Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A IMPORTANCIA DA ORAÇÃO PELOS FILHOS ATÍPICOS



A jornada de criar um filho atípico — termo que acolhe crianças com autismo, TDAH, síndromes raras ou outras condições neurodivergentes — é marcada por um amor imensurável, mas também por desafios profundos. Diante de diagnósticos e terapias contínuas, os pais frequentemente se encontram no limite de suas forças. Nesse cenário, a oração se torna um pilar essencial de sustentação, esperança e fortalecimento espiritual.Abaixo, veja como a espiritualidade e as Escrituras Sagradas servem de âncora para as famílias atípicas.

Renovo espiritual para os pais

Criar um filho atípico exige uma carga dupla de energia e resiliência. A rotina pode incluir privação de sono e ansiedade constante. Orar por esses filhos é, antes de tudo, um ato de entrega. É no momento da oração que pais e mães encontram um refúgio para desabafar seus medos mais profundos sem julgamentos.
O que a Bíblia diz: Em Mateus 11:28, Jesus faz um convite reconfortante: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês”. A oração cumpre essa promessa, trazendo o renovo necessário para que o esgotamento dê lugar à paciência diária.

Olhar para o filho através dos olhos do Criador

O mundo costuma olhar para as pessoas atípicas através das lentes da limitação, focando no que elas supostamente não conseguem fazer. A oração transforma o olhar dos pais. Ao interceder pelo filho, o foco muda do diagnóstico para o propósito. Passa-se a enxergar cada pequena vitória como um verdadeiro milagre.
O que a Bíblia diz: O Salmo 139:14 nos lembra da perfeição da criação divina: “Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza”. A oração valida a identidade da criança como única, perfeita em sua essência e profundamente amada por Deus, independentemente de laudos.

Sabedoria para guiar e decidir

Muitos filhos atípicos enfrentam barreiras de comunicação ou vulnerabilidades emocionais e físicas. Além de clamar por proteção, os pais precisam de discernimento constante para escolher as terapias certas, as escolas ideais e saber como agir durante crises de desorganização sensorial.
O que a Bíblia diz: Em Tiago 1:5, há uma garantia de direcionamento: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida”. A prece diária funciona como um guia prático para as decisões complexas da rotina atípica.

Cultivar a paz contra a ansiedade do futuro

O maior temor de quase todos os pais de filhos atípicos é: “Quem cuidará do meu filho quando eu não estiver mais aqui?”. Essa pergunta pode gerar uma ansiedade paralisante. A oração é o antídoto para esse medo do amanhã.
O que a Bíblia diz: O apóstolo Paulo ensina em Filipenses 4:6-7: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês”. Ao colocar o futuro do filho nas mãos do Criador, os pais conseguem viver o presente com mais leveza.

Conclusão

Orar por um filho atípico é um ato de amor revolucionário. É declarar que, acima de qualquer laudo médico ou barreira social, existe um propósito maior na vida daquela criança. Para os pais, a oração é o combustível diário; para os filhos, é um escudo invisível de amor e proteção.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: +55 21 992120548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

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domingo, 30 de agosto de 2026

VOCÊ JÁ OROU PELA ESCOLA DE SEU FILHO(A), HOJE?




Nossos filhos passam a maior parte do dia na escola. Sabemos de todos os riscos que correm, diariamente.

A visão de Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração Internacional, é que todas as escolas do mundo sejam cobertas por uma rede de proteção espiritual através das orações das mães.

Por isso, cada mãe que faz parte do Ministério adota uma escola em oração!

Abaixo, um roteiro de oração dos "Quatro Passos Para Oração", no 4º passo que é a Intercessão. Momento da intercessão pelas escolas:

1. Orando pela Escola

"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." (Mt 6.33)

Nós clamamos,

Deus Todo Poderoso, salve as crianças, professores, diretores, funcionários e autoridades. (Rm 2:4b)

Deus Soberano, pedimos que a violência, as intrigas e conspirações do maligno sejam revelados e desviados. Ponha uma cerca de proteção em volta das nossas escolas. (Is 14:27; Jo 1:10)

Pai Bondoso, oramos pra que aqueles que amam a Jesus nas nossas escolas sejam sal e luz, compartilhando-O livremente com palavras agradáveis. (Mt 5:13a,14a; Cl 4:6)

Nosso Justo Senhor, clamamos que qualquer pessoa que cause dano a nossos filhos - fisicamente, mentalmente, emocionalmente ou espiritualmente - que sejam apreendidos e que a justiça seja feita. (Nm 32:23)

Pai, clamamos por cada família representada nas nossas escolas, sare os casamentos, cure os lares, restaure relacionamentos entre pais filhos. (Ml 4:6)

Deus Todo Poderoso, liberte/proteja nossas escolas das filosofias falsas e enganosas da fala e dos livros. Que o Ensino Religioso, a palavra de Deus seja ensinada nas salas de aula. (Cl 4:6)

Senhor da Seara, envie trabalhadores para Sua Seara. (Mt 9:37, 38)

Data da Intercessão: ____ / ____/ _____ Resposta: ____ / ____/ _____

Nome da Escola: ____________________________________________________________

Pedido /Assuntos da escola: ___________________________________________________

2. Intercessão pelos Professores

“Ó tu que ouves a oração! a ti virá toda a carne.” (Sl 65:2)

· Abra os olhos de _________ e converta _________ das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus.

Data da Intercessão: ____ / ____/ _____ Resposta: ____ / ____/ _____

Nome do(a) professor(a):___________________________________________________

Versículo ou tópico: _______________________________________________________

Pedido especifico: ________________________________________________________

3. Intercessão pelos Diretores

“A tua salvação espero, ó SENHOR!” (Gn 49:18)

· Que ____________ aceite Jesus Cristo como seu Salvador.

Data da Intercessão: ____ / ____/ _____ Resposta: ____ / ____/ _____

Nome do(a) diretor(a): ____________________________________________________

Versículo ou tópico: ______________________________________________________

Pedido especifico: ________________________________________________________

4. Intercessão pelos Funcionários

“Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação.” (Sl 62:1)

· Abre os olhos de _________ e converta _________ das trevas à luz .

Data da Intercessão: ____ / ____/ _____ Resposta: ____ / ____/ _____

Nome do(a) funcionário(a): ________________________________________________

Versículo ou tópico: ______________________________________________________

Pedido especifico: ________________________________________________________

(As orações de Intercessão serão feitas de acordo com as necessidades de cada Escola)

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(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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sábado, 29 de agosto de 2026

TERMOS DO CONTRATO

 

“...perdoai e sereis perdoados.” — Lucas 6:37


Se você é pai ou mãe, provavelmente já percebeu que criar filhos não vem acompanhado de um manual de instruções. Não existe um contrato cheio de cláusulas explicando exatamente como devemos agir em cada situação, como lidar com cada dificuldade ou como encontrar as palavras certas em cada momento.

