Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

RAZÕES PELAS QUAIS VOCÊ MÃE DEVE PARTICIPAR DE UM PEQUENO GRUPO DE ORAÇÃO

 

Como uma jovem mãe, eu tinha a intenção de ser a mãe cristã perfeita. Eu tinha ideias muito específicas sobre o que isso significava. Infelizmente, a maioria dessas ideias vieram de pessoas que eram imperfeitas! Eu realmente não orei sobre isso. Eu tentei descobrir os segredos para ser a mãe perfeita.

Em meio à minha vida distraída e ocupada, acabei tentando entrar em um grupo de Mães Unidas em Oração. Eu tinha ouvido falar sobre isso, mas não achava que eu poderia tentar até que as duas crianças estivessem na escola. Meu marido até me encorajou a orar por nosso filho quando bebê.

Eu ainda não tinha certeza – uma hora de oração! Com outras mães que não conheço? Mas eu estava disposta a me dar uma chance.

Lá, duas doces mulheres me deram as boas-vindas e explicaram como orávamos versículos da Bíblia juntas por nossos filhos todas as semanas. Elas me guiaram através do modelo de oração simples e eficaz de Louvor, Confissão, Ação de Graças e Intercessão. Continuei me encontrando com elas e outras mães e, eventualmente, comecei a liderar o grupo. Mais tarde, tornei-me Coordenadora de Área para ajudar a conectar outras mães locais para iniciar seus próprios grupos.

Já se passaram mais de quinze anos desde que fui àquela primeira reunião de oração e isso mudou minha vida.

Três razões pelas quais você deve participar de um grupo de Mães Unidas em Oração:

1. VOCÊ NÃO PODE ERRAR ORANDO AS ESCRITURAS

Minhas orações podem estar em todo lugar e se concentrar no que eu quero. Mas quando eu oro um versículo da Bíblia, é mais provável que eu esteja orando pelo que Deus quer.

Durante um tempo em particular, há vários anos, nosso grupo orou para que Deus removesse montanhas. Nós oramos em Efésios 3:20, colocando os nomes de nossos filhos nos espaços em branco:

 “Senhor, creio que Tu és capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou imaginamos na vida de ________, de acordo com o Teu poder que está operando dentro de ________.”

E nos sentimos levadas a orar para que os alunos da escola cristã de nossos filhos experimentassem um avivamento durante um retiro. Deus respondeu a essa oração e vários alunos vieram a conhecer a Cristo! Eles se juntaram a outros mais tarde naquele semestre para um estudo bíblico na hora do almoço.

2. A ORAÇÃO MUDA SEU CORAÇÃO

Essa hora de oração me ajuda a levar meus filhos e minhas preocupações a Jesus. Também tenho o privilégio de orar pelos filhos de outras mães, ampliando meu foco para outras pessoas.

Emily, uma mãe do nosso grupo, comentou: “Sempre me sinto mais relaxada e menos preocupada depois de cada reunião de Mães em Oração. Considerando as necessidades da nossa comunidade escolar e de cada um dos filhos das mães, sempre me distraio dos meus próprios cuidados.”

3. DEUS VAI RESPONDER ÀS ORAÇÕES À SUA PRÓPRIA MANEIRA E NO SEU PRÓPRIO TEMPO

Testemunhei muitas, muitas respostas à oração. Eu sou muito grata por isso! Nosso grupo viu Deus conceder amizades, paz, orientação e redenção ao longo dos anos.

Mas há outras orações que ainda não foram respondidas, como problemas na escola, alunos que não conhecem o Senhor e incertezas nos planos para o futuro. Temos esperança de que Ele os responderá e confiamos que Ele o fará de acordo com Seu plano perfeito.

Retenhamos firme a confissão de nossa esperança sem vacilar, pois aquele que prometeu é fiel. (Hebreus 10:23 NVI)

Não apenas fui abençoada com orações respondidas e crescendo em minha fé e confiança em Deus, mas também encontrei algumas de minhas amigas mais queridas em Mães em Oração. Sou muito grata que, de toda essa busca e peregrinação, Deus me trouxe para o grupo Mães em Oração.

(Juliana Gordon/Blog Moms in Prayer)

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(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

SEGUNDO PASSO: CONFISSÃO

 



Quando a Graça Tem a Última Palavra
Texto Bíblico: João 8:1-11


Todos nós conhecemos o peso de desejar voltar atrás. Há palavras que gostaríamos de recolher, decisões que ainda despertam vergonha e pecados que parecem ter deixado marcas profundas demais. O pecado costuma se apresentar como promessa de satisfação, mas, depois de nos atrair, nos deixa diante da culpa e das consequências.

Foi assim com a mulher levada até Jesus. Surpreendida em adultério, ela foi colocada no centro de uma cena pública, cercada por homens que conheciam sua culpa e estavam prontos para usá-la. Para eles, aquela mulher não era alguém a ser restaurada, mas uma oportunidade de preparar uma armadilha contra Cristo. Enquanto discutiam sua condenação, ela permanecia ali, exposta, sem defesa e aparentemente sem futuro.

Jesus, porém, não respondeu à crueldade com pressa. Ele não negou a gravidade do pecado, mas também não permitiu que a acusação daqueles homens fosse confundida com a justiça de Deus. Ao confrontar a consciência dos acusadores, fez com que cada um reconhecesse a própria condição. Um a um, eles deixaram o lugar, até que restaram somente Jesus e a mulher.

Então, Aquele que era o único sem pecado e, portanto, o único que poderia condená-la, ofereceu perdão. Mas Sua graça não tratou o pecado como algo sem importância. Jesus a libertou da condenação e também a chamou a abandonar a antiga vida. Em Suas palavras, misericórdia e verdade caminharam juntas: ela não precisava permanecer definida pelo que havia feito, mas também não deveria voltar ao caminho que quase a destruiu.

Essa história revela ainda uma verdade desconfortável, mas necessária. Às vezes, ter nosso pecado exposto pode ser justamente o que nos conduz ao arrependimento. Se aquela mulher tivesse continuado escondida, talvez permanecesse presa à mesma vida. Sua exposição foi dolorosa, mas a levou diretamente à presença de Cristo, onde encontrou aquilo de que mais precisava.

Talvez você carregue hoje a sensação de ter ido longe demais. Não fuja de Jesus por causa da culpa. Vá até Ele com sinceridade. Cristo não oferece uma graça que encobre o pecado para que tudo continue igual; Ele oferece perdão, reconciliação e força para um novo começo. Nas mãos de Jesus, seu pecado não precisa ter a última palavra.


Oração:

Senhor Jesus, me aproximo de Ti sem tentar esconder meus erros, ou justificar minhas escolhas. Tu conheces tudo o que eu fiz, tudo o que penso e até aquilo que tenho dificuldade de confessar. Ainda assim, não me afastas da Tua presença. Obrigada porque Tua graça não me abandona a culpa e Tua bondade não me deixa permanecer no pecado. Recebo o Teu perdão e coloco diante de Ti aquilo que precisa ser transformado em mim. Dá-me coragem para abandonar os caminhos que me afastam de Ti. Quando a vergonha disser que não há mais esperança, lembra-me de que encontro em Ti misericórdia, reconciliação e a possibilidade de recomeçar. Que a minha vida responda com gratidão ao amor que recebi. Em teu nome, Amém.





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domingo, 4 de outubro de 2026

SE VOCÊ TEM UM FILHO PRÓDIGO

 

É triste saber de pais que choram pelos filhos, que um dia, foram criados na igreja, aprenderam lições preciosas na Escola Bíblica Dominical, mas hoje estão afastados de Deus, envolvidos com más companhias, não querem nem ouvir falar de igreja, acima de tudo de Deus e de sua Palavra.

