MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO INTERNACIONAL - BRASIL
Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)
terça-feira, 21 de julho de 2026
CINCO BRINCADEIRAS PARA FAZER NAS FÉRIAS
segunda-feira, 20 de julho de 2026
O VALOR DA AMIZADE
O Alicerce da Amizade Cristã
A verdadeira amizade não nasce de interesses mútuos ou de conveniências momentâneas. Ela se sustenta na lealdade e no sacrifício. O livro de Provérbios resume essa constância de forma perfeita: "Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão." (Provérbios 17:17)
Diferente das relações passageiras, o amigo bíblico permanece presente tanto nos momentos de celebração quanto nos dias de dor. A amizade converte um conhecido em um irmão de alma.
O Exemplo Prático: Jônatas e Davi
Uma das narrativas mais belas das Escrituras sobre esse tema é a aliança entre Jônatas e Davi. Mesmo diante de crises políticas, perseguições e da fúria do rei Saul (pai de Jônatas), o vínculo entre os dois permaneceu inabalável. "E Jônatas fez uma aliança com Davi, porque o amava como a si mesmo." (1 Samuel 18:3)
Essa história nos ensina que o amigo autêntico:
Protege em vez de competir.
Celebra o sucesso do outro, mesmo quando isso exige abrir mão dos próprios privilégios.
Apoia os propósitos que Deus tem para a vida do próximo.
O Aperfeiçoamento Mútuo
Deus utiliza os amigos como instrumentos de santificação e crescimento pessoal. O convívio com pessoas sábias nos molda e nos corrige. "Como o ferro com o ferro se afia, assim o homem afia o rosto do seu amigo." (Provérbios 27:17)
Um amigo de verdade não é aquele que apenas concorda com tudo o que fazemos, mas aquele que tem a coragem e o amor necessários para nos confrontar quando estamos errados, ajudando-nos a ser pessoas melhores.
Jesus: O Maior Modelo de Amigo
O ápice da teologia da amizade se manifesta em Jesus Cristo. Ele elevou seus discípulos de uma posição de servos para a posição de amigos, revelando-lhes os segredos do Pai.
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13) Jesus não apenas falou sobre amizade, Ele a viveu intensamente. Ele chorou a morte de seu amigo Lázaro, jantou na casa de amigos e, finalmente, entregou Sua própria vida na cruz por amor a nós. Ele é o amigo que nunca falha, que escuta nossas orações e caminha conosco no deserto.
Momento de Meditação
Gratidão: Lembre-se de dois ou três amigos que Deus colocou em sua vida. Agradeça a Ele por essas pessoas em sua oração hoje.
Autoexame: Que tipo de amigo você tem sido? Você tem sido o "ferro que afia" ou tem se afastado nos momentos de angústia?
Presença: Como você pode cultivar uma amizade mais profunda com Jesus nesta semana, dedicando tempo para conversar com Ele em oração?
Oração: Senhor, obrigado pelo dom da amizade. Ajuda-me a ser um amigo leal, paciente e presente. Que os meus relacionamentos glorifiquem o Teu nome e que eu saiba valorizar aqueles que caminham ao meu lado. Acima de tudo, obrigado por seres o meu amigo mais fiel. Amém.
Comunicação e Presença Ativa
Para fortalecer uma amizade e torná-la mais profunda, é preciso transformar o afeto em ações intencionais. Abaixo, estão listadas atitudes práticas, baseadas em princípios de cuidado e na sabedoria bíblica, para você aplicar no seu dia a dia:
Inicie o contato: Não espere o outro procurar. Envie uma mensagem apenas para saber como a pessoa está.
Pratique a escuta atenta: Quando o amigo falar, guarde o celular. Ouça para compreender, não apenas para responder.
Monitore datas importantes: Lembre-se de aniversários, exames médicos ou reuniões difíceis e envie uma palavra de apoio.
Apoio Prático e Generosidade - Ofereça ajuda específica: Em vez de dizer "se precisar de algo, me avise", mude para "posso levar o jantar para você hoje?".
Compartilhe o tempo: Reserve um momento na agenda para um café, uma ligação de vídeo ou uma caminhada juntos.
Abençoe com pequenos gestos: Surpreenda o amigo com um doce favorito ou um livro que lembre a história de vocês.
Alinhamento Espiritual e Emocional, Ore pelo seu amigo: Pergunte quais são os motivos de oração dele hoje e ore por essas causas especificamente.
Fale a verdade com amor: Seja o "ferro que afia". Dê conselhos honestos quando notar que o outro está prestes a errar.
Pratique o perdão rápido: Não guarde mágoas de pequenos mal-entendidos. Resolva os conflitos com conversas diretas e acolhedoras.
