

A criança provém de uma família com bom relacionamento familiar, tem boa saúde física. Tem mau rendimento apenas em matemática o que está relacionado à habilidade de raciocínio lógico;

Os exemplos acima comprovam a importância de se investigar o que poderia estar havendo para que determinada criança apresente um mau rendimento escolar. A dificuldade reside no âmbito emocional ou intelectual? Ou poderia estar relacionada à saúde física?

O primeiro passo para auxiliar crianças com dificuldades vem através de uma boa interação entre família e escola. Uma vez que os pais e a equipe escolar, professores e coordenadores pedagógicos, estabeleçam um bom nível de diálogo, uma criança pode ser ajudada assim que manifeste qualquer sinal.

Muitas vezes a solução pode ser alcançada através de providências da própria escola como aulas de reforço, atividades práticas, trabalhos em equipe , etc.

Quando estas medidas não são suficientes e suspeita-se que o problema possar estar relacionado a aspectos de saúde física e/ou emocional, deve-se recorrer a profissionais habilitados para que seja feita uma análise apurada. 
Visitas regulares ao Pediatra são importantes para acompanhamento da saúde física da criança.

Descartadas quaisquer disfunções de ordem orgânica, a investigação deve prosseguir sob o ponto de vista emocional. O psicólogo, através de um Psicodiagnóstico, poderá detectar a necessidade de uma Psicoterapia.

Hoje sabemos que a inteligência é dinâmica, ou seja, pode ser desenvolvida e aperfeiçoada continuamente . Na maioria dos casos, dificuldades de aprendizagem podem ser perfeitamente superadas.

Simone Valerio
(Psicóloga - CRP O6/38268-5. Atualmente atua como docente de adolescentes e adultos na área de Gestão na Rede Senai SP. Membro do CPPC - Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos).


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segunda-feira, 9 de março de 2026

VEM AÍ... 15 DE MARÇO - DIA DA ESCOLA

 


Um tempo de oração pelos alunos, professores, funcionários e diretores. Podemos imaginar o impacto que este tempo de oração terá sobre a vida dos professores que investem tempo e, muitas vezes, não são reconhecidos por isso. Os estudantes que estão lutando para vencer. Os diretores que se esmeram em suas funções.

Estamos depositando aos pés do Senhor Jesus, todas as amarras, artimanhas de Satanás, sobre a vida de nossos filhos que estudam, desde a Educação Infantil até a Universidade.

O inimigo tem cirandado, ferozmente as Escolas e atacado nossos filhos de todas as formas....
Que Deus nos ajude a interceder sobre o problema dos atentados, terrorismos, assassinatos, drogas inovadora, pedofilia, abuso e, também, por desagregação da família.

Cada mãe deverá observar o horário onde está a letra de seu nome e separar o tempo que puder para orar pelas nosso BRASIL.

PERÍODO DE ORAÇÃO - 24h

Opção por dois horários:
00h00 – Letra A
01h00 – Letras B e C
02h00 – Letras D e E
03h00 – Letra F, G e H
04h00 – Letras I e J
05h00 – Letras k, L e M
06h00 – Letras N e O
07h00 – Letras P, Q e R
08h00 – Letra S
09h00 – Letra T
10h00 – Letras U e V
11h00 – Letras W, X, Y e Z

12h00 – Letra A
13h00 – Letras B e C
14h00 – Letras D e E
15h00 – Letra F, G e H
16h00 – Letras I e J
17h00 – Letras k, L e M
18h00 – Letras N e O
19h00 – Letras P, Q e R
20h00 – Letra S
21h00 – Letra T
22h00 – Letras U e V
23h00 – Letras W, X, Y e Z

Vamos orar para que...
Para que Deus abençoe nossas escolas oramos para que ...

• Professores, funcionários e alunos cristãos permanecem firmes em sua fé no campus e em suas casas para que muitos se convertam a Cristo neste ano letivo.

• Para que Deus fortaleça os cristãos que servem em nossas escolas para que não fiquem preocupados, mas cheios de paz, confiando em Deus para encorajar os outros ao seu redor.

• Para que os alunos que fazem aulas online, sejam diligentes em seus deveres de casa e permaneçam em contato com outros alunos que estão dispostos a apoia-los para que não se sintam isolados.

• Para que a mão protetora de Deus esteja sobre os alunos, nas escolas e todo o pessoal, para que qualquer plano maligno seja rapidamente frustrado.

• Para que as escolas avancem com boa saúde e segurança.
Amém!

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quinta-feira, 5 de março de 2026

OUVIR BEM AJUDA O PROFESSOR A APRENDER TAMBÉM


Quando os professores se tornam melhores ouvintes, os alunos se tornam melhores aprendizes - eis o porquê:

Os professores passam muito tempo conversando: explicando, liderando conversas, dando demonstrações. Mas ouvir pode ser igualmente poderoso - e é uma habilidade que nem todo mundo domina, geralmente porque as pessoas não percebem sua importância.

