Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

domingo, 26 de julho de 2026

A COMUNICAÇÃO ENTRE PAIS E FILHOS NA ERA DIGITAL

PREFIRO BRINCAR DENTRO DE CASA PORQUE É ONDE HÁ TOMADAS". (menino de 9 anos de idade) 

A era digital está transformando o mundo à nossa volta. O ritmo da vida está cada vez mais frenético. As modalidades de trabalho se apresentam em novos formatos, que vão extinguindo outros, na medida em que surgem novas profissões fomentadas pelas facilitações das tecnologias digitais. A obtenção e troca de informações também contribuem para essa transformação, pois os botões e as telas geram rapidez, praticamente instantâneas, nas atualizações do que acontece no mundo.

As principais transformações se mostram na modificação do comportamento humano e nos relacionamentos entre as pessoas.

Acessar telas virou uma nova rotina. Clicar e deslizar os dedos vai-se tornando em hábito que permeia todos os espaços do cotidiano.

As formas de conversar e interagir perpassam pelas redes sociais e os aplicativos vão gradativamente ocupando o lugar do toque, do beijo, do abraço e do olho no olho.

Acessar telas vai-se transformando num hábito de distração para o tédio e as frustrações. Apertar botões parece ser mais fácil do que processar e monitorar as emoções difíceis.

Crianças e adolescentes utilizam dispositivos, videogames e a internet, em idades cada vez mais precoces, a cada momento e em qualquer lugar.

Os pais da atual geração de crianças e adolescentes, também nativos digitais, nem sempre percebem as mudanças e suas influências para o desenvolvimento de seus filhos. Muitas vezes demonstram falta de bom senso devido a pouca informação adequada, ou até mesmo inexistente.

Cenários e pessoas reais se tornam desinteressantes diante de cenários e pessoas virtuais. Esse fato contribui significativamente para o distanciamento entre os cônjuges.

O enfraquecimento dos vínculos se estabelece na medida em que as relações se tornam cada vez mais objetais e descartáveis.

A reunião familiar ocorre mais em torno do celular, do que em torno de uma mesa posta. Conectados, porém desconectados, juntos, porém separados, pelo comportamento de ausência produzido com o constante uso de tecnologia digital.

Há um aumento do excesso de exterioridade. Uma sensação de que se existe somente pelo número de curtidas/likes/visualizações recebidas em alguma postagem em rede social ou canal.

A “celebrização” dos filhos, que parte de um interesse por parte dos pais de ter um (a) filho (a) com fama, para dela usufruir, inclusive financeiramente.

O aumento de ansiedades e depressões, podem também ter como base:
(a) As restrições de sono devido a luz refletiva pelo visor, que reduz a produção do hormônio indutor do sono, a melatonina. A falta de produção da melatonina dificulta a condição de adormecer e favorece o aumento dos despertares noturnos na madrugada. A má qualidade do sono também interfere na solidificação das memórias e dos aprendizados obtidos ao longo do dia. 
(b) A intolerância ao que é entediante e frustrante. Esse aspecto fica evidente em crianças que utilizam tecnologia em excesso. Diante de exposição prolongada a jogos que dão pontos, por exemplo, ocorre liberação considerável de dopamina, que é um hormônio neurotransmissor cerebral do bem-estar. Nada de errado com a liberação desse hormônio. No entanto, a dificuldade se estabelece pelo fato de que não é liberada de forma tão intensa em outras ocasiões. Diante do que os cenários da vida real podem se tornar entediantes, incluindo a escola, os estudos, bem como a vida social e familiar.

Certamente há benefícios no uso das tecnologias digitais, mas se não houver informação adequada e bom senso quanto ao uso, é possível que os malefícios se sobreponham aos benefícios.

Além disso ainda tem as questões de segurança. A internet pode ser um vasto território de interatividade e de importantes aprendizados, no entanto, também pode ser uma terra sem lei, em que coabitam gente de bem com gente extremamente mal intencionada.

Diante desse cenário:
Será que a abordagem da educação de filhos mudou drasticamente por causa do acúmulo de informações, acesso à internet, redes sociais, Fake News, entre outros?

Como pais e filhos podem estabelecer uma comunicação efetiva e saudável?

Como os pais podem lidar com toda essa multiplicidade de informação provinda do mundo virtual?

O que dizem os especialistas sobre o assunto?

INDICADORES DE PESQUISA

A Sociedade Brasileira de Pediatria destaca, no manual para saúde de crianças e adolescentes na era digital (2016, p. 2)[1], que:

Os estudos científicos comprovam que a tecnologia influencia comportamentos através do mundo digital, modificando hábitos desde a infância, que podem causar prejuízos e danos à saúde. O uso precoce e de longa duração de jogos online, redes sociais ou diversos aplicativos com filmes e vídeos na Internet pode causar dificuldades de socialização e conexão com outras pessoas e dificuldades escolares; a dependência ou o uso problemático e interativo das mídias causa problemas mentais, aumento da ansiedade, violência, cyberbullyng, transtornos de sono e alimentação, sedentarismo, problemas auditivos por uso de headphones, problemas visuais, problemas posturais e lesões de esforço repetitivo (LER); problemas que envolvem a sexualidade, como maior vulnerabilidade ao grooming e sexting, incluindo pornografia, acesso facilitado às redes de pedofilia e exploração sexual online; compra e uso de drogas, pensamentos ou gestos de autoagressão e suicídio; além das “brincadeiras” ou “desafios” que podem ocasionar consequências graves e até o coma por anóxia cerebral ou morte.

Nesse universo, pais reconhecem que os filhos usam muito smartphones, mas também admitem que também usam muito seus telefones celulares.

O uso demasiado das tecnologias digitais instaura novas compulsões na atualidade, em vícios sem substâncias, pela dependência de telas[2].

O QUE DIZEM AS LEIS?

A Declaração Universal dos Direitos da Criança[3], foi o documento elaborado em 20 de novembro de 1959, pela ONU (Organização das nações Unidas), que delineou dez princípios fundamentais, visando assegurar os direitos da criança, chamar atenção dos pais, das organizações voluntárias, autoridades locais e governos nacionais, para o reconhecimento dos direitos e empenho em sua aplicação. Especialmente chama a atenção o princípio de número 6, que estabelece que a criança deverá crescer num ambiente de amor, compreensão, afeto e segurança moral e material, cuidada sob a responsabilidade de seus pais.

A Constituição Federal Brasileira[4], estabelecida em 1988, assegura no artigo 227º a proteção integral da criança e do adolescente. Estipula que:

É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança , ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda a forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

O estatuto da criança e do adolescente (ECA)[5], na Lei no 8069 de 1990, em seus artigos 240 e 241 descreve como crime a produção de fotos, imagens ou transmissão de conteúdo com cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo crianças e adolescentes.