Validação e Celebração, Elogie com sinceridade: Reconheça publicamente e no privado as virtudes, o talento e o caráter do seu amigo.
Comemore as vitórias: Seja a pessoa que vibra com o sucesso, a promoção ou a conquista dele, sem espaço para inveja.
Demonstre gratidão: Diga explicitamente o quanto a presença dele é importante e como a vida é melhor por causa dessa união.
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domingo, 19 de julho de 2026
MEU FILHO NÃO QUER VOLTAR PARA A ESCOLA. E AGORA?
Os desafios da volta às aulas
Acordar cedo, arrumar o material escolar, tomar o café da manhã, enfrentar o trânsito, despedir-se dos adultos, reencontrar colegas e professores e estudar novas matérias. Ufa! A rotina escolar pode ser bastante cansativa, não é mesmo? E pode ser também um presente para muitos alunos e alunas! Principalmente, para aqueles que amam voltar para a escola a cada início do ciclo letivo.
Porém, para muitas famílias, a volta às aulas pode ser um grande desafio. Por vezes, não é fácil voltar à rotina, aos mesmos caminhos e aos horários mais rígidos. No entanto, para além das dificuldades habituais dessa adaptação, há situações que demandam maior atenção dos pais, mães e pessoas responsáveis, além dos próprios educadores.
Por que é importante voltar para a escola?
É bastante importante que as crianças e os adolescentes estejam na escola, e não somente para aprender o que está no currículo escolar. Isso porque a escola é um espaço fundamental para a socialização dos pequenos e pequenas, já que permite a convivência, o contato com a diversidade, a troca de conhecimentos e a construção de vínculos, por exemplo.
É na escola que as crianças têm seus direitos assegurados (afinal, criança não trabalha!), aprendem a conviver em sociedade e a reconhecer e respeitar as diferenças. Nesse sentido, embora a readaptação escolar seja difícil, o retorno para a escola é necessário e essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes.
Além disso, vale lembrar que os pequenos e pequenas têm noções de tempo e espaço bastante diferente dos adultos. Por conta disso, de forma geral, as crianças precisam de um maior período de tempo para se ajustarem à nova rotina. E isso é importante principalmente no caso da rotina escolar, que é tão diferente do momento das férias. Assim, o retorno às atividades escolares deve ser gradual e lento, para que elas se sintam confortáveis e seguras durante todo esse processo.
Como apoiar as crianças no processo de readaptação escolar?
Meu filho não quer voltar para a escola. E agora? Pensando, então, na importância da escola para os pequenos e pequenas, bem como no processo gradual de adaptação à nova rotina escolar, temos algumas dicas para a sua família!
Confira abaixo algumas sugestões para apoiar as crianças e os adolescentes na volta às aulas:
1. Ajuste os horários das crianças
A primeira coisa que os pais, mães e pessoas responsáveis podem fazer para apoiar as crianças e os adolescentes no processo de readaptação escolar é ajustar os horários da família. Ou seja, estabelecer novamente os horários de dormir e acordar, realizar as refeições, descansar e brincar, por exemplo.
E isso pode ser feito aos poucos, antes mesmo das férias terminarem! Assim, os pequenos e pequenas vão se readaptando à rotina de forma tranquila e sem grandes agitações.
2. Organize o material escolar
Uma das partes mais divertidas da volta às aulas costuma ser a hora de organizar o material escolar, não é mesmo? Então, envolva as crianças no processo de compra e identificação dos cadernos, livros, lápis, mochila e tudo mais.
Se for possível, deixe os pequenos e pequenas escolherem as estampas e os personagens que mais lhes agradam. E caso a sua família opte por reaproveitar os materiais do ano passado, é possível envelopar os cadernos antigos e até realizar colagens muito criativas! Tudo isso pode contribuir para sua animação e entusiasmo com o processo de retorno para a escola.
3. Listem juntos(as) todas as vantagens da escola
Caso seu filho ou filha ainda esteja muito ansioso ou com dificuldades na readaptação escolar, liste com ele(a) as inúmeras coisas boas para se fazer na escola! Entre elas, podemos citar:
- Reencontrar os antigos amigos e fazer novas amizades;
- Conviver e aprender com os mais diferentes tipos de pessoas;
- Rever professores(as), coordenadores(as), diretores(as) e outros colaboradores da escola;
- Estudar sobre assuntos diferentes e realizar novas descobertas;
- Se divertir nas aulas de educação física, artes, ciências e muito mais!
É imprescindível que os adultos conversem com as crianças sobre a escola, sobretudo no momento de volta às aulas. Portanto, mantenha sempre um diálogo aberto e respeitoso, não invalidando nunca os sentimentos dos pequenos e pequenas.
