Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quarta-feira, 17 de junho de 2026

CRIANÇA TÍPICA, NEUROTÍPICA E ATÍPICA: ENTENDENDO DIFERENTES FORMAS DE VIVER A INFÂNCIA



A infância é uma fase de descobertas intensas, onde cada moldura de crescimento se desenha de forma única. No entanto, no ambiente escolar, nos consultórios e nas conversas sobre parentalidade, alguns termos têm ganhado merecido destaque: criança típica, neurotípica e atípica.

Embora pareçam rótulos complexos, essas palavras servem como ferramentas para compreender a diversidade do desenvolvimento humano. Longe de definir "melhor" ou "pior", entender esses conceitos nos ajuda a enxergar a infância com mais empatia, respeito e acolhimento.

1. O que é uma criança típica?
Quando os profissionais de saúde e educação falam em desenvolvimento "típico", eles estão se referindo ao que é esperado para a maioria das crianças dentro de uma determinada faixa etária, baseando-se em médias estatísticas.

Uma criança típica é aquela que atinge os marcos de desenvolvimento (como firmar a cabeça, andar, falar as primeiras palavras, interagir socialmente e processar estímulos sensoriais) dentro das janelas de tempo consideradas padrão pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse termo engloba tanto o desenvolvimento físico e motor quanto o neurológico. Dizer que uma criança é típica significa apenas que a sua jornada de crescimento segue a rota mais comum e esperada pela biologia e pela medicina descritiva.

2. Criança neurotípica vs. neurodivergente: O recorte do cérebro
Para entender os outros termos, precisamos fazer uma breve distinção que diz respeito especificamente ao funcionamento cerebral e neurológico. Aqui entram os conceitos da neurodiversidade.

Criança neurotípica: É a criança cujo desenvolvimento e funcionamento neurológico seguem o padrão considerado "predominante" ou regular na sociedade. O cérebro dela processa informações, emoções, estímulos sensoriais e interações sociais da forma como a maioria das pessoas processa.

Criança neurodivergente (ou neuroatípica): É aquela cujo cérebro funciona, se organiza e processa o mundo de uma maneira diferente do padrão esperado. Aqui não estamos falando de uma "doença", mas sim de uma configuração cerebral distinta. O Transtorno do Espectro Autista (TEA), o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), a dislexia e a inteligência/altas habilidades são exemplos de neurodivergências.

Nota de clareza: Toda criança neurotípica é uma criança típica. Porém, nem toda criança típica é neurotípica (embora na prática os termos frequentemente se cruzem).

3. O que é uma criança atípica?
O termo criança atípica é mais amplo. Ele é usado para acolher qualquer infância cujo desenvolvimento apresente desvios significativos — temporários ou permanentes — em relação aos marcos populacionais esperados.  
Uma criança pode ser considerada atípica por razões que vão além do funcionamento cerebral:
  • Atrasos globais do desenvolvimento: Demora acentuada para andar, falar ou coordenar movimentos.
  • Condições genéticas ou síndromes: Como a Síndrome de Down.
  • Deficiências físicas ou sensoriais: Perda auditiva, deficiência visual ou limitações motoras severas.
  • Neurodivergências: Conforme mencionado no tópico anterior (Autismo, TDAH, etc.).
Ser atípico significa que o caminho para aprender, se comunicar, se mover ou se emocionar exige um mapa diferente do tradicional.

4. O impacto do olhar atento e do diagnóstico precoce

Um dos maiores desafios para as famílias de crianças atípicas ou neurodivergentes é o processo de aceitação e a busca por respostas. É comum que os pais sintam medo ou frustração ao perceberem que o filho não acompanha o ritmo dos colegas de escola ou dos irmãos.

No entanto, o diagnóstico e a identificação da atipicidade não devem ser vistos como uma sentença, mas sim como uma chave de acessibilidade. É a partir do entendimento de como aquela criança funciona que pais, terapeutas e professores conseguem:
  • Mudar as expectativas: Parar de exigir da criança comportamentos que o cérebro ou o corpo dela ainda não estão configurados para entregar.
  • Oferecer intervenção precoce: Terapias como fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia ajudam a criança a desenvolver seu potencial máximo, respeitando seus limites.
  • Garantir direitos: O acesso a adaptações escolares e suporte legal transforma a experiência educacional da criança.
Adaptar atividades na educação infantil não significa criar uma tarefa totalmente nova e isolada para o aluno atípico, mas sim flexibilizar a atividade que toda a turma está fazendo para que ele possa participar ativamente. O objetivo principal é a inclusão e o respeito ao ritmo de cada um.

Aqui estão estratégias práticas divididas pelas necessidades mais comuns no dia a dia escolar:

1. Adaptações para crianças no espectro autista (TEA) ou com hipersensibilidade sensorial

Crianças neurodivergentes podem se sentir sobrecarregadas com excesso de estímulos visuais, sonoros ou texturas.
  • Rotina visual (Antecipação): Antes de começar qualquer atividade, use cartões com figuras (pictogramas) mostrando o passo a passo do que vai acontecer.  Exemplo: 1º Desenhar, 2º Guardar o lápis, 3º Lavar as mãos. Isso reduz drasticamente a ansiedade.
  • Adaptação de texturas: Se a atividade envolve tinta guache ou cola e a criança tem aversão ao toque úmido, permita que ela use pincéis, esponjas presas a prendedores de roupa, ou coloque a tinta dentro de um saquinho plástico transparente vedado para ela espalhar com os dedos por fora do saco.
  • Canto do silêncio: Tenha um espaço na sala com almofadas e abafadores de ruído para onde a criança possa ir se a atividade coletiva (como uma cantiga de roda) ficar barulhenta demais.