Em 2014 surge a Lei nº 12.965, como um marco civil da internet. No artigo 29º destaca a necessidade do controle e vigilância por parte dos pais e a educação digital, como formas de proteção frente as mudanças tecnológicas, levando em conta especialmente os impactos provocados nas famílias e nas rotinas e vivências das crianças e adolescentes. Porém, tanto os pais como os educadores nas escolas precisam aprender como exercer esta mediação e serem alertados sobre os riscos e os limites necessários para assumirem esta responsabilidade. [6]

Enfatizando o papel dos pais perante o Estatuto da Criança e do Adolescente, o juiz Luiz André Reis Lacerda (2013)[7] comenta:

Parece óbvio que o mundo de hoje não é o de antigamente em que filhos tinham um ‘temor reverencial’ aos pais e a rebeldia própria da adolescência não se confundia com filhos agredindo e até assassinando seus pais, como frequentemente tem noticiado a mídia. Entretanto, não se pode com isto simplesmente ‘lavar-se” as mãos, atribuir a culpa de tudo para fatores fora da família e acharmos que uma solução mágica irá resolver todos os problemas inerentes à criação dos filhos da noite para o dia. A solução, como intuitivo, precisa passar primeiro pela conscientização geral e cada vez maior que cada pai deve ter pela criação de seus filhos e que esta tarefa não pode ser tida como delegável, cabendo aos pais um cuidado diuturno com cada ato, com a educação permanente, e com o planejamento do futuro que se quer para seus filhos. Assim, pode-se perceber que é dever dos pais ou responsáveis legais a educação de sua prole, sem se poder argumentar que crianças e adolescentes podem fazer tudo o que desejam sem respeitar a autoridade daqueles que exercem o poder familiar.

O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS?

A Sociedade Brasileira de Pediatria elaborou um manual para saúde de crianças e adolescentes na era digital [8]e recomenda:

O tempo de uso diário ou a duração total/dia do uso de tecnologia digital seja limitado e proporcional às idades e às etapas do desenvolvimento cerebral-mental-cognitivo-psicossocial das crianças e adolescentes.

Para crianças com menos de dois anos de idade deve-se desencorajar, evitar e até proibir a exposição passiva em frente às telas digitais, com exposição aos conteúdos inapropriados de filmes e vídeos, principalmente, durante as horas das refeições ou 1-2 h antes de dormir.
Para crianças entre 2 a 5 anos de idade deve-se limitar o tempo de exposição às mídias ao máximo de 1 hora por dia.

Crianças entre 0 a 10 anos não devem fazer uso de televisão ou computador nos seus próprios quartos.

Adolescentes não devem ficar isolados nos seus quartos ou ultrapassar suas horas saudáveis de sono às noites (8-9 horas/noite/fases de crescimento e desenvolvimento cerebral e mental). Estimular atividade física diária por uma hora.

Crianças menores de 6 anos precisam ser mais protegidas da violência virtual, pois não conseguem separar a fantasia da realidade.

Jogos online com cenas de tiroteios com mortes ou desastres que ganhem pontos de recompensa como tema principal, não são apropriados em qualquer idade, pois banalizam a violência como sendo aceita para a resolução de conflitos, sem expor a dor ou sofrimento causado às vítimas, contribuem para o aumento da cultura de ódio e intolerância e devem ser proibidos.

Estabelecer limites de horários e mediar o uso com a presença dos pais para ajudar na compreensão das imagens. Equilibrar as horas de jogos online com atividades esportivas, brincadeiras, exercícios ao ar livre ou em contato direto com a natureza.

Conversar sobre as regras de uso da Internet, configurações para segurança e privacidade e sobre nunca compartilhar senhas, fotos ou informações pessoais ou se expor através da utilização da webcam com pessoas desconhecidas, nem postar fotos íntimas ou nudes, mesmo com ou para pessoas conhecidas em redes sociais.

Monitorar os sites, programas, aplicativos filmes e vídeos que crianças e adolescentes estão acessando/visitando/trocando mensagens, sobretudo em redes sociais. Manter os computadores e os dispositivos móveis em locais seguros, e ao alcance das responsabilidades dos pais (na sala) ou das escolas (durante o período de aulas).

Usar antivírus, antispam, antimalware e softwares atualizados ou programas que servem de filtros de segurança e monitoramento para palavras ou categorias ou sites. Alguns restringem o tempo de uso de jogos online e o uso de aplicativos e redes sociais por faixa etária. Ainda assim, é importante explicar com calma e sem amedrontar as crianças e adolescentes sobre quais são os motivos e perigos que existem na Internet, espaço vazio e virtual e onde nem tudo é o que parece ser!

Aprender / Ensinar a bloquear mensagens ofensivas ou inapropriadas, redes de ódio, violência ou intolerância ou vídeos com conteúdos sexuais e como denunciar cyberbullying no disque-denúncia no número de telefone 100.

Conversar sobre valores familiares e regras de proteção social para o uso saudável, crítico, construtivo e pró-social das tecnologias usando a ética de não postar qualquer mensagem de desrespeito, discriminação, intolerância ou ódio. Desconectar. Dialogar. Aproveitar oportunidades aos finais de semana e durante as férias para conviver com a família, com amigos e dividir momentos de prazer sem o uso da tecnologia, mas com afeto e alegria.

Os pais devem: Estabelecer regras e limites bem claros “concordantes” sobre o tempo de duração em jogos por dia ou no final de semana; Discutir francamente qualquer mensagem ofensiva, discriminatória, esquisita, ameaçadora ou amedrontadora, desagradável, obscena, humilhante, confusa, inapropriada ou que contenha imagens ou palavras pornográficas u violentas típicas das redes de intolerância ou ódio e como fazer para bloqueá-la; Verificar a classificação indicativa para games, filmes e vídeos e conteúdos recomendados de acordo com a idade e compreensão de seus filhos, em normas técnicas e guias práticos para todas as famílias e também acessíveis online; Conversar com seus filhos sobre a Internet e também sobre as redes sociais e quais os sites que são mais apropriados, de acordo com o desenvolvimento e a maturidade de cada um, compartilhando o uso positivo das tecnologias digitais com seus filhos nas tarefas de rotina ou lazer, mas sem invadir os espaços e as mensagens de cada um. Fazer uma lista de sites recomendados, conversar sobre os perigos e riscos da Internet ou encontros com pessoas desconhecidas em redes sociais ou fora delas.

A COMUNICAÇÃO ENTRE PAIS E FILHOS

Era digital ou não, a comunicação entre pais e filhos sempre foi um desafio importante. Popularmente até se fala que o principal problema das famílias é a falta de comunicação. As evidências para essa inferência apontam para pouca conversa verbal ou, em grande parte a ausência dela. Ou seja, as lacunas verbais, entre os membros familiares, são comumente compreendidas como falta de comunicação. No entanto, estudos sobre a comunicação humana apontam que a ausência de comunicação verbal não é equivalente a falta de comunicação. Pois, comunicar envolve uma variante de elementos comunicacionais que ultrapassam em muito a fala verbal. Esse aspecto levou os pesquisadores[9] sobre a comunicação humana a formular um axioma fundamental: Não é possível deixar de comunicar-se! Esse axioma pressupõe que em qualquer relação humana há algum tipo de comunicação em andamento e que ultrapassa a fala verbal. Dessa forma, a comunicação humana não significa simplesmente transmitir informações verbais, mas envolve toda a conduta, que inevitavelmente afeta a relação contextual em que pessoas interagem.

Portanto, o principal problema das famílias não é a falta de comunicação. O que falta, na realidade, é o diálogo, que é um falar e escutar em reciprocidade. Mas, não é qualquer fala e escuta. A fala deve ser assertiva, em que se tem o direito de dizer o que se sente e o que se pensa, mas deve-se fazê-lo sem atropelar os outros. A escuta deve ser empática, de forma a levar em consideração a perspectiva dos outros também.