Além de incentivar a socialização que só a escola pode proporcionar, é papel dos pais, mães e responsáveis estarem atentos às emoções das crianças. Ou seja, ouça seus medos, dúvidas e angústias e colabore para criar um ambiente de afeto, carinho e compreensão.
5. Lembrem com carinho das férias e aproveitem os momentos de descanso
Que tal vocês lembrarem juntos(as) dos momentos mais incríveis vividos nas férias? Essas lembranças afetivas são muito importantes e podem funcionar como um porto seguro para as crianças. Além disso, não deixe de se divertir com as crianças nos momentos de descanso, para que elas possam se distrair e viver momentos especiais em família!
Pensando nisso, uma sugestão é preparar uma receita gostosa, que vocês fizeram juntos nas férias, por exemplo. Depois disso, deixe que o pequeno ou pequena leve um pouco da receita para a escola. Assim, poderá oferecer aos amiguinhos e aos professores, contando como ajudou na preparação! É uma forma de criar vínculos com os novos amigos e reforçar o apoio da família no processo de readaptação escolar.
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quinta-feira, 16 de julho de 2026
VERSÍCULOS BÍBLICOS PARA DECLARAR SOBRE A VIDA ESCOLAR DO SEU FILHO
Declarar a palavra de Deus sobre o seu filho transforma a vida escolar dele em um lugar de proteção, aprendizado e propósito. Uma mãe intercessora, precisa declarar a palavra de Deus constantemente sobre a rotina escolar, pois é dentro das unidades de ensino que os filhos passam a maior parte da vida diária, podendo sofrer influências positivas e também negativas. Os versículos abaixo são alguns exemplos, dentro da bíblia sagrada, que podem auxiliar as mães na oração levando a profetizar as promessas bíblicas sobre a rotina escolar dos filhos.
- Provérbios 2:6: "Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e a inteligência."
- Josué 1:9: "Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares."
- Salmo 119:105: "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho."
- Provérbios 3:4: "Assim acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem."
- Salmo 121:7-8: "O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre."
terça-feira, 14 de julho de 2026
O IMPACTO EMOCIONAL DE LEVAR OS FILHOS PARA A COZINHA
(cidadeverde.com/notícias)
segunda-feira, 13 de julho de 2026
EM BUSCA DO MILAGRE MAIOR
“Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expulsou os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.” (Mateus 8:16-17)
Mateus relata que uma multidão levou até Jesus todos os que sofriam. As ruas se encheram de pessoas aflitas, enfermas e dominadas por espíritos malignos. Cristo não ignorou nenhuma delas. O Salvador revelou que nunca Se cansa de receber aqueles que se aproximam dEle com fé. “O que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (João 6:37). Os escritos inspirados declaram que nunca houve um coração aflito que buscasse sinceramente a Cristo e fosse rejeitado.
Mateus afirma que “trouxeram-lhe muitos”. Muitos daqueles enfermos já não possuíam forças para caminhar sozinhos. Dependiam de familiares, amigos e vizinhos que os conduzissem até Jesus. Assim também acontece espiritualmente. Há pessoas tão abatidas pelo pecado, pela culpa e pelo sofrimento que precisam ser levadas ao Salvador por meio de nossas orações, palavras e testemunho. Como os quatro amigos que levaram o paralítico até Cristo (Marcos 2:3-5), somos chamados a aproximar vidas dAquele que continua sendo a única esperança para a humanidade.
O texto declara que Jesus “meramente com a palavra expulsou os espíritos”. Não houve esforço, disputa ou dificuldade. A mesma Palavra que criou o universo (Salmo 33:6; João 1:1-3) continua possuindo autoridade absoluta sobre Satanás e sobre todas as forças do mal. Nada resiste à voz do Criador. Os escritos inspirados ensinam que o poder que venceu o inimigo durante o ministério terrestre de Cristo permanece disponível para todo aquele que se submete inteiramente à vontade de Deus.
Mateus também registra que Jesus “curou todos os que estavam doentes”. Nenhum caso era difícil demais, nenhuma enfermidade estava além do Seu poder. Não houve distinção entre ricos e pobres, influentes e humildes, casos simples ou considerados impossíveis. Todos encontraram em Cristo a mesma compaixão e o mesmo poder. Isso revela tanto Sua misericórdia quanto Sua soberania. Entretanto, a maior enfermidade da humanidade continua sendo o pecado. Por isso Cristo declarou: “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes... não vim chamar justos, e sim pecadores” (Mateus 9:12-13). Toda cura realizada por Jesus apontava para uma obra ainda maior: a restauração completa do ser humano à imagem de Deus.