Gillian Parrish, especialista em pesquisa e comunicação do Centro de Ensino da Universidade de Washington em St. Louis, diz que os educadores estão cada vez mais reconhecendo a importância de ouvir e falar. Ela oferece três razões pelas quais ouvir é crucial para criar uma boa cultura em sala de aula:

1. Quando as pessoas se escutam, novas ideias tomam forma - Professores que fortalecem suas habilidades de escuta constroem melhores alunos e melhoram em seus trabalhos. Parrish compara uma discussão quando os participantes fazem perguntas e, em seguida, ouve as respostas para "uma janela aberta, aberta para o que quer que apareça". Isso abre todos os participantes para novas ideias e os ajuda a realmente entendê-los. "Ouvir é a zona na qual a investigação acontece, na qual perguntas surgem e nos puxam e as sementes das ideias germinam", disse Parrish. "Há uma consciência crescente de que, como educadores no mundo polarizado e encolhido de hoje, abrir espaços em nós mesmos e em nossas salas de aula é uma maneira de modelar o diálogo, a colaboração, a curiosidade, a criatividade e a compaixão".

2. Ser ouvido aprofunda o aprendizado dos alunos - Quando os alunos sentem que realmente fazem parte da conversa, é mais provável que eles realmente entendam o que estão aprendendo e se lembrem disso. "O efeito de um bom ouvinte no aprendizado dos alunos é eletrizante", disse Parrish. "Quando os alunos são ouvidos, quando suas ideias atingem o ouvinte, quando as perguntas abrem discussões, quando as ideias são retomadas e exploradas com sinceridade, elas florescem".

Esse tipo de conversa aberta pode levar os alunos a se tornarem consumidores passivos de informações para mais alunos autodirigidos.

3. Ouvir bem ajuda o professor a aprender também - Nem toda lição se presta a uma conversa entre os alunos e o professor. Mas quando os professores envolvem os alunos em uma discussão sobre o significado do que aprenderam a conversa será mais gratificante para o professor e os alunos se as pessoas estão se ouvindo. Isso significa mais do que simplesmente fazer uma pausa para deixar a outra pessoa falar. “Pense nos professores que realmente se preocuparam com o que você tinha a dizer, que ouviram suas palavras e foram despertados por eles, que realmente entenderam suas perguntas e refletiram sobre si mesmos, mesmo que sejam perguntas antigas nesse campo”, Parrish disse. "Esse tipo de escuta transforma nossas salas de aula em comunidades vibrantes de aprendizado".

Com certeza! Ouvir bem transforma o professor de um simples transmissor de informação em um mediador do conhecimento. Quando o professor pratica a escuta ativa, ele abre portas para um aprendizado contínuo que vem diretamente dos seus alunos.

Aqui estão alguns pontos sobre como essa habilidade potencializa o aprendizado do próprio docente:

Identificação de Lacunas: Ao ouvir as perguntas e dúvidas, o professor descobre onde sua explicação falhou e aprende novas formas de abordar o mesmo tema .

Troca de Perspectivas: Alunos trazem vivências e repertórios diferentes. Ouvir essas conexões permite ao professor enxergar a matéria sob ângulos que ele talvez nunca tenha considerado.

Ajuste de Metodologia: A escuta atenta funciona como um feedback em tempo real. Se o professor "ouve" o desânimo ou a empolgação, ele aprende quais estratégias pedagógicas funcionam melhor para aquele grupo específico.

Construção de Empatia: Aprender sobre a realidade do aluno ajuda o professor a contextualizar o ensino, tornando o conteúdo mais relevante e memorável para ambos

Nossa cultura costuma ser mais fácil para extrovertidos do que para introvertidos, o que significa que "tende a ter medo do silêncio", disse Parrish. É por isso que é tão importante dizer aos alunos o que a boa audição pode alcançar e modelá-la para eles.

A pausa após uma pergunta não precisa ser um silêncio constrangedor: pode ser o espaço em que as ideias mais profundas se enraízam. Pense nisso!

Jane Esther

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SINAIS DE QUE SEU FILHO PRECISA DE UM PSICÓLOGO


Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo, a mudança de escola... podem desencadear alterações de comportamento. Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional. O acompanhamento de um psicólogo infantil colabora para que as crianças consigam lidar melhor com seus sentimentos. Seja raiva, medo, ciúme, insegurança ou ansiedade.

É importante que os pais estejam atentos a comportamentos dos filhos que indiquem que é necessário a ajuda de um psicólogo. “Tristeza, prostração, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo… podem ser sinais de que algo não vai bem com seu pequeno”, afirma Sarah Helena, psicóloga e curadora na Leiturinha. Para ajudar você a perceber se é preciso procurar um acompanhamento profissional, Sarah elencou os principais sinais de que o seu filho precisa de um psicólogo. Confira: 

1. Alteração brusca ou exagerada de comportamento


Pode acontecer de a criança mudar exageradamente seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, por vezes, essas mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos do pequeno, gerando sofrimento a ele. Essas alterações no comportamento, normalmente, ocorrem no sono (quando faz xixi ou se recusa a dormir sozinho); na alimentação (comendo exageradamente ou deixando de ter apetite) ou na escola (por problemas comportamentais ou de aprendizagem). A escola, por sinal, se torna uma grande aliada dos pais por ter a oportunidade de observar a criança ao longo do dia, quando os pais não estão presentes.

2. Comportamentos agressivos

A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que o pequeno não está lidando bem com algum sentimento ou situação. Nesses casos é indicado procurar ajuda profissional.

3. Muita agitação, inquietude ou dificuldade em manter a atenção

Atualmente, muitas crianças são diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e acabam sendo medicadas, por vezes sem real necessidade. Em casos de agitação, inquietude e falta de atenção, a terapia pode ser uma grande aliada. Ela ajuda não só a criança, como também os pais e familiares a lidar com a situação. Na maioria das vezes, uma mudança de comportamento e atitude dos pais pode até mesmo resolver o problema da criança. Uma vez que eles exercem grande influência sobre o que os filhos sentem, pensam e como se comportam.