O exercício do diálogo tem especial sentido para a vida familiar, pois permite que os membros familiares convivam de forma interativa, em que levam em consideração as perspectivas de uns aos outros no respeito e amor.

O diálogo favorece os acordos, desfaz mal-entendidos, dissolve as mágoas e implementa regras e limites mais justos para a convivência familiar. Em se tratando do uso de tecnologias digitais, a relação dialógica é o recurso mais importante para estabelecer rotinas e regras saudáveis, que beneficiem a todos os membros da família.

No entanto, caso os pais não ensinarem pela sua conduta, o acordo verbal poderá ter pouca efetividade.
Importante ainda destacar que a responsabilidade pela monitoria das irritações, dos aprendizados e da dinâmica familiar são os adultos da casa, ou seja, o pai e a mãe.

O diálogo mantem o canal aberto entre pais e filhos, o que incentiva a reflexão e melhor a interação familiar. A falta do diálogo pode deixar os filhos desamparados e não terem para onde levar suas dúvidas, preocupações ou para um conselho diante de uma sensação ou angústia pela qual estão passando. Espera-se que os pais sejam mais maduros, de forma que possam dar segurança para seus filhos.

O universo digital é como a rua, onde tem pessoas de todos os tipos, boas e más, também tem perigos aparentes e escondidos. Por isso, os pais devem manter esse assunto atualizado nas conversas familiares. Conversar e compartilhar ideias promove maior sobriedade e interatividade sobre o assunto.

ALGUMAS DICAS PRÁTICAS
Leve seu filho para conviver com a natureza. O contato com a natureza ajuda a relaxar, a lidar melhor com as emoções e facilita o desenvolvimento da inteligência espiritual. O déficit de natureza tem sido reconhecido como um dano para a saúde física, emocional, relacional e espiritual. Inclua a natureza na vida da sua família. Um piquenique pode ser uma boa ideia.

Cuidar da comunicação familiar com coisas simples, como conversas durante o jantar, refeições sem celular. Desligar as mídias para que conversas sejam promovidas de forma espontânea. Desligar para LIGAR. Desconectar para CONECTAR.

Mantenha o contato físico, do olhar, do toque, do carinho e do afeto ao invés de mensagens de texto e emojis.

Recupere a convivência familiar.

Conte histórias.

Construa um ambiente agradável. Essa construção é da responsabilidade dos pais, que devem dar o exemplo no controle e monitoria de suas emoções.

Seja exemplo para seu (s) filho (s) no uso adequado das tecnologias digitais. Os adultos precisam dar o exemplo. Pais imersos e absortos em seus celulares podem gerar pouca conexão emocional, os vínculos familiares podem se tornar fragilizados e maiores conflitos podem surgir na família, que tendem a aumentar, na medida em que os filhos crescem.

OLHE NOS OLHOS! AME! ABRACE! ESCUTE! CONVERSE! BRINQUE JUNTO! SORRIA! HARMONIZE! PARTICIPE DA VIDA DE SEU FILHO (A)!

DESLIGUE AS TELAS E PERCEBA QUEM É O SEU FILHO!

EDUQUE SEU FILHO – NISSO HÁ ESPERANÇA!

(Por Clarice Ebert, Psicóloga,Terapeuta Familiar, Mestre em Teologia, Professora, Palestrante, Escritora. Membro e docente de EIRENE do Brasil e do CPPC - Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos)


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:
https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo
Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.

terça-feira, 21 de julho de 2026

CINCO BRINCADEIRAS PARA FAZER NAS FÉRIAS


 
Após um semestre escolar de muita dedicação, em que aprofundaram conhecimentos e aprimoraram a noção de responsabilidade, os estudantes têm uma pausa dessa rotina. As férias de julho trazem espaços muito maiores para o descanso, com maior flexibilidade de horários e, naturalmente, oportunidades para se divertir.

O momento de brincar é um direito de todas as crianças e, no recesso escolar, deve ser o principal foco dos seus dias. Nessa fase tão importante de crescimento, as famílias devem promover atividades variadas, aproveitando em conjunto o tempo de qualidade. No século XXI, é fundamental buscar programas que não dependam das telas, priorizando a criatividade e o bem-estar das crianças.

As famílias devem aproveitar as férias para sair da rotina e testar brinquedos e atividades diferentes. Além de divertidos, esses momentos estimulam a criatividade e a união entre os participantes. Confira cinco brincadeiras para o período:

1 - Montar uma "galeria de arte":

Você vai precisar de um barbante e grampos de pendurar roupa. Basta fixar o barbante em uma parede (pode usar uma fita ou dupla-face), de preferência na altura da criança, para ela interagir com o mural livremente. Depois, escolham juntos os trabalhos ou desenhos que querem pendurar, a fim de os deixar em exposição.

2- Cozinhar em família:

Bolo, cupcake, biscoitos ou cookies. As opções são muitas na hora de cozinhar em família, com receitas simples o bastante para o acompanhamento dos pequenos. As crianças adoram especialmente colocar a mão na massa e se sujar um pouco, como aprender a quebrar os ovos. Após isso, comer em conjunto é bastante gratificante.

3- Mímica:

Nesse jogo, uma pessoa deve fazer mímica (gestos e ações) sem dizer uma palavra para que os demais adivinhem o que a pessoa está representando. A atividade é bastante antiga e demanda o exercício da criatividade, o que pode engajar pessoas de diferentes idades. As sessões podem ser divididas em categorias como personagens, objetos, animais, dentre outras possibilidades.

4- Acampamento ou piquenique:

Mesmo sendo brincadeiras que geralmente são feitas em áreas externas, é possível improvisar e fazer um piquenique ou acampamento até mesmo dentro de casa. Montar um camping ou definir a alimentação de um piquenique estimulam a cooperação de todos para ter um bom resultado. Para facilitar os processos, o ideal é dividir as tarefas entre os participantes, enfatizando que, ao final, as ações individuais se tornam coletivas e são fundamentais para o resultado. Dessa forma, a imaginação e a resolução de problemas são bastante estimuladas.

5- Passa a bola:

Ideal para brincar na piscina, essa brincadeira não tem limites para o número de jogadores: quanto mais pessoas, mais divertido! Em uma fila, a bola é passada de um para o outro, podendo ser por cima da cabeça e por debaixo das pernas. O último da fila deve nadar até o início e recomeçar a brincadeira até que todos voltem para a posição que estavam no começo do jogo. Para ficar ainda mais interessante, dividir-se em duas equipes permite que se comece uma competição.

Com essas cinco brincadeiras, a diversão é garantida – e o melhor, fugindo da rotina e das telas dos aparelhos eletrônicos. E aí, qual dessas indicações a sua família vai fazer primeiro nessas férias?


(Blog do Colégio Rio Branco)


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Ludmila Sanches)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:

https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

O VALOR DA AMIZADE


A amizade verdadeira é um dos maiores presentes que Deus concede ao ser humano. Na correria do dia a dia, muitas vezes reduzimos as conexões a interações superficiais em redes sociais. No entanto, a Bíblia nos convida a enxergar a amizade sob uma perspectiva muito mais profunda: como um reflexo do próprio amor de Deus por nós.

O Alicerce da Amizade Cristã

A verdadeira amizade não nasce de interesses mútuos ou de conveniências momentâneas. Ela se sustenta na lealdade e no sacrifício. O livro de Provérbios resume essa constância de forma perfeita: "Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão." (Provérbios 17:17) 

Diferente das relações passageiras, o amigo bíblico permanece presente tanto nos momentos de celebração quanto nos dias de dor. A amizade converte um conhecido em um irmão de alma.