Por fim, Mateus revela que tudo isso cumpria a profecia de Isaías: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (Isaías 53:4). Cristo não permaneceu distante do sofrimento humano. Ele assumiu sobre Si as consequências do pecado para nos oferecer vida. Ao curar os enfermos, Jesus antecipava a obra que consumaria na cruz, onde não apenas carregaria nossas dores, mas também nossos pecados (1 Pedro 2:24). Na cruz, carregou nossa culpa para que recebêssemos Seu perdão; suportou nossa condenação para que recebêssemos Sua paz. “Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades” (Isaías 53:4). O plano da redenção revela um amor tão profundo que jamais será plenamente compreendido pela mente humana.
Entretanto, os milagres nunca foram o centro do evangelho. Eles sempre apontaram para uma realidade muito maior: a pessoa e a obra de Cristo. A Palavra de Deus permanece sendo o único padrão seguro para discernirmos a verdade. “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20). Sinais e maravilhas, por si sós, jamais constituem prova da aprovação divina, pois Satanás também operará prodígios para enganar, se possível, até os escolhidos (Mateus 24:24). O maior milagre não é presenciar manifestações extraordinárias, mas experimentar um coração transformado pela graça e plenamente rendido ao senhorio de Cristo. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é” (2 Coríntios 5:17).
Por Adriano Santos
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quinta-feira, 9 de julho de 2026
COMO ORAR SOBRE SITUAÇÕES QUE SEU FILHO NÃO CONTA EM CASA?
- Peça a Deus que traga à luz tudo o que está oculto aos seus olhos;
- Interceda especificamente pelos amigos, professores e acessos que seu filho realiza nas redes sociais;
- Rogue para conseguir identificar mudanças bruscas de humor ou de rotina;
- Peça ao Senhor que proteja a mente do seu filho contra pensamentos de ansiedade, depressão, medo ou automutilação;
- Ore no quarto do seu filho, quando ele não estiver em casa, clamando por paz e noites de sono tranquilas.
- Está acontecendo uma mudança na rotina de sono, ou dormem demais ou episódios frequentes de insônia?
- Recusa sistemática em participar de refeições ou momentos familiares;
- Comer compulsivamente ou perder o interesse pela comida sem motivo médico;
- Explosões de raiva ou choro por problemas aparentemente pequenos;
- Mudou de comportamento recentemente (ficando mais agressivo, calado ou ansioso);
- Houve alguma mudança recente na rotina (nova escola, mudança de cidade ou luto)?
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terça-feira, 7 de julho de 2026
JÁ OUVIU FALAR DA CRISE DOS 2 ANOS? "TERRIBLE TWO", O QUE FAZER?
(drapaulagirotto.com.br)
segunda-feira, 6 de julho de 2026
ADICÇÃO DIGITAL: QUEM ESTÁ EDUCANDO NOSSOS FILHOS?
Vivemos em uma geração conectada
como nunca antes. Um simples toque na tela nos leva a qualquer lugar do mundo.
A tecnologia trouxe benefícios incontestáveis: facilita a comunicação, amplia o
acesso ao conhecimento e aproxima pessoas que estão distantes. Entretanto,
quando deixa de ser uma ferramenta e passa a controlar nosso tempo, nossa
atenção e nossos relacionamentos, ela pode se transformar em uma prisão
invisível.
A adicção digital é um
comportamento caracterizado pelo uso excessivo e compulsivo de celulares, redes
sociais, jogos e outras plataformas digitais, causando prejuízos à vida
familiar, emocional, espiritual e social.
O problema nem sempre está no
número de horas diante da tela, mas na dependência criada. Quando uma criança
ou um adulto não consegue ficar alguns minutos sem verificar o celular, sente
ansiedade ao ficar desconectado ou perde o interesse pelas pessoas ao seu
redor, é um sinal de alerta.
A família na era das telas
Muitos pais se preocupam com o
tempo que seus filhos passam no celular, mas raramente se perguntam quanto
tempo eles próprios passam olhando para uma tela.
Os filhos aprendem muito mais
pelo exemplo do que pelos discursos. É difícil ensinar equilíbrio quando a
criança vê o pai interromper uma conversa para responder mensagens ou a mãe
consultar o celular durante as refeições.
A educação digital começa dentro
de casa.
A mesa de jantar, que antes era
um lugar de conversa e comunhão, muitas vezes foi substituída por uma família
reunida fisicamente, mas emocionalmente distante, cada um olhando para sua
própria tela.
O impacto espiritual
A tecnologia não é inimiga da fé.
Podemos ouvir mensagens, ler a Bíblia, estudar e evangelizar por meio dela. O
perigo surge quando ela ocupa o lugar que pertence somente a Deus.
A Bíblia nos alerta:
"Todas as coisas me são
lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas." (1 Coríntios
6:12)
Tudo aquilo que domina nosso
coração merece nossa atenção.
