Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

sexta-feira, 26 de junho de 2026

O PODER DE UMA VOVÓ QUE ORA


Tínhamos acabado de transferir nossa filha da segunda série de uma escola cristã particular para a escola primária pública em nosso bairro. Lembro-me de estar tão preocupada com o que ela poderia encontrar em sua nova escola.

Ao levar Lindsay para sua sala de aula, encontrei uma amiga que me contou sobre um grupo de mães que se reunia semanalmente para orar por seus filhos, pelos professores e pela escola. Eu agarrei a chance de dar os braços a eles por meio da oração. Mal sabia eu que Deus estava me conduzindo em uma jornada de oração que continua até hoje.

Aprendi que essas mulheres faziam parte do Moms in Prayer International, um ministério que impacta crianças e escolas em todo o mundo para Cristo, reunindo mulheres para orar. Eu  vi muitas respostas à oração por nossa filha, especialmente com os professores que ela tinha a cada ano. Eles eram perfeitos para o que Lindsay precisava na época.

Bem, nossa filha já está casada há quase 15 anos. Meu marido e eu temos um neto de 13 anos e netas de 9 e 7 anos. Tenho o privilégio de orar por eles em um grupo de Avós em Oração todas as semanas.

Não importa onde vivamos, nosso coração é o mesmo para nossos filhos e netos.

DURANTE NOSSO TEMPO JUNTOS, SEGUIMOS AS QUATRO ETAPAS DA ORAÇÃO:

Louvor - À medida que louvamos ao Senhor por um atributo específico, nosso foco é retirado de nossas circunstâncias e voltado para Ele.

Confissão silenciosa - A oportunidade de ter certeza de que nosso coração está correto diante de Deus.

Ação de Graças - Agradecemos a Deus pelas orações respondidas, regozijando-nos juntos pelo que Deus está fazendo na vida de nossos netos.

Intercessão - Por fim, oramos uma escritura específica e um pedido para nossos netos e para suas escolas.

O grupo de Mães em Oração sempre foi uma tábua de salvação enquanto eu navegava por muitas situações diferentes com meus netos.

Tem sido um dos meus locais de aprendizado pois estou aprendendo a orar de maneira mais eficaz e intencional por meus netos e crescendo em meu exemplo de fé e confiança em Deus para com eles.

ORANDO A PALAVRA DE DEUS PELO SEU NETO:

Freqüentemente oramos pela salvação de nosso neto. Pode ser uma oração bíblica como: " Senhor, oro que...  (nome do neto) declare com sua boca 'Jesus é o Senhor' e creia em seu coração que Ele ressuscitou Jesus dos mortos, então ...(nome do neto ) será salvo. ” (Romanos 10: 9)

Isso foi respondido de maneira muito específica quando nossa filha, genro e três netos se prepararam para se mudar de San Diego para Idaho, há mais de um ano. Foi difícil vê-los partir, mas Deus revelou uma grande resposta à oração por nosso neto na festa de despedida da família.

Minha irmã trouxe três camisetas brancas para a festa e pediu a cada um de nossos netos que fizesse um desenho ou escrevesse algo na camisa. Em seguida, cada membro da família adicionaria uma nota pessoal. Meu neto, que tinha 11 anos na época, não queria que ninguém olhasse o que ele estava fazendo até que tudo estivesse feito. Ele finalmente nos chamou para ver no que ele estava trabalhando.

Ele escreveu uma declaração a Deus em sua camiseta. Meu neto havia desenhado uma cruz com esta declaração: “Devo confiar, acreditar, servir e lutar pelo Senhor porque Ele me salvou do pecado, das trevas e do mal. Eu acredito!”

Meu coração transbordou de gratidão ao ver como Deus respondeu às orações!

MAIS RESPOSTAS PARA A ORAÇÃO

Quando oramos juntas, descobrimos como Deus responde às orações por outras mulheres em nosso grupo também. Uma mulher com quem oro tem uma neta que nasceu com graves danos cerebrais e foi diagnosticada com paralisia cerebral. Disseram à família que ela seria cega, surda, incapaz de comer a não ser por meio de um tubo e incapaz de ficar em pé ou andar. Por meio da oração diligente e unida, ela superou todos esses obstáculos. Ela é uma das crianças mais populares de sua escola, amada por todos que a conhecem e adora levantar a mão em adoração quando a família vai à igreja.

Outra mulher em nosso grupo está vendo respostas às orações de sua neta de 12 anos. Ela tem um coração muito terno para com Deus, adora falar e cantar sobre Jesus e realmente exibe o fruto do Espírito em sua jovem vida. Ela e sua avó trocaram correspondência recentemente por e-mail e ela até começou a se perguntar como pode orar por sua avó!

Estou muito grata por este grupo de Avós em Oração. É realmente um ministério de mudança de vida para nós, avós, para nossos netos e para as escolas que frequentam. Deus trabalha poderosamente quando nos unimos a outras mulheres em oração pela vida de nossos netos!


(Robin Clark/ Blog Moms in prayer international)


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quinta-feira, 25 de junho de 2026

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO ENTRE O "SIM" E O "NÃO" NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS


Educar uma criança é caminhar constantemente na corda bamba. De um lado, reside o desejo profundo de acolher, ver o filho feliz e dizer "sim" para suas vontades. Do outro, bate a urgência de impor limites, proteger e dizer o "não" necessário para a formação do caráter.

Encontrar o ponto de equilíbrio entre a permissividade e o autoritarismo é um dos maiores desafios da parentalidade moderna. Afinal, como dar asas para a autonomia sem perder as rédeas da responsabilidade?

1. O Peso do "SIM" sem limites

Na tentativa de evitar frustrações aos filhos, muitas vezes motivada pela culpa da rotina corrida, muitos pais caem na armadilha do "sim" constante. No entanto, a ausência de limites pode ser prejudicial.
  • A ilusão do mundo perfeito: A vida real não atende a todos os nossos caprichos. Uma criança que sempre ouve "sim" tem imensa dificuldade de lidar com a rejeição e a frustração no futuro.
  • Insegurança disfarçada: Por mais paradoxal que pareça, o limite gera segurança. Quando os pais não definem as regras, a criança sente que está no comando de um barco grande demais para ela, o que gera ansiedade.

2. O Impacto do "NÃO" Automático

Por outro lado, o excesso de proibições ou o "não" dito de forma automática, sem explicação, também cobra o seu preço.
  • Bloqueio da curiosidade: O mundo é um laboratório para a criança. Um "não" para cada tentativa de exploração pode podar a criatividade e a autoconfiança.
  • Perda de conexão: Quando a palavra "não" se torna o pano de fundo da casa, a criança para de ouvir o seu real significado. Vira apenas um ruído de fundo, gerando distanciamento e rebeldia.
3. Estratégias para Encontrar o Equilíbrio

Mudar a dinâmica familiar exige consistência. Abaixo, veja uma tabela prática para ajudar a recalibrar as respostas no dia a dia:

SituaçãoO Extremo ImprodutivoA Alternativa Equilibrada
Desejo de consumo (ex: brinquedo fora de hora)

Permissivo: Ceder para evitar o choro.