4. Problemas escolares

Seja por problemas comportamentais, seja por alguma dificuldade de aprendizagem, a psicoterapia infantil tem muito a contribuir nestes casos, orientando os pais e a escola.

5. Regressão de alguma fase do desenvolvimento

Isso é comum quando há a chegada de um irmãozinho, por exemplo, ou em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse caso, é importante ficar atento e observar a criança. O acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante.

6. Saúde prejudicada, principalmente quando não há uma causa biológica

Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física. É preciso estar sempre atento aos sintomas. Muitas vezes, o que as crianças não conseguem verbalizar, aparece como sintoma, seja comportamental ou físico. É o corpo falando pela criança.

Como é o trabalho do psicólogo infantil?

Outra dúvida que muitos pais podem ter é: o que meu filho vai fazer na consulta com um psicólogo infantil? Afinal, a sessão de terapia de crianças e adultos possui dinâmicas e abordagens diferentes. Se você está em dúvida se deve ou não consultar um profissional para seu filho, Sarah nos esclareceu alguns pontos sobre como funciona o trabalho do psicólogo infantil, que podem ajudar:

O psicólogo infantil trabalha basicamente a partir do lúdico. Assim, a criança vai às sessões e brinca, com o terapeuta ou sozinha e, enquanto isso, suas questões são abordadas de forma indireta. Dessa forma, os conteúdos são mais facilmente acessados pelo psicólogo, pois a criança os expressa por meio do brincar.

A participação dos pais nesse processo é fundamental, pois o trabalho realizado pelo profissional (seja pediatra, psiquiatra, neuro ou psicólogo) depende muito do envolvimento ativo da família no tratamento da criança. É importante que os pais conheçam os filhos minuciosamente, os observando em casa, para que possam contribuir com o trabalho do terapeuta. Além disso, em alguns casos, os próprios pais são instruídos a frequentar a terapia, pois seu comportamento e modo de pensar precisam ser trabalhados para que os comportamentos/situação da criança melhorem.

(Ana Clara Oliveira - Blog Leiturinha)

Mães, fiquem atentas a estes sinais... Procurem a ajuda de profissionais...

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terça-feira, 3 de março de 2026

COMO LIDAR COM O BULLYING NA ESCOLA?

 


O bullying é um problema sério encontrado nas escolas de todo o mundo. As provocações, que antes eram vistas como “brincadeiras” ou “construção do caráter”, agora recebem um novo tratamento.

Passou-se a compreender por que as aparentemente inofensivas brincadeiras são tão nocivas para a saúde mental dos mais jovens e como elas podem afetar o seu desenvolvimento no futuro.

As famílias, então, devem estar atentas aos sinais de bullying para ajudar as crianças e os adolescentes a lidarem com essa situação desagradável.

A questão se tornou tão importante no Brasil que o dia 7 de abril foi definido como o Dia Nacional de Combate ao Bullying, quando campanhas de conscientização são feitas em escolas pelo país e na internet.


Por que as crianças praticam bullying?

O bullying é uma prática que pode ser denominada como cruel e agressiva, então por que as crianças o fazem? Como seres tão pequenos e alegres são capazes de causar tanto sofrimento emocional aos seus companheiros da mesma idade? 

Uma razão comum pela qual as crianças praticam bullying na escola é a falta de atenção dos pais.

Quando se sentem negligenciadas ou não são disciplinadas o bastante, sentem que ninguém se importa com elas e podem fazer o que quiserem. Assim, começam as provocações.

Elas também não possuem um bom entendimento de empatia dado que não foram ensinados a levar os sentimentos alheios em consideração quando agem ou tomam uma decisão. Já que não compreendem o quão triste ou irritado o outro se sente, continuam praticando bullying.

Eventos que causaram mudanças significativas na vida dos pequenos também podem incentivar comportamentos agressivos, como divórcio, brigas em casa, morte de um ente querido, morte de um animal de estimação, problemas com irmãos mais velhos, abuso de parentes, entre outros.

Outra possível causa para o bullying é o excesso de indulgências. Pais que não ensinam limites aos filhos criam indivíduos mimados que acreditam merecer tudo que almejam.

Quando se frustram, eles descarregam seus sentimentos negativos em outras crianças. Ver o outro mal ajuda eles a mudarem o foco da própria infelicidade. 

O comportamento de intimidação e provocação é um sinal de alerta de que a criança não aprendeu a controlar a sua agressividade. Ela precisa de aconselhamento psicológico e dos pais para aprender a interagir com as pessoas de maneiras saudáveis.


Por que os adolescentes praticam bullying?

A dinâmica do bullying na escola entre os adolescentes é ligeiramente diferente das crianças. Algumas das causas podem ser semelhantes (negligência, falta de limites, eventos traumáticos e estresse), mas outros fatores estão envolvidos nas suas relações sociais.

O bullying praticado por adolescentes também evidencia a necessidade de ajudá-los. 

Os mais velhos podem praticar bullying por desejarem poder. Eles querem estar no controle das relações sociais de seu círculo de amigos ou demonstrar que são superiores aos colegas considerados fracos.

Deste modo, intimidam quem consideram empecilhos para isso ou quem não merece a cordialidade deles.

Poder também pode significar popularidade. Alguns adolescentes admiram quem quebra regras, colocando colegas com esse tipo de comportamento como exemplos. Sendo assim, eles incentivam o bullying em vez de pará-lo.