Quando o celular recebe nosso
primeiro olhar ao acordar e nosso último olhar antes de dormir, talvez seja
hora de perguntar: quem realmente está governando nossa rotina?
O desafio dos pais
Pais não foram chamados apenas
para alimentar, vestir e proteger seus filhos.
Foram chamados para formar o
caráter, ensinar valores e conduzi-los no caminho do Senhor.
Isso exige presença.
Nenhuma tela substitui um abraço.
Nenhum vídeo substitui uma
conversa.
Nenhum algoritmo substitui o
olhar atento de um pai ou de uma mãe.
Os filhos precisam de pais
emocionalmente disponíveis.
Precisam ouvir histórias,
brincar, fazer perguntas, errar, aprender e sentir que são mais importantes do
que qualquer notificação.
Caminhos para uma família mais
saudável
- Estabeleçam horários sem celulares,
especialmente durante as refeições.
- Criem momentos de conversa em
família todos os dias.
- Tenham um tempo diário de
oração e leitura da Bíblia juntos.
- Evitem o uso de telas antes de
dormir.
- Pais e mães devem dar o exemplo
de equilíbrio no uso da tecnologia.
- Ensinem que o mundo virtual
nunca deve substituir os relacionamentos reais.
Reflexão final aos pais
Vivemos preocupados em deixar uma
boa herança para nossos filhos.
Mas talvez a maior herança não
seja um patrimônio.
Será a lembrança de uma infância
vivida ao lado de pais presentes.
Daqui a alguns anos, seus filhos
provavelmente não se lembrarão do modelo do celular que você usava.
Mas jamais esquecerão se você
olhava em seus olhos quando eles falavam, se brincava com eles, se orava por
eles antes de dormir, se lhes contava histórias da Palavra de Deus e se fazia
da sua casa um lugar de amor, segurança e comunhão.
O tempo passa depressa.
As notificações podem esperar.
As redes sociais continuarão
existindo amanhã.
Mas a infância dos seus filhos
não voltará.
Desligue a tela por alguns instantes.
Olhe para quem Deus colocou ao
seu lado.
Converse.
Ore.
Abrace.
Porque o maior presente que um
pai e uma mãe podem oferecer aos seus filhos não é um celular de última geração,
mas uma vida que reflita o amor, a presença e o cuidado de Cristo dentro de
casa.
Fonte Bibliográfica
Jonathan Haidt – autor do livro A
Geração Ansiosa, que aborda os impactos dos smartphones e das redes sociais na
saúde mental de crianças e adolescentes.
Nicholas Carr – autor de A
Geração Superficial (The Shallows), sobre como a internet influencia nossa
atenção e forma de pensar.
Sociedade Brasileira de Pediatria
– publica orientações sobre o uso de telas por crianças e adolescentes.
American Academy of Pediatrics –
possui recomendações amplamente utilizadas sobre tempo de tela e uso saudável
da tecnologia
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FÉRIAS, O QUE FAZER COM AS CRIANÇAS?
De qualquer modo, como entreter os filhos durante 30 dias sem perder o bom humor e o emprego ?
O fato é que: as crianças não querem saber se você está trabalhando ou se também está de férias, porque elas querem é passear, curtir as férias, ter coisas legais e divertidas para fazer.
Claro que, se você não trabalha fora, este é o período de levantar mais tarde, ficar despreocupada com tarefas escolares, em preparar a lancheira, organizar material e uniforme, enfim, todo aquele corre-corre diário .
O importante em período de férias é: DEIXAR AS CRIANÇAS OCUPADAS !
Afinal, não há nada mais frustrante para as crianças que retornar as aulas ter de responder a primeira pergunta do dia que é : “o que você fez nas férias ? “ .
Mas não pense que o que é um programão de férias para você, necessariamente o é para os seus filhos, por isso muita atenção na seleção do que fazer nas férias, afinal, as férias são das crianças e nada mais justo pedir que elas enumerem o que desejam fazer, e então caberá a você selecionar o que é sensato e possível de realizar.
Para ajuda-la a tirar o máximo proveito desse período, coloquei abaixo uma lista com 40 ideias para você e seus filhos divertirem-se bastante nestas férias. Separei as ideias por categorias de forma a ajuda-la a encontrar as atividades que melhor atendam a você e aos seus filhos.
Então vamos lá.
Atividades para serem feitas em casa ou em dias de chuva:
1. Façam bolo ou biscoito juntos
11. Realizem uma sessão pipoca/cinema em casa
12. Convide os amigos do seu filho e façam a noite do pijama ou dos games
13. Para as meninas, faça o dia do “ Salão”, chame as amigas delas e deixem que arrumem o cabelo umas das outras, pintem as unhas, etc.
