Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

DICAS PARA VIVER BEM COM SEU FILHO ADOLESCENTE



O relacionamento entre pais e filhos adolescentes nem sempre é marcado pela harmonia. Discussões, críticas e desentendimentos muitas vezes fazem parte da rotina. “Para melhorar a relação, mantenha um diálogo aberto, sincero, livre de preconceitos e julgamentos”, diz a psicanalista Blenda de Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. 

Confira nossas dicas e melhore a convivência entre vocês:

1. Imponha limites fundamentados no diálogo e no afeto

Mantenha regras bem estruturadas, garantindo que o jovem compreenda o propósito de proteção e cuidado por trás de cada instrução.

Em Colossenses 3:21, Paulo exorta os pais a não exasperarem seus filhos para que eles não desanimem. Limites sem diálogo geram ressentimento; limites explicados com amor constroem maturidade.

2. Cultive momentos de comunhão e alegria simples


Reserve tempo para compartilhar momentos de lazer sem cobranças, construindo memórias afetivas por meio de caminhadas, esportes ou refeições em conjunto.

A exortação de Filipenses 4:4 sobre a alegria contínua lembra que o ambiente lar deve ter leveza e celebração, promovendo a aproximação espontânea.

3. Edifique o caráter com palavras de incentivo e confiança

Destaque as qualidades e o esforço do adolescente para fortalecer sua autoimagem de forma saudável frente às pressões externas.

A orientação em Efésios 4:29 pede que só saiam da nossa boca palavras boas para a edificação, capazes de transmitir graça a quem as ouve.

4. Incentive o desenvolvimento dos talentos pessoais

Apoie seu filho no engajamento com esportes, artes, música ou voluntariado, ajudando-o a descobrir suas aptidões e vocação.

Em 1 Pedro 4:10, aprendemos que cada um deve servir aos outros com os dons que recebeu. Encorajar essas habilidades fortalece a autoconfiança e o senso de propósito.

5. Cultive a sabedoria para escolher as batalhas certas

Evite confrontos desnecessários por preferências estéticas ou detalhes secundários. Guarde a firmeza para questões de segurança, valores morais e integridade.

Provérbios 4:7 destaca a importância da sabedoria e do discernimento. Distinguir o que é perigoso do que é apenas diferente ajuda a manter a autoridade nos momentos cruciais.

6. Exercite a flexibilidade conforme a maturidade


À medida que o jovem demonstra responsabilidade, conceda gradualmente mais autonomia e revise as permissões.

O ensinamento de Provérbios 19:11 sobre a paciência e a prudência mostra que saber ceder no tempo certo é uma demonstração de sabedoria e confiança.

7. Permita que ele assuma as consequências de suas escolhas

Dê margem para que o jovem lide com pequenos erros e frustrações do dia a dia, intervindo apenas diante de riscos sérios.

A famosa instrução de Provérbios 22:6 fala sobre ensinar o caminho. Aprender a caminhar envolve experimentar as consequências do próprio percurso.

8. Respeite o espaço nos momentos de retraimento


Quando o jovem estiver mal-humorado ou reflexivo, dê-lhe tempo e privacidade, demonstrando disponibilidade sem pressioná-lo.

Em Eclesiastes 3:7, o texto bíblico nos lembra de que há tempo de calar e tempo de falar. Respeitar o tempo do outro demonstra autocontrole e sensibilidade.

9. Cuide da sua própria saúde emocional e espiritual

Evite descarregar no jovem o estresse e a ansiedade da rotina diária. O equilíbrio dos pais é a base para a paz na casa.

Provérbios 4:23 ensina a guardar o coração acima de todas as coisas, pois dele procedem as fontes da vida.

10. Lidere por meio do exemplo e da coerência

Lembre-se de que o testemunho prático das suas atitudes ensina mais do que discursos e repreensões verbais.

A exortação do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 11:1 ("Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo") reforça que o exemplo pessoal é a ferramenta pedagógica mais poderosa.

11. Pratique o perdão e peça desculpas quando errar

Quando perder a paciência ou agir com injustiça, reconheça o erro diante do seu filho. Isso ensina humildade e fortalece o respeito mútuo.

A instrução de Colossenses 3:13 para suportar e perdoar mutuamente demonstra que a reconciliação deve ser a norma nas relações familiares.

12. Ouça com atenção antes de responder ou julgar

Ao escutar os dilemas do seu filho, evite interrupções e conselhos apressados; dedique-se primeiro a compreender o ponto de vista dele.

O conselho prático de Tiago 1:19 orienta a ser pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar.

13. Interceda diariamente em oração pela vida do seu filho

Coloque os dilemas, as amizades e o futuro do jovem diante de Deus, confiando que o Cuidado Divino alcança onde a presença dos pais não chega.

A promessa de 1 Pedro 5:7 lembra a importância de lançar sobre Deus toda a ansiedade, sabendo que Ele cuida da família.

14. Promova um ambiente de segurança sem condenação

Garanta que o jovem saiba que pode recorrer a você em momentos de dúvida ou erro, sem o medo de ser rejeitado ou humilhado.