  • Iluminação e estímulo visual controlado (Redução de sobrecarga): Muitas salas de aula ou salas de Ministério Infantil possuem luzes fluorescentes muito fortes, cartazes excessivamente coloridos por todas as paredes e poluição visual, o que pode fazer com que a criança entre em um estado de "pane" ou crise por não conseguir filtrar tantos estímulos. Crie uma "Zona de Foco" na mesa da criança ou reduza a intensidade da luz na área onde ela senta (usando luminárias de luz quente/amarela mais suave em vez da luz geral do teto, se possível). Além disso, ao entregar atividades escritas ou de desenho, use uma folha em branco para cobrir as partes da tarefa que a criança não está fazendo naquele momento, deixando visível apenas o comando atual. Isso evita que ela se sinta sufocada com o excesso de informações na página.
  • Transições sinalizadas com estímulo sonoro suave (Previsibilidade de  mudança): Crianças no espectro autista costumam ter muita dificuldade para mudar de uma atividade para outra (por exemplo, parar de brincar com blocos para ir lanchar ou sentar para ouvir a história bíblica). O término abrupto de uma ação gera insegurança e desorganização emocional. Use um sinal sonoro previsível, suave e melodioso (como um sino dos ventos, um pequeno metalofone ou uma caixinha de música) 5 minutos antes de a atividade acabar. O educador pode cantar uma música curta de transição sempre no mesmo tom ou usar um cronômetro visual (ampulheta ou timer digital onde o tempo vai sumindo em vermelho). Avise de forma clara: "Quando o som do sininho tocar pela segunda vez, será a hora de guardar os blocos e sentar em círculo". O som suave substitui os comandos verbais repetitivos e foca a atenção da criança de forma respeitosa e previsível.