14. Para os menores: Faça máscaras de super herói. Ex. Homem Aranha, Batman Capitão América. Utilize cartolina, tintas, ou tecido.
15. Façam juntos objetos e brinquedos de sucata tais como: Robôs, porta retrato, barcos, fantasias, etc.
16. Façam fantoches e/ou bonecos e bolas utilizando meias velhas
17. Faça sorvete em casa
18. Faça o dia do cupcake ou do pastel, da pizza, do sorvete, etc
19. Aprenda jogos de tabuleiro: Dama, Xadrez, Monopólio, Soletrando, etc.
Atividades fora de casa:
20. Façam um jardim ou uma horta. Se não tiver quintal, usem uma jardineira
21. Façam um pic-nic
22. Esconda um chocolate ou balas no jardim e realize a “ Caça ao Tesouro”
23. Leve as crianças a um Parque ou Pracinha para soltar pipa.
24. Passe alguns dias com os avós
25. Passe alguns dias na praia ou no campo
26. Visite um Museu, Exposição, Biblioteca
27. Vá ao Cinema
28. Visite um pomar e permita que as crianças subam nas árvores e colham os frutos
29. Realize uma viagem de 1 dia tais como: visite uma aldeia indígena e/ou histórica, vá até o centro da cidade, vá até a cidade vizinha, vá até um Parque Aquático, visite uma Reserva Ambiental
30. Visite o Planetário
31. Visite alguém solitário em um Asilo, Ong, Abrigo, Hospital, etc
32. Façam uma fogueira e asse batatas, milho. Aproveite para contar aos seus filhos estórias de quando você era criança
Atividades mais “ radicais”:
33. Vá pescar e/ou acampar´
34. Procure atividades gratuitas oferecidas pelos Shoppings (quase todos tem uma programação especial para as férias escolares)
35. Se possível, leve os seus filhos para conhecer o seu local de trabalho
36. Programe passeio de bicicleta em família
37. Leve seus filhos para andar de patins e/ou skate
38. Leve-os para passear de trem
39. Permita que eles aprendam algo “ radical” por exemplo: Arvorismo, Patinação, Teatro, Escalada, etc.
40. Deitem na grama e brinquem de adivinhar formas com as nuvens
Engana-se quem pensa que as férias podem custar muito.
Asseguro que se você planejar algumas das atividades acima já será o suficiente para deixar as crianças felizes sem gastar quase nada.
(Texto extraído do blog como educar filhos)
Queridas Mães Unidas em Oração, em tempo difíceis, amor e criatividade fazem toda diferença.
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sexta-feira, 3 de julho de 2026
SLOW PARENTING - É PRECISO DESACELERAR A INFÂNCIA DAS NOSSAS CRIANÇAS
Da escola para a natação, da natação para o inglês, do inglês para a aula de música, da aula de música para o espanhol, do espanhol para o judô, do judô para o reforço escolar e por aí vai… Preocupados em oferecer o melhor e possibilitar um futuro de sucesso para nossas crianças, nós, adultos, sobrecarregamos a rotina dos pequenos e pequenas com atividades e cursos extracurriculares.
No entanto, uma agenda cheia não é garantia de sucesso. Pelo contrário, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam um crescimento alarmante nos diagnósticos de ansiedade, depressão e estresse infantil crônico, muitas vezes engatilhados pela pressão estética, social e acadêmica precoce. Diante dessa realidade exaustiva que cerca os pequenos, surgiu o Movimento Slow Parenting ou “Pais sem pressa”, que busca devolver às crianças o direito de viver uma infância no tempo certo.
O que é o Movimento Slow Parenting?
Basicamente, é sobre se desvencilhar da ideia de que crianças são pequenos adultos que precisam produzir o tempo todo. As crianças precisam de tempo para aproveitar, com calma e tranquilidade, a infância.
O ritmo de Deus e o tempo para cada coisa
Como mães cristãs, sabemos que o ativismo e a correria desenfreada do mundo moderno tentam roubar a nossa paz e a identidade dos nossos filhos. No entanto, a Bíblia nos ensina que Deus estabeleceu um ritmo perfeito para a vida e que a pressa do mundo muitas vezes nos afasta do propósito d'Ele.
O livro de Eclesiastes nos lembra: “Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu.” (Eclesiastes 3:1)
Existe o tempo de estudar, mas existe, fundamentalmente, o tempo de brincar e ser criança. Quando antecipamos fases e aceleramos nossos filhos para que eles correspondam a padrões humanos de "sucesso", estamos desalinhando suas vidas do tempo perfeito que Deus determinou para eles.
O valor do descanso e o ócio criativo à luz da Palavra de Deus
No mundo atual, deixar uma criança "sem fazer nada" parece um pecado social. Porém, cientistas e pedagogos afirmam que o tédio é o motor da criatividade e do autoconhecimento. Espiritualmente, o descanso é um mandamento e uma declaração de confiança em Deus.