Há também adolescentes que pratiquem bullying na tentativa de se vingar das provocações que sofreram no passado.

Podem fazer isso tanto com os agressores quanto com outros adolescentes que os lembram de si mesmos naquela época ruim. É uma forma patológica de ressignificar a situação desagradável.


Sinais de bullying na escola em crianças e adolescentes

Pode ser complicado perceber os sinais de bullying em crianças e adolescentes. Os mais velhos, principalmente, costumam esconder como se sentem e se refugiar em seus mundos particulares. Assim, pais devem conceder atenção redobrada a eles.

Tanto em crianças quanto adolescentes, os sinais de bullying na escola incluem:

Tristeza;
Isolamento social;
Oscilações de humor;
Aumento ou perda de peso;
Irritabilidade;
Silêncio incomum;
Atitudes inconsequentes;
Brigas com colegas e/ou irmãos;
Medo de ir à escola;
Vontade de mudar de escola;
Mentir para não ir à escola;
Perda de interesse nos estudos;
Chorar quando precisar ir à escola;
Humor desagradável quando volta da escola;
Cabular aula ou não chegar a entrar na escola após ser levado até lá;
Ansiedade;
Crises de choro repentinas; e
Baixa autoestima.


Como lidar com o bullying na escola?

Lidar com o bullying na escola pode ser complicado. Como as crianças e os adolescentes não têm o mesmo alcance emocional que os adultos, eles reagem de maneira diferente às frustrações e situações estressantes.

Deste modo, encontrar uma brecha para lidar com as consequências emocionais do bullying pode ser desafiador para os pais.

É preciso ter paciência e empatia para compreender o que se passa no mundo interior da criança e do adolescente em crise. Só assim as famílias conseguem encontrar maneiras efetivas de ajudá-los.


Abaixo, veja como lidar com esse difícil problema.

1.     Ouça os seus filhos

Ouça o que os seus filhos têm para dizer sobre o bullying sofrido sem interrompê-los, dar lição de moral ou fazer cobranças desnecessárias. Também não duvide de suas histórias. Se acreditar que algo não faz sentido, procure investigar com a escola e amigos antes de tomar uma decisão.

Enquanto isso, permita que eles falem o que acharem necessário sobre o acontecimento, as pessoas envolvidas e como têm se sentido em relação às provocações.

É importante descobrir como o bullying afeta os filhos para saber como ajudá-los a se defender e quais reparações emocionais devem ser feitas.

Por exemplo, as constantes provocações podem ter deixado o seu filho mais tímido. Converse com ele para entender por que ele tem necessidade de se retrair e se isolar. Tem a ver com a provocação de terceiros? É vergonha? Medo? Só então pense em maneiras de ajudá-lo.

2.     Converse com a escola ou os pais

Nem sempre é legal interferir em brigas de crianças e adolescentes. A interferência direta dos pais tira a autonomia deles, bem como atrapalha a oportunidade de eles aprenderem com o conflito. As famílias devem orientar os filhos para que aprendam a se defender e a resolver conflitos sozinhos.

Entretanto, quando a situação é muito intensa e a criança ou o adolescente não consegue administrá-la sozinha, os pais devem interferir.

Converse com a escola para compreender o que está acontecendo e requisitar ajuda dos professores para ficar de olho na situação.

Da mesma forma, converse com os pais da outra criança ou adolescente para descobrir como lidar com a situação da melhor forma possível. Nem sempre os pais sabem o que os filhos estão aprontando, então essa conversa pode servir de aviso para eles. 

3.      Estude sobre bullying na escola

Estude como o bullying na escola funciona, quais são as consequências desse comportamento nas vítimas, como os pais podem ajudar os filhos e quais são as responsabilidades da escola sobre isso.

Neste contexto, os pais sempre podem perguntar aos pedagogos qual é a postura da instituição diante dessas situações.

Saber como o bullying opera vai ajudá-lo a, junto com seus filhos, traçar estratégias para combatê-lo. Além disso, você poderá ensinar mecanismos de defesa úteis a eles. 

4.     Procure um psicólogo

Procurar um psicólogo quando o seu filho é vítima de bullying é essencial para evitar problemas em seu desenvolvimento e autoestima.

Na terapia, crianças e adolescentes vítimas de bullying aprendem a administrar as emoções ruins que as intimidações despertam, desvencilhar-se de autopercepções negativas e fortalecer a autoimagem.

Pode demorar para convencer os adolescentes, que possuem uma resistência natural a figuras de autoridade e compartilhar sentimentos, a decidirem ver um psicólogo. É preferível que eles aceitem fazer terapia, mas, em casos extremos, pode ser necessário levá-los contra a sua vontade.

O psicólogo também pode orientar os pais nessa situação difícil. Assim, aprenderão como responder ao bullying de maneira saudável e preservar a saúde mental dos filhos.

5.     Ajude a elevar a autoestima dos seus filhos

O bullying pode acabar com a autoestima dos filhos e fazer com que eles duvidem de si mesmos. Para remediar as consequências destrutivas dessa prática, os pais podem ajudar os filhos a reconstruírem a sua autoestima.

Embora a terapia ajude bastante na recuperação da mesma, o auxílio dos pais é indispensável uma vez que eles são as principais inspirações dos filhos.

Trabalhe a forma como seu filho se vê por meio de elogios, incentivos a reflexões e participação em atividades recreativas.