Autoritário: "Não e ponto final, você é chorão."

Equilibrado: "Entendo que você queria muito esse brinquedo, mas hoje não vamos comprar. Podemos anotá-lo na sua lista de aniversários."
Hora de telas / videogame

Permissivo: Deixar até a criança cansar.


Autoritário: Desligar a TV abruptamente gritando.

Equilibrado: Combinar o tempo antes de começar. "Faltam 5 minutos para acabar o tempo. Quer salvar o jogo agora?"
3.1. Pratique o "Não Positivo"

Em vez de focar no que é proibido, mostre o que é permitido. A mente da criança processa melhor comandos afirmativos.

Em vez de: "Não corra na cozinha!"

Tente: "Ande devagar na cozinha para não se machucar."

3.2. Escolha suas batalhas

Nem tudo precisa ser um cabo de guerra. Se a criança quer usar uma meia de cada cor para ir à padaria, isso realmente importa? Economize o seu "não" para questões que envolvam segurança, saúde, respeito ao próximo e valores inegociáveis.

3.3. Valide o sentimento, sustente a regra

Você pode (e deve) acolher o choro do seu filho sem ceder à vontade dele. Dizer "Eu sei que você está bravo porque queria comer o doce agora, e tudo bem ficar bravo, mas o almoço vem primeiro" mostra que você respeita o que ele sente, mas mantém o limite firme.

Conclusão: O Limite como ato de amor


Encontrar o equilíbrio não significa ser perfeito, mas sim consciente. O "sim" estimula a coragem, o afeto e a individualidade da criança. O "não" constrói a resiliência, a empatia e a noção de coletividade.

Aprender a dosar esses dois lados é, acima de tudo, um ato de amor profundo. Afinal, educar não é preparar o caminho para o filho, mas sim preparar o filho para o caminho.

Jane Esther

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quarta-feira, 24 de junho de 2026

O VALOR DO ERRO NA INFÂNCIA


Desde muito cedo, as crianças são bombardeadas por expectativas que exigem perfeição: a nota máxima na escola, o comportamento impecável nos eventos sociais, o desenho sem borrões e o gol perfeito na escolinha de futebol. No entanto, por trás dessa busca incessante pelo acerto, esconde-se um perigo pedagógico e psicológico devastador: a negação do erro como ferramenta de aprendizado. Permitir que uma criança erre não é um ato de negligência parental ou educacional; pelo contrário, trata-se de um dos maiores investimentos que podemos fazer em sua saúde emocional, cognitiva e social. O erro é, fundamentalmente, o motor do desenvolvimento humano.

1. A Neurobiologia do erro: Como o cérebro aprende

Para compreender a importância de deixar a criança errar, é preciso olhar para o que acontece dentro do sistema nervoso central durante o processo de aprendizagem. A neurociência cognitiva já comprovou que o cérebro humano é uma máquina de predição. Quando uma criança tenta realizar uma tarefa — como amarrar o sapato ou resolver uma equação matemática — o cérebro projeta um resultado. Quando o resultado real é diferente do esperado (ou seja, quando ocorre o erro), o cérebro é forçado a recalibrar suas conexões sinápticas.

Esse fenômeno é conhecido como sinal de erro de predição. É justamente nesse momento de frustração e correção que o cérebro libera neurotransmissores como a dopamina e a acetilcolina, que fixam a nova informação e estimulam a neuroplasticidade.

Se a criança nunca erra — ou porque as tarefas são fáceis demais, ou porque os adultos resolvem os problemas por ela —, o cérebro permanece em uma zona de conforto metabólico, onde nenhuma conexão neural nova precisa ser criada. O acerto constante gera estagnação cognitiva.

2. A Construção da resiliência e a mentalidade de crescimento

A psicóloga de Stanford, Carol Dweck, revolucionou a educação ao propor o conceito de Mentalidade de Crescimento (Growth Mindset). Segundo suas pesquisas, indivíduos que acreditam que a inteligência e as habilidades podem ser desenvolvidas pelo esforço e pelo erro lidam muito melhor com os desafios da vida do que aqueles que possuem uma "mentalidade fixa" (a crença de que nascemos com um nível imutável de inteligência).

Quando os pais e educadores blindam a criança contra o fracasso, enviam uma mensagem implícita e perigosa: "Você só tem valor quando acerta". Isso gera o medo de arriscar. A criança hiperprotegida desenvolve uma ansiedade paralisante diante de novos desafios, preferindo desistir a falhar.

Por outro lado, quando o erro é normalizado e acolhido, a criança desenvolve a resiliência — a capacidade de sofrer um impacto, processar a frustração e se recuperar. Ela aprende que o erro não define sua identidade ("eu sou um fracasso"), mas descreve apenas um momento do processo ("eu cometi um erro nesta tentativa, vou tentar de outro jeito").

3. O Desenvolvimento da autonomia e da tomada de decisão

A autonomia não nasce espontaneamente na vida adulta; ela é costurada no dia a dia da infância através de pequenas escolhas e de suas respectivas consequências. Deixar a criança errar significa permitir que ela experimente o peso das próprias decisões.

Se uma criança decide não levar o casaco em um dia nublado, apesar do aviso dos pais, e acaba sentindo frio, ela experimentou uma consequência natural. Essa vivência é infinitamente mais pedagógica do que uma hora de sermão. No dia seguinte, ela pegará o casaco voluntariamente, movida pela autoconsciência, e não pela obediência cega.
  • O perigo da superproteção (Pais Helicóptero): Adultos que orbitam a vida dos filhos resolvendo cada mínimo problema, esquecendo o material escolar e correndo para levar na escola, fazendo os trabalhos artísticos pelo filho para ficarem "bonitos", criam indivíduos dependentes, inseguros e com baixa tolerância à frustração.
  • O ganho da emancipação: Quando a criança erra o caminho de um quebra-cabeça, derrama o leite ao tentar servir-se sozinha ou perde um brinquedo por falta de cuidado, ela está tateando as fronteiras físicas e sociais do mundo. Ela aprende a mecânica da causa e efeito.
4. Criatividade e inovação: o erro como matéria-prima

Nenhum avanço científico, artístico ou tecnológico na história da humanidade aconteceu sem uma sucessão massiva de erros. Thomas Edison e suas centenas de tentativas frustradas antes de estabilizar a lâmpada elétrica são o exemplo clássico de que o erro é informação pura.

Na infância, a criatividade está intimamente ligada à liberdade de errar. Se uma criança desenha uma árvore com folhas azuis ou tenta construir uma torre de blocos com a base mais fina que o topo, ela está testando hipóteses. Se o adulto intervém imediatamente dizendo "está errado, a árvore é verde" ou "assim vai cair", ele castra o pensamento divergente.