Quando permitimos que nossos filhos descansem, desacelerem e apenas contemplem, ensinamos a eles o princípio contido no Salmo 46:10: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus.”
A infância precisa de pausas para que a voz do Criador possa ser ouvida no coração dos pequenos.
Alguns princípios para se tornar um adulto sem pressa
Para educar os filhos sem pressa, em primeiro lugar, os pais e responsáveis precisam refletir e repensar o próprio ritmo de vida. Se sua rotina é acelerada e cheia de compromissos, provavelmente, essa será a forma como você vai criar seu pequeno. Confira alguns pontos importantes para se tornar um pai ou uma mãe sem pressa:
- Possibilite que sua criança tenha tempo livre para brincar e espaço para explorar o mundo dentro de seus próprios pontos de vista. Lembre-se de provérbios 22:6: “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles” — e o primeiro objetivo de Deus para uma criança é que ela viva a sua pureza e simplicidade.
- Priorize qualidade ao invés de quantidade e promova conexões humanas, reais e significativas. Ou seja, se importe mais em estar presente e não apenas em “dar presentes”. O maior legado que podemos deixar é o tempo investido em discipulado e amor.
- Permita que as crianças externem o que realmente são e não o que você deseja que elas sejam. Tente não projetar suas frustrações ou sonhos nas crianças. Cada filho é um projeto único e exclusivo de Deus.
- Entenda que o ócio, o descanso e o não fazer nada não é tempo perdido. Pelo contrário, esse tempo é precioso para o desenvolvimento físico, emocional e espiritual dos pequenos. “Em verdejantes pastagens me faz repousar...” (Salmo 23:2) — se o próprio Deus nos faz repousar, por que privamos nossos filhos disso?
- Cuide e priorize os momentos compartilhados com o seu filho ou filha, mesmo quando curtos. Use esses momentos para orar com eles, ouvir seus corações e rir juntos.
No fim das contas, a infância é curta demais para ser vivida correndo e a nossa maior prioridade não deve ser preencher a agenda deles com títulos, cursos e medalhas para o mercado de trabalho, mas sim conduzi-los ao caminho da Salvação. Nosso maior investimento deve ser encher o coração deles com a Palavra de Deus e com a paz que excede todo o entendimento, preparando-os não apenas para este mundo, mas para a Eternidade.
Que hoje mesmo possamos olhar para a rotina de nossos filhos e abrir espaços para o descanso, para o riso frouxo e para a oração. Que o Senhor nos conceda a sabedoria necessária para guardar o tempo deles, ensinando-os a descansar n'Aquele que cuida de cada detalhe de nossas vidas e que deseja, acima de tudo, a salvação de nossas famílias.
Uma oração por nossos filhos e nossas casas
Mães, que a nossa busca não seja por criar filhos altamente competitivos para o mercado de trabalho, mas sim filhos emocionalmente saudáveis, cheios de paz e tementes ao Senhor. Que as nossas casas sejam refúgios de paz e não extensões da correria das ruas.
"Senhor, guarda o coração dos nossos filhos da ansiedade deste século. Dá-nos a sabedoria para desacelerar, para dizer "não" ao excesso de atividades e "sim" aos momentos de qualidade em família. Que eles cresçam sem pressa, protegidos em Teu amor, e que nós, como mães, saibamos pastorear seus corações com paciência e graça. Em nome de Jesus, Amém."
Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa
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quarta-feira, 1 de julho de 2026
COMO CHAMAR A ATENÇÃO DOS FILHOS EM PÚBLICO SEM PASSAR CONSTRANGIMENTO
No entanto, sabemos que a teoria é sempre mais fácil do que a prática. Imagine a cena: você está em um ambiente cheio de pessoas — um restaurante, um supermercado ou uma reunião de família — e a criança começa a apresentar um comportamento inadequado. Como pais ou cuidadores, temos a plena consciência de que a situação exige uma intervenção. Por outro lado, ninguém quer expor ou intimidar o filho na frente de estranhos.
E aí, o que fazer? Como equilibrar a necessidade de educar com o respeito à integridade emocional da criança? Saiba como usar a Disciplina Positiva para corrigir os pequenos em público sem gerar constrangimentos.
1. Chamar a atenção é diferente de brigar
Antes de mais nada, vale ressaltar que existe uma distância abissal entre chamar a atenção e brigar. A bronca tradicional foca no erro e no julgamento; a correção consciente foca na solução e no aprendizado. Em vez de apenas apontar o que a criança fez de errado, o adulto pode e deve mostrar a atitude certa.