O Exemplo Prático: Jônatas e Davi

Uma das narrativas mais belas das Escrituras sobre esse tema é a aliança entre Jônatas e Davi. Mesmo diante de crises políticas, perseguições e da fúria do rei Saul (pai de Jônatas), o vínculo entre os dois permaneceu inabalável. "E Jônatas fez uma aliança com Davi, porque o amava como a si mesmo." (1 Samuel 18:3)

Essa história nos ensina que o amigo autêntico: 

Protege em vez de competir.

Celebra o sucesso do outro, mesmo quando isso exige abrir mão dos próprios privilégios. 

Apoia os propósitos que Deus tem para a vida do próximo.


O Aperfeiçoamento Mútuo

Deus utiliza os amigos como instrumentos de santificação e crescimento pessoal. O convívio com pessoas sábias nos molda e nos corrige. "Como o ferro com o ferro se afia, assim o homem afia o rosto do seu amigo." (Provérbios 27:17)

Um amigo de verdade não é aquele que apenas concorda com tudo o que fazemos, mas aquele que tem a coragem e o amor necessários para nos confrontar quando estamos errados, ajudando-nos a ser pessoas melhores.


Jesus: O Maior Modelo de Amigo

O ápice da teologia da amizade se manifesta em Jesus Cristo. Ele elevou seus discípulos de uma posição de servos para a posição de amigos, revelando-lhes os segredos do Pai.

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13) Jesus não apenas falou sobre amizade, Ele a viveu intensamente. Ele chorou a morte de seu amigo Lázaro, jantou na casa de amigos e, finalmente, entregou Sua própria vida na cruz por amor a nós. Ele é o amigo que nunca falha, que escuta nossas orações e caminha conosco no deserto.


Momento de Meditação

Gratidão: Lembre-se de dois ou três amigos que Deus colocou em sua vida. Agradeça a Ele por essas pessoas em sua oração hoje.

Autoexame: Que tipo de amigo você tem sido? Você tem sido o "ferro que afia" ou tem se afastado nos momentos de angústia?

Presença: Como você pode cultivar uma amizade mais profunda com Jesus nesta semana, dedicando tempo para conversar com Ele em oração?

Oração: Senhor, obrigado pelo dom da amizade. Ajuda-me a ser um amigo leal, paciente e presente. Que os meus relacionamentos glorifiquem o Teu nome e que eu saiba valorizar aqueles que caminham ao meu lado. Acima de tudo, obrigado por seres o meu amigo mais fiel. Amém.


Comunicação e Presença Ativa

Para fortalecer uma amizade e torná-la mais profunda, é preciso transformar o afeto em ações intencionais. Abaixo, estão listadas atitudes práticas, baseadas em princípios de cuidado e na sabedoria bíblica, para você aplicar no seu dia a dia:

Inicie o contato: Não espere o outro procurar. Envie uma mensagem apenas para saber como a pessoa está.

Pratique a escuta atenta: Quando o amigo falar, guarde o celular. Ouça para compreender, não apenas para responder.

Monitore datas importantes: Lembre-se de aniversários, exames médicos ou reuniões difíceis e envie uma palavra de apoio.

Apoio Prático e GenerosidadeOfereça ajuda específica: Em vez de dizer "se precisar de algo, me avise", mude para "posso levar o jantar para você hoje?". 

Compartilhe o tempo: Reserve um momento na agenda para um café, uma ligação de vídeo ou uma caminhada juntos.

Abençoe com pequenos gestos: Surpreenda o amigo com um doce favorito ou um livro que lembre a história de vocês.

Alinhamento Espiritual e Emocional, Ore pelo seu amigo: Pergunte quais são os motivos de oração dele hoje e ore por essas causas especificamente.

Fale a verdade com amor: Seja o "ferro que afia". Dê conselhos honestos quando notar que o outro está prestes a errar.

Pratique o perdão rápido: Não guarde mágoas de pequenos mal-entendidos. Resolva os conflitos com conversas diretas e acolhedoras.

Validação e Celebração, Elogie com sinceridade: Reconheça publicamente e no privado as virtudes, o talento e o caráter do seu amigo.

Comemore as vitórias: Seja a pessoa que vibra com o sucesso, a promoção ou a conquista dele, sem espaço para inveja.

Demonstre gratidão: Diga explicitamente o quanto a presença dele é importante e como a vida é melhor por causa dessa união.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: +55 21 992120548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:
https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo


Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.
 

domingo, 19 de julho de 2026

MEU FILHO NÃO QUER VOLTAR PARA A ESCOLA. E AGORA?


As férias escolares costumam ser o momento mais incrível do ano para os pequenos e pequenas: viagens, muitos passeios, diversão, bricadeiras e sem horário para dormir ou fazer a lição de casa! Mas como tudo que é bom, dura pouco. E agora, meu filho não quer voltar para a escola! Diante dessa situação, o que fazer? Como apoiar e incentivar as crianças na volta às aulas? Se você também está enfrentando dificuldades com essa readaptação escolar, acompanhe o texto abaixo e confira nossas dicas!

Os desafios da volta às aulas


Acordar cedo, arrumar o material escolar, tomar o café da manhã, enfrentar o trânsito, despedir-se dos adultos, reencontrar colegas e professores e estudar novas matérias. Ufa! A rotina escolar pode ser bastante cansativa, não é mesmo? E pode ser também um presente para muitos alunos e alunas! Principalmente, para aqueles que amam voltar para a escola a cada início do ciclo letivo.

Porém, para muitas famílias, a volta às aulas pode ser um grande desafio. Por vezes, não é fácil voltar à rotina, aos mesmos caminhos e aos horários mais rígidos. No entanto, para além das dificuldades habituais dessa adaptação, há situações que demandam maior atenção dos pais, mães e pessoas responsáveis, além dos próprios educadores.

Por isso, antes de mais nada, é necessário identificar os medos das crianças e investigar os motivos da recusa escolar. O que está gerando insatisfação ou insegurança naquela criança? Por que ela não se sente mais à vontade na escola? Somente a partir de tais respostas, será possível apoiar os pequenos e pequenas. E caso seja necessário, não hesite em procurar ajuda profissional, tudo bem?

Por que é importante voltar para a escola?

É bastante importante que as crianças e os adolescentes estejam na escola, e não somente para aprender o que está no currículo escolar. Isso porque a escola é um espaço fundamental para a socialização dos pequenos e pequenas, já que permite a convivência, o contato com a diversidade, a troca de conhecimentos e a construção de vínculos, por exemplo.

É na escola que as crianças têm seus direitos assegurados (afinal, criança não trabalha!), aprendem a conviver em sociedade e a reconhecer e respeitar as diferenças. Nesse sentido, embora a readaptação escolar seja difícil, o retorno para a escola é necessário e essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes.

Além disso, vale lembrar que os pequenos e pequenas têm noções de tempo e espaço bastante diferente dos adultos. Por conta disso, de forma geral, as crianças precisam de um maior período de tempo para se ajustarem à nova rotina. E isso é importante principalmente no caso da rotina escolar, que é tão diferente do momento das férias. Assim, o retorno às atividades escolares deve ser gradual e lento, para que elas se sintam confortáveis e seguras durante todo esse processo.