Quando um filho chega à nossa vida, recebemos muito mais do que uma nova responsabilidade. Recebemos uma vida que Deus nos confia para amar, cuidar, ensinar e orientar.

E, se pudéssemos escrever os termos desse compromisso como uma bênção, talvez fossem mais ou menos assim:

Que você faça o bem e não o mal. Que você encontre perdão para si mesmo e aprenda também a perdoar. Que você compartilhe livremente seu amor, seu tempo, sua atenção e sua sabedoria, nunca oferecendo aos seus filhos apenas aquilo que sobra de você.

A princípio, podemos pensar: “Que bonito seria se os termos do compromisso de ser pai ou mãe fossem escritos dessa maneira!”

E então podemos refletir: os princípios que Jesus nos ensina também podem transformar a maneira como vivemos a missão de criar nossos filhos.

Deus nos chama a fazer o bem a todos, especialmente quando temos a oportunidade de ajudar alguém (Gálatas 6:10). E talvez nenhum lugar seja tão importante para praticarmos esse ensinamento quanto dentro de nossa própria casa.

Fazer o bem aos nossos filhos não significa permitir tudo. Significa educar com amor, corrigir sem humilhar, estabelecer limites sem deixar de acolher e ensinar pelo exemplo.

Jesus também nos ensina: “...perdoai e sereis perdoados” (Lucas 6:37).

Pais e filhos precisam aprender a perdoar. Nós, como pais, também erramos. Nem sempre acertamos nas palavras, nas decisões ou na maneira de agir. E nossos filhos também errarão. O amor verdadeiro não ignora os erros, mas ensina que sempre existe espaço para arrependimento, perdão, recomeço e crescimento.

E há ainda uma cláusula que jamais deveria faltar nesse contrato: amar.

Jesus disse:

“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei.” — João 13:34


Amar nossos filhos como Cristo nos ensinou não significa apenas dizer “eu te amo”. Significa demonstrar esse amor através da presença, da paciência, da proteção, da orientação, do diálogo, da correção e do cuidado.

A beleza desse compromisso é que, embora muitas vezes falhemos em cumprir perfeitamente todas as suas “cláusulas”, Deus continua nos ensinando e nos oferecendo novas oportunidades para amar melhor.

Não existe pai perfeito. Não existe mãe perfeita. Existem pais e mães que aprendem, todos os dias, a amar, perdoar, corrigir, recomeçar e confiar seus filhos a Deus.

Esse é o verdadeiro “Termo do Contrato”: fazer o bem, perdoar, amar e permanecer presente.


Que Deus nos conceda sabedoria para cumprir esse compromisso e que nossos filhos possam encontrar em nós não apenas quem lhes deu a vida, mas também braços para acolhê-los, palavras para orientá-los e um coração onde sempre possam encontrar amor.

Porque o maior contrato que podemos estabelecer com nossos filhos não é feito de cláusulas, assinaturas ou promessas perfeitas. É firmado diariamente através do amor.

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(Coeditora do Blog: Eliane de Santis)

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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

CULTIVANDO CORAÇÕES GRATOS


"Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco."  1Tessalonicenses 5:18

Como mães de oração, sabemos que a vida é cheia de desafios: preocupações com os filhos, responsabilidades da casa, trabalho e tantas outras demandas. No meio dessa correria, é fácil deixar a gratidão de lado. Mas a palavra de Deus trata a gratidão não como um sentimento passageiro que depende das circunstâncias, mas como uma atitude de obediência e confiança em Deus.

 O Poder da Gratidão

  • Gratidão muda o coração: Quando escolhemos agradecer, mesmo em meio às dificuldades, nosso olhar se volta para Deus e não para os problemas.

  • Gratidão fortalece a fé: Ao lembrar das bênçãos já recebidas, ganhamos confiança de que o Senhor continuará cuidando de nós.

  • Gratidão contagia: Um coração agradecido inspira os filhos, a família e até outras mães a também reconhecerem a bondade de Deus.

 Como Cultivar um Coração Grato

  1. Comece o dia agradecendo: Antes mesmo de levantar, diga “Obrigada, Senhor, por mais um dia”.

  2. Anote bênçãos: Tenha um caderno de gratidão e registre pequenas vitórias e momentos especiais.

  3. Ore com gratidão: Ao orar, não traga apenas uma lista de pedidos. Comece e termine agradecendo pelo que Ele já fez e pelo que ainda fará.

  4. Ensine seus filhos: Mostre às crianças a importância de agradecer, seja por uma refeição ou por um simples gesto de carinho.

 Cultivar um coração grato é um exercício diário. Não significa ignorar as lutas, mas escolher ver a mão de Deus em cada detalhe. Quando vivemos em gratidão, nossa alma encontra paz e nossa fé se fortalece.

Que possamos, como mães de oração, ser exemplos de gratidão para nossas famílias e comunidades, lembrando sempre que “em tudo, dai graças” é mais que um conselho — é um estilo de vida que glorifica ao Senhor.

Oração 

"Senhor amado, hoje venho diante de Ti com um coração cheio de gratidão. 

Agradeço pela vida, pela família, pelas pequenas e grandes bênçãos que recebo todos os dias. 

Mesmo nas lutas, sei que Tua mão me sustenta e Tua graça me fortalece. 

Ensina-me a viver agradecendo em tudo, confiando que o Senhor sempre cuida de mim e dos meus filhos. 

Em nome de Jesus, amém."

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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)


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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

DAS TREVAS PARA LUZ



Sou professora de Ensino Religioso do Estado do Rio de Janeiro. Dou aula em duas escolas em um dos maiores Complexos de favelas, aqui no Rio de Janeiro. 

Estive numa reunião do DERE - Departamento de Ensino Religioso, realizado na OMEBE – Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no Exterior, quando ouvi a irmã falar sobre o Ministério de Mães Unidas em Oração Internacional, cuja base são as escolas de nossos filhos. 

Bem, durante alguns meses, fiquei relutando para participar, e sentia o Espírito Santo me incomodando, e, depois de sete meses, tomei a iniciativa de enviar um e-mail para o Ministério pedindo informações de como fazer parte. Recebi todas as orientações. Logo, fiz minha inscrição. Hoje tenho meu grupo de oração em minha casa. 

Coloquei as escolas onde leciono, na Rede Mundial de Oração. Pois a base são as escolas,  e é lá que tudo acontece! 