O que dizer a estes pais e mães? Que conselhos podemos dar?

Eu diria que, em primeiro lugar, esses pais não devem se culpar.

Não se culpem, é o meu primeiro conselho.

Culpar-se em nada adianta. Só faz mal ao coração, a alma.

Ser pai e mãe é uma das tarefas mais desafiadoras. Talvez você tenha errado em alguma fase da criação de seu filho pródigo. Se fosse hoje, talvez, faria diferente, é verdade, mas pare de se culpar.

Deus dotou a todos de algo importante que é o livre arbítrio. A escolha de se afastar não foi sua, mas do seu filho. Por mais que isto seja difícil de encarar, esta é a verdade.

Meu segundo conselho é manter-se com os braços abertos e jamais fechar o seu coração para o filho pródigo.

Lembra do pai amoroso, na parábola contada por Jesus?

Todos os dias ele saia de sua casa e se colocava no caminho e esperava a volta do seu filho que um dia tinha se rebelado.

Se seu filho está envolvido com drogas não o chame de drogado. Se está entregue ao homossexualismo, não reforce seu comportamento homossexual. Chame-o pelo nome.

Sempre esteja disponível para ajudar a deixar seus comportamentos rebeldes.

Não se envergonhe de seu filho pródigo. Ele é seu filho, dado por Deus.

Isso que eu chamo de estar com braços abertos.

Ore, ore, ore!

Oração será o instrumento mais poderoso dado por Deus para seu filho rebelde um dia se arrepender dos seus erros e voltar-se, em primeiro lugar para Deus, e depois para a própria família.

Jim Cimbala, pastor da Igreja Brooklin Tabernacle, é o melhor exemplo de um pai que teve uma filha rebelde e viveu a alegria de abrir a porta de sua casa para recebê-la de volta totalmente arrependida.

Jim Cimbala conta, em seu depoimento, que um dia a igreja estava reunida orando pelas centenas de pedidos que tinham chegado pela internet. Até que alguém sugeriu que parassem de orar e dedicassem aquele culto para orar exclusivamente pela filha do pastor. E assim foi feito.

Pouco tempo, ele e sua esposa Carol, estavam em casa e alguém bate a porta. Ao abrir, viram sua filha arrependida e dizendo estar voltando para casa. Contou-lhe que uns dias antes havia sentido uma profunda tristeza pelo tipo de vida que estava vivendo e perguntou quem havia orado por ela.

O casal Cimbala então concluiu que o momento em que a filha estava sendo tocada pelo Espírito Santo de Deus era o mesmo momento em que a igreja estava orando por sua filha pródiga.

Por último, eu diria para crer na semente que você semeou na infância deste filho pródigo.

Creia que todo aquele esforço, a semente lançada, mesmo que de forma inapropriada ainda está presente no coração do filho pródigo.

Esta semente não morreu, está lá e no tempo certo irá renascer e voltará a fazer diferença em suas escolhas.

Prepare- se, pela fé,  para volta.

O pai amoroso nos ensina esta lição. Quando seu filho voltou, uma grande festa foi realizada.

E assim será, para a glória de Deus.

(Pr. Gilson Bifano / Palestrante e conferencista para casais e famílias. Coach de casais e pais)

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sábado, 3 de outubro de 2026

LUZ FILTRADA


“...Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração...”
2 Coríntios 4:6


A pintura chamada “A Trail of Light” (Um rastro de luz), do artista americano Bob Simpich, retrata um bosque de álamos com folhas douradas iluminadas pelo sol de outono. As folhas mais altas são brilhantemente iluminadas enquanto que o solo sob as árvores é uma mistura de luz solar e sombra. O pintor declarou sobre esse contraste: “Não posso resistir à luz filtrada que atinge o chão do bosque. Esse visual tece uma mágica especial.”

O apóstolo Paulo escreveu aos seguidores de Jesus em Corinto: “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” (2 Coríntios 4:6).

Paulo descreve a realidade da vida: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (vv. 8,9).

Há mães que conhecem profundamente essa realidade.

Há momentos em que parece que a luz da face de Deus está ofuscada pela situação de um filho. Talvez ele esteja preso às drogas. Talvez esteja enfrentando uma doença. Talvez tenha escolhido o caminho da rebeldia, afastando-se da família, abandonando os valores que recebeu ou tomando decisões que trazem sofrimento ao seu coração.

Talvez esse filho esteja distante de Deus e, aos olhos humanos, pareça cada vez mais difícil enxergar um caminho de volta.

Nesses momentos, a mãe que ora pode se sentir atribulada, perplexa, perseguida pelas preocupações e abatida pelas notícias e pelas circunstâncias.

Mas a Palavra de Deus continua dizendo: “não angustiadas... não desanimadas... não desamparadas... não destruídas” (vv. 8,9).

Mesmo quando não conseguimos enxergar claramente o que Deus está fazendo, a luz não deixou de existir.

Assim como os raios do sol atravessam as folhas das árvores e chegam ao chão em meio às sombras, a luz de Deus também pode alcançar o lugar onde nosso filho está.

Talvez você não consiga chegar até ele.

Talvez suas palavras já não sejam ouvidas.

Talvez ele não queira conversar, não queira voltar para casa ou não queira ouvir falar de Deus.

Mas Deus pode alcançar lugares onde uma mãe não consegue chegar.

Mesmo nas circunstâncias mais escuras, podemos continuar crendo que existem provas da presença de Deus. Podemos continuar orando, clamando e colocando nossos filhos diante do Senhor.

A mãe que ora não precisa enxergar toda a estrada para continuar caminhando pela fé. Ela pode confiar naquele que é a própria Luz : Jesus Cristo.

Se caminhamos sob luz filtrada, podemos redescobrir que a luz de Deus — Jesus — está sempre brilhando em nossos corações.

E essa luz também pode alcançar nossos filhos, mesmo quando tudo ao redor parece mergulhado em sombras.

Por isso, mãe, não deixe de orar.

Continue colocando o nome de seu filho diante do Senhor.

Ore pelo filho que está nas drogas.

Ore pelo filho que está doente.

Ore pelo filho rebelde.

Ore pelo filho que se afastou da família.

Ore pelo filho que se afastou de Deus.

Ore pelo filho que você não sabe mais como alcançar.

A sombra que você está vendo não significa que Deus deixou de agir.

A luz pode estar filtrada pelas circunstâncias, mas ela continua brilhando.

E, enquanto houver luz, há esperança.

“Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração...” (2 Coríntios 4:6)

Mãe, continue orando. Continue crendo. Continue esperando em Deus.

Porque, mesmo em meio às circunstâncias mais obscuras, a luz de Deus continua brilhando em nossos corações.

— DCM
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(Coeditora do Blog: Eliane de Santis)

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

VIVENDO E APRENDENDO




Um autor desconhecido escreveu estes pensamentos poderosos, expressando a influência para o bem ou mal que nossas vidas têm em outros. Enquanto eles se referem em particular a pais, eles também aplicam em geral a cristãos. Depois de ler cada declaração, pergunte-se a si mesmo, as pessoas estão aprendendo isto de mim??

Se uma criança vive com crítica, ela aprende a condenar.

Se uma criança vive com hostilidade, ela aprende a brigar.

Se uma criança vive com medo, ela aprende a ser apreensivo.

Se uma criança vive tendo dó dela, ela aprende a ter pena de si mesma.

Se uma criança vive com ciúme, ela aprende a sentir culpada.

Se uma criança vive com encorajamento, ela aprende a ser autoconfiante.

Se uma criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente.

Se uma criança vive com elogios, ela aprende a valorizar os outros.