Como apoiar as crianças no processo de readaptação escolar?

Meu filho não quer voltar para a escola. E agora? Pensando, então, na importância da escola para os pequenos e pequenas, bem como no processo gradual de adaptação à nova rotina escolar, temos algumas dicas para a sua família!

Confira abaixo algumas sugestões para apoiar as crianças e os adolescentes na volta às aulas:

1. Ajuste os horários das crianças

A primeira coisa que os pais, mães e pessoas responsáveis podem fazer para apoiar as crianças e os adolescentes no processo de readaptação escolar é ajustar os horários da família. Ou seja, estabelecer novamente os horários de dormir e acordar, realizar as refeições, descansar e brincar, por exemplo.

E isso pode ser feito aos poucos, antes mesmo das férias terminarem! Assim, os pequenos e pequenas vão se readaptando à rotina de forma tranquila e sem grandes agitações.

2. Organize o material escolar

Uma das partes mais divertidas da volta às aulas costuma ser a hora de organizar o material escolar, não é mesmo? Então, envolva as crianças no processo de compra e identificação dos cadernos, livros, lápis, mochila e tudo mais.

Se for possível, deixe os pequenos e pequenas escolherem as estampas e os personagens que mais lhes agradam. E caso a sua família opte por reaproveitar os materiais do ano passado, é possível envelopar os cadernos antigos e até realizar colagens muito criativas! Tudo isso pode contribuir para sua animação e entusiasmo com o processo de retorno para a escola.

3. Listem juntos(as) todas as vantagens da escola

Caso seu filho ou filha ainda esteja muito ansioso ou com dificuldades na readaptação escolar, liste com ele(a) as inúmeras coisas boas para se fazer na escola! Entre elas, podemos citar:
  • Reencontrar os antigos amigos e fazer novas amizades;
  • Conviver e aprender com os mais diferentes tipos de pessoas;
  • Rever professores(as), coordenadores(as), diretores(as) e outros colaboradores da escola;
  • Estudar sobre assuntos diferentes e realizar novas descobertas;
  • Se divertir nas aulas de educação física, artes, ciências e muito mais!
4. Mantenha um diálogo aberto e respeitoso

É imprescindível que os adultos conversem com as crianças sobre a escola, sobretudo no momento de volta às aulas. Portanto, mantenha sempre um diálogo aberto e respeitoso, não invalidando nunca os sentimentos dos pequenos e pequenas.

Além de incentivar a socialização que só a escola pode proporcionar, é papel dos pais, mães e responsáveis estarem atentos às emoções das crianças. Ou seja, ouça seus medos, dúvidas e angústias e colabore para criar um ambiente de afeto, carinho e compreensão.

5. Lembrem com carinho das férias e aproveitem os momentos de descanso


Que tal vocês lembrarem juntos(as) dos momentos mais incríveis vividos nas férias? Essas lembranças afetivas são muito importantes e podem funcionar como um porto seguro para as crianças. Além disso, não deixe de se divertir com as crianças nos momentos de descanso, para que elas possam se distrair e viver momentos especiais em família!

Pensando nisso, uma sugestão é preparar uma receita gostosa, que vocês fizeram juntos nas férias, por exemplo. Depois disso, deixe que o pequeno ou pequena leve um pouco da receita para a escola. Assim, poderá oferecer aos amiguinhos e aos professores, contando como ajudou na preparação! É uma forma de criar vínculos com os novos amigos e reforçar o apoio da família no processo de readaptação escolar.

(leiturinha.com.br)

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link: https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher coloque ”xxxx”.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

VERSÍCULOS BÍBLICOS PARA DECLARAR SOBRE A VIDA ESCOLAR DO SEU FILHO


 Declarar a palavra de Deus sobre o seu filho transforma a vida escolar dele em um lugar de proteção, aprendizado e propósito. Uma mãe intercessora, precisa declarar a palavra de Deus constantemente sobre a rotina escolar, pois é dentro das unidades de ensino que os filhos passam a maior parte da vida diária, podendo sofrer influências positivas e também negativas. Os versículos abaixo são alguns exemplos, dentro da bíblia sagrada, que podem auxiliar as mães na oração levando a profetizar as promessas bíblicas sobre a rotina escolar dos filhos.
  • Provérbios 2:6: "Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e a inteligência."
Como declarar: "Senhor, declaro que Tu dás sabedoria ao meu filho. Que a mente dele seja aberta e que ele tenha facilidade para aprender, compreender e reter todo o conhecimento ensinado."
  • Josué 1:9: "Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares."
Como declarar: "Meu filho, eu declaro que você é corajoso e forte. Não há ansiedade, medo de provas ou insegurança que possa te paralisar, pois o Senhor teu Deus está com você na sala de aula."
  • Salmo 119:105: "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho."
Como declarar: "A Tua Palavra é lâmpada para os passos do meu filho. Declaro que ele tem discernimento para escolher boas amizades e que ele andará em retidão e luz no ambiente escolar."
  •  Provérbios 3:4: "Assim acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem."
Como declarar: "Eu declaro que o meu filho é abençoado com o favor de Deus. Ele é querido pelos professores e pelos colegas e é um instrumento de paz onde quer que ele pise."
  • Salmo 121:7-8: "O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre."
Como declarar: "Eu determino que a entrada e a saída do meu filho da escola estão cobertas pelo sangue de Jesus. Ele está protegido de acidentes, bullying e de qualquer ação do inimigo."

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Ludmila Sanches)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:

https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.

terça-feira, 14 de julho de 2026

O IMPACTO EMOCIONAL DE LEVAR OS FILHOS PARA A COZINHA


 
O ato de brincar possui relevância significativa para o desenvolvimento global das crianças e adolescentes, pois ao fazer isso trabalham suas potencialidades de maneira facilitada sem deixar a diversão de lado. Sem dúvida, é possível associar momentos de descontração à oportunidades de diversos aprendizados que se tornam muito enriquecedores para a formação dos pequeninos. Uma excelente estratégia para as mães utilizarem com as crianças é a prática de cozinharem juntos, essa é uma ótima maneira de impulsionar sociabilidades, equilíbrio físico, emocional e desenvolver os aspectos cognitivos, sociais, afetivos e físicos.

Na cozinha, os pequeninos podem construir mais autonomia para tomada de decisões assim como os aspectos de mobilidade quando, por exemplo, precisam auxiliar no corte ou adicionar ingredientes à receita. Além disso, quando mães e filhos se unem na cozinha, uma oportunidade única de conexão e aprendizado se abre, criando memórias que durarão por toda a vida. Cozinhar juntos é uma experiência que vai além da nutrição física, trazendo benefícios emocionais, educacionais e sociais para toda a família.

Para incrementar a vivência dos filhos durante as refeições, é possível estimulá-los de formas criativas no preparo de comidas saudáveis e divertidas. Toda criança é curiosa e é estratégico utilizar isso de maneira positiva, fortalecendo laços afetivos. Enquanto compartilham o espaço na cozinha, mães e filhos têm a oportunidade de conversar, rir e trabalhar em equipe. Enquanto aprendem a preparar alimentos, as crianças adquirem conhecimentos valiosos sobre nutrição, higiene e matemática. A prática de cozinhar juntos também pode ser uma excelente maneira de passar adiante receitas tradicionais, familiares e culturais.