Hoje sei o porquê do Ministério. Entendo o que é ser uma Mãe Unida em Oração. Entendo perfeitamente a preocupação e a missão de Fern Nichols com relação a seus filhos e os filhos de todas as demais mães do Mundo (biológicas ou as mães que tem seus filhos espirituais). As mães que pertencem a este Ministério extraordinário, são mães escolhidas por Deus, mães especiais, mães que amam seus filhos. Mães Intercessoras. 

Durante minhas reuniões no grupo de oração pedia as minhas companheiras que orassem por mim e pelas minhas classes, escola, professores, diretora, funcionários. 

Sou casada e tenho três filhas que são bençãos na minha vida e na vida de meu esposo. São filhas que todas as mães gostariam de ter. Uma, tem 17 anos, outra 15 anos e a caçula com 9 anos. São meninas crentes, estudiosas, responsáveis com o trabalho de nossa Igreja, enfim... Devido a paz que vivo em meu lar, estava sendo uma prova muito difícil conviver com aquela classe em especial. A turma era maravilhosa, os alunos eram queridos. Uma classe de 34 alunos. 

Dentre eles tinha um aluno que estava testando a minha paciência. Era filho de um dos líderes do tráfico de drogas no complexo. Ele debochava da direção, dos outros professores, de mim, xingava as demais crianças, intimidava algumas meninas, enfim, com 13 anos estava se achando. Todas as aulas, no momento em que eu entrava em classe e me deparava com aquele adolescente, as coisas ficavam complicadas. Durante quatro aulas, fui levando, tentando passar para eles valores morais e espirituais. Pedia a Deus que me ungisse para eu não cometer nenhuma atitude que depois pudesse me arrepender... Em nenhuma aula tinha tranquilidade. Estava muito difícil. 

Teve um dia que ele me disse que não estava ali para ouvir aquelas besteiras, que o que ele gostava mesmo era de estar com os colegas, fumar baseado, e ficar com as “minas” (meninas). 

Bem, um dos meninos menores e mais duas meninas, começaram a brigar com ele dizendo que se ele não quisesse assistir a aula que saísse. Ele deu um tapa no rosto de uma das adolescentes e disse que estava ali era para zoar mesmo e que queria ver quem iria tirá-lo da sala. Bem, naquele momento, pedi que se retirasse da sala, e ele me disse que não sairia. Disse que eu não sabia com quem eu estava me metendo. 

Bem, eu pedi licença por um momento a turma e fui até a direção, chamei um professor, que também já conhecia o adolescente, pegou pelo braço e juntos o levamos até a direção e explicamos o que tinha acontecido e o deixamos lá. 

A diretora da escola já fazia parte do Grupo de Oração de Mães Unidas em Oração e já sabia de tudo que estava acontecendo. Aquela escola era adotada por nós e já estava na Rede Mundial de Oração! 

Na semana seguinte, após o início da aula, o pai daquele menino chegou com mais dois homens, para nos intimidar. Ele veio até a frente e sentou em uma carteira que estava vazia, perto do filho, que não parava de debochar. Os dois homens ficaram nos fundos da classe. 

Naquele momento, eu clamei ao Senhor Jesus que colocasse em minha boca as palavras certas. Minhas pernas ficaram duras, mas, minha boca, não. O pai daquele adolescente disse que queria saber o que eu estava ensinando para o filho dele. Durante os minutos seguintes, falei sobre respeito e amor ao próximo, sobre valores morais e espirituais. Que eles tinham um futuro de vitórias. Que eles tinham muitas oportunidades pela frente, que deveria lutar por elas. Conquistar um espaço na sociedade de forma digna. Terminar o colégio. Não me recordo de tudo que falei, apenas sei que Deus me usou durante todo o período de aula. A turma ficou em total silencio. 

Assim que terminei o período de aula, ele se levantou e me perguntou: - É isso que a senhora ensina para o meu filho? 

- Sim, disse eu. É isso que eu, como professora de Ensino Religioso passo para os meus alunos. Seu filho tem desrespeitado todas as aulas. 

No mesmo momento, aquele homem pegou o filho pelos cabelos e disse: - Se eu souber que você está criando qualquer problema com esta professora ou outra pessoa desta escola, você vai se ver comigo, entendeu? Entendeu? 

O menino sacudiu a cabeça que sim! O pai continuou: “- Eu nunca tive ninguém para me ajudar e passar para mim tudo isso que a sua professora está passando para você. Por isso me tornei um traficante, mas não quero que você entre pelo mesmo caminho. 

O homem me agradeceu, pediu licença e saiu com os dois homens. Aquele menino ficou com a cabeça baixa. 

Durante todo o ano fui trabalhando na vida dele e pedindo ao nosso grupo que orasse por ele. Mostrava que se ele continuasse naquela vida acabaria morto, etc.. 

Bem, ele parou de fumar baseado e tomou noção dos verdadeiros valores que norteiam nossa vida. 

Um mês antes de terminar o ano letivo, o pai dele foi morto por outro traficante. Uma tristeza... 

Ele, meu aluno, foi resgatado do mundo do crime para Jesus Cristo, é aluno da EBD, aprendeu a tocar bateria para participar da equipe de louvor, participa da Equipe “Adolescentes para Cristo”, enfim, saiu "Das Trevas para Luz". 

Como a irmã sempre fala: A FÉ vê o invisível. A FÉ crê no incrível. A FÉ recebe o impossível! 

A Deus Toda Honra e Toda Glória!

( Ana Maria C. F. - Mãe Unida em Oração - Rio de Janeiro, RJ) 
(Este testemunho foi publicado com autorização. Os nomes são omitidos para preservar o sigilo dos filhos.)


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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

QUANDO A SAUDADE FICA

 



“O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.”
Salmo 34:18

Quando alguém parte, a família inteira sente. A morte de alguém que amamos provoca uma ruptura. Não perdemos apenas uma pessoa; perdemos também a convivência, os planos, os hábitos, as conversas e uma parte da história que construímos juntos. O luto é uma experiência profundamente humana. E, para a família cristã, ele pode trazer ainda uma pergunta difícil: “Se eu tenho fé, por que estou sofrendo tanto?”

A Bíblia nos mostra que fé e sofrimento podem caminhar juntos. O próprio Jesus chorou diante da morte de Lázaro (João 11:35). Portanto, chorar não significa que deixamos de confiar em Deus. O cristão não é alguém que nunca sofre. É alguém que, mesmo sofrendo, pode descobrir que Deus permanece presente no meio da dor.