A tolerância ao erro cria um ambiente psicologicamente seguro onde a criança se sente à vontade para propor soluções originais. Grandes inovadores não são aqueles que nunca falharam, mas aqueles que souberam o que fazer com as suas falhas.

5. O papel dos pais e educadores: como intervir sem castrar?


Deixar errar não significa abandonar a criança à própria sorte ou permitir que ela se coloque em situações de perigo físico e moral. O papel do adulto deve migrar de "corretor implacável" ou "salvador obstinado" para o de "mediador consciente".

Atitude pejudicial

Atitude mediadora e saudável

Fazer a tarefa de casa pela criança para garantir a nota dez.

Deixar a criança fazer sozinha, permitindo que o professor veja as reais dificuldades dela.

Criticar ou gritar quando um copo de suco é quebrado por acidente.

Manter a calma e dizer: "Acontece. Como vamos limpar isso juntos?".

Elogiar apenas o resultado final ("Você é o melhor", "Você é genial").

Elogiar o esforço e o processo ("Gostei de ver como você insistiu mesmo estando difícil").

  
A mediação consiste em ajudar a criança a refletir sobre o erro. Em vez de dar a resposta pronta, o adulto deve fazer perguntas socráticas: "Por que você acha que a torre caiu?", "O que podemos fazer de diferente na próxima vez?", "Como você se sentiu com esse resultado?".

Conclusão: 

A infância é o laboratório da vida. É o único período em que os erros têm um custo social, financeiro e emocional relativamente baixo. Errar um cálculo na terceira série gera uma nota baixa; errar um cálculo estrutural na engenharia civil anos mais tarde pode desabar um edifício. Portanto, privar a criança do direito de errar em um ambiente controlado e acolhedor é privá-la do ensaio geral para a vida adulta.

Precisamos, urgentemente, resgatar a dignidade do erro em nossas casas e escolas. Quando acolhemos as falhas de nossos filhos e alunos com empatia e curiosidade investigativa, estamos ensinando a eles a lição mais valiosa de todas: a de que cair faz parte do caminho, mas a nossa capacidade de levantar, sacudir a poeira e recalcular a rota é o que nos torna verdadeiramente humanos, inteligentes e livres.

Jane Esther

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

CONHECER A VERDADE


“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)

Estas palavras de Jesus estão entre as declarações mais profundas e transformadoras de toda a Escritura. Elas foram pronunciadas a pessoas que acreditavam conhecer a Deus, mas que estavam presas a tradições humanas, enganos espirituais e ao orgulho do próprio coração. Cristo revelou que a verdadeira liberdade não é política, social ou emocional; ela é espiritual. O ser humano pode possuir riquezas, influência e conhecimento, mas continuar escravo do pecado. Por isso, Jesus declarou que existe apenas um caminho para a libertação genuína: conhecer a verdade.

A expressão “conhecereis a verdade” vai muito além de adquirir informação religiosa. Na Bíblia, conhecer significa experimentar, viver e relacionar-se intimamente. Deus declarou: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Oséias 4:6). Esse conhecimento não é meramente intelectual, mas uma compreensão que transforma a vida. Muitos conhecem doutrinas, textos bíblicos e conceitos teológicos, mas nunca permitiram que a verdade penetrasse profundamente em seu caráter. A verdade que Cristo apresenta não é apenas algo para ser estudado; é algo para ser vivido.

Jesus também afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6). Portanto, a verdade não é apenas um conjunto de ensinamentos; ela está personificada em Cristo. Conhecer a verdade é conhecer Jesus. E esse conhecimento produz transformação, pois está escrito: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Romanos 12:2). Quanto mais alguém contempla Seu caráter, Sua justiça, Seu amor e Sua santidade, mais é transformado à Sua imagem.

Cristo não disse que a verdade informaria, emocionaria ou impressionaria. Ele declarou que a verdade *LIBERTARIA*. Isso revela a condição natural da humanidade. O pecado aprisiona. A mentira aprisiona. O orgulho aprisiona. Os maus hábitos aprisionam. As paixões desordenadas aprisionam. Por isso Jesus acrescentou poucos versículos depois: “Todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34). Muitos imaginam ser livres porque fazem aquilo que desejam, mas a Bíblia ensina que quem é dominado pelo pecado tornou-se seu servo.

A verdadeira liberdade não consiste em fazer tudo o que se quer, mas em possuir poder para fazer aquilo que é correto diante de Deus. Por isso Paulo declarou: “Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” (1 Coríntios 6:12). Aquele que é controlado pelo apetite, pelos desejos pecaminosos, pelos vícios ou pelas paixões da carne pode professar ser livre, mas continua vivendo sob o domínio daquilo que o escraviza. A liberdade que Cristo oferece não é a permissão para seguir as inclinações do coração natural, mas o poder para vencer aquilo que antes dominava a vida.

A libertação prometida por Cristo ocorre quando a verdade divina quebra as correntes do erro. A Palavra de Deus possui esse poder. Jesus orou ao Pai dizendo: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (João 17:17). Quando as Escrituras são recebidas com humildade e submissão, o Espírito de Deus atua na mente, convence do pecado, conduz ao arrependimento e produz uma nova vida. A verdade não apenas revela o problema; ela apresenta a solução em Cristo.

A Palavra de Deus possui poder transformador, porque é “viva e eficaz” (Hebreus 4:12). Ela não atua apenas no exterior da vida. Ela alcança as regiões mais profundas do coração, revela pecados escondidos, expõe motivações egoístas, desmonta enganos acariciados e coloca o ser humano face a face com sua verdadeira condição espiritual. A verdade não apenas consola; ela também confronta. Não apenas encoraja; ela também corrige. Antes de libertar do pecado, ela revela a gravidade do pecado e a necessidade de um Salvador. Uma verdade apenas professada não transforma ninguém. Uma verdade obedecida molda o caráter para a eternidade.

Há pessoas que envelhecem na igreja sem jamais experimentar a liberdade que Cristo prometeu. Conhecem a verdade, mas não se submetem a ela. Ouvem sermões, estudam doutrinas e defendem a fé, mas continuam vencidas pelos mesmos pecados, hábitos e inclinações carnais de anos atrás. A verdade que não transforma o caráter é apenas conhecimento acumulado, não libertação. Não basta crer na verdade nem professá-la. É necessário que ela seja vivida diariamente e produza santificação no caráter. Muitos carregam o nome de cristãos, mas nunca permitiram que a verdade transformasse sua vida. Onde a verdade é recebida apenas pela mente, sem alcançar o coração, não há libertação verdadeira.