A postura retratada na Parábola do Filho Pródigo em Lucas 15:20 mostra o pai correndo ao encontro do filho de braços abertos, refletindo o amor incondicional.

15. Mantenha-se atento às amizades sem impor isolamento

Conheça os amigos do seu filho e abra as portas da sua casa para eles, orientando sobre bons caminhos de forma acolhedora.

O alerta de 1 Coríntios 15:33 lembra que maus relacionamentos podem influenciar comportamentos, reforçando a importância do acompanhamento atento e sábio.

16. Demonstre afeto físico e verbal de maneira respeitosa

Mesmo que os adolescentes finjam não ligar para o carinho dos pais, expressões sutis de afeto e afirmação verbal permanecem essenciais.

O mandamento do amor em 1 João 4:19 nos ensina que o amor prático e expressado fortalece os laços interpessoais.

17. Ensine o valor do trabalho e da generosidade


Envolva o jovem em tarefas domésticas e ações comunitárias para cultivar a responsabilidade financeira e a empatia social.

A passagem de Atos 20:35 destaca que há maior felicidade em dar do que em receber, princípio básico para combater o egoísmo.

18. Mantenha o senso de humor nos desafios diários

Aprenda a rir de pequenas trapalhadas da rotina familiar e não tome cada atitude do adolescente como uma afronta pessoal.

O provérbio de Provérbios 17:22 afirma que o coração alegre serve de bom remédio, trazendo leveza aos dias de tensão.

19. Promova o diálogo sobre fé e dúvidas sem imposição

Dê espaço para que o jovem faça perguntas difíceis sobre a Bíblia e a vida, ajudando-o a construir uma fé pessoal e madura, e não apenas herdada.

O mandamento em Deuteronômio 6:6-7 instrui os pais a falarem da Palavra de Deus no cotidiano, de maneira natural e reflexiva.

20. Lembre-se de que a criação é um processo contínuo de semeadura


Não desanime se não vir resultados imediatos. A consolidação dos valores familiares e espirituais exige perseverança e paciência ao longo do tempo.

O encorajamento de Gálatas 6:9 exorta a não nos cansarmos de fazer o bem, pois no tempo certo colheremos os frutos se não desanimarmos.

O relacionamento entre pais e filhos adolescentes nem sempre é marcado pela harmonia. Discussões, críticas e desentendimentos muitas vezes fazem parte da rotina. Para melhorar a convivência, o diálogo aberto e a paciência precisam caminhar juntos com a sabedoria da Palavra de Deus.

Jane Esther

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

QUANTO O EVANGELHO TEM TRANSFORMADO O NOSSO CORAÇÃO?


Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Romanos 14:5

Nem todos os irmãos compreendem todas as questões da vida cristã da mesma maneira. Pessoas sinceras, que amam a Deus e desejam obedecer à Sua Palavra, podem chegar a conclusões diferentes sobre determinadas práticas. Diante disso, precisamos aprender a conversar sem ferir, orientar sem dominar e discordar sem desprezar. A maneira como tratamos quem pensa diferente também revela quanto o evangelho tem transformado nosso coração. 

“Acolhei o que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.” Romanos 14:1.


Respeitar a consciência de um irmão significa reconhecer sua responsabilidade pessoal diante de Deus. Podemos apresentar razões, abrir as Escrituras e compartilhar nosso entendimento, mas não devemos exigir que alguém aja contra aquilo que, sinceramente, compreende ser sua obrigação perante o SENHOR. A concordância produzida pela pressão pode esconder uma consciência ferida. A fé precisa de convicção, não apenas de conformidade exterior. 

“Tudo o que não provém de fé é pecado.” Romanos 14:23.

Isso não significa que toda interpretação esteja correta ou que a sinceridade dispense o exame da verdade. Contudo, esse princípio vale para todos nós: quem ensina também precisa ouvir; quem corrige também precisa examinar o próprio entendimento. Os bereanos receberam a mensagem com disposição e verificaram nas Escrituras se aquilo era assim.

“Examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.”  Atos 17:11.

Respeitar a consciência de cada irmão não significa transformar a verdade bíblica em uma questão de preferência pessoal. Nossa consciência não estabelece a verdade; ela precisa ser instruída pela Palavra de Deus. Por isso, o respeito cristão inclui a disposição de apresentar a verdade com clareza e de acolher a correção quando nós mesmos estivermos enganados. 

“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.” João 17:17.

Romanos 14 não deve ser usado para justificar qualquer crença ou colocar os mandamentos de Deus à escolha de cada pessoa. Ao tratar das divergências presentes naquele contexto, Paulo ensina que os irmãos não devem desprezar nem condenar uns aos outros. Precisamos, porém, distinguir uma proibição bíblica expressa, um ideal apresentado nas Escrituras e uma aplicação pessoal de seus princípios. Nessas aplicações, precisamos de humildade para não atribuir à nossa interpretação a mesma autoridade da Palavra. Podemos examinar e corrigir um entendimento sem humilhar quem o sustenta. 

“Pregues a palavra [...] com toda a longanimidade e doutrina.” 2 Timóteo 4:2.