2. Adaptações para crianças com TDAH ou agitação motora
O foco dessas adaptações é segmentar o tempo e permitir o movimento sutil para manter a concentração.
  • Fracionamento de tarefas: Se a atividade da turma é colorir, recortar e colar, entregue uma etapa por vez. Diga: "Primeiro vamos apenas colorir esta parte". Folhas cheias de comandos visuais causam desistência imediata.
  • Assento dinâmico: Permita que a criança mude de postura. Ela pode fazer a atividade em pé em uma mesa mais alta, sentada em uma bola de pilates ou usando uma almofada inflável (disco de equilíbrio) na cadeira, o que permite que ela se mexa sem precisar levantar.
  • Comandos curtos e olho no olho: Em vez de dar uma instrução longa para a sala toda, vá até a mesa da criança, garanta o contato visual e dê uma instrução de cada vez. 
  • O Papel de "ajudante do dia" (Movimento funcional propositado): Crianças com agitação motora têm uma necessidade biológica de se movimentar. Em vez de lutar contra essa necessidade exigindo que fiquem estáticas, o educador pode direcionar o movimento de forma útil e positiva, transformando o que seria uma distração em cooperação. Insira pausas de movimento estratégico na rotina da criança. Sempre que notar que ela está atingindo o limite de tolerância para ficar sentada, dê a ela uma função física importante: "Você pode ir até a secretaria buscar este giz para mim?", "Ajude-me a recolher as Bíblias/livros dos colegas?" ou "Pode molhar a plantinha da janela?". Esse movimento funcional gasta o excesso de energia, regula o sistema nervoso da criança e faz com que ela retorne para a mesa muito mais focada, além de reforçar sua autoestima e sentimento de pertencimento.
  • Objetos de foco sensorial / "Fidget Toys" (Estímulo motor secundário): Para a criança com TDAH, manter as mãos ocupadas com um estímulo motor sutil e repetitivo ajuda o cérebro a filtrar as distrações do ambiente e a manter a atenção auditiva focada no educador (como durante a explicação da matéria ou a contação da história bíblica). Disponibilize pequenos objetos reguladores que não façam barulho para não distrair a turma. Exemplos excelentes: um pedaço de fita de velcro colado embaixo da mesa da própria criança (para ela passar os dedos na textura áspera), uma massinha de modelar firme, uma mola maluca pequena, ou um chaveiro de silicone com texturas. Combine a regra previamente com ela: "Este objeto serve para ajudar seus olhos e ouvidos a prestarem atenção no professor; ele deve ficar embaixo da mesa ou no seu colo, sem fazer barulho".
3. Adaptações para crianças com dificuldades motoras (Atipicidades físicas)
O foco aqui é dar autonomia para que a criança consiga segurar e manusear os objetos.
  • Engrossadores de lápis e giz: Use tubos de espuma (como aqueles de "espaguete" de piscina cortados) ou fitas adesivas grossas em volta de lápis, gizes de cera e pincéis. Isso facilita a preensão palmar para quem ainda não tem a pinça fina desenvolvida.
  • Estabilização do papel: Cole a folha de papel na mesa com fita crepe nas bordas ou use pranchetas. Se a criança tiver movimentos involuntários ou menor controle motor, o papel não vai escorregar ou rasgar enquanto ela tenta desenhar.
  • Tesouras adaptadas: Use tesouras com mola (que abrem sozinhas após o corte) ou tesouras de vai e vem, que exigem menos força muscular da mão.
  • Adaptação de livros e recursos pedagógicos (Páginas grossas ou com abas): Crianças com dificuldades na coordenação motora fina ou com fraqueza muscular nas mãos enfrentam uma barreira enorme em tarefas simples, como folhear um livro de histórias ou separar fichas de atividades. As páginas finas grudam e rasgam, gerando frustração.  Adapte os livros da sala e os materiais de leitura colando pequenos pedaços de EVA grosso, gotinhas de cola quente seca ou até prendedores de roupa pequenos na ponta de cada página. Isso cria um espaçamento físico entre as folhas (um relevo). Assim, a criança consegue passar a página usando a palma da mão ou apenas um dedo, sem precisar do movimento de pinça fina. O mesmo vale para jogos de encaixe: cole um pedaço de cortiça ou um botão de gaveta no verso das peças para que fiquem mais altas e fáceis de pegar.
  • Planos inclinados e limitadores de espaço (Ergonomia e controle): Escrever, pintar ou desenhar em uma mesa totalmente plana exige um esforço grande de controle do tronco, pescoço e braço. Além disso, crianças com espasticidade (músculos rígidos) ou movimentos involuntários frequentemente derrubam os gizes ou saem totalmente do limite do papel sem querer. Use um plano inclinado para as atividades visomotoras. Você pode improvisar isso facilmente usando uma pasta catálogo de plástico bem firme e grossa inclinada ou um fichário de três anéis virado de lado sobre a mesa. Fixar o papel nessa inclinação aproxima o campo visual da criança e melhora o ângulo do pulso para o traçado. Para ajudar a criança a pintar dentro do espaço, você pode criar "barreiras táteis": passe um cordão de barbante com cola branca ou cola relevo bem grossa ao redor do contorno do desenho. Ao passar o giz, a criança sente o limite físico e consegue frear o movimento da mão.
4. Adaptações para crianças com atraso na linguagem ou comunicação
  • Uso de pistas concretas: Em atividades de contação de histórias, use objetos reais. Se a história fala de uma maçã, mostre uma maçã de plástico ou de verdade. O suporte tátil e visual ancora o significado da palavra.
  • Comunicação alternativa (PECS): Permita que a criança responda a perguntas apontando para cartões de "Sim/Não" ou imagens que representem as opções (ex: apontar para a foto do brinquedo que ela quer usar).
  • Painel de escolhas por pareamento visual (Autonomia na rotina):  Crianças com dificuldades na fala muitas vezes se frustram ou manifestam comportamentos desafiadores simplesmente porque não conseguem verbalizar o que desejam fazer, o que querem comer ou com o que querem brincar. Crie um pequeno painel na altura dos olhos da criança com fotos reais dos cantos da sala ou dos brinquedos disponíveis (ex: uma foto do pote de massinha, uma dos blocos de montar, uma do livro). Na hora do brincar livre ou do lanche, em vez de fazer perguntas abertas como "O que você quer fazer agora?", apresente o painel. A criança pode escolher retirando a foto com velcro e entregando na mão do educador, ou simplesmente apontando. Isso valida o desejo da criança, reduz a ansiedade e associa a imagem visual à ação em tempo real.
  • Modelagem e expansão de vocabulário com suporte gestual (Linguagem corporal): Quando a criança com atraso de linguagem tenta se comunicar usando apenas uma palavra ou um som isolado, o educador não deve apenas aceitar passivamente, mas também não deve corrigi-la de forma punitiva. O segredo é devolver a fala correta de forma expandida, usando gestos claros.  Se a criança aponta para o filtro e diz apenas "Á", o educador faz o gesto de beber, olha nos olhos dela e expande a frase de forma simples e pausada: "Ah, você quer água! Vamos beber água". Associe sempre palavras-chave a gestos consistentes (como o sinal de "comer", "guardar", "esperar" ou "obrigado"). A linguagem gestual funciona como uma ponte: ela dá à criança uma forma de se comunicar imediatamente enquanto o aparelho fonador e a linguagem verbal ainda estão se desenvolvendo.
  • O Segredo do sucesso: Foco no processo, Não no produto
Na educação infantil, o mais importante é o processo de experimentar e interagir, e não se o desenho final ficou perfeito ou idêntico ao dos colegas. Mudar o olhar da perfeição para a participação transforma a experiência escolar de qualquer criança atípica.

Mais importante do que decorar os conceitos e siglas é entender que típico, neurotípica e atípica são apenas termos descritivos, não definidores do valor de um indivíduo.

Uma criança atípica tem os mesmos direitos fundamentais de brincar, ser amada, errar e evoluir que uma criança típica. O que muda é o tipo de suporte que cada uma precisa para florescer. Quando a sociedade deixa de tentar encaixar todas as infâncias na mesma fôrma, passamos a construir um mundo onde ser diferente é visto apenas como mais uma forma de ser humano.

(Jane Esther)

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segunda-feira, 15 de junho de 2026

O PERIGO DO FILHO PREDILETO



A Bíblia, em sua sabedoria eterna, nos alerta sobre os riscos de tratar os filhos com parcialidade. A predileção de pais por um filho em detrimento dos outros pode gerar profundas feridas emocionais, rivalidades e até desestruturações familiares. Um dos exemplos mais emblemáticos está na história de Isaque e Rebeca:

“E amava Isaque a Esaú, porque a caça era do seu gosto, mas Rebeca amava a Jacó.”
— Gênesis 25:28

Essa preferência explícita gerou uma rivalidade entre os irmãos que culminou em engano, fuga e dor. Jacó, favorecido por sua mãe, enganou o pai para receber a bênção que seria de Esaú. Esaú, por sua vez, ficou profundamente amargurado e desejou vingança.

 Consequências da Predileção

  • Divisão familiar: O favoritismo alimenta competição e ressentimento entre os irmãos.
  • Problemas emocionais: O filho não favorecido pode desenvolver baixa autoestima e sentimento de rejeição.
  • Distanciamento espiritual: A injustiça dentro do lar pode afastar os filhos da fé e da comunhão familiar.
  • Desvio do propósito divino: Deus tem planos para cada filho, e a parcialidade pode atrapalhar esse desenvolvimento.