Se uma criança vive com aceitação, ela aprende a amar.

Se uma criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma.

Se uma criança vive com reconhecimento, ela aprende a ter metas.

Se uma criança vive com justiça, ela aprende o que é justo.

Se uma criança vive com honestidade, ela aprende o que é a verdade.

Se uma criança vive com sinceridade, ela aprende a ter fé nela mesma e no seu próximo.

Se uma criança vive com amor, ela aprende que o mundo é um lugar maravilhoso para viver.

( Green, M. P. (1989). Illustrations for Biblical Preaching, Grand Rapids: Baker Book House.http://www.hermeneutica.com/)

Que nós mães unidas em oração, possamos criar nossos filhos em um ambiente, limpo saudável e seguro espiritual e materialmente a fim de que eles possam se desenvolver de forma plena, amando a Deus,  a si mesmo e ao seu próximo cumprindo todos os propósitos que Deus tem para suas vidas.

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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)


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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

O CLAMOR DOS CONTINENTES: DEUS OUVE!


Este é um momento de união e intercessão, onde clamamos por cada porção de terra do nosso planeta, confessando nossas falhas e clamando pela intervenção divina por meio de Sua Palavra e do Seu Espírito. Que cada texto seja uma bússola para o nosso clamor e ação.

1. América: Confissão e clamor por justiça social

Clamor: Pai, ajuda-nos! Temos falhado na distribuição do pão e da água. Há em nosso continente muitos excessos: excesso de riqueza e excesso de pobreza; excesso de poder e excesso de exclusão; excesso de promiscuidade e de corrupção; excesso de espiritualismo e excesso de indiferença. Perdoa-nos e concede-nos uma cultura de paz.

Oração: "Pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, nem rico nem pobre, nem homem nem mulher; pois todos somos um em Cristo Jesus. E, se somos de Cristo, somos herdeiros segundo a promessa" (Gálatas 3.27-29). Que o Senhor Jesus conceda unidade na diversidade, que n’Ele tenhamos coragem para combater a injustiça social e que a Igreja seja uma evidência do amor de Deus por meio do acolhimento e da inclusão.

2. África: Confissão e clamor por reconciliação

Clamor: O sangue foi derramado. O sangue do meu irmão, o sangue do meu pai, o sangue de minha mãe. A guerra e suas mutilações se fizeram presentes e muitos se perderam no caminho. Os pequeninos sentiram medo, e muitos endureceram seus corações contra Ti, Senhor. Perdoa-nos e concede-nos coragem para devolver o mal com o bem, semeando a boa semente do Teu Espírito em solo africano.

Oração: O sangue de Cristo também foi derramado, e Ele nos trouxe o perdão de Deus e tornou-nos um com o Pai. Que o Senhor Jesus conceda o fruto do Espírito à Sua Igreja na África. Que a Igreja venha a ser fonte de vida e reconciliação. Que brote a paz, pois "o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei" (Gálatas 5.22-25).

3. Europa: Confissão e clamor por reavivamento espiritual

Clamor: Senhor, por meio dos nossos antepassados, grandes descobertas foram feitas, mas também grandes atrocidades. Temos, em nossa história, nomes de pessoas extremamente piedosas e pessoas extremamente cruéis. Um dia, fomos berço de grandes avivamentos espirituais, mas hoje cultivamos o abandono massivo da fé. Perdoa a nossa ingratidão de usarmos a liberdade para abandonarmos a fidelidade ao Senhor.

Oração: "Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Vocês corriam bem. Quem os impediu de continuar obedecendo à verdade?" (Gálatas 5.1,7). Que o Senhor Jesus reavive a Sua Igreja na Europa, que Ele derrame o Seu Espírito para convencer do pecado, da justiça e do juízo. Que a Sua Igreja seja fonte de esperança e salvação em um mundo de muitos vazios existenciais. Que Ele traga para perto de si os jovens, e assim haja renovo e salvação!

4. Ásia: Confissão e clamor por multiplicação e proteção

Clamor: Nas esquinas das ruas barulhentas, a sabedoria clama, mas ouço somente o barulho. São muitos deuses, Senhor, são muitas vozes e muitas evidências do mal. O cenário é de crianças famintas, algumas traficadas, campos de refugiados e desastres naturais assolando os litorais. Onde está a Tua Igreja, Senhor? Debaixo das praças e nos becos secretos. Onde estão os Teus profetas, Senhor? Estão no Livro não traduzido! Tem misericórdia de nós, concede-nos uma Igreja viva e atuante!

Oração: "Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo" (Gálatas 6.14). Que o Senhor Jesus dê coragem em meio às perseguições. Que os Seus discípulos se multipliquem a cem por um e a mil por um. Que haja, em toda a Igreja, um sentimento unânime do verdadeiro privilégio de sofrer por Cristo, pois se morremos em Cristo, n’Ele também viveremos! Aleluia!

5. Oceania: Clamor por força e firmeza em Deus

Clamor: Mestre, o mar se revolta! Somos um continente pequeno cercado por um mar revolto. Elevo meus olhos, de onde virá o socorro? Muitos dos nossos países estão apenas reconstruindo. O cansaço é um desafio a ser vencido diariamente, e há outros deuses se espalhando em cada ilha. Ajuda-nos a construirmos um continente forte somente em Ti.

Oração: "Quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos" (Gálatas 6.8,9). Que o Senhor Jesus traga à memória aquilo que dá esperança. Que Ele renove as forças para a construção das cidades; e, em cada uma delas, um edifício que seja também um Corpo cuja cabeça é Cristo, para a glória de Deus Pai. Amém.

6. Antártida: Oração de preservação e testemunho

Clamor: Senhor do Criado, elevamos a Ti a nossa oração por este continente de gelo e isolamento. Embora não tenha habitantes permanentes, ele é um testemunho silencioso da Tua grandiosidade e poder. Oramos pelos cientistas e equipes de apoio que ali servem, enfrentando condições extremas. Que no meio da brancura infinita, eles possam ver a Tua glória e sentir a Tua presença que acolhe.

Oração: "Mas o que conta é ser uma nova criação. Paz e misericórdia estejam sobre todos os que andam conforme essa regra" (Gálatas 6.15b-16a). Que o Senhor Jesus guarde as vidas e a mente daqueles que trabalham na Antártida, e que a preservação deste ecossistema frágil sirva como um lembrete à humanidade da nossa responsabilidade como mordomos da Tua criação. Que de lá também ecoe o louvor à Tua soberania.

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terça-feira, 29 de setembro de 2026

VERIFICANDO A REAL CONVERSÃO DE SEUS FILHOS

A maior alegria que um pai cristão pode ter, é desfrutar da certeza de que seus filhos já tiveram uma verdadeira experiência de conversão – e como consequência disto, viverão eternamente com Jesus, por fazerem parte da Família de Deus!

Infelizmente, muitos pais não têm esta alegria e passam momentos de grande angústia, sofrimento, dúvida, derramando-se em lágrimas diante do Criador, clamando a Ele por misericórdia, livramento e oportunidades de conversão aos seus filhos.
Existe então o clamor ao Senhor, muitas vezes a espera perseverante e à cada reunião, a renovação da confiança nAquele que ouve orações e que age também. Os testemunhos da ação de Deus na vida de tantos garotos e garotas, estimulam outras mães a não desanimarem, diante dos problemas de seus filhos.

Diante do relato de um amigo ou familiar, que sofre com um filho que anda longe dos caminhos do Senhor, não podemos ser insensíveis: como cristãos, devemos tentar ajudar e “carregar as cargas” destes irmãos (Gl 6:2). É hora de ajudar e não de discutir. Quando a dor é intensa, não há o menor clima para questionarmos, por exemplo: a criação dos filhos, a ausência dos pais, o tipo de cristianismo vivido no lar, etc. Este artigo, no entanto, é uma boa oportunidade para avaliarmos alguns destes aspectos.