Precisamos ter cuidado quando transformamos nosso entendimento na medida da fidelidade de todos. Não conhecemos integralmente a história, as dúvidas, os estudos e as lutas espirituais de outra pessoa. Uma divergência, por si só, não nos autoriza a concluir que alguém seja rebelde, desonesto ou indiferente à vontade divina. Podemos avaliar argumentos e atitudes, mas o julgamento das intenções exige um conhecimento que não possuímos.

 “Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o SENHOR.” 1 Coríntios 4:5.

Também não devemos confundir firmeza com aspereza. A verdade pode ser apresentada com clareza e mansidão. Humilhar alguém, expor sua consciência ou ameaçar sua comunhão com Deus para obter concordância prejudica o diálogo e pode afastar justamente quem desejávamos ajudar. O servo de Cristo precisa cuidar tanto do conteúdo de suas palavras quanto do espírito com que as pronuncia. 

“Ao servo do SENHOR não convém contender, mas, sim, ser brando para com todos.” 2 Timóteo 2:24.

Há situações em que a divergência dá lugar à perseguição, à difamação e à divulgação de acusações falsas. Um irmão passa a ser hostilizado, tem suas palavras distorcidas ou sua sinceridade colocada em dúvida porque não concordou com determinado entendimento. Mesmo quando alguém está equivocado, isso jamais autoriza a mentira, a humilhação ou a tentativa de destruir sua reputação. O compromisso com a verdade também deve governar aquilo que falamos sobre as pessoas. 

“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” Êxodo 20:16.

Precisamos distinguir a correção fundamentada da agressão: apresentar evidências, examinar uma interpretação e chamar alguém ao arrependimento podem ser expressões de cuidado cristão; espalhar rumores e atribuir intenções sem provas ferem a comunhão. Antes de repetir uma acusação, devemos verificar os fatos e ouvir a pessoa envolvida. Nenhuma defesa da fé justifica o uso da falsidade contra um irmão.

 “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.” Efésios 4:25.

O respeito é uma responsabilidade mútua. Quem tem uma convicção não deve ridicularizar quem entende de outra maneira; quem possui uma restrição de consciência também não deve condenar automaticamente quem não compartilha dela. Ambos precisam permanecer dispostos a aprender e atentos ao efeito de suas atitudes sobre o próximo.

 “Assim, pois, seguimos as coisas da paz e também as da edificação de uns para com os outros.” Romanos 14:19.

Antes de tentar vencer uma discussão, precisamos perguntar se estamos ajudando nosso irmão a conhecer melhor a Deus. Podemos sustentar nossa compreensão com firmeza e, ao mesmo tempo, reconhecer os limites do nosso conhecimento. Quando a Palavra nos corrigir, devemos acolhê-la; quando um irmão precisar de tempo para compreender, devemos tratá-lo com paciência. 

“Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.”  Efésios 4:15.

A consciência do meu irmão merece respeito; a minha também precisa permanecer ensinável. Que nossas conversas sejam conduzidas pela Escritura, acompanhadas de oração e livres do desejo de controlar a fé alheia. Cada um de nós terá de responder pessoalmente a Deus, e essa certeza deve produzir humildade em nossas relações. 

“Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.” Romanos 14:12.


(Pr. Adriano Santos)

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sábado, 17 de outubro de 2026

DEUS NUNCA PERDE NOSSOS FILHOS DE VISTA


“Na minha angústia, clamei ao Senhor, e ele me respondeu...”
(Jonas 2:2)

Quando nossos filhos são pequenos, às vezes fecham os olhos, escondem o rosto ou se recusam a ouvir aquilo que lhes dizemos. Na inocência da infância, podem imaginar que, se não conseguem enxergar alguém, também não podem ser vistos. À medida que crescem, porém, essa maneira de se esconder pode assumir outras formas: alguns se afastam, outros se fecham em silêncio, e há aqueles que seguem caminhos diferentes daqueles que suas mães sonharam para eles.

Como mães, sofremos quando percebemos que nossos filhos não querem ouvir nossos conselhos, rejeitam nossos ensinamentos ou se distanciam dos princípios que lhes ensinamos. Nosso coração deseja protegê-los de todo mal, mas chega um momento em que precisamos reconhecer que não podemos controlar todas as suas escolhas.

Foi assim com Jonas. Quando Deus lhe deu uma missão, ele tentou fugir na direção contrária. Entretanto, descobriu que não havia lugar onde pudesse se esconder da presença do Senhor. Mesmo dentro da barriga de um grande peixe, em meio à angústia, Jonas clamou a Deus, e o Senhor o ouviu (Jonas 1:1–2:2).

Essa verdade também traz esperança ao coração de uma mãe: quando nossos filhos se afastam, Deus continua sabendo onde eles estão. Quando não conseguimos alcançá-los com nossas palavras, podemos continuar intercedendo por eles em oração. Quando nossos olhos não conseguem acompanhar seus passos, os olhos do Senhor não perdem nossos filhos de vista.

As Escrituras nos mostram que Deus encontra pessoas em situações muito diferentes. Ele viu Moisés em meio às circunstâncias difíceis que antecederam seu chamado (Êxodo 2:11–3:6). Sustentou Elias em seu momento de esgotamento e angústia (1 Reis 19:1–7). E alcançou Saulo, que seguia por um caminho contrário à Sua vontade, transformando sua história (Atos 9:1–19).