Outros Exemplos Bíblicos

  • Jacó e José: Jacó amava José mais que os outros filhos, o que gerou inveja e levou os irmãos a vendê-lo como escravo (Gênesis 37:3-4).
  • Davi e Absalão: A falta de correção e atenção equilibrada contribuiu para a rebelião de Absalão contra o próprio pai (2 Samuel 13–15).

 Princípios Bíblicos para os Pais

  •  Efésios 6:4: “Pais, não irritem seus  filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.”
  • Provérbios 28:21: “Fazer acepção de pessoas não é bom; até por um bocado de pão o homem prevaricará.”
  • Malaquias 2:10: “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros?”

 Conclusão:

Reflita sobre a sua relação com seus filhos. Observe o modo como atende a cada um deles e repare se age com mais apreço com um em detrimento de outros. Se já são maiores, os próprios filhos poderão sinalizar se há um "predileto".

missão dos pais é refletir o amor justo e imparcial de Deus. Cada filho é único e precioso aos olhos do Senhor. Demonstrar amor equilibrado, correção justa e atenção igualitária é essencial para construir um lar saudável, onde todos se sintam amados e valorizados.

Ore e peça a Deus para que você e seu cônjuge não tenham nenhum favorito, mas que amem aos filhos igualmente, sendo justos e equilibrados no tratamento de todos.


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

VOCÊ TEM FÉ?

   

Uma cidadezinha do interior sofria com uma grave seca que já durava vários meses. Os moradores já sofriam com a estiagem e já haviam pessoas que começavam a passar necessidades graves. Tudo faltava: Alimento, água, dinheiro…

Foi então que um grupo de crentes de uma igreja combinaram de fazer uma reunião de oração especial para pedir que Deus enviasse a chuva tão necessária naquele momento.

No dia combinado, todos iam chegando e se acomodando na igreja, aguardando que o pastor iniciasse aquele momento especial de clamor.

Num determinado momento, uma menina chama todas as atenções, quando entra na igreja de guarda-chuva à tira-colo, capa de chuva e bota de borracha.

Houve quem quisesse rir, mas logo a “ficha caiu”:

Eles estavam diante da mais genuína demonstração de fé daquela criança;
demonstração essa, que não se viu em nenhum dos adultos crentes ali reunidos.

(Extraido do site https://www.esbocandoideias.com/)

Nós oramos, clamamos, mas será que temos fé, a fé genuína dessa criança que tem a certeza da chuva após a oração?

Precisamos exercitar essa fé e orar para que nossos filhos creiam com todo coração no poder Deus e saibam que muitas vezes terão que primeiro por o pé, para Deus então, fazer o caminho.

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

O SEGREDO DA SABEDORIA HUMANA




"Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria." - 1 Reis 10:23

Todos sabemos, pelas escrituras que o rei Salomão foi o homem mais sábio e mais rico da sua época , e sabemos também a origem de toda sua sabedoria: ela lhe foi dada por Deus.
Deus apareceu em sonho a Salomão e lhe perguntou o que ele queria que Ele lhe desse.

E Salomão lhe pediu: da-me um coração entendido para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal. E Deus lhe concedeu o coração tão sábio que não houve outro igual, nem antes, dele e nem depois dele .(1Reis 3:5-13)

Salomão foi o mais sábio e poderoso rei diante do mundo, teve muitas mulheres, desfrutou dos maiores prazeres que o mundo antigo podia oferecer e ofertar!!!

Porém, depois de viver uma vida longa cheia de riqueza, poder e honra, Salomão na sua velhice, percebeu e revelou que tudo o que o homem busca ao longo de sua vida, como riqueza, prazeres, alegrias, na verdade, não vale a pena e não preenche nem satisfaz o coração

Mas, como alguém que desfruta de todas as melhores coisas que há no mundo, e, mesmo assim, diz que nada vale a pena? 

Salomão, em todo o livro de Eclesiastes, nos alerta que tudo do que há do bom e do melhor nesse mundo não vale a pena, se não temermos a Deus de todo nosso coração e guardarmos Seus mandamentos!!!

Porquê nenhuma riqueza, poder e honra neste mundo é melhor do que Deus tem para nós. Deus tem a eternidade para nós !!!

"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. 

Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." - Eclesiastes 12:13-14

Oremos para que nossos filhos se lembrem que não há nada mais importante do que conhecer a Deus e obedecê-lo.

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

O PERIGO DA UNIVERSIDADE NA VIDA DOS NOSSOS FILHOS



No ano passado, mas especificamente dia, 10.11.25, vimos um homem jovem (Charles Kirk), com apenas 31 anos ser assassinado na frente de sua família e de uma multidão(na Universidade do Vale de Utah), sendo o suspeito um outro jovem, (Tyler Robinson) de 22 anos de uma família bem estruturada conservadora, criado na igreja, com princípios e valores, que mudou completamente após ganhar uma bolsa na universidade, e nos últimos anos ficou mais politizado, e segundo jornalistas estava em transição de sexo.

Refletindo sobre isso...

Universidades: Um Alerta aos Pais

Durante décadas, a universidade foi vista como o caminho natural para o sucesso profissional e pessoal. Um espaço de conhecimento, crescimento e oportunidades. Mas será que estamos realmente atentos ao que nossos filhos enfrentam dentro desses ambientes?