1. O luto não é falta de fé

Existe uma ideia, às vezes presente, de que precisamos demonstrar força o tempo todo.
Algumas pessoas escutam frases como:
“Você precisa ser forte.”
“Não chore, ele está com Deus.”
“Você precisa aceitar.”
“Tenha fé.”

Embora muitas vezes sejam frases ditas com boa intenção, elas podem fazer a pessoa enlutada sentir que não tem permissão para sofrer. A Bíblia apresenta outra perspectiva.
Há lágrimas nos Salmos. Há perguntas. Há momentos de silêncio. Há pessoas que clamam a Deus em meio à angústia.

O Salmo 13, por exemplo, começa com uma pergunta angustiada: “Até quando, Senhor?”
Isso nos ensina algo precioso: Deus não se assusta com a nossa dor. Podemos chegar diante dele exatamente como estamos.
Com lágrimas.
Com saudade.
Com perguntas.
Com silêncio.
Até mesmo com momentos de revolta e confusão. A fé não precisa esconder a dor. A fé pode nos ajudar a atravessá-la.

2. Cada pessoa da família vive o luto de uma maneira

Quando uma família perde alguém, é comum que seus membros reajam de maneiras muito diferentes. Um filho pode chorar muito. Outro pode parecer indiferente. Um cônjuge pode querer falar constantemente sobre a pessoa que morreu. Outro pode evitar o assunto.
Uma pessoa pode guardar fotografias e objetos. Outra pode precisar afastá-los temporariamente. Isso não significa necessariamente que alguém amou mais ou menos.
O luto é pessoal. Por isso, a família precisa evitar comparações:
“Eu também perdi e consegui superar.”
“Você ainda está assim?”
“Já passou tanto tempo...”

Não existe um calendário universal para a saudade. O amor não desaparece porque passaram meses ou anos. Com o tempo, a dor pode mudar de forma. A pessoa pode voltar a sorrir, trabalhar, viajar, comemorar aniversários e viver novas experiências. Isso não significa que esqueceu quem partiu. Continuar vivendo não é abandonar quem morreu.
É aprender a viver levando consigo uma história que continua fazendo parte de nós.

3. A família precisa aprender a sofrer junta

Uma das maiores necessidades de quem está de luto é simplesmente não ficar sozinho.
Nem sempre precisamos encontrar palavras. Às vezes, o melhor cuidado é sentar ao lado da pessoa e dizer: “Eu estou aqui.”

A família pode criar espaços para lembrar. Contar histórias. Olhar fotografias. Falar das coisas engraçadas que aquela pessoa fazia. Relembrar momentos especiais. Chorar juntos. A memória pode ser uma ponte entre a saudade e a gratidão. Em vez de tentar apagar imediatamente tudo aquilo que lembra quem partiu, a família pode aprender a dizer:
“Essa pessoa fez parte da nossa história e somos gratos a Deus pelo tempo que tivemos com ela.”

4. Jesus nos mostra que é possível chorar e ter esperança

Um dos textos mais bonitos sobre o luto está em João 11. Lázaro havia morrido. Marta e Maria estavam sofrendo. Jesus sabia que realizaria um milagre, mas, antes disso, encontrou-se com pessoas que choravam. E Jesus chorou. Isso é extraordinário. Ele sabia que a morte não teria a palavra final, mas mesmo assim entrou em contato com a dor daquela família. Jesus não disse: “Parem de chorar, vocês precisam ter fé.” Ele se aproximou. Ele ouviu. Ele chorou. E depois declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25

Aqui encontramos uma das grandes esperanças da fé cristã: a morte é real, mas não é o fim da história.

5. A esperança cristã não elimina a saudade

A esperança da ressurreição não significa que não sentiremos falta. Podemos acreditar na vida eterna e ainda sentir profundamente a ausência de alguém. Podemos agradecer a Deus e ainda chorar. Podemos confiar e ainda ter perguntas. Podemos seguir em frente e ainda sentir saudade. Essas coisas não são necessariamente contraditórias. Paulo escreveu aos cristãos de Tessalônica sobre aqueles que haviam morrido e ensinou que eles não deveriam sofrer “como os demais, que não têm esperança” (1 Tessalonicenses 4:13).

Observe que Paulo não diz “não sofram”. Ele diz, em essência: “Sofram, mas não sem esperança.” Essa talvez seja uma das melhores definições do luto cristão: Nós choramos, mas temos esperança.

6. Quando surgem perguntas difíceis

O luto frequentemente traz perguntas que não possuem respostas simples:
“Por que Deus permitiu?”
“Por que agora?”
“Por que não aconteceu um milagre?”
“Será que Deus me abandonou?”
Nem sempre teremos respostas satisfatórias para essas perguntas. E talvez uma das atitudes mais maduras da fé seja reconhecer: “Eu não entendo tudo, mas continuo confiando em Deus.” A fé não consiste em ter resposta para todas as perguntas. Às vezes, fé é permanecer segurando a mão de Deus mesmo quando não conseguimos compreender o caminho.

7. A presença de Deus no vale

O Salmo 23 não promete que nunca passaremos pelo vale. Ele diz: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo.” Observe a palavra mais importante: “Comigo.” Deus não promete ausência de vales. Ele promete presença. Durante o luto, talvez a pessoa não consiga perceber Deus em todos os momentos. Pode haver dias de profunda tristeza e até silêncio espiritual. Mas a ausência de uma sensação de Deus não significa necessariamente ausência de Deus. Ele continua presente mesmo quando nossos sentimentos não conseguem percebê-lo.

8. A igreja também tem um papel no processo de luto

A comunidade cristã pode ser uma grande fonte de acolhimento. Romanos 12:15 nos ensina:
“Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram.” Isso é muito profundo.
A igreja não existe somente para celebrar. Ela também precisa saber chorar junto. Às vezes, uma refeição preparada por alguém, uma visita, uma ligação, uma oração ou simplesmente uma presença silenciosa pode ser mais importante do que muitas palavras. A família enlutada não precisa de respostas prontas. Precisa de amor, presença e cuidado.

9. Quando o sofrimento precisa de ajuda

A espiritualidade é extremamente importante durante o luto, mas isso não significa que a pessoa precise enfrentar tudo sozinha. Em alguns casos, o sofrimento pode se tornar muito intenso e persistente, comprometendo significativamente o sono, a alimentação, o trabalho, os relacionamentos e a capacidade de continuar a vida cotidiana. Nessas situações, procurar um psicólogo ou outro profissional qualificado não representa falta de fé. Assim como procuramos um médico quando o corpo está doente, podemos buscar ajuda profissional quando estamos enfrentando um sofrimento emocional difícil de suportar. O cuidado psicológico e a fé cristã podem caminhar juntos. A oração não precisa competir com o tratamento. E o tratamento não precisa substituir a oração. Podemos cuidar da pessoa de maneira integral.