Esses relatos nos lembram de que Deus pode agir em circunstâncias que parecem impossíveis aos nossos olhos. Ele pode despertar consciências, fortalecer os que estão abatidos, corrigir caminhos e transformar corações.

Mãe, talvez você esteja preocupada com um filho que se afastou da fé, que não aceita seus conselhos, que enfrenta dificuldades ou que parece não perceber o perigo de algumas escolhas. Talvez você já tenha chorado em silêncio, perguntando a Deus como poderá ajudá-lo.

Não desanime. Continue amando, orientando, estabelecendo limites quando necessário e orando com perseverança. Não confunda a confiança em Deus com a ausência de atitudes: faça a sua parte com sabedoria, mas entregue ao Senhor aquilo que está além do seu alcance.

Se Deus ouviu o clamor de Jonas quando ele estava na barriga de um grande peixe (Jonas 2:2), Ele também pode ouvir a oração de uma mãe que clama por seus filhos. Não importa quão distante eles pareçam estar, nem quão difícil seja a situação: podemos buscá-Lo com fé, pedindo direção, proteção, arrependimento e transformação.

O fato de Deus conhecer nossos filhos por completo não deve nos causar medo, mas consolo. Ele conhece suas lutas, suas fraquezas, suas necessidades e aquilo que ainda não conseguimos compreender. Podemos confiar que Sua presença não está limitada aos lugares onde conseguimos chegar.

Mãe, não permita que o medo seja maior do que sua confiança no Senhor. Continue intercedendo. Continue semeando amor e verdade. E, mesmo quando não souber o que fazer, lembre-se de que você pode buscar a Deus em oração.

Seus filhos são preciosos para você, mas também são conhecidos por Deus. Enquanto você ora, peça ao Senhor sabedoria para agir, paciência para esperar e fé para permanecer firme.

ORAÇÃO

Senhor meu Deus, entrego meus filhos em Tuas mãos. Tu conheces cada um deles, sabes onde estão, o que enfrentam e quais são as necessidades de seus corações.

Quando se afastarem dos Teus caminhos, alcança-os com Tua verdade. Quando estiverem angustiados, consola-os. Quando fizerem escolhas erradas, dá-lhes entendimento para reconhecer seus erros e coragem para mudar de direção.

Dá-me, Senhor, sabedoria para orientá-los, paciência para ouvi-los e discernimento para saber quando falar e quando esperar. Que eu nunca deixe de interceder por eles, mas que também aprenda a confiar em Ti.

Assim como ouviste o clamor de Jonas, ouve também as minhas orações. Guarda meus filhos, dirige seus passos e, acima de tudo, conduz seus corações para perto de Ti.

Em nome de Jesus. Amém.

REFLEXÃO FINAL

Não precisamos permitir que o medo dos problemas roube nossa paz. Podemos descansar na certeza de que os olhos do Senhor estão sobre nós e de que podemos apresentar nossos filhos a Ele em oração.

Referências bíblicas para meditação: Jonas 1:1–2:2; Êxodo 2:11–3:6; 1 Reis 19:1–7; Atos 9:1–19.

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(Coeditora do Blog: Eliane de Santis)

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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

COMO VENCER AS BARREIRAS À ORAÇÃO


Muitas mães cristãs enfrentam barreiras quando tentam manter uma vida de oração constante. Seja pela correria do dia a dia, pelo cansaço físico ou pelas preocupações da mente, às vezes parece difícil se concentrar e perseverar. Mas a Bíblia nos ensina que a oração é um caminho de vitória e intimidade com Deus.

Principais Barreiras da Oração

Falta de tempo: A rotina cheia pode nos afastar do momento de oração.  

Distrações: Pensamentos, preocupações, e hoje em dia, o celular podem roubar nossa atenção.  

Desânimo espiritual: Quando não vemos respostas imediatas, podemos perder a motivação.  

Sentimento de indignidade: Muitas vezes pensamos que não somos “boas o suficiente” para falar com Deus.

Como Superar Essas Barreiras

Organize um horário fixo:  Mesmo que seja curto, separe um momento diário para estar com Deus.  

Ore com a Bíblia aberta:  Use versículos como guia para fortalecer sua fé.  

Ore em comunidade:  Estar com outras mães em oração traz encorajamento e perseverança.  

Lembre-se da graça:  Deus não exige perfeição, mas um coração sincero.  

A oração é uma batalha espiritual, mas também é um privilégio. Quando vencemos as barreiras, experimentamos paz, força e direção para nossa vida e família. Como mães unidas em oração, somos chamadas a perseverar, confiando que o Senhor nos ouve e responde no tempo certo.

Que este artigo seja um incentivo para você não desistir de orar. Mesmo diante das barreiras, lembre-se:  Deus é fiel e sempre está pronto para ouvir o clamor de uma mãe que ora com fé.

Oração:

Senhor amado,  abrigado porque sempre ouves o clamor dos Teus filhos.  

Reconhecemos que muitas vezes enfrentamos barreiras para orar: o cansaço, as distrações e até o desânimo.  