Cookies, por exemplo, podem ser moldados de diversas maneiras e decorados de várias formas. A pizza caseira, na qual a criança pode escolher seus próprios ingredientes e personalizar sua pizza; cupcakes também, já que as crianças adoram e também podem misturar a massa e decorar com glacê e confeitos. Os sanduíches podem ser criados de diversas formas e com ingredientes coloridos. Além disso, salada de frutas, panquecas e variedade de frutas.

Importante mencionar que, para além do ato de se alimentar adequadamente, quando as crianças testam suas habilidades na cozinha (sempre sob observação de uma pessoa adulta), isso pode impactar positiva e favoravelmente no seu desenvolvimento enquanto pessoa. A vivência nas atividades na cozinha auxilia na autonomia e segurança da criança. Falo de crianças responsáveis, que cumprem regras e que conseguem manter um diálogo que transmita suas vontades, mas que também respeite os pedidos dos adultos. A cozinha é um lugar super apropriado para a criança criar autonomia.

Existem diversos benefícios para as crianças a partir dessa imersão culinária, ela começa a desenvolver a coordenação motora necessária para quebrar um ovo sem derrubá-lo fora do pote e a descascar algum alimento sem grandes dificuldades. Ao demonstrar confiança em uma criança, você gera um senso maior de responsabilidade sobre suas ações. Ao se envolver nas tarefas da cozinha, a criança tende a participar mais também dos afazeres domésticos, tornando-se mais cooperativa. Além disso, a criança aprenderá que para cozinhar é necessário muita organização e paciência, habilidades indispensáveis para muitos outros momentos da vida. Sem contar que ao cozinharem têm contato com novos alimentos e texturas, o que pode ajudar a quebrar a barreira com ingredientes desconhecidos.

Portanto, é possível estimular crianças e adolescentes a terem mais conhecimento de práticas alimentares a partir de experiências imersivas na cozinha. Essa interação proporciona ganhos significativos e indispensáveis para as relações de sociabilidades da criança com a família, amigos e com elas mesmas.

 (cidadeverde.com/notícias)

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Ludmila Sanches)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:

https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

EM BUSCA DO MILAGRE MAIOR

“Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expulsou os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.” (Mateus 8:16-17)


Mateus relata que uma multidão levou até Jesus todos os que sofriam. As ruas se encheram de pessoas aflitas, enfermas e dominadas por espíritos malignos. Cristo não ignorou nenhuma delas. O Salvador revelou que nunca Se cansa de receber aqueles que se aproximam dEle com fé. “O que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (João 6:37). Os escritos inspirados declaram que nunca houve um coração aflito que buscasse sinceramente a Cristo e fosse rejeitado.

Mateus afirma que “trouxeram-lhe muitos”. Muitos daqueles enfermos já não possuíam forças para caminhar sozinhos. Dependiam de familiares, amigos e vizinhos que os conduzissem até Jesus. Assim também acontece espiritualmente. Há pessoas tão abatidas pelo pecado, pela culpa e pelo sofrimento que precisam ser levadas ao Salvador por meio de nossas orações, palavras e testemunho. Como os quatro amigos que levaram o paralítico até Cristo (Marcos 2:3-5), somos chamados a aproximar vidas dAquele que continua sendo a única esperança para a humanidade.

O texto declara que Jesus “meramente com a palavra expulsou os espíritos”. Não houve esforço, disputa ou dificuldade. A mesma Palavra que criou o universo (Salmo 33:6; João 1:1-3) continua possuindo autoridade absoluta sobre Satanás e sobre todas as forças do mal. Nada resiste à voz do Criador. Os escritos inspirados ensinam que o poder que venceu o inimigo durante o ministério terrestre de Cristo permanece disponível para todo aquele que se submete inteiramente à vontade de Deus.

Mateus também registra que Jesus “curou todos os que estavam doentes”. Nenhum caso era difícil demais, nenhuma enfermidade estava além do Seu poder. Não houve distinção entre ricos e pobres, influentes e humildes, casos simples ou considerados impossíveis. Todos encontraram em Cristo a mesma compaixão e o mesmo poder. Isso revela tanto Sua misericórdia quanto Sua soberania. Entretanto, a maior enfermidade da humanidade continua sendo o pecado. Por isso Cristo declarou: “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes... não vim chamar justos, e sim pecadores” (Mateus 9:12-13). Toda cura realizada por Jesus apontava para uma obra ainda maior: a restauração completa do ser humano à imagem de Deus.

Por fim, Mateus revela que tudo isso cumpria a profecia de Isaías: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (Isaías 53:4). Cristo não permaneceu distante do sofrimento humano. Ele assumiu sobre Si as consequências do pecado para nos oferecer vida. Ao curar os enfermos, Jesus antecipava a obra que consumaria na cruz, onde não apenas carregaria nossas dores, mas também nossos pecados (1 Pedro 2:24). Na cruz, carregou nossa culpa para que recebêssemos Seu perdão; suportou nossa condenação para que recebêssemos Sua paz. “Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades” (Isaías 53:4). O plano da redenção revela um amor tão profundo que jamais será plenamente compreendido pela mente humana.

Entretanto, os milagres nunca foram o centro do evangelho. Eles sempre apontaram para uma realidade muito maior: a pessoa e a obra de Cristo. A Palavra de Deus permanece sendo o único padrão seguro para discernirmos a verdade. “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20). Sinais e maravilhas, por si sós, jamais constituem prova da aprovação divina, pois Satanás também operará prodígios para enganar, se possível, até os escolhidos (Mateus 24:24). O maior milagre não é presenciar manifestações extraordinárias, mas experimentar um coração transformado pela graça e plenamente rendido ao senhorio de Cristo. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é” (2 Coríntios 5:17).

Ainda hoje levamos a Cristo nossas enfermidades físicas, emocionais e espirituais. Entretanto, Sua maior obra nem sempre é remover imediatamente nossa dor, mas ensinar-nos a confiar plenamente nEle. Quando Paulo pediu que seu sofrimento fosse retirado, o SENHOR respondeu: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9). O maior milagre acontece quando nossa vontade se rende à vontade de Deus, quando nosso caráter é transformado e aprendemos a descansar em Seu amor, certos de que Sua graça é suficiente em qualquer circunstância. O maior milagre não acontece quando nossa situação muda, mas quando nosso coração pertence inteiramente a Cristo. Aproximemo-nos de Cristo com fé, permitamos que Sua Palavra governe nossa vida e entreguemos tudo aos pés da cruz. Somente Ele pode libertar completamente, restaurar nossa vida e preparar-nos para o dia em que “não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor” (Apocalipse 21:4)

Por Adriano Santos

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: +55 21 992120548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:
https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo


Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.
 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

COMO ORAR SOBRE SITUAÇÕES QUE SEU FILHO NÃO CONTA EM CASA?


Para orar por situações omitidas pelo seu filho, a mãe precisa orar pedindo discernimento a Deus sobre as situações que seu filho não compartilha, mas que não estão ocultas aos olhos do Senhor, pois aquilo que os seus olhos não veem, Deus conhece perfeitamente.