A RESPONSABILIDADE DOS PAIS

A realidade é que muitos pais “correm para Deus”, quando os problemas já tomaram uma proporção quase insuportável. Muitas dificuldades seriam contornadas, se estes adultos desenvolvessem diariamente sua intimidade com o Senhor e agissem com seus filhos, utilizando a Sabedoria já revelada na Bíblia.

Deus deixou instruções muito claras, sobre a responsabilidade que cada pai tem, de ensinar a Palavra do Senhor aos seus filhos:

* Dt 6:5-9: “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as como um sinal nos braços, e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões” (NVI).

Você notou que esta passagem, ANTES de falar sobre o que devemos transmitir aos filhos, fala sobre uma ATITUDE DEVOCIONAL PESSOAL que os pais devem cultivar diante de Deus? (Ame ao Senhor… de TODO o TEU coração, alma e forças… Que TODAS estas palavras estejam em TEU coração…).

É incrível como conseguimos lembrar da segunda parte do texto acima (o detalhamento sobre o ensino), mas “esquecemos” o início do texto, que alerta sobre a necessidade de PRIMEIRO desenvolvermos o nosso amor a Deus, para DEPOIS ensiná-lo aos nossos filhos!

DANDO UM BASTA AO “JOGO DO EMPURRA”

Muitos casais passam pelo famoso jogo de “empurra”, quando se trata de ensinar a Palavra de Deus: – “A responsabilidade é sua!”, diz a esposa; – “Nada disso: você é a responsável!”, diz o marido; – “Quer saber? Os responsáveis são o pastor, a Igreja, o departamento de crianças, de jovens …”, dizem os dois, empurrando a responsabilidade para quem mais aparecer por perto. ASSIM NÃO DÁ!


É claro que a Igreja poderá ajudar a comunicar o Evangelho! É claro que pastores e líderes terão toda a boa vontade em “traduzir” conceitos difíceis, através de palavras simples, para que seus filhos cheguem a fazer um compromisso com Deus! Mas a primeira responsabilidade é dos pais!


Isto acontecerá, quando pais que cultivam um relacionamento de intimidade com Deus, ensinarem o que tem vivido e aprendido dEle, aproveitando situações comuns como: “estando sentados em casa, andando pelo caminho, quando deitar ou levantar, sendo persistentes”. Só os pais têm estas ótimas oportunidades! Que tal decidir AGORA ser instrumento de Deus na vida de seus filhos?


Para isto: CULTIVE sua amizade com o Senhor; CLAME pela Graça, Poder e Sabedoria de Deus, para realizar esta tarefa; VIVENCIE esta intimidade com Ele, diante de seu cônjuge e filhos; INSTRUA seus filhos a conhecerem, amarem e buscarem ao Senhor, obedecendo a Sua Palavra.

ADOLESCÊNCIA: TEMPO DE REFLETIR

A certeza da Salvação, pode ocorrer desde a infância. Temos centenas de testemunhos maravilhosos, de irmãos que entenderam a pregação do Evangelho, manifestando-se com decisões sinceras, ainda quando crianças. Muitos pais, no entanto, sofrem com as dúvidas e crises de seus filhos, em outro momento da vida: a Adolescência. Dentre as várias fases, esta é uma das que mais preocupa os pais. Sendo assim, vamos tentar explicá-la melhor.

A adolescência traz consigo, a necessidade de repensar, refletir e reavaliar os conceitos e valores aprendidos desde a infância. Nesta etapa, eles querem explicações lógicas e racionais para tudo. Este é um processo que acontece com todo o ser humano. Não há como fugir dele, por mais que se tente, para desespero de muitos pais, que se sentem despreparados para as respostas. Entretanto é importante que estes questionamentos apareçam, pois fazem parte do caminho do adolescente, em direção à maturidade.

Podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que de todas as “crises existenciais” pelas quais o adolescente passa, as dúvidas sobre a fé estão entre as mais difíceis de serem assimiladas por eles.

ÉPOCA DE CONVERSÕES SINCERAS

É na Adolescência onde ocorre o maior índice de conversões sinceras e reais. Buscam conhecer mais a Deus e O querem como um Ser Vivo e Pessoal, sem burocracias e ritualizações. É neste contexto que a Salvação de Cristo pode alcançá-los. Precisam aproximar-se de pessoas que comuniquem as verdades bíblicas, de uma forma clara, simples e objetiva.

O adolescente precisa de bons exemplos. Assim, cabe aos pais e líderes, através de suas vidas, mostrar a eles o que é ser um verdadeiro discípulo de Cristo. Esta faixa etária, certamente não está interessada em complicações teológicas e nem mesmo em uma religiosidade “de palavras”. Eles procuram a coerência entre o que se fala e o que se vive. Sentem-se motivados e impressionados, quando observam alguém com uma vida de fé, caracterizada pela adoração, pela dedicação sincera e pela disposição de servir a Cristo.

O exemplo dos pais é uma das influências mais fortes, na vida do adolescente, no que diz respeito à vida cristã. Mesmo sem que os pais percebam, seus filhos os estão observando em tudo: atitudes, quando lidam com tensões; como reagem às tentações; como manifestam perdão, etc.

Além do exemplo de uma vida comprometida com Deus, os pais podem ajudar seus filhos nesta “crise de fé”, estando atentos às reações destes. Com um diálogo amigo e honesto, podem descobrir suas dúvidas, procurando resolvê-las. Quando não souberem as respostas, sejam humildes em admitir. Comprometam-se em pesquisar melhor o assunto, para terem respostas satisfatórias mais tarde.

DÚVIDAS SOBRE CERTEZA DE SALVAÇÃO

O adolescente passa por tantas turbulências emocionais, que mesmo depois de uma real conversão, ainda podem surgir dúvidas de Salvação. Nestes momentos é importante mostrar a eles, que a certeza da Salvação não depende de sua emoção ou “estado de espírito”.

Quando nos entregamos ao Senhorio de Cristo, a fidelidade de Deus entra em ação. Não depende de estarmos sentindo ou não. Ele continua fiel as Suas promessas, apesar de nossa desconfiança. Quando o Senhor promete, Ele cumpre, pois não tem esta instabilidade emocional, tão comum aos homens:

* “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” (Nm.23:19)

* “Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” (Tg.1:17)

Caso ocorra a incerteza de Salvação, relembre a eles alguns destes importantes versículos:

* Ef 2:8-9: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras para que ninguém se glorie.”

* Rm 5:8: “Mas Deus prova o Seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”

* Rm 10:9: “Se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”

* Rm 8:16: “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito, que somos filhos de Deus.”

A IMPORTÂNCIA DO DISCIPULADO

Após Sua ressurreição, Jesus deixou uma responsabilidade a todos nós – FAZER DISCÍPULOS!

* Mt 28:19-20: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.

O filho que se converte, deve passar por um processo de discipulado, com pessoas maduras e fiéis a Cristo, que se tornem muito mais do que “professores de Bíblia” – eles devem ser BONS EXEMPLOS A SEREM IMITADOS.

Não há maior recompensa, do que ver um filho alcançando a maturidade cristã, como resultado do interesse, amor, incentivo e exemplo de discipuladores, sejam eles: pais, líderes ou amigos. Esta influência positiva, contribuirá em muito para que se tornem adultos verdadeiramente comprometidos com Deus.

DESAFIO PARA OS PAIS: Que tal fazer dos seus filhos, os seus discípulos?