Mas hoje declaramos que nada pode nos separar do Teu amor.  

Dá-nos força para perseverar, disciplina para separar tempo contigo e fé para confiar nas Tuas respostas.  

Que nossas orações sejam como incenso agradável diante de Ti e tragam paz ao nosso coração.  

Abençoa nossas famílias, nossos filhos e todas as mães que se unem em oração.  

Em nome de Jesus, vencemos as barreiras e seguimos firmes na comunhão contigo.  

Amém

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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

FOLHA DE ORAÇÃO - Roteiro para uma reunião de PGO - Pequeno Grupo de Oração de Mães Unidas em Oração Internacional


Os Quatro Passos para Oração do Ministério Mães Unidas em Oração (Moms in Prayer International) formam a estrutura bíblica e o roteiro de 1 hora das reuniões dos Pequenos Grupos de Oração (PGO):

Louvor: Adoração a Deus focada em um Atributo, Nome ou Caráter (ex.: Deus é Fiel, Amoroso, Provedor), usando um versículo bíblico como base.

Confissão: Momento de oração silenciosa e pessoal para examinar o coração, confessar pecados e purificar-se diante de Deus.

Ação de Graças: Oração audível e breve de gratidão pelas respostas de orações anteriores, bênçãos e pelo cuidado de Deus.

Intercessão: Oração em concordância focada nas necessidades específicas dos filhos, dos professores, da escola e do ministério, declarando promessas bíblicas sobre eles.

OS QUATRO PASSOS PARA ORAÇÃO
Roteiro para uma Reunião de Grupo de Mães Unidas em Oração

Data: _____ /_____/_______ Local: _____________________

Instrução:
Líder: Selecione um atributo, ou um nome ou um caráter de Deus como um tema central. Use definições. Dê versículos que ampliem a descrição e definição. A líder pode designar diferentes mães para lerem os versículos em cada passo.

1. LOUVOR ( 3 a 8 minutos) 

(Não esqueça: Selecione um Nome, Caráter ou Atributo de Deus como um tema central da reunião - Não é um de cada e, sim, um apenas por semana

Louvando a Deus por quem Ele é. Pelos Seus atributos, Seu nome, Seu caráter.
“Pois Tu És Santo, e habitas nos louvores do Seu povo.” (Salmo 22:3)

Por favor, não mencione nem respostas, nem pedidos de oração durante este tempo.

Oração: Enfatiza no tópico já descrito pela oração de comum acordo (oração espontânea direcionada pelo Espírito Santo). Por exemplo: "Querido Pai Celestial, nós suas filhas viemos perante de ti num só acordo, proclamando que tu és. Lembre-se que a oração não é de ação da graças. Fique concentrada no atributo, nome ou caráter de Deus.

1. Atributo, nome ou caráter de Deus escolhido: ____________________________________
2. Definição do Nome, Caráter ou Atributo de Deus:  ________________________________
3. Passagem bíblica: _________________________________________
4. Pensamento sobre a passagem bíblica: __________________________

Oração:

2. CONFISSÃO 
(2 minutos)
Tempo de oração pessoal, silenciosa para confissão e arrependimento.
“Se confessarmos os nossos pecados, Ele e’ fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1:9)

Instrução: Continue em oração
Líder (Passagem Bíblica): "Pai, na Sua Palavra tu nos dizes que sabes todas as coisas, e que não há nada escondido de ti. Tu nos dizes que "se nosso coração não nos condena, nós temos confiança perante (Ti); e qualquer coisa. que pedimos recebemos de (Ti)". 1 João 3:21b,22. Por isso, Pai, esquadrinha nossos corações e diga-nos se há algo que esteja desagradando a ti".

Nomeie pecado ou pecados especialmente qualquer coisa errada com Deus ou homem. Agradece a Deus por perdão do pecado. Peça para ser controlada pelo Espírito Santo.

Oração de transição:

3. AÇÃO DE GRAÇAS (8 minutos)
Agradecer a Deus pelo que Ele fez.
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1Ts 5.18)
Por favor, nenhum pedido de oração durante este tempo.

Instrução:  A oração e feita em concordância
Líder: "Pai, nós te agradecemos não só pelo perdão dos nossos pecados, mas por muitas coisas maravilhosas que tens feito". Só agradecimentos, nenhum pedido! Ore mencionando as respostas as orações anteriores enquanto outras acompanham em comum acordo ate fechar o momento com todas orando.

Agradeça a Deus por uma resposta especifica à oração. "Dai graças ao Senhor; invocai o seu home; fazei conhecidos os seus feitos entre os povos." (Salmo 105:1)

4. INTERCESSÃO (45 minutos) -  
Ir a Deus em oração em favor dos outros.

“Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jr 3.33)

Instrução:
Líder: Dê um versículo bíblico para cada mãe orar por um dos filhos. Use o mesmo versículo. Também dê um versículo para orar pelos professores, pelos assuntos relevantes da escola e funcionários.

Dividir em grupos: Caso a reunião seja feita na igreja com várias mães, a Coordenadora poderá iniciar falando sobre um Nome, Caráter ou Atributo Deus, porém, no momento dos Quatro Passos Para Oração (Louvor, Confissão, Ação de Graças e Intercessão), cada grupo deverá se separar com sua Líder.