O mesmo sol que amolece a cera endurece o barro; da mesma forma, a verdade pode salvar ou condenar, dependendo da resposta humana. Quando alguém rejeita a luz recebida, torna-se mais resistente à voz de Deus. Quando a aceita, cresce em liberdade espiritual e produz os frutos de um caráter transformado.

Essa liberdade não significa ausência de lutas. Significa vitória em meio às lutas. Não significa ausência de tentações. Significa poder para resistir às tentações. Não significa independência de Deus. Significa dependência completa daquele que liberta. A verdadeira liberdade não consiste apenas em ser perdoado, mas em ser transformado. Deus não nos liberta para continuarmos os mesmos; Ele nos liberta para que sejamos santos. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). A verdadeira liberdade é viver reconciliado com Deus, livre da culpa do passado, livre da condenação do pecado e livre do domínio das paixões que escravizam a alma.

O grande conflito entre Cristo e Satanás é, em sua essência, um conflito entre a verdade e o engano. Desde o Éden, o inimigo trabalha para distorcer a Palavra de Deus. Cristo, porém, continua chamando homens e mulheres para a luz. Sua verdade revela o pecado, mas também revela o Salvador. Ela confronta, corrige, purifica e restaura. Ela derruba os sofismas diabólicos e as desculpas humanas para edificar um caráter semelhante ao de Cristo. “Para isso se manifestou o Filho de Deus para desfazer as obras do diabo” (1 João 3:8).

Hoje, o chamado divino continua ecoando com a mesma força. Cristo deseja libertar completamente aqueles que se rendem à Sua Palavra. Nenhuma corrente é forte demais para Seu poder. Nenhum hábito é profundo demais para Sua graça. Nenhuma prisão espiritual resiste à verdade quando ela é recebida com fé e obediência.

Recebamos a verdade de Deus não apenas na mente, mas também no coração. Permitamos que Cristo governe cada área de nossa vida. Como nos exorta a Palavra: “Deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia” (Hebreus 12:1). Não nos contentemos com uma religião de aparência, nem com o simples conhecimento da verdade. Busquemos a experiência da verdadeira libertação que Cristo oferece. A verdade que vem de Deus sempre conduz à transformação, e a transformação sempre conduz à verdadeira liberdade. Somente aqueles que permitem que a verdade os santifique hoje estarão preparados para viver eternamente na presença daquele que é a própria Verdade.

Por Adriano Santos
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sexta-feira, 19 de junho de 2026

OS DESAFIOS DE CRIAR FILHOS CRISTÃOS NOS DIAS DE HOJE

 

Criar filhos com base em princípios cristãos na atualidade é uma jornada recompensadora, mas que enfrenta um cenário cultural e tecnológico sem precedentes. O mundo digital e a rápida mudança nos valores sociais trouxeram novos obstáculos para os pais.

Aqui estão algumas das maiores dificuldades:

1 - Influência da tecnologia: A Geração Beta, composta por crianças nascidas a partir de 2025, crescerá em um mundo altamente digitalizado. A tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa, mas também exige discernimento para evitar que se torne um ídolo ou afaste os filhos dos valores cristãos.

Estratégias para  vencer esse desafio: 

Definir limites claros: Estabeleça horários para o uso de dispositivos eletrônicos e incentive momentos de desconexão.

Usar a tecnologia para fortalecer a fé: Aplicativos cristãos, devocionais digitais e vídeos edificantes podem ser usados para inspirar e ensinar.

Ensinar discernimento: Ajude seus filhos a avaliar criticamente conteúdos online à luz dos valores cristãos.

2 - Pressão social e relativismo moral: A sociedade moderna muitas vezes promove valores que podem entrar em conflito com a fé cristã. Ensinar princípios bíblicos em um ambiente onde tudo é relativo pode ser um grande desafio.

Estratégias para  vencer esse desafio: 

Fortalecer a identidade cristã: Ensine a importância de viver a fé com coragem e amor, sem medo de nadar contra a corrente.

Promover diálogos abertos: Incentive conversas sobre dilemas morais e ensine-os a buscar orientação na Bíblia.

Criar uma rede de apoio: Envolver os filhos em uma comunidade cristã saudável pode ajudá-los a enfrentar desafios externos.

3 - Equilíbrio entre disciplina e amor: A Bíblia orienta os pais a educarem seus filhos com amor e disciplina, mas encontrar esse equilíbrio pode ser difícil, especialmente diante das novas abordagens de educação que enfatizam a autonomia infantil.

Estratégias para  vencer esse desafio: 

Modelar um caráter cristão: Demonstre paciência, misericórdia e firmeza na correção, assim como Deus faz com Seus filhos.

Usar a disciplina construtivamente: Explique o propósito da correção e conecte-a aos princípios bíblicos.

Elogiar atitudes corretas: O reforço positivo pode ajudar seus filhos a compreender os benefícios de seguir valores cristãos.

4 - Manutenção da vida espiritual: Com rotinas cada vez mais aceleradas, pode ser difícil garantir que os filhos tenham tempo para oração, leitura bíblica e participação ativa na igreja.

Estratégias para  vencer esse desafio: 

Criar momentos de devoção em família: Separe um tempo para orar e estudar a Bíblia juntos.

Incentivar a prática da fé no cotidiano: Mostre que viver o cristianismo vai além de ir à igreja, manifestando amor e bondade no dia a dia.

Envolver-se em atividades cristãs: Incentive a participação ativa na igreja e em projetos que promovam o amor ao próximo.

Todos esses desafios são oportunidades para fortalecer a fé dos nossos filhos e ajudá-los a crescer espiritualmente. 

E ore por seus filhos todos os dias, para que Deus os faça guardar e aplicar, tudo que lhes tem sido ensinado, para que ele possam cumprir os propósitos de Deus e exprimentarem a boa agradável e perfeita   vontade de Deus.

                                                                                                

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Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias

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quinta-feira, 18 de junho de 2026

FILHOS EM CRISE



TESTEMUNHO DE ORAÇÃO DE UMA MÃE NA AMÉRICA

Eu conheci o grupo Mães em Oração pela primeira vez em uma rádio cristã quando era adolescente em Nova Jersey e decidi que, se Deus me permitisse casar e ter filhos um dia, eu queria fazer parte de um grupo.

Afinal, eu tinha uma mãe que orava por mim. Felizmente, ela ainda ora. Não considero suas orações como algo garantido. O fato de ela estar viva é uma dádiva de Deus.

Uma tragédia atingiu minha doce e feliz família quando eu tinha 11 anos. Tínhamos acabado de visitar nossos parentes na Índia quando meu pai, sofrendo com o fuso horário, adormeceu ao volante a caminho de casa, em Nova Jersey, vindo do aeroporto JFK. Com todos nós dormindo no carro, nosso sedã saiu da estrada, bateu em uma árvore e pegou fogo. Logo após o impacto, acordei e encontrei meus pais inconscientes, meus irmãos sem reação e nosso carro em chamas. Estávamos presos. Olhei para o céu noturno e clamei ao único a quem podemos recorrer quando tudo parece impossível, sussurrando uma oração: "Deus, por favor, nos ajude".