A universidade pode ser um terreno fértil para descobertas — mas também para confusões. Muitos jovens, ao entrarem nesse novo mundo, se deparam com ideologias radicais, pressões sociais intensas, e uma desconexão crescente com os valores familiares. Professores com agendas políticas, grupos que promovem comportamentos autodestrutivos como o abuso de álcool e drogas, e uma cultura que muitas vezes ridiculariza a fé, a tradição e a responsabilidade são apenas alguns dos elementos que podem impactar negativamente a formação de caráter dos estudantes.

Além disso, há o risco da formação acadêmica se tornar uma fábrica de diplomas sem propósito. Cursos que não preparam para o mercado, promessas de sucesso que não se concretizam, e dívidas estudantis que se acumulam sem retorno garantido. O jovem sai da universidade com um papel na mão, mas muitas vezes sem direção, propósito ou equilíbrio emocional

O nosso papel é mais importante do que nunca. É preciso acompanhar de perto, conversar com profundidade, e oferecer uma base sólida para que os nossos filhos enfrentem esse ambiente com discernimento. A universidade não deve ser um fim em si mesma, mas um meio, e só será benéfica se estiver alinhada com os valores, princípios, os objetivos e a identidade dos nossos filhos.

Não se trata de proibir ou temer, mas de orientar. De abrir os olhos para que a busca pelo conhecimento não se transforme em perda de si mesmo.

Durante gerações, ver um filho entrar na faculdade sempre foi sinônimo de orgulho, vitória e a promessa de um futuro brilhante. Nós nos sacrificamos, estudamos com eles, vibramos com a aprovação e, com o coração cheio de esperança, os entregamos a esse "novo mundo".

Mas a pergunta que precisamos nos fazer hoje, é: será que sabemos o que eles realmente enfrentam quando os portões da universidade se fecham?

O ambiente acadêmico atual vai muito além dos livros e das notas fiscais de mensalidade. Nossos filhos entram ali em uma fase de transição, onde a identidade está sendo moldada. E, infelizmente, esse espaço muitas vezes se torna um campo de batalha invisível:

  • Pressão emocional e mental: A cobrança por desempenho, o medo do desemprego e a solidão da rotina têm gerado níveis alarmantes de ansiedade e depressão nos nossos filhos.
  • Confronto de valores: Ideologias, questionamentos profundos e relativismos testam, diariamente, a fé e os princípios morais que ensinamos em casa desde o berço.
  • A Ilusão do pertencimento: Na ânsia de serem aceitos por novos grupos, muitos enfrentam o desafio de se moldarem a culturas que nem sempre edificam.

Mães, a universidade desenvolve o intelecto, mas ela não guarda o coração. Essa missão ainda é nossa.
Não se trata de proibir nossos filhos de estudar ou de viverem suas vidas, mas de entender que o nosso papel como mães não termina quando eles crescem — ele se intensifica na esfera espiritual. Eles podem achar que são maduros o suficiente, mas a nossa cobertura de oração é o escudo que eles não sabem que precisam.

Poderíamos nos perguntar onde os pais erraram em sua educação?  Mas nosso Ministério ora pelos filhos e escolas exatamente por reconhecer a influência das escolas, na vida dos nossos filhos, então esse momento nos leva a orar de forma mais incisiva, mesmo que nossos filhos não estejam mais na escola ou universidade, para que nossos jovens suportem  e resistam a todas as pressões sociais, a desconstrução dos valores familiares, as ideologias radicais, as drogas, o álcool, a ideologia de gênero, as más companhias, as más conversações. 

"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele." (Provérbios 22:6)

Vamos continuar unidas. Quando as universidades fecham as portas para a espiritualidade, nós abrimos os céus através do nosso clamor.

Oremos mães para que nossos filhos não percam suas vidas sendo assassinados ou se tornando instrumentos do inimigo ceifando vidas. 

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

4 LIÇÕES DE VIDA QUE APRENDEMOS COM NOSSOS PROFESSORES


A princípio, se nós fôssemos somar tudo que aprendemos e o que nossos pequenos aprendem com os professores a lista seria gigantesca. São lições que vão desde as disciplinas do colégio até ensinamentos que levamos para a vida. Pensando nisso, reunimos 4 lições de vida que aprendemos com nossos professores e hoje eles passam aos nossos pequenos.

1. Respeito vem em primeiro lugar

As escolas são pequenas representações da sociedade em que vivemos e todos os dias nossos filhos têm a oportunidade de conhecer, seja através do ensino remoto ou então pelo ensino presencial, outras crianças com diferentes culturas, valores, tipos de criação e personalidade. Ou seja, essa é uma das coisas mais ricas do convívio escolar: perceber, aceitar e respeitar o que é diferente de nós. Por isso os professores insistem sempre no respeito e tolerância, é assim que eles nos ajudam a preparar crianças mais respeitosas para o mundo.

2. Paciência é essencial


Mesmo com nossos filhos, às vezes temos que contar até dez para não perdermos a paciência, agora imagine uma sala de aula com várias crianças com diferentes personalidades e vontades e todas querendo sua atenção ao mesmo tempo… Atendendo cada um de uma vez, os professores mostram que a paciência é um dom necessário, já que precisamos aprender a ter paciência com nosso redor e, também, a sermos pacientes quando temos que esperar nossa vez para algo.

3. Aprendemos muito mais quando brincamos

Quando nossos pequenos estão na escola eles têm hora para tudo, para brincar inclusive! Os professores mostram para crianças e adultos que, através da brincadeira e da ludicidade, os pequenos conseguem aprender coisas complexas.

4. Educação vai além da escola


A sala de aula ensina muita coisa e ali estão os professores todos os dias para guiar o processo de aprendizagem e ensinar, também, que muitas das coisas essenciais da vida acontecem fora da escola. Com eles aprendemos lições de vida que nos ajudam a tomar decisões, ter empatia e responsabilidade sobre o que fazemos ou falamos.