É natural sentir angústia quando o silêncio toma conta do comportamento dos filhos, mas a oração intencional alcança lugares onde a sua voz ou o seu controle não chegam. Por isso, procure agir com sabedoria e no seu secreto apresente sua preocupação ao Senhor através da sua súplica.
  • Peça a Deus que traga à luz tudo o que está oculto aos seus olhos;
  • Interceda especificamente pelos amigos, professores e acessos que seu filho realiza nas redes sociais;
  • Rogue para conseguir identificar mudanças bruscas de humor ou de rotina;
  • Peça ao Senhor que proteja a mente do seu filho contra pensamentos de ansiedade, depressão, medo ou automutilação;
  •  Ore no quarto do seu filho, quando ele não estiver em casa, clamando por paz e noites de sono tranquilas.
Contudo, querida mãe, a oração deve caminhar junto com a ação e a observação atenta do comportamento diário, pois os filhos apresentam sinais que muitas vezes devido a rotina agitada acaba passando desapercebido. Sendo assim, atente-se a estes pontos:
  • Está acontecendo uma mudança na rotina de sono, ou dormem demais ou episódios frequentes de insônia?
  • Recusa sistemática em participar de refeições ou momentos familiares;
  • Comer compulsivamente ou perder o interesse pela comida sem motivo médico;
  • Explosões de raiva ou choro por problemas aparentemente pequenos;
  • Mudou de comportamento recentemente (ficando mais agressivo, calado ou ansioso);
  • Houve alguma mudança recente na rotina (nova escola, mudança de cidade ou luto)?
E se você notar que o isolamento persiste e prejudica o dia a dia do seu filho, considere buscar também a ajuda de um psicólogo especializado na faixa etária para atuar em conjunto com a ação espiritual. E nunca se esqueça, que os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele nos dá, conforme está escrito no Salmo 127.3.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Ludmila Sanches)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:

https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.                                      

terça-feira, 7 de julho de 2026

JÁ OUVIU FALAR DA CRISE DOS 2 ANOS? "TERRIBLE TWO", O QUE FAZER?





O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Basicamente, fazendo “birra” diante de situações nas quais sua vontade é contrariada.

Normalmente, este comportamento ocorre a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade, embora não sejam raros os casos em que a crise se estende até os 4 anos. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites para a criança.

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a perceber-se como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais.

Contrariar os pais e fazer uso da palavra “não” tornam-se hábitos constantes durante a crise dos 2 anos. Não trata-se exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais.

Por volta dos 2 anos de idade, a crise vem associada a uma fase de desenvolvimento intenso da criança. Neste período ocorre um desenvolvimento cerebral repentino, que inclui uma elevação significativa de sua competência linguística, organização do pensamento e capacidade de explorar o mundo e tomar decisões. Todas essas mudanças trazem para a criança uma nova percepção de autonomia e independência, pois ela percebe que pode interferir na realidade do mundo de acordo com a sua própria vontade.

Nem todas as crianças enfrentam a adolescência do bebê; embora todas estejam sujeitas, algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras. Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

Diante das tantas descobertas adquiridas pelos bebês, a conduta adequada dos pais deve abranger uma aplicação coerente e equilibrada desses recursos no dia a dia da criança. Intervir no comportamento da criança com broncas ou berros só vai agravar a resistência da criança em obedecer ordens. Portanto, quanto mais adaptativa for a conduta dos pais durante essas crises, mais rápido se observará a redução de sua frequência.

É possível minimizar os efeitos da crise dos dois anos, através de medidas simples dos pais. Por exemplo: se você observou que a rotina do seu filho está lotada de atividades desnecessárias – e que não lhe agradam -, é importante atentar-se às necessidades reais de sua rotina e priorizá-las. Uma rotina de superestimulação e sobrecarga pode prejudicar o convívio da criança com a família e influenciar no surgimento de crises.

É papel dos pais também encorajar os filhos, com bastante carinho e zelo, a realizarem suas tarefas ao longo do dia, bem como aprender a lidar com as frustrações, oferecendo ajuda quando necessário.

Estimule seu filho a fazer escolhas e realizar sozinho suas tarefas, quando possível. É importante ditar as opções à criança e oferecer-lhe a possibilidade de escolha, dando incentivo à sua independência de maneira coerente.

Por fim, coloque em pauta de negociações somente o que for passível de negociação; não ceda à vontade de criança devido à sua birra, pois assim ela poderá se acostumar a materializar seus desejos através de comportamentos inadequados.


(drapaulagirotto.com.br)


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Ludmila Sanches)



IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:

https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.


segunda-feira, 6 de julho de 2026

ADICÇÃO DIGITAL: QUEM ESTÁ EDUCANDO NOSSOS FILHOS?


Vivemos em uma geração conectada como nunca antes. Um simples toque na tela nos leva a qualquer lugar do mundo. A tecnologia trouxe benefícios incontestáveis: facilita a comunicação, amplia o acesso ao conhecimento e aproxima pessoas que estão distantes. Entretanto, quando deixa de ser uma ferramenta e passa a controlar nosso tempo, nossa atenção e nossos relacionamentos, ela pode se transformar em uma prisão invisível.

A adicção digital é um comportamento caracterizado pelo uso excessivo e compulsivo de celulares, redes sociais, jogos e outras plataformas digitais, causando prejuízos à vida familiar, emocional, espiritual e social.

O problema nem sempre está no número de horas diante da tela, mas na dependência criada. Quando uma criança ou um adulto não consegue ficar alguns minutos sem verificar o celular, sente ansiedade ao ficar desconectado ou perde o interesse pelas pessoas ao seu redor, é um sinal de alerta.

 

A família na era das telas

Muitos pais se preocupam com o tempo que seus filhos passam no celular, mas raramente se perguntam quanto tempo eles próprios passam olhando para uma tela.

Os filhos aprendem muito mais pelo exemplo do que pelos discursos. É difícil ensinar equilíbrio quando a criança vê o pai interromper uma conversa para responder mensagens ou a mãe consultar o celular durante as refeições.

A educação digital começa dentro de casa.

A mesa de jantar, que antes era um lugar de conversa e comunhão, muitas vezes foi substituída por uma família reunida fisicamente, mas emocionalmente distante, cada um olhando para sua própria tela.

 

O impacto espiritual

A tecnologia não é inimiga da fé. Podemos ouvir mensagens, ler a Bíblia, estudar e evangelizar por meio dela. O perigo surge quando ela ocupa o lugar que pertence somente a Deus.

A Bíblia nos alerta:

"Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas." (1 Coríntios 6:12)

Tudo aquilo que domina nosso coração merece nossa atenção.

Quando o celular recebe nosso primeiro olhar ao acordar e nosso último olhar antes de dormir, talvez seja hora de perguntar: quem realmente está governando nossa rotina?

 

O desafio dos pais

Pais não foram chamados apenas para alimentar, vestir e proteger seus filhos.

Foram chamados para formar o caráter, ensinar valores e conduzi-los no caminho do Senhor.

Isso exige presença.

Nenhuma tela substitui um abraço.

Nenhum vídeo substitui uma conversa.

Nenhum algoritmo substitui o olhar atento de um pai ou de uma mãe.

Os filhos precisam de pais emocionalmente disponíveis.

Precisam ouvir histórias, brincar, fazer perguntas, errar, aprender e sentir que são mais importantes do que qualquer notificação.

 

Caminhos para uma família mais saudável

- Estabeleçam horários sem celulares, especialmente durante as refeições.

- Criem momentos de conversa em família todos os dias.

- Tenham um tempo diário de oração e leitura da Bíblia juntos.

- Evitem o uso de telas antes de dormir.

- Pais e mães devem dar o exemplo de equilíbrio no uso da tecnologia.