O Salmo 50:15 diz: “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.”

Deus, fiel a Si mesmo, ouviu meu clamor naquela noite, e eu vivo para declarar Seu louvor. Ele enviou pessoas para resgatar meu pai, meus irmãos e eu do incêndio. Mamãe estava presa no carro com o cinto de segurança derretido e emperrado, mas Deus enviou um motociclista não identificado para tirá-la do fogo momentos antes do carro explodir. Acreditamos que o motociclista era um anjo! Meu pai faleceu tragicamente naquela noite devido a uma hemorragia cardíaca, mas minha mãe, apesar de ter sofrido queimaduras em um terço do corpo, foi poupada e se voltou para Jesus em vez de qualquer outra coisa. Serei eternamente grata.

A vida em um lar monoparental apresentou muitos desafios, mas o Senhor foi nossa Rocha e a oração, nossa tábua de salvação. Aprendi que a oração nunca é em vão e que há poder em nossa concordância.

Foi por isso que procurei uma comunidade de mães que oram através do Moms in Prayer assim que meu marido e eu nos estabelecemos no Texas. Nos últimos 14 anos, tenho orado com as Escrituras pelos meus quatro filhos, acompanhando-os em diferentes escolas, mudanças de endereço e participando de diversos grupos. E Deus tem sido fiel em nos encontrar em cada um desses grupos, sempre.

Ao longo dos anos, tenho visto Deus curar, encorajar, redirecionar, prover cônjuges, trazer pecadores de volta para casa, responder a orações específicas e realizar milagres. Nada é impossível para Deus, e há poder quando oramos juntos!

Testemunhei esse mesmo poder ao longo dos últimos 20 anos na organização sem fins lucrativos de recuperação baseada na fé, na qual meu marido e eu atuamos. Fundada em 1958, a Adult & Teen Challenge possui centros nos Estados Unidos e em todo o mundo, que ajudam homens, mulheres e adolescentes a superar o vício e a disfunção. Como psicóloga atuando na Adult & Teen Challenge do Texas, acompanho as pessoas em sua dor. Ouço seus medos. Ajudo-as a lidar com suas mentiras, dúvidas e inseguranças.

Para aqueles que cresceram em famílias com dependência química, existe um legado devastador de trauma, instabilidade e caos. O lar é um lugar onde a violência é constante — palavrões, objetos arremessados, socos e agressões. Qualquer um pode te tocar, te pegar e te machucar. As crianças muitas vezes são deixadas à própria sorte. Adolescentes experimentam as mesmas substâncias que levaram seus pais, mas, uma vez que começam, não conseguem parar. Para uma criança presa no meio disso — esquecida, ignorada, negligenciada — a sensação é de total desesperança. Para uma criança que se encontra no meio disso tudo – esquecida, despercebida, negligenciada – a situação parece desesperadora.

Surpreendentemente, uma em cada quatro crianças nos EUA vive em um lar com um dos pais que sofre de abuso de substâncias. De acordo com a Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde dos EUA de 2023 (NSDUH), 48,5 milhões (16,7%) de americanos com 12 anos ou mais lutaram contra um transtorno por uso de substâncias no último ano, e mais de 18 milhões de crianças são afetadas pessoalmente pelo vício em seus lares.

Anos atrás, o Adult & Teen Challenge do Texas inaugurou um campus para Mulheres com Filhos, oferecendo um ambiente seguro e estável para mulheres em recuperação e seus filhos pequenos. Essas mulheres corajosas, durante o programa estruturado de um ano, muitas vezes aceitam a Cristo — a decisão mais importante para ajudá-las a se libertarem do vício e começarem a cuidar de seus filhos.

Em 2026, teremos o prazer de iniciar um grupo oficial de Mães em Oração para ensinar essas mães a orar com base nas Escrituras por meio de adoração, confissão, ação de graças e intercessão. Enquanto louvamos a Deus pelas mães que estão aprendendo a interceder por seus filhos em oração, reconhecemos os milhões de outras crianças nos EUA que não têm uma mãe que ore por elas e que enfrentam grande tristeza e sofrimento enquanto um dos pais luta contra o vício.

Por isso, convido você, mãe que ora, a interceder. Você também orará pelas crianças afetadas pelo vício?

Junte-se a nós em oração, mencionando 5 pontos de oração por essas crianças.

Proteção: O SENHOR te guardará de todo o mal; ele guardará a tua alma. O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre. Salmo 121:7-8

Provisão : O meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas em glória, em Cristo Jesus. Filipenses 4:19

Paz com Deus através de um relacionamento com Ele: Ajude essas crianças a saberem que são amadas, desejadas e vistas. Jesus disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam, pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.” Mateus 19:14

Os pais vêm ao Senhor e entregam seus bens: … abre-lhes os olhos e os converte das trevas para a luz e do poder de Satanás para Deus, para que recebam o perdão dos pecados e herança entre os santificados pela fé em Jesus. Atos 26:18

Mães que oram: Que Deus toque o coração das mães dessas crianças para que elas também se tornem mães que oram. “Eu orei por esta criança, e o Senhor me concedeu o que lhe pedi.” 
1 Samuel 1:27

Juntos, vamos levar crianças preciosas, afetadas pelo vício, aos pés de Jesus. Você se juntará a mim para responder ao clamor coletivo delas: "Mãe, você pode orar por mim também?"

(Por Dolly Thomas/ Moms in Prayer/Blog)

Dra. Dolly Thomas é esposa, mãe, psicóloga clínica. Ela tem a alegria de orar com o grupo Moms in Prayer desde 2011. Em 2013, fundou a Transform Counseling para levar o amor e a verdade de Deus a pessoas e famílias que sofrem. Desde 2009, Dolly tem se dedicado a servir a equipe e os alunos do Adult and Teen Challenge do Texas , onde supervisiona o programa HOPE Kids, que ajuda crianças a superar a dor por meio do encontro com Cristo.

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quarta-feira, 17 de junho de 2026

CRIANÇA TÍPICA, NEUROTÍPICA E ATÍPICA: ENTENDENDO DIFERENTES FORMAS DE VIVER A INFÂNCIA



A infância é uma fase de descobertas intensas, onde cada moldura de crescimento se desenha de forma única. No entanto, no ambiente escolar, nos consultórios e nas conversas sobre parentalidade, alguns termos têm ganhado merecido destaque: criança típica, neurotípica e atípica.

Embora pareçam rótulos complexos, essas palavras servem como ferramentas para compreender a diversidade do desenvolvimento humano. Longe de definir "melhor" ou "pior", entender esses conceitos nos ajuda a enxergar a infância com mais empatia, respeito e acolhimento.