(Autores: Pr. Sergio e Psi. Magali Leoto)

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

EXPERIMENTANDO O CONFORTO E A ESPERANÇA DE DEUS EM MEIO A UM ABORTO ESPONTÂNEO


Desde que me lembro, seja cuidando de crianças, fazendo trabalho voluntário na escola dominical ou trabalhando em uma pré-escola, sempre gostei de passar tempo com crianças. Ao longo dos anos, a alegria de estar perto delas intensificou meu próprio desejo de ser mãe.

No início de 2021, meu marido e eu ficamos radiantes ao descobrir que estávamos esperando um bebê. Logo me juntei ao grupo de Mães em Oração da nossa igreja, sabendo que uma das melhores coisas que eu poderia fazer era começar a orar pelo meu bebê que estava crescendo. Conforme minha gravidez progredia, com 20 semanas, descobrimos que meu colo do útero estava ligeiramente aberto. Fui orientada a monitorar meus sintomas durante a semana seguinte. Na semana seguinte, me vi em lágrimas quando minha médica me informou que eu já estava com alguns centímetros de dilatação. Ela suspeitou que eu daria à luz naquele dia e fui levada às pressas para o hospital.

As duas semanas seguintes no hospital foram terríveis. Fui diagnosticada com insuficiência cervical e preparada para uma cirurgia para tentar fechar o colo do útero com pontos. Na sala de cirurgia, o cirurgião descobriu que eu estava muito dilatada e que tentar a cirurgia poderia resultar em mais complicações. Ainda me lembro daqueles momentos preciosos com meu bebê, vendo e sentindo-o se mexer enquanto o monitoravam no ultrassom. Pensei em todos os planos, no berço e nas roupinhas que eu já tinha em casa esperando por ele. Com lágrimas escorrendo pelo rosto, orei a Deus para que protegesse meu filho dentro do meu ventre.

Pensei em todos os planos, no berço e nas roupas que eu já tinha deixado para ele em casa.
Após sair da emergência, fiquei em repouso absoluto na cama. Com 22 semanas, chegou a hora do meu filho nascer. Já tínhamos sido informados de que um bebê prematuro não tinha chances de sobreviver, mas escolhemos continuar orando e acreditando em nosso milagre. Logo após o parto, ouvimos as palavras: "Sinto muito". Naquela noite, enquanto chorávamos, meu marido segurou nosso filho nos braços.

No dia seguinte, recebi alta do hospital. Meus braços estavam vazios, minha mente e meu corpo exaustos, e meu coração repleto de tristeza. Essa tristeza, juntamente com o medo e a ansiedade, me manteve acordada por muitas noites e persistiu por meses depois. Cinco meses depois, engravidei novamente e dei à luz um menino. No entanto, minha gravidez não foi isenta de complicações. O parto ocorreu quase dois meses antes do previsto.

Os sentimentos familiares de ansiedade e medo começaram a me assombrar. Cerca de duas semanas após a internação do meu filho na UTI neonatal, um raio-X dos intestinos dele preocupou os médicos. Eles nos informaram que a alimentação seria suspensa e que ele voltaria a receber fluidos intravenosos. Em vez de uma melhora, isso pareceu ser um retrocesso no tratamento.

Naquele mesmo dia, por volta da mesma hora, vi uma notificação no meu celular da líder do meu grupo de Mães em Oração (MIP). Ela havia me enviado o Salmo 20 com meu nome inserido. Imediatamente me emocionei, pois o Salmo falava sobre Deus respondendo às nossas orações e pedidos em meio à aflição.

"Que o Senhor te responda no dia da angústia; que o nome do Deus de Jacó te proteja. Que ele te envie auxílio do santuário e te dê amparo desde Sião. Que ele te conceda o desejo do teu coração e faça prosperar todos os teus planos. Que possamos exultar de alegria pela tua vitória e erguer as nossas bandeiras em nome do nosso Deus. Que o Senhor atenda a todos os teus pedidos". Salmo 20:1-2, 4-5

Naquela noite, também participei da nossa reunião do MIP, onde pedi orações especiais para o meu filho na UTI Neonatal. Uma das mães do nosso grupo orou com fervor pela cura do meu filho, que por coincidência tinha o mesmo nome do filho dela. Dentro daquela semana, recebemos a notícia de que o raio-x dele estava normal e que iriam desligar o soro e retomar a alimentação. Meu marido e eu ficamos maravilhados e cheios de gratidão por esse milagre. Louvado seja Deus!

Naquela mesma semana, recebemos o relatório informando que o raio-x dele estava normal e que iriam desconectar o soro e reiniciar a alimentação. Por que eu tive que passar por isso? Acho que foi para que eu pudesse experimentar o caráter de Deus de uma maneira mais profunda. Cheguei à conclusão de que a presença de provações na vida não anula a soberania de Deus. De fato, Romanos 5:3-5 afirma:

“E nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”

Por mais doloroso que tenha sido enterrar meu primogênito, Deus foi meu consolo e minha esperança. Apesar da fragilidade do meu colo do útero, Deus tornou possível que uma nova vida se formasse dentro de mim. E por mais estressante que tenha sido nossa estadia na UTI neonatal, a mão milagrosa de Deus estava agindo, trazendo cura sobrenatural ao meu filho.

Através da minha experiência e do apoio do meu grupo de mães em oração, aprendi que Deus é fiel à Sua natureza e que Sua essência jamais falha. Ele sempre merece nosso louvor e sempre receberá a glória nesta história. Por meio da minha experiência e do apoio do meu grupo de Mães em Oração, aprendi que Deus é fiel ao Seu caráter e que a Sua natureza jamais falha.

ORE COMIGO:

Querido Pai Celestial,
Venho a Ti hoje para Te louvar pela Tua fidelidade e Te agradecer pelo milagre da vida. Senhor, peço que envolvas em Teus braços amorosos as mães que sofreram abortos espontâneos e a perda de seus bebês. Ajuda-as a olhar além da dor e a encontrar a esperança que se manifesta na Tua Palavra. Enquanto elas sofrem, Senhor, lembra-lhes que seus bebês estão contigo, seguros e felizes. Permite que essas mães abram espaço para que Tu realizes a Tua obra de cura. Pai, peço que atendas aos desejos de seus corações enquanto elas buscam em Ti o que só Tu podes fazer. Que Tu restaures o que foi perdido em suas vidas. Traze-lhes alegria, Pai. Nós Te amamos e mantemos nossos olhos fixos em Ti enquanto submetemos nossas vidas humildemente a Ti. Em nome de Jesus, amém.

(Blog Moms in prayer international)

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domingo, 27 de setembro de 2026

SETE DICAS PARA EDUCAR CRIANÇAS CONTRA O RACISMO

 


A cena aconteceu há algumas décadas em um evento evangelístico para crianças. Após o estudo que associava o evangelho a algumas cores, duas crianças entre cinco e seis anos estavam brincando quando, de repente, a menina branca disse para a colega negra: você tem a cor do pecado e eu tenho a cor do céu. A preocupação e o espanto tomou conta dos conselheiros ali presentes. A menina branca, filha de um dos líderes, era conhecida de toda equipe e sempre demonstrava bondade, simpatia e cordialidade para com todos, sem distinção. A menina negra mudou o semblante, seu rosto demonstrava tristeza e também confusão diante daquela afirmação. A menina branca não entendeu a mudança do semblante da colega e a expressão nos rostos dos conselheiros.

Eu fui conversar com a menina negra e minha amiga, com a menina loira, separadamente. A primeira coisa que fizemos foi ouvir as crianças para saber o que estava em suas mentes e corações. Em seguida, pontuamos (1) como aquela frase podia ser interpretada; (2) qual o significado de sermos imagem e semelhança de Deus; (3) como podemos nos relacionar da forma como agrada a Deus. Apesar de serem temas complexos, tratamos com simplicidade e clareza. E quando conversamos com as duas meninas juntas, a situação foi totalmente esclarecida. Pela graça de Deus, aquela intervenção foi bem-sucedida.