São brincadeiras, atividades, jogos em grupo. Em sala de aula somos encorajados a nos desenvolver em grupo. E depois levamos essa lição para nosso trabalho, família e amigos. Aprendemos que sozinhos caminhamos, mas juntos podemos ir mais longe!

Quando pensamos em professores marcantes, quase sempre nos vem à memória aquela figura que despertou em nós o desejo de aprender. Vienno, autor do Original O Sol Se Foi, compartilha exatamente essa sensação ao relembrar seus tempos de escola:


“Esse livro foi inspirado na minha época de aluno, lembro que sempre que a professora trazia uma novidade, uma informação que eu não sabia sobre o mundo, universo, ciências no geral, aquilo ficava borbulhando dentro de mim e eu queria compartilhar isso com as pessoas!”

Essa memória afetiva mostra como os professores são fundamentais para despertar a curiosidade e o encantamento pelo conhecimento. Neste artigo, celebramos esse papel tão especial que vai muito além da sala de aula.

Jane Esther

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segunda-feira, 1 de junho de 2026

LEI FELCA E ECA DIGITAL: O QUE MUDA PARA NOSSOS FILHOS NA TELA DA INTERNET?



Se você tem filhos, sobrinhos ou convive com crianças, já deve ter percebido que o "parquinho" deles mudou de endereço. Hoje, ele fica no feed das redes sociais, nos vídeos curtos e nas salas de jogos online. Mas, assim como não deixaríamos uma criança sozinha em uma praça pública movimentada de madrugada, o ambiente virtual também precisava de limites claros.

Em 17 de março de 2026, entrou oficialmente em vigor a Lei nº 15.211/2025, popularmente apelidada de "Lei Felca" ou ECA Digital. Esse novo marco regulatório promete chacoalhar a forma como as gigantes de tecnologia lidam com o público infantojuvenil no Brasil.

Abaixo, explicamos tudo o que muda na prática para as famílias e para as telas dos pequenos.

Por que "Lei Felca"? Entenda a origem

O apelido da lei nasceu de um estopim inusitado. Em agosto de 2025, o influenciador digital Felipe Bressanim (conhecido como Felca) publicou um vídeo que viralizou ao denunciar a adultização e a exploração comercial de crianças em plataformas digitais. O conteúdo expôs como algoritmos e sistemas de monetização incentivavam menores a adotarem comportamentos, roupas e linguagens puramente adultas para gerar engajamento e lucro.

A enorme repercussão acelerou o debate no Congresso Nacional. O resultado foi a aprovação do ECA Digital, transformando o Brasil no pioneiro das Américas a criar uma legislação desse porte.

O que muda nas plataformas? Os 4 pilares do fim do "Feed Infinito"

Para proteger a saúde mental e evitar o uso compulsivo por menores de 18 anos, as redes sociais e aplicativos tiveram que banir recursos desenhados para viciar. As plataformas agora são obrigadas a mudar sua própria estrutura.
  • Fim da rolagem infinita: Acabou o feed sem fim que mantém o adolescente preso na tela por horas sem perceber o tempo passar.
  • Proibição da reprodução automática: Os vídeos não podem mais dar "play" sozinhos em sequência.
  • Silêncio nas notificações: Ficam proibidas notificações de incentivo criadas puramente para atrair o menor de volta ao aplicativo de forma contínua.
  • Sem recompensas por tempo: Jogos e aplicativos não podem premiar o usuário apenas por ele passar o dia todo loggado.
Recursos visuais: O Raio-X da Nova Lei

Para além do comportamento no feed, a regulamentação mexe profundamente em dinheiro, jogos e privacidade. Entenda o impacto prático:

Área Impactada

Como era antes

Como fica com o ECA Digital (2026)

Verificação de Idade

Bastava clicar em "Tenho mais de 13 anos" (Autodeclaração).

Rigorosa. Mecanismos confiáveis a cada acesso. Menores de 16 anos precisam de contas vinculadas ao responsável.

Jogos (Loot Boxes)

Crianças compravam "caixas surpresa" com dinheiro real em busca de itens raros (mecanismo similar a jogos de azar).

Proibição total de loot boxes em jogos voltados ao público infantojuvenil.

Publicidade

Marcas direcionavam anúncios específicos rastreando o comportamento dos menores.

Fim da publicidade direcionada e proibição do uso de histórico de navegação de menores.

Influenciadores Mirins

Canais e perfis monetizavam a rotina de crianças sem regras trabalhistas claras.

Exigência de autorização judicial prévia dos responsáveis para monetizar ou impulsionar a imagem de menores habitualmente.


E se as empresas descumprirem?

O ECA Digital não veio para ser apenas um "guia de boas maneiras". A fiscalização técnica fica a cargo da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), e as denúncias de crimes virtuais contra menores serão centralizadas pelo novo Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, ligado à Polícia Federal.

As punições para as Big Techs que desobedecerem às regras são pesadas:

As multas podem chegar a 10% do faturamento da empresa ou até o limite de R$ 50 milhões, além do risco de suspensão temporária ou proibição total das atividades da plataforma no Brasil.

O papel das famílias: O Estado substitui os pais?

Aprovada sob intensos debates, a lei gerou críticas de alguns setores que defendem que o controle deve ser estritamente familiar, e não estatal. No entanto, o espírito da lei não é tirar a autoridade dos pais, mas sim devolver o controle a eles.

Antes, as famílias lutavam sozinhas contra algoritmos bilionários programados para reter a atenção dos seus filhos a qualquer custo. Agora, com ferramentas de supervisão parental obrigatórias e interfaces mais limpas, a responsabilidade passa a ser compartilhada: as empresas limpam o ambiente, e os pais guiam os passos.