1. O que é uma criança típica?
Quando os profissionais de saúde e educação falam em desenvolvimento "típico", eles estão se referindo ao que é esperado para a maioria das crianças dentro de uma determinada faixa etária, baseando-se em médias estatísticas.

Uma criança típica é aquela que atinge os marcos de desenvolvimento (como firmar a cabeça, andar, falar as primeiras palavras, interagir socialmente e processar estímulos sensoriais) dentro das janelas de tempo consideradas padrão pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse termo engloba tanto o desenvolvimento físico e motor quanto o neurológico. Dizer que uma criança é típica significa apenas que a sua jornada de crescimento segue a rota mais comum e esperada pela biologia e pela medicina descritiva.

2. Criança neurotípica vs. neurodivergente: O recorte do cérebro
Para entender os outros termos, precisamos fazer uma breve distinção que diz respeito especificamente ao funcionamento cerebral e neurológico. Aqui entram os conceitos da neurodiversidade.

Criança neurotípica: É a criança cujo desenvolvimento e funcionamento neurológico seguem o padrão considerado "predominante" ou regular na sociedade. O cérebro dela processa informações, emoções, estímulos sensoriais e interações sociais da forma como a maioria das pessoas processa.

Criança neurodivergente (ou neuroatípica): É aquela cujo cérebro funciona, se organiza e processa o mundo de uma maneira diferente do padrão esperado. Aqui não estamos falando de uma "doença", mas sim de uma configuração cerebral distinta. O Transtorno do Espectro Autista (TEA), o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), a dislexia e a inteligência/altas habilidades são exemplos de neurodivergências.

Nota de clareza: Toda criança neurotípica é uma criança típica. Porém, nem toda criança típica é neurotípica (embora na prática os termos frequentemente se cruzem).

3. O que é uma criança atípica?
O termo criança atípica é mais amplo. Ele é usado para acolher qualquer infância cujo desenvolvimento apresente desvios significativos — temporários ou permanentes — em relação aos marcos populacionais esperados.  
Uma criança pode ser considerada atípica por razões que vão além do funcionamento cerebral:
  • Atrasos globais do desenvolvimento: Demora acentuada para andar, falar ou coordenar movimentos.
  • Condições genéticas ou síndromes: Como a Síndrome de Down.
  • Deficiências físicas ou sensoriais: Perda auditiva, deficiência visual ou limitações motoras severas.
  • Neurodivergências: Conforme mencionado no tópico anterior (Autismo, TDAH, etc.).
Ser atípico significa que o caminho para aprender, se comunicar, se mover ou se emocionar exige um mapa diferente do tradicional.

4. O impacto do olhar atento e do diagnóstico precoce

Um dos maiores desafios para as famílias de crianças atípicas ou neurodivergentes é o processo de aceitação e a busca por respostas. É comum que os pais sintam medo ou frustração ao perceberem que o filho não acompanha o ritmo dos colegas de escola ou dos irmãos.

No entanto, o diagnóstico e a identificação da atipicidade não devem ser vistos como uma sentença, mas sim como uma chave de acessibilidade. É a partir do entendimento de como aquela criança funciona que pais, terapeutas e professores conseguem:
  • Mudar as expectativas: Parar de exigir da criança comportamentos que o cérebro ou o corpo dela ainda não estão configurados para entregar.
  • Oferecer intervenção precoce: Terapias como fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia ajudam a criança a desenvolver seu potencial máximo, respeitando seus limites.
  • Garantir direitos: O acesso a adaptações escolares e suporte legal transforma a experiência educacional da criança.
Adaptar atividades na educação infantil não significa criar uma tarefa totalmente nova e isolada para o aluno atípico, mas sim flexibilizar a atividade que toda a turma está fazendo para que ele possa participar ativamente. O objetivo principal é a inclusão e o respeito ao ritmo de cada um.

Aqui estão estratégias práticas divididas pelas necessidades mais comuns no dia a dia escolar:

1. Adaptações para crianças no espectro autista (TEA) ou com hipersensibilidade sensorial

Crianças neurodivergentes podem se sentir sobrecarregadas com excesso de estímulos visuais, sonoros ou texturas.
  • Rotina visual (Antecipação): Antes de começar qualquer atividade, use cartões com figuras (pictogramas) mostrando o passo a passo do que vai acontecer.  Exemplo: 1º Desenhar, 2º Guardar o lápis, 3º Lavar as mãos. Isso reduz drasticamente a ansiedade.
  • Adaptação de texturas: Se a atividade envolve tinta guache ou cola e a criança tem aversão ao toque úmido, permita que ela use pincéis, esponjas presas a prendedores de roupa, ou coloque a tinta dentro de um saquinho plástico transparente vedado para ela espalhar com os dedos por fora do saco.
  • Canto do silêncio: Tenha um espaço na sala com almofadas e abafadores de ruído para onde a criança possa ir se a atividade coletiva (como uma cantiga de roda) ficar barulhenta demais.

  • Iluminação e estímulo visual controlado (Redução de sobrecarga): Muitas salas de aula ou salas de Ministério Infantil possuem luzes fluorescentes muito fortes, cartazes excessivamente coloridos por todas as paredes e poluição visual, o que pode fazer com que a criança entre em um estado de "pane" ou crise por não conseguir filtrar tantos estímulos. Crie uma "Zona de Foco" na mesa da criança ou reduza a intensidade da luz na área onde ela senta (usando luminárias de luz quente/amarela mais suave em vez da luz geral do teto, se possível). Além disso, ao entregar atividades escritas ou de desenho, use uma folha em branco para cobrir as partes da tarefa que a criança não está fazendo naquele momento, deixando visível apenas o comando atual. Isso evita que ela se sinta sufocada com o excesso de informações na página.
  • Transições sinalizadas com estímulo sonoro suave (Previsibilidade de  mudança): Crianças no espectro autista costumam ter muita dificuldade para mudar de uma atividade para outra (por exemplo, parar de brincar com blocos para ir lanchar ou sentar para ouvir a história bíblica). O término abrupto de uma ação gera insegurança e desorganização emocional. Use um sinal sonoro previsível, suave e melodioso (como um sino dos ventos, um pequeno metalofone ou uma caixinha de música) 5 minutos antes de a atividade acabar. O educador pode cantar uma música curta de transição sempre no mesmo tom ou usar um cronômetro visual (ampulheta ou timer digital onde o tempo vai sumindo em vermelho). Avise de forma clara: "Quando o som do sininho tocar pela segunda vez, será a hora de guardar os blocos e sentar em círculo". O som suave substitui os comandos verbais repetitivos e foca a atenção da criança de forma respeitosa e previsível.