Esse acontecimento teve um forte impacto no meu ministério e, futuramente, na criação das minhas filhas. Atitudes intencionais precisam ser feitas em nosso lar e em nossa igreja para que as crianças desenvolvam a empatia, sejam justas no falar e no agir e tratem o próximo com dignidade e respeito sem distinção. Mas atenção, essas atitudes devem ser buscadas não como fruto de uma boa educação, mas como consequência de um coração transformado pelo Senhor Jesus, sob a direção do seu Espírito.

Compartilho com você alguns princípios e dicas que podem nos ajudar nessa caminhada.

Criados à imagem e semelhança de Deus


Ressalte a grandeza e o poder de Deus como o criador e o soberano de tudo o que existe. Leia Salmos 104.24. Leve seu filho a pensar na variedade da criação com todas as cores, tamanhos, sons, texturas... Mostre que ele fez as pessoas também com grande variedade. Destaque as diferenças entre os seres humanos. Reforce que Deus nos fez de modo especial, totalmente diferente de toda sua criação. Ele nos fez para vivermos sempre perto dele e nos deu a capacidade de amar, admirar, adorar, pensar, sentir... Pegue um espelho e aponte para uma luz. Mostre que, assim como o espelho reflete a luz, nós fomos criados para refletir o próprio Deus.

Afastados de Deus

Mostre que a entrada do pecado estragou esse relacionamento. Exemplifique essa verdade voltando o espelho para si mesmo e depois para a criança, para que ela veja o próprio reflexo.

Em vez de refletirmos o Senhor Deus, nós nos tornamos pessoas muito preocupadas conosco mesmas. Queremos atenção, queremos que as pessoas nos vejam, nos admirem e temos a tendência de achar que podemos ser melhores que os outros de um jeito ou de outro. E assim, vem o orgulho, a inveja e o medo. Queremos ser os melhores, queremos ter o que o outro tem e sentimos medo de que ninguém ligue para nós.

Um novo relacionamento

Mas por causa de Jesus, que recebeu o castigo pelo nosso pecado, inclusive o pecado do nosso orgulho, inveja e medo, somos transformados e podemos viver da forma como agrada a Deus, porque o Espírito Santo vem morar dentro de nós. “Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos.” (Cl 3.11).

Comente o significado dessas palavras e reforce que na vida com Cristo, temos que remover todas as barreiras que podem nos afastar (Gl 26-27).

Esta é a nossa base. Sem a compreensão de quem somos em Cristo, não temos como tratar do racismo. Um coração rendido ao Senhor e uma mente focada nos seus ensinos, terá pouco espaço para construir barreiras. Mas ainda assim, temos muito o que fazer para extirpar esse mal e lidar com seus malefícios. Veja algumas ações.

ANTES DE FALAR COM SEU FILHO


1. Informe-se sobre o racismo


(Dica: O perigo da história única)

Reflita sobre a série de privilégios que existe para as pessoas brancas, isso é real. Pense na padronização de uma estética europeia que é imposta desde a infância e que não representa a maioria das crianças do nosso país. Observe a falta de representatividade da criança negra na literatura, na mídia, nas artes, etc. Como isso afeta a criança e sua família?

Faça uma autoavaliação e verifique se o racismo está internalizado em você de alguma forma.

NO DIA A DIA COM SEU FILHO:


2. Trate as pessoas igualmente

Demonstre respeito por todas as pessoas, independentemente de qualquer diferença social, política, religiosa, étnico-racial, gênero, etc. Não tolere qualquer tipo de preconceito.

3. Nomeie corretamente as pessoas e atos

Não tente arranjar outros nomes para dizer que uma pessoa é negra. Não é moreninho, cor de chocolate, ou algo do tipo, é a cor normal e não tem nada de desonroso nisso.

Se presenciar ou ver na TV um ato de discriminação, não tente pôr panos quentes ou desvalorizá-lo, a palavra para esse comportamento cruel, pecaminoso e criminoso é racismo. Em alguns momentos ele pode vir velado em forma de brincadeira “inocente”, mas não deixa de ser racismo. Logo, é preciso tomar consciência desse ato, promover o arrependimento e mudança.

4. Repense nos brinquedos e decoração

Inclua bonecos e bonecas de diferentes etnias no lazer do seu filho. Coloque figuras no quarto de crianças de diferentes etnias e situações sociais. Escreva versículos que enfatizem que somos um em Cristo. Pesquise sobre brincadeiras comuns em outros países e brinque com seu filho.

5. Conviva intencionalmente com pessoas diferentes da sua condição social e cor de pele

É importante que, apesar das diferenças, seja um convívio entre iguais, ou seja, livre de condescendência ou imposições.

6. Desenvolva a empatia e amor

Leve a criança a sempre perguntar a si mesma: como eu me sentiria no lugar dele/a? Se um colega me excluir? Se me xingarem? Se falarem mal do meu cabelo, ou da minha cor ou da minha roupa? Como eu me sentiria?

Deixe claro que os cristãos são reconhecidos pelo amor: "Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros." (Jo 13.34-34)

NUMA CONVERSA DIRETA COM SEU FILHO:

7. Seja claro e direto

- Se o seu filho perguntar sobre o motivo de alguns maltratam pessoas negras, fale que se trata de um comportamento inaceitável chamado racismo, quando uma pessoa se acha superior a outra. Comente sobre a Criação, Queda e Redenção relatados no início.

- Se o seu filho for a vítima, leve-o a compreender o seu valor como filho, mas principalmente como filho de Deus, que o planejou em cada detalhe e tem planos para sua vida. Essa é a verdade! (Sl 139.13-16; Jr 29.11 e Ml 3.16-17). Trabalhe a prática do perdão e a segurança no amor de Deus.

- Se o seu filho for o agressor, entenda o que ele realmente quis dizer. Taxá-lo como racista será improdutivo e maléfico. Na história que contei no início, a menina branca não tinha compreensão, até aquele momento, que suas palavras feriram a colega. Porém, mesmo sem a intenção é necessário entender o erro e desculpar-se. Quando for um ato intencional, é necessário saber o motivo que o levou a fazer isso, mostrar como é incompatível com a nova vida em Jesus, leva-lo ao arrependimento e reparo do dano causado, além de medidas disciplinares.

Em Cristo, é possível ter um lar cujo amor de Deus é visto e vivenciado por todos em favor de todos sem qualquer distinção.

(Márcia Barbutti Barreto/ Ultimato)

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sábado, 26 de setembro de 2026

QUESTÃO DE CONFIANÇA

“Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes...”  — Salmo 5:11

Um jornal australiano contou a história de Pascale Honore, uma paraquedista que, depois de 18 anos presa a uma cadeira de rodas, começou a surfar. Como?

Ty Swam, um jovem surfista, tomou a iniciativa de amarrá-la em suas costas com fita adesiva. Munido de seu equilíbrio perfeito, ele remava em direção ao mar aberto para que pudessem pegar uma onda.

Assim, Pascale podia experimentar a alegria de surfar. Isto requer tremenda confiança; muitas coisas podem dar errado. Mesmo assim, a confiança da mulher no surfista é o suficiente para permitir que ela viva um sonho apesar do perigo.

Assim também é para uma mãe que confia seus filhos e filhas a Deus.

A vida é assim para aqueles que seguem a Cristo. Vivemos num mundo perigoso, repleto de desafios imprevisíveis e riscos invisíveis. E, como mães, muitas vezes nosso coração se angustia diante dos perigos que podem alcançar nossos filhos e filhas.