Obs.: Se a Líder tiver muitas mães na reunião e não tiver líderes o suficiente, ela pode dirigir a reunião até a Ação de Graças, e na hora da intercessão, dividir em PGOs, até fazer um treinamento para formar novas líderes!

Importante:
os pedidos urgentes de oração pelos assuntos da escola adotada, professores, diretores, funcionários devem ser dados á líder, preferencialmente antes da reunião. Orar na reunião e durante a semana.

4.1. Intercessão pelos Nossos Filhos (15 minutos)

Importante: ore biblicamente. Ore por um filho de cada vez usando o mesmo versículo. A Mãe poderá orar por um filho por várias semanas até sentir o coração em paz a respeito daquele filho. Escreva cada pedido na folha de oração. Lembre-se de continuar orando durante toda a semana por filho de outra mãe e pelo seu próprio.

1. Versículo Bíblico: ________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do filho no versículo): _______________
3. Pedido Específico: Filho (mãe 1 ); Filho (mãe 2); Filho (mãe 3); Filho (mãe 4).
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.2. Intercedendo pelos Pródigos (5 minutos)

1. Versículo Bíblico: __________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do filho no versículo): ______________
3. Pedido Específico: Filho (mãe 1); Filho (mãe 2); Filho (mãe 3); Filho (mãe 4).
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.3. Intercessão pela Escola (5 minutos)

1. Versículo Bíblico: ______________________________________
2. Nome da Escola: ______________________________________
3. Pedido /Assuntos da Escola: ______________________________________________________
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.4. Intercessão pelos Professores (5 minutos)

Importante: cada mãe poderá orar por um professor da escola adotada, durante a semana. Se o tempo permitir ore pelos professores que estão sendo, evangelizados pessoalmente durante o ano inteiro com presentes e mensagens específicas.
1. Versículo Bíblico: _____________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Professor(a) no versículo): _______
3.Nome do(a) Professor(a): _______________________
4. Pedido especifico do Professor(a): _______________________________________
5. Momento de Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.5. Intercessão pelos Diretores (3 minutos)
1. Versículo Bíblico: _______________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Diretor(a) no versículo): __________
3.Nome do(a) Diretor(a): _____________________________________________________
4. Pedido especifico do Diretor(a): _____________________________________________
5. Momento de Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.6. Intercessão pelos Funcionários (3 minutos)

1. Versículo Bíblico: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação.” (Sl 62.1)
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Funcionário(a) no versículo): Abra os olhos de __________________________ para que se converta das trevas à luz .
3. Nome do(a) Funcionário(a): __________________________________________________
4. Pedido especifico do Funcionário(a): ___________________________________________
5. Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____

4.7. Intercessão pelas Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil  (5 minutos)
Líder: Orem agora e durante a semana pelas preocupações listadas nos Quatro Passos Para Oração e pelos adicionais que estão abaixo:
Pela integridade, confiança, e união do grupo.
Pelas Líderes e Coordenadoras do Brasil.
Pela Liderança Nacional. (Salmo 25:213) e (Colossenses 1:9b)
Pelo ministério voluntário das Mães Unidas em Oração local, estadual e nacional.
Pelas necessidades financeiras do ministério.

4.8. Intercessão pelo Ministério Internacional (5 minutos)
Líder: Orem agora e durante a semana pelas preocupações listadas nos Quatro Passos Para Oração e pelos adicionais que estão abaixo:
Pela integridade, confiança, e união do grupo.
Pelas Líderes e Coordenadoras do mundo.
Pela Liderança Mundial. (Salmo 25:213) e (Colossenses 1:9b)

Obs: A divisão da carga horária fica a critério da Líder. Dependerá dos motivos de intercessão da semana. (poderá em uma semana ter pedido de oração por uma diretora, mas na semana seguinte, não ter....

Sigilo absoluto. Tudo o que é dito no grupo, permanece no grupo!

IMPORTANTE:

Folha de Oração: Faça uma copia para cada MÃE de seu grupo.
Material necessário: Bíblia, o Livreto: Mães Unidas em Oração, caderno, lápis ou caneta.

_______________________________

A B C DE UMA REUNIÃO

A - Hora: Sempre começar e terminar na hora certa.
B - Ser comprometida: Fazer desta hora uma prioridade semanal.
C - Confidencial: O que oramos no grupo, permanece no grupo.


(Todos os direitos são reservados de acordo com os direitos autorais internacionais. É proibida toda a reprodução ou publicação deste material sem aviso prévio da autora, exceto pequenas anotações bibliográficas, ou críticas literárias.
Copyright (c) 1987. Fern Nichols. All rights reserved. Moms in Prayer International)


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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

DIA DE AMAR AS CRIANÇAS E ORAR POR ELAS

O Dia das Crianças é uma data muito celebrada no Brasil, mas poucos conhecem a sua verdadeira origem histórica e a profunda responsabilidade espiritual que nós, como cristãos, temos em relação aos pequeninos. Mais do que uma data comercial para presentear, este dia deve ser um lembrete do nosso chamado bíblico para proteger, educar e interceder pelas futuras gerações.