2. Adaptações para crianças com TDAH ou agitação motora
O foco dessas adaptações é segmentar o tempo e permitir o movimento sutil para manter a concentração.
  • Fracionamento de tarefas: Se a atividade da turma é colorir, recortar e colar, entregue uma etapa por vez. Diga: "Primeiro vamos apenas colorir esta parte". Folhas cheias de comandos visuais causam desistência imediata.
  • Assento dinâmico: Permita que a criança mude de postura. Ela pode fazer a atividade em pé em uma mesa mais alta, sentada em uma bola de pilates ou usando uma almofada inflável (disco de equilíbrio) na cadeira, o que permite que ela se mexa sem precisar levantar.
  • Comandos curtos e olho no olho: Em vez de dar uma instrução longa para a sala toda, vá até a mesa da criança, garanta o contato visual e dê uma instrução de cada vez. 
  • O Papel de "ajudante do dia" (Movimento funcional propositado): Crianças com agitação motora têm uma necessidade biológica de se movimentar. Em vez de lutar contra essa necessidade exigindo que fiquem estáticas, o educador pode direcionar o movimento de forma útil e positiva, transformando o que seria uma distração em cooperação. Insira pausas de movimento estratégico na rotina da criança. Sempre que notar que ela está atingindo o limite de tolerância para ficar sentada, dê a ela uma função física importante: "Você pode ir até a secretaria buscar este giz para mim?", "Ajude-me a recolher as Bíblias/livros dos colegas?" ou "Pode molhar a plantinha da janela?". Esse movimento funcional gasta o excesso de energia, regula o sistema nervoso da criança e faz com que ela retorne para a mesa muito mais focada, além de reforçar sua autoestima e sentimento de pertencimento.
  • Objetos de foco sensorial / "Fidget Toys" (Estímulo motor secundário): Para a criança com TDAH, manter as mãos ocupadas com um estímulo motor sutil e repetitivo ajuda o cérebro a filtrar as distrações do ambiente e a manter a atenção auditiva focada no educador (como durante a explicação da matéria ou a contação da história bíblica). Disponibilize pequenos objetos reguladores que não façam barulho para não distrair a turma. Exemplos excelentes: um pedaço de fita de velcro colado embaixo da mesa da própria criança (para ela passar os dedos na textura áspera), uma massinha de modelar firme, uma mola maluca pequena, ou um chaveiro de silicone com texturas. Combine a regra previamente com ela: "Este objeto serve para ajudar seus olhos e ouvidos a prestarem atenção no professor; ele deve ficar embaixo da mesa ou no seu colo, sem fazer barulho".
3. Adaptações para crianças com dificuldades motoras (Atipicidades físicas)
O foco aqui é dar autonomia para que a criança consiga segurar e manusear os objetos.
  • Engrossadores de lápis e giz: Use tubos de espuma (como aqueles de "espaguete" de piscina cortados) ou fitas adesivas grossas em volta de lápis, gizes de cera e pincéis. Isso facilita a preensão palmar para quem ainda não tem a pinça fina desenvolvida.
  • Estabilização do papel: Cole a folha de papel na mesa com fita crepe nas bordas ou use pranchetas. Se a criança tiver movimentos involuntários ou menor controle motor, o papel não vai escorregar ou rasgar enquanto ela tenta desenhar.
  • Tesouras adaptadas: Use tesouras com mola (que abrem sozinhas após o corte) ou tesouras de vai e vem, que exigem menos força muscular da mão.
  • Adaptação de livros e recursos pedagógicos (Páginas grossas ou com abas): Crianças com dificuldades na coordenação motora fina ou com fraqueza muscular nas mãos enfrentam uma barreira enorme em tarefas simples, como folhear um livro de histórias ou separar fichas de atividades. As páginas finas grudam e rasgam, gerando frustração.  Adapte os livros da sala e os materiais de leitura colando pequenos pedaços de EVA grosso, gotinhas de cola quente seca ou até prendedores de roupa pequenos na ponta de cada página. Isso cria um espaçamento físico entre as folhas (um relevo). Assim, a criança consegue passar a página usando a palma da mão ou apenas um dedo, sem precisar do movimento de pinça fina. O mesmo vale para jogos de encaixe: cole um pedaço de cortiça ou um botão de gaveta no verso das peças para que fiquem mais altas e fáceis de pegar.
  • Planos inclinados e limitadores de espaço (Ergonomia e controle): Escrever, pintar ou desenhar em uma mesa totalmente plana exige um esforço grande de controle do tronco, pescoço e braço. Além disso, crianças com espasticidade (músculos rígidos) ou movimentos involuntários frequentemente derrubam os gizes ou saem totalmente do limite do papel sem querer. Use um plano inclinado para as atividades visomotoras. Você pode improvisar isso facilmente usando uma pasta catálogo de plástico bem firme e grossa inclinada ou um fichário de três anéis virado de lado sobre a mesa. Fixar o papel nessa inclinação aproxima o campo visual da criança e melhora o ângulo do pulso para o traçado. Para ajudar a criança a pintar dentro do espaço, você pode criar "barreiras táteis": passe um cordão de barbante com cola branca ou cola relevo bem grossa ao redor do contorno do desenho. Ao passar o giz, a criança sente o limite físico e consegue frear o movimento da mão.
4. Adaptações para crianças com atraso na linguagem ou comunicação
  • Uso de pistas concretas: Em atividades de contação de histórias, use objetos reais. Se a história fala de uma maçã, mostre uma maçã de plástico ou de verdade. O suporte tátil e visual ancora o significado da palavra.
  • Comunicação alternativa (PECS): Permita que a criança responda a perguntas apontando para cartões de "Sim/Não" ou imagens que representem as opções (ex: apontar para a foto do brinquedo que ela quer usar).
  • Painel de escolhas por pareamento visual (Autonomia na rotina):  Crianças com dificuldades na fala muitas vezes se frustram ou manifestam comportamentos desafiadores simplesmente porque não conseguem verbalizar o que desejam fazer, o que querem comer ou com o que querem brincar. Crie um pequeno painel na altura dos olhos da criança com fotos reais dos cantos da sala ou dos brinquedos disponíveis (ex: uma foto do pote de massinha, uma dos blocos de montar, uma do livro). Na hora do brincar livre ou do lanche, em vez de fazer perguntas abertas como "O que você quer fazer agora?", apresente o painel. A criança pode escolher retirando a foto com velcro e entregando na mão do educador, ou simplesmente apontando. Isso valida o desejo da criança, reduz a ansiedade e associa a imagem visual à ação em tempo real.
  • Modelagem e expansão de vocabulário com suporte gestual (Linguagem corporal): Quando a criança com atraso de linguagem tenta se comunicar usando apenas uma palavra ou um som isolado, o educador não deve apenas aceitar passivamente, mas também não deve corrigi-la de forma punitiva. O segredo é devolver a fala correta de forma expandida, usando gestos claros.  Se a criança aponta para o filtro e diz apenas "Á", o educador faz o gesto de beber, olha nos olhos dela e expande a frase de forma simples e pausada: "Ah, você quer água! Vamos beber água". Associe sempre palavras-chave a gestos consistentes (como o sinal de "comer", "guardar", "esperar" ou "obrigado"). A linguagem gestual funciona como uma ponte: ela dá à criança uma forma de se comunicar imediatamente enquanto o aparelho fonador e a linguagem verbal ainda estão se desenvolvendo.
  • O Segredo do sucesso: Foco no processo, Não no produto
Na educação infantil, o mais importante é o processo de experimentar e interagir, e não se o desenho final ficou perfeito ou idêntico ao dos colegas. Mudar o olhar da perfeição para a participação transforma a experiência escolar de qualquer criança atípica.