Ao dar uma bronca, quase sempre os pais apenas transmitem a informação de que não gostaram de algo, mas não dão à criança a oportunidade de aprender. Já quando os pais usam o comportamento ruim como uma chance para ensinar, eles capacitam os filhos a usarem alternativas mais saudáveis para resolverem seus problemas.
Quando brigamos (gritando ou expondo a criança), ativamos o sistema de defesa dela (luta ou fuga), o que anula a sua capacidade de absorver uma lição. Quando chamamos a atenção com firmeza e respeito, ativamos a sua capacidade de reflexão.
2. O Poder da disciplina positiva: cuidado com os rótulos
A criança vai apresentar comportamentos considerados errados em vários momentos da vida, mas isso não pode se transformar em uma etiqueta que ela carregará na testa.
Imagine que a professora lhe conta que, naquela semana, seu filho não prestou atenção nas aulas; em vez disso, ficou correndo entre as mesas e conversando com os colegas. Uma reação comum e automática seria confrontar a criança com frases do tipo:
- "Você nunca presta atenção em nada!"
- "Ninguém segura essa criança."
- E a pior delas: "Você é muito mal-educado!"
3. Mudando a abordagem na prática
Em vez de rotular, o caminho é isolar o comportamento e acolher o indivíduo. Voltando ao exemplo da escola, você pode falar algo como: “Você é um ótimo aluno e uma criança inteligente. Tenho certeza de que vamos entender juntos o que está acontecendo para você ter agido assim na aula hoje”.
"Quando os pais dão a seus filhos atenção e aprovação para serem bem-comportados, eles estão praticando a atenção positiva. A atenção positiva significa atrair as crianças para o caminho do acerto, em vez de apenas caçá-las quando erram", diz a psicanalista.
4. Como agir "na hora do sufoco" em público?
Se o comportamento inadequado acontecer na rua, no shopping ou no restaurante, siga estes quatro passos para intervir sem criar um espetáculo:
- Conecte-se antes de corrigir: Não grite do outro lado do cômodo. Aproxime-se. O grito à distância gera exposição e vergonha.
- Mude de ambiente: Se a criança estiver muito alterada, retire-a do local por alguns instantes. Vá até o banheiro, o carro ou um canto mais reservado do estabelecimento. Diga: "Vamos dar uma voltinha ali para conversarmos melhor".
- Olhos nos olhos: Fique na altura da criança (ajoelhe-se ou agache-se). Olhar de cima para baixo transmite autoritarismo e medo. O olhar no mesmo nível transmite segurança e firmeza.
- Fale o que fazer (em vez do que NÃO fazer): O cérebro infantil processa comandos afirmativos muito melhor.
| Em vez de dizer... | Diga... |
| "Não corra no meio das mesas!" | "Por favor, caminhe calmamente ao meu lado." |
| "Pare de gritar!" | "Use a sua 'voz de restaurante', fale mais baixo." |
| "Não mexa aí!" | "Mantenha as suas mãos no seu colo, por favor." |
Três frases que muitos de nós acabamos usando com os pequenos no calor do momento, mas que sabotam o desenvolvimento emocional deles:
1. "Pare com isso agora, ou então..."
Ameaçar uma criança quase nunca é uma boa ideia. Em primeiro lugar, os pais estão ensinando uma habilidade que, na verdade, não querem que os filhos tenham: a capacidade de usar a força bruta, o medo ou a chantagem para obter o que desejam. A longo prazo, a ameaça perde o efeito e mina a autoridade real dos pais.
2. "Se você se comportar, eu te dou um..."
Subornar as crianças é igualmente destrutivo. Esse hábito as desencoraja de cooperar simplesmente pela harmonia e pelo respeito ao ambiente. A barganha transforma a dinâmica familiar em um balcão de negócios. Se usado com frequência, os pais se tornarão reféns do próprio sistema. O risco é ouvir, no futuro, frases como: "Eu só vou arrumar o meu quarto se você me comprar aquele Lego".
3. "Não chore! Não é para tanto."
Ver os filhos chorarem ou fazerem birra em público gera um enorme desconforto e ansiedade nos adultos. Mas quando dizemos "não chore", invalidamos seus sentimentos e comunicamos que suas lágrimas e frustrações são inaceitáveis. A criança aprende a reprimir suas emoções, o que quase sempre funciona como uma panela de pressão: gerará explosões emocionais ainda mais intensas lá na frente.
Palavra Final
Educar sem constranger não significa ser permissivo ou deixar a criança fazer o que quiser. Significa ter a maturidade de entender que o adulto da relação é você. Controlar os próprios impulsos antes de tentar controlar o comportamento do seu filho é o primeiro e mais importante passo para uma parentalidade verdadeiramente saudável e conectada.
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