10. O que podemos aprender com o luto?

O luto nos ensina algumas verdades que talvez não quiséssemos aprender dessa maneira.
Ele nos lembra que a vida é preciosa. Que nossos relacionamentos importam. Que precisamos dizer “eu te amo” enquanto podemos. Que devemos perdoar enquanto há oportunidade. Que não devemos adiar eternamente aquele abraço. E também nos ensina que a dor pode coexistir com a gratidão. Podemos olhar para trás e dizer: “Dói porque foi importante.” A saudade é, muitas vezes, o preço emocional de ter amado profundamente. 

Se hoje existe uma cadeira vazia à mesa, uma voz que não está mais presente ou uma pessoa cuja ausência ainda parece impossível de compreender, permita-se sentir. Não tenha vergonha das lágrimas. Não tenha pressa para “voltar ao normal”. Talvez o objetivo não seja voltar a ser exatamente quem você era antes. Talvez seja aprender, com a graça de Deus, a construir uma nova maneira de viver carregando uma história que nunca será esquecida. E quando a saudade apertar, lembre-se: Você não precisa atravessar o vale sozinho. O Deus que esteve presente nos dias de alegria continua presente nos dias de lágrimas. O Deus que sustentou sua família ontem continua sustentando hoje. E a esperança cristã permanece: a morte não terá a palavra final.

Como escreveu Paulo: “E assim estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” 1 Tessalonicenses 4:17-18

🌿 Para reflexão em família:

1. O que mudou na minha família depois dessa perda?
2. Existe alguma coisa sobre meu luto que eu ainda não consegui expressar?
3. Como podemos cuidar melhor uns dos outros neste período?
4. O que agradeço a Deus pela vida da pessoa que partiu?
5. Onde tenho percebido a presença de Deus, mesmo em meio à dor?

Oração 

Senhor, Tu conheces as lágrimas que ninguém vê e as saudades que carregamos no coração. Ensina-nos a não ter vergonha da nossa dor. Dá-nos liberdade para chorar, coragem para falar e sabedoria para respeitar o tempo de cada pessoa. Consola aqueles que estão sofrendo. Fortalece as famílias que enfrentam a ausência de alguém amado. Ajuda-nos a permanecer unidos e a cuidar uns dos outros. Quando não tivermos respostas, ajuda-nos a confiar. Quando a saudade apertar, lembra-nos da tua presença. E quando nossos corações estiverem cansados, sustenta-nos com a esperança que temos em Cristo e na ressurreição.
Amém.


(C. S. LEWIS - A Anatomia de uma Dor /Lewis escreveu a obra após a morte de sua esposa, Joy Davidman, e registra de maneira extraordinariamente honesta suas experiências de tristeza, questionamento e fé).

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domingo, 23 de agosto de 2026

ESTOU NO ÚLTIMO VAGÃO


Todos os anos os papais do Martín levavam-no para a avó, para passar as férias de verão,
e eles voltavam para casa no mesmo trem no dia seguinte.

Um dia a criança disse aos pais:

′′-  Já estou crescido. Posso ir sozinho para casa da minha avó?".

Depois de uma breve discussão, os pais aceitaram.


Eles estão parados esperando a saída do trem. Despedem-se do seu filho dando-lhe
algumas dicas pela janela, enquanto Martin lhes repetia:

′′- Eu sei.. Já me disseram isso mais de mil vezes".

O trem está prestes a sair e seu pai murmurou aos ouvidos:

′′- Filho, se você se sentir mal ou inseguro, isso é para você!".
E ele colocou algo no bolso dele.

Agora o Martin está sozinho, sentado no trem como queria, sem seus pais pela primeira vez.

Admira a paisagem pela janela. Ao seu redor alguns desconhecidos se empurram, fazem muito barulho. Eles entram e saem do vagão.

O supervisor faz alguns comentários sobre o fato de estar sozinho.

Uma pessoa olhou para ele com olhos de tristeza.

Martin agora está se sentindo mal a cada minuto que passa.
E agora ele está com medo.

Abaixou a cabeça e... se sente encurralado e sozinho, com lágrimas nos olhos.

Então lembra-se que o pai Lhe colocou algo no bolso dele. Tremendo, procurou o que o pai lhe colocou.

Ao encontrar o pedaço de papel leu-o, nele está escrito:

′′ Filho, estou no último vagão!”

(Desconheço o autor)

Mãe, proteger é preciso. Superproteger desprotege. Deixa a criança insegura com a sensação de que ela é incapaz. Isso deixa a criança de caule murcho. Sabe planta que molha demais? Aquele caule mole, amarelado, fraco? É assim.

A criança que tem a oportunidade de ir realizando pequenas coisas se sente bem. Poderosa. Orgulhosa dela mesma. Ela vai conhecendo suas capacidades, suas dificuldades, se descobrindo.

É bem comum elas virem felizes contar o que fizeram. Suas conquistas. Suas escolhas. Suas vitórias. Assim se constrói a autoestima. Assim se forma uma pessoa independente. E um ser pronto a lutar por seus sonhos.

Toda dificuldade é lição. Todas trazem aprendizado. Ele pode sofrer? Todos nós sofremos. Faz parte do combo da vida.

Se ele souber que não está sozinho, já ajuda. Dê apoio. Colo. Seja ninho. Mas tenha a coragem de deixar seu filho crescer. Voar. E ir além. 

Assim é a vida..;
Nós devemos deixar nossos filhos ir embora.
Nós devemos confiar neles.

Mas nós sempre estaremos no último vagão, vigiando, caso eles tenham medo ou caso eles encontrem obstáculos e não saibam o que fazer.

Temos que estar perto deles, enquanto ainda estivermos vivos. Os filhos sempre precisará dos seus pais. Não importa a idade!

Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa


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sábado, 22 de agosto de 2026

VIVER NO AMOR

“Ao justo, nasce luz nas trevas; ele é benigno, misericordioso e justo.” — Salmo 112:4


No país africano onde mora minha amiga Roxanne, encontrar água potável ainda é um grande desafio. A água é um recurso extremamente valioso, e muitas pessoas precisam percorrer grandes distâncias para consegui-la, muitas vezes em riachos contaminados. Essa situação acaba trazendo doenças e, em muitos casos, até a morte.

Para instituições como orfanatos e igrejas, a falta de água também torna muito difícil atender às necessidades da comunidade. Entretanto, essa realidade está começando a se transformar.