Abaixo, entenda como a data surgiu e veja um guia prático de como orar pelas crianças à luz da Bíblia.

📜 A Verdadeira História do Dia das Crianças

Diferente do que muitos pensam, o Dia das Crianças no Brasil não nasceu de uma campanha de marketing de brinquedos.

• A iniciativa brasileira: Em 1924, o deputado federal Galdino do Valle Filho propôs a criação de um dia nacional para celebrar a infância. O presidente Arthur Bernardes oficializou o dia 12 de outubro por meio do Decreto nº 4.867.

• A popularização: A data só ganhou força na década de 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela e a empresa Johnson & Johnson criaram a "Semana do Bebê Robusto" para aumentar as vendas. O sucesso da campanha consolidou o dia 12 de outubro como uma das datas mais importantes do comércio nacional.

• O cenário mundial: Em termos globais, a Organização das Nações Unidas (ONU) celebra o Dia Universal da Criança em 20 de novembro, data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança em 1959.

Para o cristão, essa história nos lembra que o cuidado com a infância é uma preocupação social antiga, mas que tem suas raízes mais profundas no próprio coração de Deus. Jesus revolucionou a forma como o mundo enxergava os pequeninos ao dizer: "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas" (Mateus 19:14).

🛐 Como Orar pelas Crianças: Um Guia Bíblico

Orar pelas crianças é plantar sementes eternas em seus corações. Nossas orações servem como um escudo espiritual e uma bússola para o futuro delas. Aqui estão quatro áreas essenciais pelas quais devemos interceder:

1. Pela Proteção Espiritual e Emocional

O mundo oferece muitos caminhos confusos e perigosos. Devemos orar para que Deus guarde a mente e o coração dos pequeninos dos ataques do inimigo e das más influências.

• Como orar: "Senhor, guarda a mente e o coração desta criança. Livra-a do mal, dos traumas e de pessoas mal-intencionadas. Que ela cresça em um ambiente seguro e cheio do Teu amor."
• Base bíblica: Versículos como Salmo 91:11 "Porque a seus anjos dará ordens a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos".

2. Pelo Crescimento em Sabedoria e Estatura

Assim como Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lucas 2:52), devemos desejar o mesmo desenvolvimento integral para as nossas crianças.

• Como orar: "Pai, dá a esta criança inteligência, sabedoria para fazer boas escolhas e saúde física. Que ela se desenvolva emocionalmente saudável e cheia de temor ao Teu nome."

3. Pela Salvação e Encontro Pessoal com Cristo

O maior presente que uma criança pode receber não é um brinquedo, mas a salvação. Ore para que elas conheçam a Jesus desde cedo.

• Como orar: "Deus, revela-te a esta criança de forma viva. Que ela reconheça Jesus como seu Salvador ainda na infância e que o seu coração seja solo fértil para a Tua Palavra."

4. Pelos Pais e Educadores

As crianças aprendem pelo exemplo. Interceder por quem as educa é fundamental para que recebam uma base sólida.

• Como orar: "Dá sabedoria, paciência e discernimento aos pais e professores. Que eles consigam instruir a criança no caminho em que deve andar, sendo reflexos do Teu amor."
• Base bíblica: Provérbios 22:6.

💡 Conclusão

Neste Dia das Crianças, mude o foco do consumo para a comunhão. Use esta data para abraçar, abençoar verbalmente e, acima de tudo, dobrar os joelhos pelos pequenos que Deus colocou à sua volta. Eles não são apenas o futuro da igreja; eles são o presente do Reino de Deus.

Oração pelas crianças e pelas famílias:

Senhor Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador de todas as coisas, no dia de hoje com corações cheios de gratidão pelo Teu cuidado e pela Tua fidelidade nós Te louvamos, ó Deus, porque a Tua Palavra nos diz que as crianças são herança do Senhor e que o fruto do ventre é o Teu galardão. Obrigado por cada sorriso, por cada vida e por cada pequenino que o Senhor confiou à nossa igreja e às nossas famílias.

Pai, hoje nos colocamos como intercessores desta nova geração.
Assim como o Senhor Jesus acolheu os pequeninos em Seus braços, nós os apresentamos diante do Teu trono de graça. Clamamos, em primeiro lugar, por proteção. Vivemos dias difíceis, em um mundo que tenta roubar a pureza e a identidade dos nossos filhos. Por isso, nós Te pedimos: guarda a mente e o coração de cada criança. Livra-as do mal, afasta-as dos perigos físicos, emocionais e espirituais. Que os Teus anjos acampem ao redor delas, sendo um escudo invisível contra toda e qualquer artimanha do inimigo.

Senhor, clamamos pela salvação e pelo despertar espiritual delas.
Oramos para que o Teu Espírito Santo trabalhe no coração de cada menino e de cada menina desde a mais tenra idade. Que as histórias bíblicas que eles ouvem na igreja e em casa não sejam apenas contos, mas sementes de vida eterna. Que eles tenham um encontro real e genuíno com Jesus ainda na infância. Livra-os de uma religiosidade vazia e dá a eles um coração apaixonado por Ti, cheio de temor, amor e graça. Que eles cresçam em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.