Na rua, ensinamos as crianças a olhar para os dois lados antes de atravessar e a não falar com estranhos. Na internet, a partir de 2026, as regras do jogo finalmente começaram a ficar parecidas.

Jane Esther

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domingo, 31 de maio de 2026

LEVANTA E CLAMA! 31 VIRTUDES BÍBLICAS PARA ORAR PELOS SEUS FILHOS - SINTESE


































A seguir a lista, embasada em referências bíblicas. Sinta-se à vontade para copiar ou incrementá-la. Que ela possa ajudá-lo a orar especificamente e com propósito pelos seus filhos.

1. Salvação - Senhor, permita que a salvação brote no coração de meus filhos, que eles possam obter a salvação que está em Cristo Jesus, com glória eterna. (Is 45:8, 2Tm 2:10)

2. Crescimento na Graça - Oro para que meus filhos cresçam na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. (2Pe 3:18)

3. Amor - Permita, ó Deus, que meus filhos aprendam a viver uma vida de amor, através de Espírito que neles habita. (Gl 5:25, Ef 5:2)

4. Honestidade e retidão - Que a honestidade e a retidão sejam suas virtudes e sua proteção. (Sl 25:21)

5. Domínio próprio - Pai, ajude meus filhos a não serem como muitos outros em volta deles, mas permita que possam ser sóbrios e ter domínio próprio em tudo que fizerem. (1Ts 5:6)

6. Amor pela Palavra de Deus - Que meus filhos possam crescer e descobrir que Tua palavra é mais preciosa que o ouro puro e mais doce que os favos de mel. (Sl 19:10)

7. Justiça - Senhor, guie meus filhos para amar a justiça assim como tu a amas e para agir com justiça e tudo que fizerem. (Sl 11:7, Mq 6:8)

8. Misericórdia - Que meus filhos sempre sejam misericordiosos, tal como nosso Pai celestial. (Lc 6:36)

9. Respeito (por si mesmos, pelos outros e pelas autoridades) - Pai, que meus filhos possam prestar o devido respeito a todos, como a sua Palavra ensina. (1Pe 2:17)

10. Autoestima bíblica - Que meus filhos possam desenvolver uma sólida autoestima que se baseie no entendimento que eles são obras das mãos de Deus criados em Cristo Jesus. (Ef 2:10)

11. Fidelidade - Que o amor e a fidelidade nunca se apartem de meus filhos, mas que essas virtudes gêmeas sejam atadas ao redor de seus pescoços e escritas na tábua do seu coração. (Pv 3:3)

12. Coragem - Que meus filhos sejam sempre fortes e corajosos em seu caráter e em suas ações. (Dt 31:6)

13. Pureza - Crie neles um coração puro, ó Deus, e que esta pureza de coração seja manifesta em suas ações. (Sl 51:10)

14. Gentileza - Senhor, que meus filhos sempre procurem ser gentis um com o outro e com as demais pessoas. (1Ts 5:15)

15. Generosidade - Permita que meus filhos sejam generosos e desejosos em repartir, e assim acumulem tesouros para si mesmos, um firme fundamento para a era que há de vir. (1Tm 6:18-19)

16. Amantes da Paz - Deus de paz, ajude meus filhos para que façam todo esforço naquilo que conduz à paz. (Rm 14:19)

17. Alegria - Que os meus filhos sejam cheios da alegria que é dada pelo Espírito Santo. (1Ts 1:6)

18. Perseverança - Senhor, ensine meus filhos a serem perseverantes em tudo que fazerem, e ajude-os a perseverar especialmente para correr a carreira que lhes está proposta. (Hb 12:1)

19. Mansidão - Deus, por favor cultive em meus filhos a habilidade de demonstrar verdadeira mansidão para com todos. (Tt 3:2)

20. Compaixão - Senhor, por favor revista meus filhos com a virtude da compaixão. (Cl 3:12)

21. Responsabilidade - Permita que meus filhos desenvolvam responsabilidade, e cada um saiba carregar sua própria carga. (Gl 6:5)

22. Contentamento - Pai, ensine meus filhos a estarem contentes em toda e qualquer situação, por meio de Jesus, que lhes fortalece. (Fp 4:12-13)

23. Fé - Oro para que a fé brote e cresça no coração dos meus filhos, e que por ela alcancem o que lhes foi prometido. (Lc 17:5-6, Hb 11:1-40)

24. Um coração de Servo - Senhor, por favor ajude meus filhos a desenvolverem um coração de servo, como se servissem ao Senhor e não aos homens. (Ef 6:7)

25. Esperança - Ó Deus de Esperança, permita que meus filhos possam transbordar de esperança no poder do Espírito Santo. (Rm 15:13)

26. Habilidade e vontade para o trabalho - Ensine meus filhos, ó Senhor, a valorizar o trabalho e a trabalhar com todo os seus corações, como se fazendo para o Senhor e não para homens. (Cl 3:23)

27. Paixão por Deus - Senhor, crie em meus filhos uma alma que se apega a ti, que se agarra apaixonadamente a ti. (Sl 63:8)

28. Disciplina - Pai, oro para que meus filhos adquiram uma vida disciplinada e prudente, fazendo sempre o que é justo, direito e correto. (Pv 1:3)

29. Prática de oração - Permita, Senhor, que meus filhos tenham uma vida marcada pela prática de oração, que eles aprendam a orar em todo o tempo no Espírito com todo tipo de orações e súplicas. (Ef 6:18)