Diga a ele como você se orgulha de quem ele é e ofereça apoio emocional quando necessário. Certamente, ele se lembrará do carinho recebido dos pais no futuro.


(Thaiana F. Brotto/ Psicóloga)


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NÃO É POSSÍVEL!? MINHA FILHA COM SÍNDROME DE BORDERLINE


A paz do Senhor amada, Jane Esther

Tenho 03 filhos. Um de 18 anos, concluindo o ensino médio. Uma de 15 anos, estudando também e a menor de 08 anos.

Fizemos 19 anos de casados, meu desejo sempre foi trabalhar fora, ter meu dinheiro, fazer e comprar minhas coisas. Meu marido sempre conversava que não precisa até que ele migrou de empresa e passamos algumas situações difíceis.

Tive que sair para trabalhar, deixando meus filhos sozinhos. Depois de um tempo fomos morar próximo onde eu trabalhava para que eu pudesse almoçar com eles, levá-los a escola e voltava ao trabalho, o dia inteiro administrando uma empresa e, por muitas vezes, (pelo cansaço) esquecia de administrar o que DEUS havia me entregado para cuidar.

Íamos todos os domingos aos cultos, pensando eu que meus filhos estariam seguros só por estarem indo. Ledo engano o meu. Minha filha do meio sempre foi calada, quieta, com poucos amigos. Deixava ela tomando conta da irmã mais nova, nunca percebi se havia algo errado com ela. Resolvemos voltar para nossa casa, acho que foi daí que tudo começou...

No início do ano passado minha filha conversou comigo e chorando me pediu que a levasse no psicólogo disse que estava sentido estranha e precisava de ajuda. Levamos e foi diagnosticada com depressão e para minha angustia a psicóloga relatou que minha filha já havia tentando suicídio por diversas vezes, via e ouvia muitas coisas.

Acendeu o primeiro sinal de alerta em mim, procuramos psiquiatra e começou os remédios, para mim foi horrível ver sua filha dopada com medicações fortes, mais esses remédios a faziam ficar com mal-estar. Então depois de um tempo decidi não dar mais nada a ela. Procuramos um psicoterapeuta uma pessoa de Deus, falou que ela sofria de um transtorno chamado Borderline*. Ela se mutilava, tinha pensamentos suicidas. Comecei a relatar o que estava acontecendo e pedir orações nos grupos de mulheres da igreja e Roseane Dantas me falou sobre o Ministério Mães Unidas em Oração, mais a princípio não dei muita atenção.

Em 17 de julho de 2017, nesse dia meu filho disse que não queria ir ao colégio e não insisti. (Todos estavam de olho nela para tudo que ela fazia) e as 11h10 ele me ligou assustado que a irmã tinha fechado a porta do quarto e não respondia. E vim correndo do trabalho, chorando e orando, pedindo a Deus que acampasse os seus anjos ao redor dela. Quando cheguei o quarto estava todo revirado e ela toda cortada com uma lamina na mão. Estava cortando o pulso, me abracei com ela e pedi que ela soltasse a lâmina e ela não soltou. Eu disse: "- SOLTE EM NOME DE JESUS! Foi então que ela olhou para mim e, me entregou a lâmina e me disse chorando: " - MÃE ME LEVA PARA O HOSPITAL. TOMEI MUITOS COMPRIMIDOS. Levamos, colocaram uma sonda, fizeram uma lavagem gástrica e ela ficou em observação.

Sei irmãs que não havia só problemas de ordem emocional, também havia uma luta espiritual grande, mais não maior que o meu Senhor, foi ai que comecei a conhecer o Ministério Mães Unidas em Oração, acompanhava o calendário, orava, jejuava, clamava ao Senhor. Hoje sei que nada foi em vão, Deus me deu chances de ser uma mãe melhor, e cada dia com meus filhos é um dia de gratidão. Hoje para honra e Gloria do nome de Jesus, minha filha está bem, uma irmã abençoada está fazendo discipulado com ela, a minha filha permitiu que Deus trabalhasse na vida dela.

E sou grata a Deus por esse ministério abençoado e abençoador. Hoje faço parte do Ministério Mães Unidas em oração. Tenho o meu PGO – Pequeno Grupo de Oração para honra e gloria do Senhor.

Jane Kelly da Silva Lopes – Lidere de Grupo de Mães Unidas em Oração em Macaíba, RN.
(Este testemunho foi publicado com autorização expressa da mãe. Os nomes são omitidos para preservar o sigilo dos filhos.)

________

* Síndrome de Borderline ou transtorno de personalidade borderline: É um transtorno mental grave caracterizado por um padrão de instabilidade contínua no humor, no comportamento, auto-imagem e funcionamento.

Os sintomas mais comuns da síndrome de borderline englobam instabilidade emocional, sensação de inutilidade, insegurança, impulsividade e relações sociais prejudicadas.

Essas experiências geralmente resultam em ações impulsivas e relacionamentos instáveis. Uma pessoa com Síndrome de Borderline pode experimentar episódios intensos de raiva, depressão e ansiedade que podem durar de apenas algumas horas a dias.

Algumas indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline também apresentam altas taxas de ocorrência em conjunto de outros transtornos mentais, como distúrbios do humor, transtornos de ansiedade e distúrbios alimentares, além de abuso de substâncias, automutilação, além de pensamentos e comportamentos suicidas. Indivíduos com Síndrome de Borderline podem alternar momentos em que estão estáveis com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados.