Através da dedicação de Roxanne e da generosidade de pessoas da igreja que decidiram contribuir, poços de água limpa começaram a ser construídos. Pelo menos seis novos poços já estão funcionando, permitindo que as igrejas se tornem lugares de acolhimento, esperança e apoio para aqueles que mais precisam. Graças ao acesso à água, também será possível estabelecer um posto de atendimento à saúde e um lar destinado a cerca de 700 órfãos.

Essa história nos faz pensar em uma necessidade que também existe dentro de muitas famílias: nossos filhos precisam de fontes de amor, cuidado, orientação e segurança para crescer.

Assim como a água limpa é essencial para preservar a vida, o amor também é essencial para o desenvolvimento de uma criança. Um filho pode ter alimento, roupas, escola e tudo aquilo que é necessário materialmente, mas precisa igualmente sentir-se amado, acolhido, ouvido e protegido.

Há filhos que, embora tenham pais presentes fisicamente, enfrentam uma espécie de “sede” emocional. Sentem falta de atenção, de palavras de incentivo, de abraços, de tempo compartilhado e, principalmente, da certeza de que são importantes e amados.

Por isso, a história de Roxanne pode nos ensinar algo muito precioso. A água que chegou àqueles lugares não serviu apenas para matar a sede; ela trouxe esperança, saúde, dignidade e novas possibilidades para o futuro.

Da mesma maneira, quando oferecemos amor aos nossos filhos, podemos transformar suas vidas. Uma palavra de encorajamento pode devolver a confiança de um filho. Um abraço pode aliviar uma dor que ele não consegue explicar. Uma conversa pode impedir que ele tome uma decisão equivocada. Uma oração pode sustentá-lo em um momento de dificuldade. E a nossa presença pode mostrar a ele que nunca estará sozinho.

Esse é um exemplo do amor que pode nascer na vida daqueles que creem em Cristo quando experimentam a bondade, a misericórdia e a generosidade de Deus.

O amor que recebemos de Deus também deve alcançar nossos filhos. É dentro de casa que muitas vezes eles aprendem as primeiras lições sobre perdão, compaixão, respeito, generosidade e fé. Nossas atitudes podem se tornar sementes que permanecerão em seus corações por toda a vida.

O apóstolo Paulo nos ensina, em 1 Coríntios 13, que, sem amor, até mesmo nossas palavras podem perder o verdadeiro sentido e nossa fé se torna vazia. Isso também se aplica à maneira como educamos e tratamos nossos filhos. Podemos ensinar, corrigir, orientar e estabelecer limites, mas tudo isso precisa estar acompanhado de amor.

Uma correção sem amor pode ferir. Uma cobrança sem compreensão pode afastar. Uma palavra dura pode permanecer na memória de um filho por muitos anos. Mas uma orientação dada com amor pode ensinar, fortalecer e ajudar a formar seu caráter.

O apóstolo João também afirma que, quando possuímos recursos para ajudar alguém necessitado e escolhemos agir em seu favor, demonstramos que o amor de Deus realmente está presente em nossa vida (1 João 3:16).

Dentro de casa, nossos filhos também precisam experimentar esse amor através de atitudes. Não basta dizer “eu te amo”; é preciso demonstrá-lo com presença, cuidado, paciência, proteção e disposição para ajudar quando eles precisarem.

Deus deseja que sejamos compassivos e sensíveis às necessidades daqueles que sofrem (Salmo 112:5), pois Ele mesmo se importa com cada um de nós.

E se Deus se importa conosco, também somos chamados a cuidar daqueles que Ele colocou sob nossa responsabilidade. Nossos filhos precisam saber que podem encontrar em nós um lugar seguro para voltar, mesmo quando errarem, mesmo quando estiverem enfrentando dificuldades e mesmo quando a vida parecer difícil demais.

Que nunca deixemos nossos filhos terem sede de amor quando temos dentro de nós a possibilidade de oferecê-lo.

Que nossas casas sejam como aqueles poços construídos por Roxanne e por aqueles que decidiram ajudar: lugares onde exista água limpa para matar a sede, esperança para continuar caminhando e acolhimento para quem precisa.

Que nossos filhos encontrem em nós uma fonte de amor, sabedoria, proteção e fé.

Que o amor que recebemos de Deus não permaneça apenas em palavras, mas se transforme em atitudes de bondade, generosidade e cuidado com nossos filhos e com todos aqueles que Ele colocou em nosso caminho.

Viver no amor é permitir que a luz de Cristo alcance aqueles que ainda caminham em meio às trevas.

E, muitas vezes, essa luz precisa começar dentro da nossa própria casa, alcançando primeiro aqueles que Deus nos confiou: nossos filhos.

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

ENSINANDO AOS NOSSOS FILHOS QUE DEUS ESTÁ PERTO

 



"Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade." — Salmos 145:18

Como mães de oração, temos o privilégio e a responsabilidade de ensinar aos nossos filhos que Deus não é distante, mas está sempre presente em cada detalhe da vida. Muitas vezes, as crianças podem imaginar Deus como alguém muito longe, no céu, inacessível. Porém, a Bíblia nos mostra que Ele está perto, atento e amoroso.

Podemos fazer isso todos os dias

1. Mostrando a presença de Deus no dia a dia

  • Ensine seus filhos a perceberem Deus nas pequenas coisas: no nascer do sol, no alimento sobre a mesa, no abraço da família.

  • Explique que cada oração, mesmo a mais simples, é ouvida por Ele.

2. Incentivando a oração espontânea

  • Não limite a oração apenas aos momentos formais.

  • Mostre que eles podem falar com Deus em qualquer hora: antes de uma prova, quando estão com medo, ou até para agradecer por um brinquedo novo.

3. Usando histórias bíblicas

  • Conte histórias como a de Daniel na cova dos leões ou de Davi enfrentando Golias, mostrando que Deus estava perto e deu coragem.

  • Relacione essas histórias com situações que seus filhos vivem, para que entendam que Deus também está perto deles.

4. Testemunhando com sua própria vida

  • As crianças aprendem mais pelo exemplo do que pelas palavras.

  • Quando você ora em voz alta, agradece ou pede ajuda a Deus em situações cotidianas, seus filhos percebem que Ele é real e presente.

5. Reforçando que Deus é amigo

  • Explique que Deus não é apenas poderoso, mas também amigo fiel.

  • Ele se importa com os sentimentos deles e deseja estar perto em todos os momentos. Ensinar que Deus está perto é plantar no coração dos nossos filhos uma fé viva e confiante. Essa certeza os acompanhará em cada fase da vida, fortalecendo-os diante dos desafios e enchendo-os de esperança.

Oração 

 Senhor Jesus, obrigado porque Tu estás sempre comigo. 