30. Gratidão - Ajude que meus filhos vivam suas vidas transbordando em gratidão e sempre dando graças a Deus Pai em todas as coisas, em nome de Jesus Cristo. (Ef 5:20, Cl 2:7)

31. Coração para Missões - Senhor, por favor ajude meus filhos a desenvolver o desejo de ver a sua glória declarada entre as nações, e seus maravilhosos feitos entre todos os povos. (Sl 2:8, 96:3)

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LEVANTA E CLAMA! 31ª Virtude: CORAÇÃO PARA MISSÕES


"Senhor, por favor ajude meus filhos a desenvolver o desejo de ver a sua glória declarada entre as nações, e seus maravilhosos feitos entre todos os povos." (Sl 2:8, 96:3)

“Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão.” (Salmo 2:8)

“Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas.” (Salmo 96:3)

Os dois versículos são promessas do Senhor para todas nós... Ele deseja que todas nós O adoremos, O glorifiquem e que O exaltem acima de todas, porque por Ele e para Ele são todas as coisas. Por que Ele reina, é soberano e vem executar a justiça.

Ele deseja que falemos para todos de suas maravilhas... Das bênçãos, dos livramentos, das curas, das libertações, transformações... Ele é magnífico, poderoso...

Os verbos do Salmo 96 estão todos no imperativo: cantai, bendizei, proclamai, anunciai, tributai, trazei, entrai, adorai, tremei, dizei. Por estes verbos se percebe que o Espírito Santo nos quer diante de Deus não de qualquer modo, mas com grande entusiasmo e crescente empolgação. Agindo assim, Ele faz a promessa... Peça... Darei.....

Não basta estar diante d’Ele e dizer que é serva, mas temos que ser discípulos. Temos que estar empolgadas, alegres, sorridentes, entusiastas, cheias de energia, disposição e vontade para adorar, entoar, cantar, celebrar. Ele quer de nós compromisso, obstinação, adoração.

Ele quer de nós uma liderança espiritual com ética, disciplina, hierarquia, caráter, amor, piedade, fé, coragem e perseverança... Esses são os fundamentos de uma Mãe Unida em Oração.

Ele está cuidando de nós , de nossa nação, mas temos uma missão grandiosa, gloriosa... Anunciar as maravilhas de Deus!

Por isso temos que ter um coração missionário... “E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales; Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Atos 18:9,10)

Fala e não ter cales.... Há muito povo nesta cidade!

Há muitas mães nesta cidade! Precisam de nós!

Há muitos filhos nesta cidade! Precisam das orações de suas mães!

Vamos orar?

“Senhor...
Oro para que meu filho (nome do filho), desenvolva o desejo de ver a Sua glória declarada entre as nações, e seus maravilhosos feitos entre todos os povos. Em nome de Jesus, amém!”

(Essas 31 virtudes foram retiradas da Bíblia como um “roteiro de oração” feita pelo escritor Americano Bob Hostetler e os textos foram escritos e alguns adaptados por Jane Esther M. S. de Paula Rosa, Coordenadora Nacional de MIPI-BR)


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TERMINA HOJE - Orando 31 Virtudes Bíblicas Sobre os Filhos



Durantes este mês de maio, como Mães oramos uma virtude por nossos filhos, diariamente. As 31 virtudes foram retiradas da Bíblia como um “roteiro de oração” feita pelo escritor Americano Bob Hostetler, com pequenas adaptações..

Oramos por bênçãos, proteção, para que eles sejam felizes, tenham saúde, que façam boas escolhas. Oramos por segurança e assuntos cotidianos, oramos por virtude, fruto do Espírito , traço de caráter específico que temos a certeza que cada mãe deseja ver plantados e alimentados em nossos filhos. E, hoje, chegamos ao final de 31 dias. Que Deus dê graça a cada uma de nós diariamente, na condução da vida de nossos filhos aqui, na Humana IDADE, até estarmos juntos na eterna IDADE.

Nesses 31 dias do mês de maio apresentamos a Deus, baseadas em Sua palavra as virtudes que desejamos que nosso filhos desenvolvam para que tenham uma vida plena, próspera e abençoada. A vida abundante que Jesus tem para nós.

Assim encerramos este ciclo com uma oração que resume o desejo de cada Mãe Unida em Oração, através da oração feita por Cláudia Regina Farias.

“Senhor, apresento a ti o meu filho, clamando para que o Senhor lhe conceda a preciosa benção da salvação, que ele cresça no conhecimento e na graça, seja cheio do teu amor, ande com toda integridade e retidão, tenha domínio próprio, ame a tua palavra, pratique a justiça e a misericórdia, com muito respeito ao próximo, com a certeza de quem é em Cisto, seja fiel a tua palavra aos teus ensinamentos, vivendo a vida com coragem, pureza, gentileza e generosidade de tal forma que ele seja um promotor da paz. Que viva sempre com alegria, cheio de perseverança, que em meio as lutas jamais perca a mansidão e a compaixão, sendo sempre responsável e cheio de contentamento, manifeste sua fé, com seu coração de servo, jamais perca a esperança, nem suas habilidades e vontade de trabalhar. Que paixão por ti Senhor domine a vida dele de modo que ele tenha disciplina na pratica da oração e que seu coração seja cheio de uma eterna gratidão por tudo que fizestes por ele, e para te agradecer ele desenvolva um coração missionário, sendo sal e sendo luz fazendo sempre a diferença, com sua vida, mostrando ao mundo Jesus, Amém!!!”

Continuem firmes em seus PGOs - Pequenos Grupos de Oração, seguindo as ênfases diárias do Calendário Nacional de Oração, com fé, coragem e perseverança, sempre. Amém!

(Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa – Coordenadora Nacional de MIPI-BR)



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