A Síndrome de Borderline também pode ser chamada de Transtorno de Personalidade Limítrofe.



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segunda-feira, 2 de março de 2026

POR QUE CONHECER A ESCOLA DE SEU FILHO?


Seu filho passará a maior parte do ano na escola - nada mais natural, portanto, que você entenda tintim por tintim como será a vivência dele ali. Mesmo que você já conheça a instituição, mas, principalmente, se for o primeiro ano de seus filhos ali, a volta às aulas é uma boa oportunidade para estreitar a relação e mergulhar no mundo que cerca a criança em seu dia a dia. 

Tirar dúvidas antes do início das aulas é o primeiro passo para um relacionamento de confiança entre os pais e a escola.


O que é importante conhecer sobre a escola? 
Primeiro, atente-se justamente à abertura que ela dá às suas curiosidades - se sentir resistência, é a hora e a vez de trabalhar esse aspecto. É preciso, porém, haver cumplicidade entre os pais e a escola. Afinal, o aprendizado da criança é objetivo comum.

Algumas escolas preparam reuniões de começo de ano, outras dependem da sua iniciativa para pedir uma conversa tira-dúvidas. Seja qual for o método, veja alguns aspectos eleitos pelos especialistas que não podem passar batidos no inicio do ano letivo.

1. Onde e quando posso entrar? 
Pode parecer uma pergunta com resposta óbvia, afinal, se seu filho está nas dependências da escola, é esperado que você possa ir até ele. Mas não é bem assim. Cada instituição possui suas regras sobre a circulação de pais e estranhos em suas dependências, e é importantíssimo que você as conheça. 

Por exemplo: na hora de buscar, você pode ir até a sala de aula, ou só pegará a criança na porta de saída? 

Quais são os ambientes em que você pode entrar durante o período de aulas? 
(Em geral, enquanto o professor dá aula, as salas são proibidas para pais.) 

Com quem você deve falar para que seu filho seja chamado rapidamente, caso seja preciso? 

E como funciona a permissão para alguém (que não os pais) tirar a criança da escola? 

Solucione essas dúvidas e mantenha esse "mapa" na cabeça para não atrapalhar o andamento da rotina, mas também não correr riscos com relação ao paradeiro de seu filho.

2. Geralmente, as escolas entregam no início do ano um calendário para os pais, às vezes anual, mas, na maioria dos casos, semestral. Nele você fica sabendo quando haverá aula, quando serão realizados eventos, como a feira de ciências, e também se há excursões em vista. Assim você pode se planejar em família (inclusive financeiramente).

3. No caso da entrada da criança na Educação Infantil, a maioria das escolas convida os pais a comparecerem durante o período de adaptação. Nem pense em recusar! 

Nada de surpresas ruins ao longo do semestre! Procure entender de antemão como será o método de avaliação neste ano, especialmente se seu filho estiver mudando da Educação Infantil para o Ensino Fundamental, ou do Fundamental I para o Fundamental II. 
Pergunte se são feitos trabalhos e/ou provas; se a frequência, o comportamento e a produção em sala de aula são levados em conta; se no boletim constarão notas ou conceitos. E, se caso você tenha dúvida sobre uma avaliação feita, com quem deve falar.

Ao longo do ano, não deixe para ir à escola apenas em dia de festa ou, pior, só passar lá correndo para pegar o seu filho. Trabalhando com a escola em prol da educação, todos saem ganhando.

4. Quem serão os professores? Procurar saber quem são, seus nomes, etc...

5. E a turma de seu filho? Quem são os colegas dele... E os seus pais... Você deve estar presente no dia-a-dia de seu filho...

Quais e onde serão os passeis, as excursões, etc...

Mãe, é de primordial importância a sua convivência com a escola de seu filho... Desde a creche até a Universidade.  Esteja sempre atenta e alerta. O inimigo não dá trégua! Fique esperta!

Mãe comprometida com Deus não descuida da vida de seu filho....

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE MARÇO DE 2026

 É maravilhoso fazer parte do Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração Internacional e conhecer o extraordinário Programa de Oração Mundial em PGOs - Pequenos Grupos de Oração, que Deus deu a uma mãe: Fern Nichols, em 1984, no Canadá, e que já está em mais de 160 países...

No inicio o nome era Moms In Touch / Mães em Contato, e, em 2012 foi mudado para Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração Internacional. A Visão, Missão e Propósitos continuam os mesmos: Orar pelos filhos e escolas.
Mães Unidas em Oração Internacional impacta filhos e escolas em todo o mundo para Cristo através das orações das mães. Um Ministério que durante anos tem sido referência na vida de milhões de mães ao redor do mundo!

Louvamos a Deus por mais um mês de oração pela vida de nossos filhos e escolas...

Agradecemos a vocês Mães Unidas em Oração que enviam seus pedidos e, através deles podemos elaborar o Calendário Nacional de Oração que tem norteado cada mãe no seu grupo e seu momento "A Sós com Deus"!

No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, para ler a Palavra de Deus e orar de 3 a 7 minutos pelos filhos (biológico/coração ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério. O Calendário não substitui o encontro semanal de 1 hora dos PGOs - Grupos de Mães Unidas em Oração.



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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

26 DE FEVEREIRO - HOJE É O DIA DE ORAÇÃO PELAS UNIVERSIDADES/FACULDADES


DIA DE ORAÇÃO PELAS UNIVERSIDADES/FACULDADES

Cristãos de todas as idades se reunirão para um dia global e intergeracional de oração por avivamento e despertar espiritual em campi universitários do mundo todo.