Queremos protegê-los, estar presentes em cada momento, impedir que sofram e livrá-los de todo perigo. Mas chega um momento em que precisamos reconhecer que não podemos estar com eles em todos os lugares, nem controlar todas as circunstâncias de suas vidas.

É nesse momento que nossa confiança em Deus precisa crescer.

Assim como Pascale precisou confiar naquele jovem surfista para entrar no mar e enfrentar as ondas, uma mãe precisa aprender a confiar em Deus, sabendo que Ele é infinitamente mais forte, mais sábio e mais poderoso do que ela.

Mesmo quando não podemos enxergar o que está acontecendo na vida de nossos filhos e filhas, Deus está presente.

Mesmo quando não podemos acompanhá-los, Deus pode.

Mesmo quando não conseguimos protegê-los de todas as ondas turbulentas da vida, Deus pode sustentá-los em meio a elas.

Apesar disso, temos alegria porque conhecemos Alguém que é suficientemente forte para carregar nossos filhos e filhas pelas ondas turbulentas da vida que ameaçam nos afogar.

O salmista escreveu:

“Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes; e em ti se gloriem os que amam o teu nome.” — Salmo 5:11

Diante dos maiores perigos e desafios da vida, uma mãe pode conhecer a alegria que vem de confiar seus filhos e filhas a Deus.

Sua força é mais que suficiente! — WEC


Reflexão para mães

Ser mãe também é aprender a soltar as mãos sem soltar a fé.

Há momentos em que precisamos deixar nossos filhos caminharem, fazerem suas escolhas, enfrentarem seus próprios desafios e até passarem por ondas que gostaríamos de impedir. Isso pode ser difícil, porque o coração de uma mãe deseja estar sempre perto, protegendo.

Mas nossa segurança não está em conseguir controlar o caminho dos nossos filhos.

Nossa segurança está em saber quem caminha com eles.

Podemos não enxergar a próxima onda, mas Deus já a conhece. Podemos não saber o que acontecerá amanhã, mas Deus já está lá.

Por isso, mãe, confie seus filhos e suas filhas ao Senhor. Ore por eles. Ame-os. Aconselhe-os. Esteja presente quando puder. Mas, acima de tudo, confie naquele que é suficientemente forte para carregá-los pelas ondas turbulentas da vida.

Nossa fé cresce quando trocamos a nossa fraqueza pela força de Deus.

E podemos declarar:

“Senhor, eu confio em Ti. Entrego meus filhos e minhas filhas em Tuas mãos. Quando eu não puder acompanhá-los, acompanha-os Tu. Quando eu não puder protegê-los, protege-os Tu. Quando eu não souber o caminho, guia-os Tu. Que eles estejam debaixo da Tua proteção, e que em Ti eles encontrem segurança, direção e salvação. Em nome de Jesus Cristo. Amém.” 


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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

APRENDENDO A AMAR A MANEIRA DE DEUS



 “Amados, amemos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” — 1 João 4:7

Como mães, esposas e mulheres de oração, sabemos que o amor é essencial em nossas vidas. Mas muitas vezes confundimos o amor humano — cheio de falhas, expectativas e condições — com o amor verdadeiro que vem de Deus. Aprender a amar à maneira de Deus é um processo diário, que exige entrega, oração e transformação do coração.

O Amor Humano x O Amor de Deus

Amor humano: tende a ser limitado, baseado em sentimentos, reciprocidade ou circunstâncias.

Amor de Deus: é incondicional, sacrificial e perseverante. Ele nos ama apesar de nossas falhas e nos ensina a amar sem esperar nada em troca.

Quando buscamos amar como Deus ama, deixamos de lado o orgulho, a mágoa e o egoísmo, e passamos a enxergar o outro com compaixão e misericórdia.

Como Aprender a Amar à Maneira de Deus??


Orando por um coração transformado – só o Espírito Santo pode nos capacitar a amar de forma genuína.

Meditando na Palavra – a Bíblia nos mostra exemplos práticos de amor, como o perdão de José, a paciência de Moisés e o sacrifício de Jesus.

Praticando diariamente – amar é uma escolha. Pequenos gestos de bondade, paciência e perdão revelam o amor de Deus em nós.

Perdoando sempre – o perdão é uma das maiores expressões do amor divino.

 Nós, mães em oração, no lar, no trabalho e na igreja, somos chamadas a refletir o amor de Cristo. Quando amamos nossos filhos, maridos e irmãos em Cristo com paciência e graça, estamos mostrando ao mundo que o amor de Deus é real e transformador.

Amar à maneira de Deus não é fácil, mas é possível quando nos rendemos ao Senhor. Que possamos ser mulheres que espalham esse amor em nossas famílias e comunidades, sendo testemunhas vivas da graça de Cristo.

Oração:

Senhor amado, ensina-nos a amar como Tu amas. 

Que o Teu Espírito Santo transforme nossos corações, para que possamos viver o amor verdadeiro em nossas famílias e comunidades. 

Dá-nos paciência, perdão e compaixão, refletindo a Tua graça em cada gesto. 

Oramos,  em nome de Jesus, 

Amém.


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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)


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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

DEZ ORAÇÕES PODEROSAS PELAS ESCOLAS


Senhor, eu oro:

Salvação - Que professores, funcionários e alunos cristãos façam brilhar sua luz na frente de todos, para que possam ver suas boas ações e louvar ao Pai durante o ano letivo. (Mateus 5:16)

Comportamento do aluno – Que os alunos dentro e fora da escola honrem seus pais e familiares, sejam diligente em suas designações e respeite seus professores.  (Efésios 6:2 e Mateus 7:12)

Tomando decisões - Que haja harmonia perfeita entre os professores e administradores da escola. Que eles andem em integridade. (Provérbios 20:7)

Proteção e saúde - Que alunos e funcionários das escolas (em sua comunidade) voltem-se para Deus como seu refúgio e fortaleza, uma ajuda segura em tempos de angústia. Que todo plano do inimigo seja frustrado e as escolas possam avançar com boa saúde e segurança. (Salmo 46:1)

Bem-estar do professor - Que os professores sejam revividos e fortalecidos, devido muitos deles trabalharem longas jornadas, devido ao ensino à distância. Tenham paciência e cuidado com os alunos e sejam responsáveis, tendo tempo de qualidade com suas próprias famílias. Nós oramos para que os alunos se submetam à autoridade de seus professores. (Provérbios 11:25 e 1 Pedro 2:13a)

Pais – Deus, dê aos pais discernimento para saberem quando intervir e ajudar seus filhos . Que a comunicação com os professores seja cordial e eficaz. Que os pais façam o que é correto, dando o exemplo. (Colossenses 4:6 e Provérbios 21:3)

Bem-estar do aluno – Oramos pelo bem-estar emocional e social dos alunos, mesmo em casa, na interação com professores e seus colegas.  Que se comuniquem, animando mutuamente, bem como busquem ajuda de mentores quando necessário. (Eclesiastes 4: 9-10)

Tratamento mútuo -  Que se respeitem uns aos outros na......... (nome da escola),  encorajando uns aos outros, edificando uns aos outros de acordo com suas necessidades. (Efésios 4: 29b)

O coração dos alunos – Que os alunos que frequentam a........ (nome da escola) fujam das paixões de jovens maus e se esforcem para seguir a justiça, a fé, o amor e a paz. (2 Timóteo 2:22)

Objetivo - Que a vontade de Deus seja feita na ......... (nome da escola), assim como é feita no céu. (Mateus 6:10)

O Senhor nos garante que a oração do justo é poderosa e eficaz.

Para Ele as escolas são muito importantes.