Ajuda-me a lembrar que posso falar contigo em qualquer momento. 

Cuida de mim e da minha família, e enche meu coração de paz. 

Amém.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

ASSUNTOS IMPORTANTES PARA CONVERSAR COM OS SEUS FILHOS SOBRE A ESCOLA


Mãe, você tem ficada alerta com relação aos seus filhos? Em cada voo, em cada sonho, e em cada período da vida de seu filho permanecerá para sempre os rastros de seus ENSINAMENTOS! 
Fique atenta a tudo o que estão aprendendo. TUDO!

Algumas amizades são difíceis
– Esse é um tema que os pais sempre devem tratar com os seus filhos. Esclarecer para eles que nem todo mundo pensa igual e que alguns colegas têm ideias diferentes em relação aos estudos, disciplina e respeito aos pais e professores. Os pais devem mostrar para os filhos que eles não precisam se afastar totalmente dos seus amigos, mas se afastar daquilo que eles apresentam de negativo e não se deixar influenciar, ao contrário, influenciá-los.

Escolher os amigos certos é importante – Oriente os seus filhos sobre a amizade, como é importante ter amigos e saber escolhe-los. Claro que eles devem ser dar bem com todos, mas é inevitável que eles tenham mais amizade com aqueles que eles se identificam mais. Diga para eles como a vida é feita de escolhas e que existem consequências para as escolhas mal feitas. Por isso, eles devem escolher bem as pessoas que serão mais próximas. Nossos filhos estão no mundo, e devem saber como agir...

Ser gentil com aqueles que são diferentes
– Ensine aos seus filhos desde cedo sobre as diferenças e como é importante conviver com elas. Ensine para eles o que a Bíblia fala sobre amar o próximo independente de cor, raça ou sexo. Mas, que a Palavra de Deus é nossa regra de conduta e Fé. Não existe meios termos... Deus fez tudo corretamente. Sem erros! Deus ama o pecador, mas abomina o pecado. Não existe jeitinho para Deus! Ele é amor, mas também justiça!

Dificuldades em alguma disciplina – A maioria dos alunos têm dificuldade em alguma ou mais disciplinas. Por isso, é importante fazer o acompanhamento constante dos filhos na escola para ajuda-los logo que eles tiverem dificuldade com alguma disciplina e conteúdo. Quanto mais rápido ele tiver um reforço, mais fácil ele conseguirá superar a sua dificuldade.

Quanto mais prestar atenção na aula, melhor será a aprendizagem
– Pode até ser que alguns alunos consigam aprender sem prestar muito atenção, estudando depois em casa ou vendo vídeos de aula na internet, mas nós sabemos como é importante a atenção para o processo de aprendizagem.

Todas as pessoas têm habilidades e habilidades que foram dadas por Deus e não podemos ser o melhor em tudo o tempo todo
– Este é um tema fundamental para conversar com os filhos. É comum que na escola tenham alunos que têm resultados melhores em matemática, outros que praticam bem esportes, outros tocam bem um instrumento e por aí vai. Procure trabalhar com os seus filhos para que eles descubram as habilidades que eles mais se identificam e aquilo que eles gostam. Ensine que eles nasceram com habilidades dadas por Deus, mas que ninguém domina todas as atividades.

Aprender mais sobre oração, gentileza e amizades – Converse com os seus filhos o que eles estão aprendendo na escola sobre oração e amar a Deus e ao próximo. Converse com eles sobre o que eles podem fazer para tornar a escola melhor dentro de uma perspectiva bíblica.

Não fazer o trabalho de casa afeta a nota – As atividades de casa ajudam seus filhos no exercitar o conteúdo aprendido em sala. Portanto, há um propósito na atividade de casa dentro do processo de aprendizagem. Neste contexto, você deve orientar e acompanhar os seus filhos em relação as tarefas de casa.

Os professores se preocupam com nossos filhos e querem que eles aprendam
– é importante também que os pais valorizem o professor. Isso não significa colocar o professor no pedestal, mas os filhos devem ser orientados a respeitar o professor e saber a importância que eles exercem para o desenvolvimento do aluno.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

QUANDO VOCÊ NÃO CONSEGUE RESOLVER: CONFIA EM DEUS

 


UMA HISTORIA DE MÃE E FILHA SOBRE A FIDELIDADE DE DEUS

HISTÓRIA DA MÃE BEBORAH BRYANT 

Toda mãe conhece a dor de ver seu filho passar por algo que você não pode consertar. O testemunho da minha filha me faz lembrar de momentos em que eu não tinha forças, apenas a certeza de que Deus ouve o clamor de uma mãe em oração.

Desde cedo, Alexandra tornou-se seguidora de Jesus e cresceu, transformando-se em uma jovem bela, inteligente, compassiva e alegre, que perseguia todos os seus sonhos com determinação.

Um dia, ela compartilhou corajosamente comigo suas experiências, que pareciam ser reações traumáticas. Durante a infância, ela passou por cirurgias, lutou contra alergias e asma, superou os desafios de uma mudança para uma longa distância pouco antes da oitava série e muito mais. Mesmo assim, a ansiedade silenciosamente se infiltrou em seu cotidiano, roubando seu sono, sabotando sua esperança e perturbando sua vida de maneira que partem o coração desta mãe.

Eu queria muito intervir e resolver a situação — aliviar a dor dela. Mas isso não é algo que eu possa consertar. Em vez disso, Deus me chamou para algo que eu posso fazer: orar.

No início, lutei contra isso. Clamei ao Senhor, decepcionada por Ele permitir mais dor em sua vida. Eu havia orado por anos para que Ele a capacitasse para o Seu serviço. Suponho que parte de mim imaginava uma súbita infusão de força ou sabedoria — um atalho milagroso para a maturidade espiritual. Mas Deus, em Seu amor onisciente, está moldando-a através das montanhas e vales. Essa jornada é o próprio caminho pelo qual ela está aprendendo a conhecê-Lo mais profundamente e a amá-Lo com mais intensidade.

Nos momentos mais difíceis, eu me apego a uma oração simples:
Senhor, Tu a amas mais do que eu. Tu és fiel. Confio que Tu farás com que todas as coisas cooperem para o bem dela e cumprirás o Teu propósito na vida dela (Romanos 8:28).

Mesmo quando não sei como orar — quando estou cansada ou desanimada — minhas amigas do grupo Mães em Oração oram comigo e por mim.

Ao longo dessa jornada, Deus está me ensinando com gentileza e fidelidade:
Ele é confiável.
Ele está trabalhando mesmo quando eu não consigo ver.
Ele renova as forças e restaura a esperança bem no meio da tempestade.