“Nosso grupo orou para que os crentes no campus vivessem sua fé. Logo soubemos que um time esportivo havia participado de uma reunião do ministério universitário como atividade de integração. Eles trouxeram o treinador, que ficou impressionado com a maneira como os membros do time se tratavam. Ele foi à igreja com o time na Páscoa, entregou sua vida a Cristo e foi batizado!” – (Marilee, Líder de Grupo de Moms In Prayer International no Kansas - USA.

Todos os grupos receberão o mesmo roteiro de Oração!

Agradeçamos ao Senhor, por todas as faculdades e universidades do Brasil 2.600; pelos 10,22 milhões de estudantes universitários; 315 mil professores.

Folha de Oração para o Dia de Oração Pelas Universidades/Faculdades
Data: 26 de fevereiro de 2026

1. Louvor — Louvando a Deus por Quem Ele é, Seus atributos, Seu nome ou Seu caráter
Atributo: Deus é o nosso Redentor
Definição: Aquele que liberta do pecado pagando um preço de resgate.

Escrituras:
"Mas eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra." (Jó 19:25)

Assim diz o Senhor, o seu Redentor, o Santo de Israel: “Eu sou o Senhor, o seu Deus, que lhe ensina o que é melhor para você e o endireita no caminho em que você deve andar.” (Isaías 48:17)

"Nele temos a redenção por meio do seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da sua graça." (Efésios 1:7)

"Enquanto aguardamos a bendita esperança: a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, que se entregou por nós para nos redimir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo que lhe pertence, zeloso de praticar o bem." (Tito 2:13,14)

Pensamento: Deus é reconhecido como o Redentor que resgata a humanidade do pecado e da morte, agindo com poder e amor. Por meio de Jesus Cristo, a redenção oferece liberdade, reconciliação e esperança. Ele é o criador que se torna redentor, guiando e salvando com amor eterno.

2. Confissão — Confessar silenciosamente os seus pecados ao Deus que perdoa.
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (João 1:9)

3. Ação de Graças — Agradecer a Deus pelo que Ele fez.
"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus para vós em Cristo Jesus." (1 Tessalonicenses 5:18)

Agradeça por:
• Ver avivamento e despertar espiritual nos campi universitários.
• Grupos de mães em oração intercedendo por universidades em todo o mundo.
• Professores cristãos que exercem uma influência piedosa sobre alunos e colegas.
• Ministérios universitários alcançando estudantes com o evangelho e proporcionando comunidade cristã.
• Seus agradecimentos específicos _________________.

4. Intercessão — Aproximar-se de Deus em oração em favor de outros (formem grupos de dois ou três)
Para os cristãos no campus, oramos: SENHOR, que as palavras da boca de ________ e a meditação do seu coração sejam agradáveis aos teus olhos, ó SENHOR, rocha de ________ e seu Redentor. (De Salmo 19:14)

Para estudantes e professores incrédulos: Abra os olhos de ________ e converta-o das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, para que receba o perdão dos pecados e um lugar entre os santificados pela fé em Jesus. (De Atos 26:18)

Sugestões de oração para campi universitários
• Que o Espírito Santo seja derramado em cada campus, trazendo avivamento e despertar espiritual.
• Cada campus será coberto em oração por um grupo de Mães em Oração.
• Proteger todos no campus do perigo e da violência; que todos os planos do diabo sejam expostos e frustrados.
• Estabelecer ministérios e grupos cristãos nos campi sem presença ministerial conhecida.
• Fortalecer aqueles que servem no ministério universitário para alcançar os perdidos com o evangelho e ministrar aos crentes.
• Que a moralidade, a pureza, a modéstia e a abstinência sejam promovidas e valorizadas.

Sugestões de oração para estudantes
Para estudantes cristãos
• Que sejam cheios do Espírito Santo e ousados em sua fé e testemunho de Cristo.
• Que se envolvam em ministérios universitários, em uma igreja local e se tornem guerreiros de oração por seus campi.
• Que tenham uma clara noção do propósito e chamado de Deus em suas vidas.
Para estudantes não cristãos
• Que reflitam sobre suas vidas e propósito e sejam atraídos pelos crentes, capazes de investigar honestamente quem é Jesus. • Para aceitar Jesus como seu Salvador e serem libertos das fortalezas do álcool, drogas, pornografia, depressão, suicídio, sexo casual e confusão de gênero.
• Para serem protegidos de influências ímpias em sua geração.
Sugestões de oração para professores:
• Ore pelo impacto dos professores cristãos na formação de futuros e na disseminação da verdade no campus.
• Ore pela salvação de professores, administradores e funcionários não crentes.
• Que os professores se interessem por seus alunos e que os alunos respeitem os professores.

Ore por grupos específicos no campus:
Clubes acadêmicos, fraternidades/sororidades, times esportivos, grupos étnicos, grupos de estudantes internacionais, clubes sociais, residências estudantis, condomínios, cursos, departamentos.


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O PERIGO DA UNIVERSIDADE NA VIDA DOS NOSSOS FILHOS



No ano passado, mas especificamente dia, 10.11.25, vimos um homem jovem (Charles Kirk), com apenas 31 anos ser assassinado na frente de sua família e de uma multidão(na Universidade do Vale de Utah), sendo o suspeito um outro jovem, (Tyler Robinson) de 22 anos de uma família bem estruturada conservadora, criado na igreja, com princípios e valores, que mudou completamente após ganhar uma bolsa na universidade, e nos últimos anos ficou mais politizado, e segundo jornalistas estava em transição de sexo.