Impacte a vida de seus filhos e escolas, através da oração!

Junte-se a um grupo de Mães unidas em oração.

O Ministério Mães unidas em oração internacional tem impacto sobre alunos e escolas do mundo através de grupos de mães reunidas para orar.

Nossa visão é que todas as escolas do mundo sejam cobertas por orações!

Junte-se a nós!

Jane Esther

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
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(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

ORANDO PELOS FILHOS E AJUDANDO A ENFRENTRAR SEUS PROBLEMAS


Nossos filhos no mundo de hoje enfrentam pressões incríveis. Algumas lutam com enfermidades ou deficiências. Muitas sofrem em situações domésticas difíceis. Todas são bombardeadas com tentações. Se tiverem de “ter motivo de toda alegria o passar por várias provações”. (Tiago 1:2), elas precisam de adultos piedosos para leva-las a Cristo ensiná-las sobre o amor fiel de Deus. O Senhor prometeu usar os problemas na vida delas para torna-las “perfeitas (completas, amadurecidas)” (Tiago 1:4).

Se você quiser que seus filhos descubram a alegria da vida cristã vitoriosa, precisa ajuda-las a lidar com os problemas que as defrontam. Fique alerta para as coisas difíceis que seus filhos estão encontrando. Mantenha-se informado sobre esses assuntos. Tome tempo para ouvir, procure respostas bíblicas (2 Tm 2:15) para ensinar seus filhos o que a Palavra de Deus diz sobre como ter sucesso ao lidar com os problemas.

Modele reações piedosas às provações e tentações (1 Co 11:1). Ore por seus filhos. Peça a Deus que os proteja e use as dificuldades em suas vidas para ajuda-los a conhecê-lo melhor (1 Sm 12:23,24).

Ofereça aos seus filhos ajuda bíblica para lidar com alguns problemas comuns

O ideal é o ensino preventivo – apresente seus filhos a Cristo, o Salvador, individualmente. Não diga meus filhos. Diga o nome do seu filho ou sua filha: Matheus!  e ensine verdades bíblicas que irão ajudá-los a identificar o perigo e evitar armadilhas (2 Tm 3:14-17).

Estimule seus filhos a pensarem biblicamente, desde pequeninos. Faça perguntas como: “O que é certo?” “O que você acha que Deus quer que você faça?”

Aqui estão temas essenciais para expandir o seu guia e ajudar no ensino e na intercessão pelos seus filhos:

1. Padrões transitórios da soc
iedade quanto ao que é certo ou errado

Orando a Palavra: Êxodo 20:1-17; Mateus 22:36-40; Marcos 10:19; Filipenses 2:12,13.

2. Problemas em casa

Orando a Palavra: Gálatas 6:2; Efésios 4:25-32; Efésios 6:1-4; Colossenses 3:18-20,23; 1 Pedro 3:8-9; 1 Pedro 4:8.

3. Falta de respeito pela autoridade

Orando a Palavra: Êxodo 20:12; Lucas 2:51; Romanos 13:1-5; Efésios 6:1,2,5 e 6; Colossenses 3:22; 1 Pedro 2:14-18; 1 Pedro 5:5.

4. Pressão para sobressair, pressão dos amigos, pressão para corresponder à “imagem” de beleza ou masculinidade da sociedade

Orando a Palavra: Provérbios 3:5,6; Mateus 6:19-33; Colossenses 3:23,24; Salmo 1:1-6; 1 Timóteo 5:22; Provérbios 31:30; Daniel 1:8; Romanos 12:1,2; 1 Timóteo 4:12; 1 Pedro 3:4; 1 João 2:15,16.

5. Atitude egoísta: “eu primeiro”

Orando a Palavra: Marcos 10:42-44; Filipenses 2:3,4.

6. Ocultismo – horóscopo, leitura da sorte, médiuns ou canalização, feitiçaria, adoração de Satanás etc.

Orando a Palavra: Levítico 19:31; Levítico 20:6; Deuteronômio 18:10-12; 1 Pedro 5:8,9; 1 João 4:3,4; Apocalipse 21:8.

7. Drogas, álcool e outras substâncias que viciam

Orando a Palavra: Daniel 1:8; 1 Coríntios 3:16,17; 1 Coríntios 6:12,19,20; 1 Coríntios 9:27; 1 Coríntios 10:13; 1 Pedro 2:11.

8. Sexo fora do casamento

Orando a Palavra: 1 Coríntios 6:13, 18-20; 1 Coríntios 10:13.

9. Pornografia

Orando a Palavra: Jeremias 17:9,10; Mateus 18:9; Gálatas 5:19-21; Filipenses 4:8.

10. Amor pelos bens materiais

Orando a Palavra: Mateus 6:19-33; 1 Timóteo 6:6-12,17; Hebreus 13:5.

11. Músicas com mensagens perniciosas

Orando a Palavra: Ouvir coisas sadias: Filipenses 4:8; Cantar coisas sadias: Salmo 19:14; Salmo 39:1; Salmo 40:3; Efésios 5:19.

12. Evolução

Orando a Palavra:  Gênesis 1:1, 27; Gênesis 2:7; Isaías 40:21-27; Isaías 45:12; Jeremias 32:17; Mateus 19:4; Hebreus 11:3.

13. Zombaria

Orando a Palavra: Mateus 5:11-12; 2 Timóteo 3:12; 1 Pedro 2:21; 1 Pedro 3:12-17.

14.Medo, ansiedade e preocupação com o futuro

Orando a Palavra:  Salmo 23:1-6; Salmo 56:3; Isaías 41:10; Filipenses 4:6,7; 1 Pedro 5:7.

15.Mentira, desonestidade e engano

Orando a Palavra: Êxodo 20:16; Provérbios 12:22; João 8:44; Efésios 4:25; Colossenses 3:9.

16. Ira, descontrole emocional e violência (bullying)

Orando a Palavra:  Provérbios 15:1; Provérbios 16:32; Efésios 4:26, 31-32; Tiago 1:19,20.

17. Mágoa, rancor e falta de perdão

Orando a Palavra:  Mateus 6:14,15; Mateus 18:21,22; Marcos 11:25; Efésios 4:32; Colossenses 3:13.

18. Inveja, ciúme e comparação com os outros

Orando a Palavra: Provérbios 14:30; Romanos 12:15; 1 Coríntios 13:4; Gálatas 5:26; Tiago 3:16.

19. Preguiça, procrastinação e falta de disciplina

Orando a Palavra: Provérbios 6:6-11; Provérbios 13:4; Efésios 5:15-16; Colossenses 3:23; 2 Tessalonicenses 3:10.

20. Uso excessivo de telas, jogos virtuais e redes sociais

Orando a Palavra: Salmo 101:3; Salmo 119:37; 1 Coríntios 6:12; Filipenses 4:8; Efésios 5:15-16.

Independentemente da idade ou da fase do desenvolvimento, as Escrituras sagradas permanecem como a única ancoragem firme e atemporal para a mente e o coração dos nossos filhos. Vivemos em um mundo marcado por transformações rápidas e pressões constantes, mas os princípios contidos nestas passagens oferecem o discernimento, a proteção moral e o fortalecimento espiritual de que crianças, adolescentes e jovens necessitam para discernir a verdade em meio ao caos.

Instruir e interceder com base na Palavra não é apenas uma prática religiosa, mas um investimento eterno na formação do caráter. Quando apresentamos esses textos bíblicos à próxima geração, munimo-los com verdades que transformam atitudes, curam emoções e guiam escolhas. Que cada referência citada sirva de bússola para os nossos filhos, capacitando-os a andar com firmeza, maturidade e fé diante de qualquer desafio.

Jane Esther

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora!
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(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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