Mais importante do que decorar os conceitos e siglas é entender que típico, neurotípica e atípica são apenas termos descritivos, não definidores do valor de um indivíduo.

Uma criança atípica tem os mesmos direitos fundamentais de brincar, ser amada, errar e evoluir que uma criança típica. O que muda é o tipo de suporte que cada uma precisa para florescer. Quando a sociedade deixa de tentar encaixar todas as infâncias na mesma fôrma, passamos a construir um mundo onde ser diferente é visto apenas como mais uma forma de ser humano.

(Jane Esther)

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segunda-feira, 15 de junho de 2026

O PERIGO DO FILHO PREDILETO



A Bíblia, em sua sabedoria eterna, nos alerta sobre os riscos de tratar os filhos com parcialidade. A predileção de pais por um filho em detrimento dos outros pode gerar profundas feridas emocionais, rivalidades e até desestruturações familiares. Um dos exemplos mais emblemáticos está na história de Isaque e Rebeca:

“E amava Isaque a Esaú, porque a caça era do seu gosto, mas Rebeca amava a Jacó.”
— Gênesis 25:28

Essa preferência explícita gerou uma rivalidade entre os irmãos que culminou em engano, fuga e dor. Jacó, favorecido por sua mãe, enganou o pai para receber a bênção que seria de Esaú. Esaú, por sua vez, ficou profundamente amargurado e desejou vingança.

 Consequências da Predileção

  • Divisão familiar: O favoritismo alimenta competição e ressentimento entre os irmãos.
  • Problemas emocionais: O filho não favorecido pode desenvolver baixa autoestima e sentimento de rejeição.
  • Distanciamento espiritual: A injustiça dentro do lar pode afastar os filhos da fé e da comunhão familiar.
  • Desvio do propósito divino: Deus tem planos para cada filho, e a parcialidade pode atrapalhar esse desenvolvimento.

Outros Exemplos Bíblicos

  • Jacó e José: Jacó amava José mais que os outros filhos, o que gerou inveja e levou os irmãos a vendê-lo como escravo (Gênesis 37:3-4).
  • Davi e Absalão: A falta de correção e atenção equilibrada contribuiu para a rebelião de Absalão contra o próprio pai (2 Samuel 13–15).

 Princípios Bíblicos para os Pais

  •  Efésios 6:4: “Pais, não irritem seus  filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.”
  • Provérbios 28:21: “Fazer acepção de pessoas não é bom; até por um bocado de pão o homem prevaricará.”
  • Malaquias 2:10: “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros?”
Conclusão:

A Reflita sobre a sua relação com seus filhos. Observe o modo como atende a cada um deles e repare se age com mais apreço com um em detrimento de outros. Se já são maiores, os próprios filhos poderão sinalizar se há um "predileto".

A missão dos pais é refletir o amor justo e imparcial de Deus. Cada filho é único e precioso aos olhos do Senhor. Demonstrar amor equilibrado, correção justa e atenção igualitária é essencial para construir um lar saudável, onde todos se sintam amados e valorizados.

Ore e peça a Deus para que você e seu cônjuge não tenham nenhum favorito, mas que amem aos filhos igualmente, sendo justos e equilibrados no tratamento de todos.

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

VOCÊ TEM FÉ?

   

Uma cidadezinha do interior sofria com uma grave seca que já durava vários meses. Os moradores já sofriam com a estiagem e já haviam pessoas que começavam a passar necessidades graves. Tudo faltava: Alimento, água, dinheiro…

Foi então que um grupo de crentes de uma igreja combinaram de fazer uma reunião de oração especial para pedir que Deus enviasse a chuva tão necessária naquele momento.

No dia combinado, todos iam chegando e se acomodando na igreja, aguardando que o pastor iniciasse aquele momento especial de clamor.

Num determinado momento, uma menina chama todas as atenções, quando entra na igreja de guarda-chuva à tira-colo, capa de chuva e bota de borracha.

Houve quem quisesse rir, mas logo a “ficha caiu”:

Eles estavam diante da mais genuína demonstração de fé daquela criança;
demonstração essa, que não se viu em nenhum dos adultos crentes ali reunidos.

(Extraido do site https://www.esbocandoideias.com/)

Nós oramos, clamamos, mas será que temos fé, a fé genuína dessa criança que tem a certeza da chuva após a oração?

Precisamos exercitar essa fé e orar para que nossos filhos creiam com todo coração no poder Deus e saibam que muitas vezes terão que primeiro por o pé, para Deus então, fazer o caminho.

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

O SEGREDO DA SABEDORIA HUMANA




"Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria." - 1 Reis 10:23

Todos sabemos, pelas escrituras que o rei Salomão foi o homem mais sábio e mais rico da sua época , e sabemos também a origem de toda sua sabedoria: ela lhe foi dada por Deus.
Deus apareceu em sonho a Salomão e lhe perguntou o que ele queria que Ele lhe desse.

E Salomão lhe pediu: da-me um coração entendido para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal. E Deus lhe concedeu o coração tão sábio que não houve outro igual, nem antes, dele e nem depois dele .(1Reis 3:5-13)

Salomão foi o mais sábio e poderoso rei diante do mundo, teve muitas mulheres, desfrutou dos maiores prazeres que o mundo antigo podia oferecer e ofertar!!!

Porém, depois de viver uma vida longa cheia de riqueza, poder e honra, Salomão na sua velhice, percebeu e revelou que tudo o que o homem busca ao longo de sua vida, como riqueza, prazeres, alegrias, na verdade, não vale a pena e não preenche nem satisfaz o coração

Mas, como alguém que desfruta de todas as melhores coisas que há no mundo, e, mesmo assim, diz que nada vale a pena? 

Salomão, em todo o livro de Eclesiastes, nos alerta que tudo do que há do bom e do melhor nesse mundo não vale a pena, se não temermos a Deus de todo nosso coração e guardarmos Seus mandamentos!!!

Porquê nenhuma riqueza, poder e honra neste mundo é melhor do que Deus tem para nós. Deus tem a eternidade para nós !!!

"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. 

Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." - Eclesiastes 12:13-14

Oremos para que nossos filhos se lembrem que não há nada mais importante do que conhecer a Deus e obedecê-lo.

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