Refletindo sobre isso...

Universidades: Um Alerta aos Pais

Durante décadas, a universidade foi vista como o caminho natural para o sucesso profissional e pessoal. Um espaço de conhecimento, crescimento e oportunidades. Mas será que os pais estão realmente atentos ao que seus filhos enfrentam dentro desses ambientes?

A universidade pode ser um terreno fértil para descobertas — mas também para confusões. Muitos jovens, ao entrarem nesse novo mundo, se deparam com ideologias radicais, pressões sociais intensas, e uma desconexão crescente com os valores familiares. Professores com agendas políticas, grupos que promovem comportamentos autodestrutivos como o abuso de álcool e drogas, e uma cultura que muitas vezes ridiculariza a fé, a tradição e a responsabilidade são apenas alguns dos elementos que podem impactar negativamente a formação de caráter dos estudantes.

Além disso, há o risco da formação acadêmica se tornar uma fábrica de diplomas sem propósito. Cursos que não preparam para o mercado, promessas de sucesso que não se concretizam, e dívidas estudantis que se acumulam sem retorno garantido. O jovem sai da universidade com um papel na mão, mas muitas vezes sem direção, propósito ou equilíbrio emocional

O papel dos pais é mais importante do que nunca. É preciso acompanhar de perto, conversar com profundidade, e oferecer uma base sólida para que os filhos enfrentem esse ambiente com discernimento. A universidade não deve ser um fim em si mesma, mas um meio — e só será benéfica se estiver alinhada com os valores, princípios, os objetivos e a identidade do jovem.

Não se trata de proibir ou temer, mas de orientar. De abrir os olhos para que a busca pelo conhecimento não se transforme em perda de si mesmo.

Poderíamos nos perguntar onde seus pais erraram em sua educação?  Mas nosso ministério ora pelos filhos e escolas exatamente por reconhecer a influência das escolas, na vida dos nossos filhos, então esse momento nos leva a orar de forma mais incisiva, mesmo que nossos filhos não estejam mais na escola ou universidade, como é  o meu caso, para que nossos jovens suportem  e resistam a todas as pressões sociais, a desconstrução dos valores familiares, as ideologias radicais, as drogas, o álcool, a ideologia de gênero, as más companhias, as más conversações. 

Oremos irmãs para nossos  jovens não percam suas vidas sendo assassinados ou se tornando instrumentos do inimigo ceifando vidas. 

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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

COMO AJUDAR MEU FILHO A SE ADAPTAR À NOVA ESCOLA


As escolas se transformam em um território desconhecido para as crianças no início do ano escolar. Os alunos vão precisar se adaptar aos horários, regras, rotina, professores e novos amigos. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa.

Os novos professores e o lugar estranho são as queixas mais frequentes das crianças. Os pais devem demostrar ao filho a confiança que depositam na nova escola e que eles acreditam que é a melhor escolha que fizeram para ele.

Mostre que é normal ter tais sentimentos neste momento de transição e que ele conseguirá superar e ainda gostará tanto ou até mais do que sua antiga escola. Deixe claro que também depende dele querer essa adaptação e, acima de tudo, pode contar os pais para ajudá-lo neste período.

As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras. É interessante nunca fazer mudanças sem preparar a criança, ir com ela visitar o local e conhecer as pessoas que trabalham ali.

As crianças maiores normalmente já têm percepção e maturidade para se adaptar de uma maneira mais tranquila.

Sem acordo


Se depois de dias ou semanas a criança continuar resistindo em frequentar as aulas, a presença dos pais na escola será obrigatória. Pode ser necessário solicitar uma conversa com a orientadora e pedir, sem aviso prévio, para ver o filho naquele momento.

Às vezes, as crianças fantasiam ser mal tratadas para chamarem a atenção dos pais. Por isso é bom ir sem avisar. Se for manha da criança, dá para conversar, explicar que não é possível mudar de escola antes do meio ou do final do ano. Em geral, depois de um tempo maior, as próprias crianças não querem mais sair da escola.

As dificuldades mais comuns que as crianças enfrentam

– Falta de entrosamento com os novos colegas;

– Adaptar-se a novas regras;

– A dificuldade de entender o espaço físico da nova escola;

– Não conhecer os professores e funcionários e, consequentemente, não se sentir segura e amparada;

– A saudade da escola anterior, sentindo falta dos colegas, professores e funcionários, inclusive do espaço físico.

Como os pais devem lidar com os problemas de adaptação das crianças


– Ir a escola é obrigatório. E ponto final.

– Se a criança tiver mais de seis anos, deixar que resolva entre duas ou três escolas escolhidas pelos pais, isso faz com que se sintam participantes. Mas escola sempre é uma decisão final que cabe aos pais, até o final do colegial;

– Levar a criança até o local antes do início das aulas para que ela conheça o ambiente e, se possível, os professores. Isso diminuirá o impacto do primeiro dia de aula;

- Em muitos casos são os pais que não se adaptam aos novos horários, lugares, normas e acabam transferindo isso indiretamente aos filhos. Portanto, escolhida a escola é proibido falar mal dela;

– Se depois de muita conversa a criança fizer manha, deixe claro que estará esperando por ela na hora da saída e trate a situação com naturalidade.

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