- Ensinem que o mundo virtual nunca deve substituir os relacionamentos reais.

 

Reflexão final aos pais

Vivemos preocupados em deixar uma boa herança para nossos filhos.

Mas talvez a maior herança não seja um patrimônio.

Será a lembrança de uma infância vivida ao lado de pais presentes.

Daqui a alguns anos, seus filhos provavelmente não se lembrarão do modelo do celular que você usava.

Mas jamais esquecerão se você olhava em seus olhos quando eles falavam, se brincava com eles, se orava por eles antes de dormir, se lhes contava histórias da Palavra de Deus e se fazia da sua casa um lugar de amor, segurança e comunhão.

O tempo passa depressa.

As notificações podem esperar.

As redes sociais continuarão existindo amanhã.

Mas a infância dos seus filhos não voltará.

Desligue a tela por alguns instantes.

Olhe para quem Deus colocou ao seu lado.

Converse.

Ore.

Abrace.

Porque o maior presente que um pai e uma mãe podem oferecer aos seus filhos não é um celular de última geração, mas uma vida que reflita o amor, a presença e o cuidado de Cristo dentro de casa.

 

Fonte Bibliográfica

Jonathan Haidt – autor do livro A Geração Ansiosa, que aborda os impactos dos smartphones e das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes.

Nicholas Carr – autor de A Geração Superficial (The Shallows), sobre como a internet influencia nossa atenção e forma de pensar.

Sociedade Brasileira de Pediatria – publica orientações sobre o uso de telas por crianças e adolescentes.

American Academy of Pediatrics – possui recomendações amplamente utilizadas sobre tempo de tela e uso saudável da tecnologia


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: +55 21 992120548
@janeesthermspaularosa

(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

IMPORTANTE: Faça sua inscrição online para receber todas as informações necessárias, através do link:
https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo
Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque ”xxxx”.


FÉRIAS, O QUE FAZER COM AS CRIANÇAS?


Quando chega as férias escolares nem sempre é motivo de alegria para todas as Mães, afinal nem todas as mães que trabalham podem tirar férias.

De qualquer modo, como entreter os filhos durante 30 dias sem perder o bom humor e o emprego ?

O fato é que: as crianças não querem saber se você está trabalhando ou se também está de férias, porque elas querem é passear, curtir as férias, ter coisas legais e divertidas para fazer.

Claro que, se você não trabalha fora, este é o período de levantar mais tarde, ficar despreocupada com tarefas escolares, em preparar a lancheira, organizar material e uniforme, enfim, todo aquele corre-corre diário .

O importante em período de férias é: DEIXAR AS CRIANÇAS OCUPADAS !

Afinal, não há nada mais frustrante para as crianças que retornar as aulas ter de responder a primeira pergunta do dia que é : “o que você fez nas férias ? “ .

Mas não pense que o que é um programão de férias para você, necessariamente o é para os seus filhos, por isso muita atenção na seleção do que fazer nas férias, afinal, as férias são das crianças e nada mais justo pedir que elas enumerem o que desejam fazer, e então caberá a você selecionar o que é sensato e possível de realizar.

Para ajuda-la a tirar o máximo proveito desse período, coloquei abaixo uma lista com 40 ideias para você e seus filhos divertirem-se bastante nestas férias. Separei as ideias por categorias de forma a ajuda-la a encontrar as atividades que melhor atendam a você e aos seus filhos.

Então vamos lá.

Atividades para serem feitas em casa ou em dias de chuva:

1. Façam bolo ou biscoito juntos

2. Convide amigos dos seus filhos para brincarem na sua casa

3. Faça a noite da pizza: vocês fazem a pizza

4. Karaokê: façam concurso de canto e dança

5. Jogo de obstáculos: crie obstáculos com almofadas, travesseiros, caixas, cadeiras, cobertores e uma linha de chegada. Quem chegar primeiro sem derrubar nada vence

6. Biscoitos de gelo: em forminhas de biscoito coloque suco de frutas de vários sabores e leve ao freezer

7. Separe algumas roupas que não usam mais e customizem usando retalhos, adesivos, pintura, colagem

8. Fazer o Diário de Férias: fotografe as brincadeiras, passeios, etc

9. Façam espetinhos de frutas. Você pode passar os espetinhos no mel, ou no açúcar, no chocolate granulado, etc

10. Escrevam uma carta para um familiar, incluindo fotos e desenhos

11. Realizem uma sessão pipoca/cinema em casa

12. Convide os amigos do seu filho e façam a noite do pijama ou dos games

13. Para as meninas, faça o dia do “ Salão”, chame as amigas delas e deixem que arrumem o cabelo umas das outras, pintem as unhas, etc.

14. Para os menores: Faça máscaras de super herói. Ex. Homem Aranha, Batman Capitão América. Utilize cartolina, tintas, ou tecido.

15. Façam juntos objetos e brinquedos de sucata tais como: Robôs, porta retrato, barcos, fantasias, etc.

16. Façam fantoches e/ou bonecos e bolas utilizando meias velhas

17. Faça sorvete em casa

18. Faça o dia do cupcake ou do pastel, da pizza, do sorvete, etc

19. Aprenda jogos de tabuleiro: Dama, Xadrez, Monopólio, Soletrando, etc.

Atividades fora de casa:

20. Façam um jardim ou uma horta. Se não tiver quintal, usem uma jardineira

21. Façam um pic-nic

22. Esconda um chocolate ou balas no jardim e realize a “ Caça ao Tesouro”

23. Leve as crianças a um Parque ou Pracinha para soltar pipa.

24. Passe alguns dias com os avós

25. Passe alguns dias na praia ou no campo

26. Visite um Museu, Exposição, Biblioteca

27. Vá ao Cinema

28. Visite um pomar e permita que as crianças subam nas árvores e colham os frutos

29. Realize uma viagem de 1 dia tais como: visite uma aldeia indígena e/ou histórica, vá até o centro da cidade, vá até a cidade vizinha, vá até um Parque Aquático, visite uma Reserva Ambiental

30. Visite o Planetário

31. Visite alguém solitário em um Asilo, Ong, Abrigo, Hospital, etc

32. Façam uma fogueira e asse batatas, milho. Aproveite para contar aos seus filhos estórias de quando você era criança

Atividades mais “ radicais”:

33. Vá pescar e/ou acampar´

34. Procure atividades gratuitas oferecidas pelos Shoppings (quase todos tem uma programação especial para as férias escolares)

35. Se possível, leve os seus filhos para conhecer o seu local de trabalho

36. Programe passeio de bicicleta em família

37. Leve seus filhos para andar de patins e/ou skate

38. Leve-os para passear de trem

39. Permita que eles aprendam algo “ radical” por exemplo: Arvorismo, Patinação, Teatro, Escalada, etc.

40. Deitem na grama e brinquem de adivinhar formas com as nuvens

Engana-se quem pensa que as férias podem custar muito.

Asseguro que se você planejar algumas das atividades acima já será o suficiente para deixar as crianças felizes sem gastar quase nada.

(Texto extraído do blog como educar filhos)

Queridas Mães Unidas em Oração, em tempo difíceis, amor e criatividade fazem toda diferença.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

WhatsApp: + 55 21 99212-0548
@janeesthermspaularosa

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link: https://www.maesunidasemoracao.org/Grupos#FacasuaInscricaoeInicieumGrupo


Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher coloque ”xxxx”.