Se você está orando por seu próprio filho hoje — intercedendo, ansiando para que Deus aja — por favor, aproxime-se: Deus está agindo de maneiras que você ainda não consegue ver.

E você não precisa orar sozinha. Orar com as Escrituras junto com outras mães me dá segurança, me firma e fortalece minha fé como mãe. O  grupo Mães em Oração  é essa comunidade para mim, e pode ser para você também.

Ore comigo:
Senhor, Tu prometes ser nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Para a mãe que está lendo isto, renova suas forças, ancora-a em Tuas promessas e lembra-a de que ela nunca está sozinha. Lembra-a de que Tu és fiel e que ages de maneiras que ela não vê. Que Tu a abençoes e a seus entes queridos, os protejas, tenhas misericórdia deles e lhes dês a Tua paz. Em nome de Jesus, amém.


HISTORIA DA FILHA ALEXANDRA BRYANT 

Há dez anos, meus pais e eu nos mudamos da Louisiana para Iowa por causa do trabalho do meu pai. Eu tinha treze anos na época e estava passando por um momento muito difícil, já que quase tudo que eu conhecia havia mudado. Eu me concentrava em como essas mudanças me afetavam negativamente, o que levou a problemas de saúde mental.

Ao entrar na faculdade, voltei a ter problemas de saúde mental e precisei trancar a matrícula por vários semestres. Segui o que eu acreditava ser o plano de Deus para a minha vida, mas encontrava pouco propósito no meu trabalho, tinha dificuldade para sair da cama todos os dias e temia o futuro.

Mesmo durante esse período difícil, o Senhor já havia me conduzido, ainda jovem, a um lugar onde eu sabia, não apenas com a mente, mas também no coração, que não há razão maior para viver do que para a Sua glória.

Após retornar para casa na primavera passada, um amigo do meu curso faleceu repentinamente devido a uma condição médica não diagnosticada anteriormente. Três meses depois, o namorado da minha colega de quarto sofreu um acidente de trabalho que o levou a falecer pouco tempo depois. Ambos os amigos que faleceram amavam o Senhor, buscavam a Sua presença e faziam com que as pessoas ao seu redor se sentissem vistas e amadas. Mas eles não estão mais aqui. Embora eu não entenda o porquê, sei disto: Deus continua sendo bom.

Embora ainda enfrente ondas de tristeza, tenho visto a cura ativa do Senhor em minha mente e emoções! Ele me libertou das batalhas da minha mente e renovou minha esperança e alegria Nele. Vejo Sua mão sobre minha vida — o passado, o presente e o futuro — e encontro entusiasmo em descobrir o que Deus tem reservado para mim.

Em meio às minhas circunstâncias, encontrei esperança, não em mim mesma nem na minha capacidade de "me reerguer sozinha", mas no caráter imutável de Deus. Sei que Deus é soberano. Sei que Ele está no controle e atua em Sua criação. Sei que estamos em Suas mãos e que Ele tem bons planos para cada um de nós, planos que glorificarão Seu nome e nos aproximarão Dele.

Davi louva o Senhor no Salmo 139, dizendo:
“Tu me sondaste, Senhor, e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos.
Tu discernes o meu andar e o meu deitar; conheces todos os meus caminhos. Antes mesmo que a palavra me chegue à língua, tu, Senhor, já a conheces inteiramente.
Tu me cercas por trás e por frente, e puses a tua mão sobre mim. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim, sublime demais para eu alcançar.
Para onde me irei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também.
Se eu subir nas asas da alvorada e habitar nos confins do mar, mesmo ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.
Se eu disser: 'Certamente as trevas me encobrirão, e a luz ao meu redor se tornará noite', nem mesmo as trevas serão escuras para vocês; a noite brilhará como o dia, pois para vocês as trevas são como a luz.
Pois tu formaste o meu íntimo; tu me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo assombroso e maravilhoso; as tuas obras são maravilhosas, disso tenho plena certeza.
Meus ossos não estavam escondidos de ti quando eu fui formado em segredo e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu embrião; e no teu livro foram escritos todos os dias determinados para mim, antes mesmo de qualquer deles existir.
Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus! Como é vasta a soma deles! Se eu os contasse, seriam mais numerosos que os grãos de areia; quando acordo, ainda estou contigo".

Sou extremamente grata por participar do Moms in Prayer.  Graças à minha mãe, algumas mentiras do diabo simplesmente não criam raízes. Por exemplo, Satanás tentou me convencer de que estou sozinha. Mas mesmo quando me senti isolada, quando criei distância entre mim e meus amigos e perdi pessoas que amo, sei que existe um exército de guerreiros de oração lutando por mim, intercedendo constantemente por mim. E sei que existe um Deus que ouve e responde a essas orações.

Eu também sei que existe alguém que me dará palavras de vida e usará um discernimento incrível, porque ela está imersa na Palavra de Deus e se entrega constantemente a Ele em oração — essa pessoa é minha mãe.

Já vi minha mãe interromper conversas para chamar nossa atenção para o Pai, para que pudéssemos entregar nossos pensamentos e preocupações a Ele, e ouvi com frequência: "Você já orou sobre isso?". Essa pergunta, esse incentivo, esse exemplo que ela deu, me deu confiança para me aproximar do trono da graça mesmo quando me senti envergonhada, desqualificada ou que minhas orações não eram tão importantes quanto outras necessidades "maiores".

Adotei também um modelo de oração que muda meu foco das minhas circunstâncias instáveis para o caráter firme de Deus:
Louvar a Deus primeiro me centra em quem Ele é — Ele é meu Salvador, meu Pastor, o Príncipe da Paz. Confessar me lembra da minha necessidade da graça de Deus e da maravilha do Seu amor e sacrifício. Mesmo sabendo de todas as maneiras pelas quais eu pecaria intencionalmente contra Ele, Ele ainda me escolheu e me chama de Seu.

A ação de graças demonstra como, apesar dos meus pecados, Deus está agindo na minha vida; ele me lembra que Ele não me abandonou. A gratidão me leva a recordar tudo o que Deus já me fez vivenciar e me lembra que Ele é fiel para me conduzir através das coisas que ainda estão por vir.

Após adorar a Deus e lembrar quem Ele é, posso entregar-Lhe com confiança meus pedidos , minhas preocupações e minhas mágoas, sabendo que Ele cumprirá a Sua vontade e que ela é boa.

Ter uma mãe que ora me tranquiliza, mostrando que não estou sozinha e que, independentemente das circunstâncias, o Senhor é fiel.

(Deborah Bryant e Alexandra Bryant/ Blog Moms in Prayer)

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