Deus Altíssimo, intercedemos também pelos pais, mães e responsáveis.
A responsabilidade de educar no Teu caminho é grande, e muitas vezes nos sentimos incapazes. Dá aos pais sabedoria celestial, paciência e discernimento. Que os lares das nossas crianças sejam altares de adoração, ambientes de paz e refúgios de amor. Capacita os pais a serem o maior exemplo de Cristo para seus filhos. Oramos também pelos nossos professores do ministério infantil, educadores e por toda a liderança; derrama sobre eles uma unção renovada e criatividade para ensinar a Tua Verdade.

Por fim, Senhor, abençoamos o futuro destas crianças.
Declaramos que elas serão homens e mulheres de Deus, firmes na fé, profissionais íntegros, cidadãos de bem e líderes cheios do Espírito Santo. Que por meio da vida deles, o Teu nome seja glorificado na terra. Que a nossa igreja seja sempre um lugar de acolhimento, ensino fiel e amor prático para cada uma delas.

Entregamos a infância de cada uma nas Tuas mãos moldadoras.

No nome santo e poderoso de Jesus, nós oramos e Te agradecemos.
Amém e amém!

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sábado, 10 de outubro de 2026

A LIÇÃO DO BAMBOLÊ


“E não nos cansemos de fazer o bem...”
Gálatas 6:9

Um de meus brinquedos favoritos na infância está ressurgindo — o bambolê. Minha amiga Suzi e eu gastávamos horas no jardim aperfeiçoando nossa técnica e competindo para ver quem de nós conseguia mantê-lo girando na cintura por mais tempo.

Este ano revivi essa parte de minha infância. Sentada em um parque, observei enquanto as crianças de todas as idades e tamanhos tentavam ao máximo impedir os bambolês de caírem no chão. Elas giravam e giravam com toda a força, mas apesar de seu esforço os bambolês caíam.

Uma jovem então apanhou um bambolê. Praticamente sem muito esforço, ela o moveu suavemente e com ritmo para cima e para baixo, da cintura até os ombros e de volta à cintura. Seu sucesso dependeu de movimento estratégico, não do movimento vigoroso.

Em nossa vida de oração por nossos filhos, também podemos aprender uma importante lição com o bambolê.

Há mães que oram incansavelmente por um filho que está nas drogas. Outras choram e clamam por um filho que enfrenta uma doença. Há aquelas que sofrem porque seus filhos estão vivendo em rebeldia, afastados da família, ou porque se distanciaram de Deus.

Diante dessas situações, podemos sentir que precisamos fazer cada vez mais: falar mais, insistir mais, procurar mais, tentar controlar cada passo, encontrar a palavra certa, resolver cada problema e, muitas vezes, carregar sozinhas um peso que não fomos chamadas a carregar.

Podemos gastar toda a nossa energia tentando impedir que nossos filhos caiam.

Mas, assim como o bambolê não permanece no lugar simplesmente porque fazemos força, a obra de Deus na vida de nossos filhos não depende da nossa força humana.

Isso não significa deixar de orar, deixar de amar ou deixar de fazer aquilo que está ao nosso alcance. Pelo contrário: significa aprender a perseverar sem nos destruirmos pelo desespero.

A Palavra de Deus nos diz:

“E não nos cansemos de fazer o bem...” — Gálatas 6:9

Não nos cansemos de orar, de amar, e de esperar.

Não nos cansemos de apresentar nossos filhos diante do Senhor.

Mas também precisamos aprender a descansar em Deus.

Antes de alimentar milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes (Marcos 6:38-44), Jesus chamou Seus discípulos à parte para descansar, provando que Ele não precisa de nosso empenho frenético para cumprir Sua obra.

Jesus quer nos ensinar que a obra é dEle.

A mãe pode orar, aconselhar, amar, acolher, estabelecer limites e fazer aquilo que Deus colocou em suas mãos. Mas existem coisas que somente Deus pode fazer no coração de um filho.

Somente Deus pode alcançar um filho que está perdido nas drogas.

Somente Deus pode sustentar um filho enfermo e conduzir sua vida em meio à doença.

Somente Deus pode transformar um coração rebelde.

Somente Deus pode restaurar relacionamentos quebrados.

Somente Deus pode fazer nascer novamente, no coração de um filho afastado, o desejo de voltar para a família e para Sua presença.

Por isso, mãe, não transforme sua oração em desespero.

Ore com perseverança, mas também entregue.

Chore diante de Deus, mas também descanse nEle.

Clame pelo seu filho, mas lembre-se de que seu filho também está nas mãos daquele que o criou.

Talvez você esteja cansada de esperar, ou já tenha orado tantas vezes pelo mesmo assunto que não sabe mais o que dizer.-, ou ainda esteja olhando para a situação e pensando que nada está mudando.

Continue fazendo o bem, orando, amando, e colocando seu filho diante do Senhor.

Mas não tente fazer com suas próprias forças aquilo que somente Deus pode realizar.

A mãe não precisa controlar o movimento do bambolê; precisa aprender a acompanhar o movimento.

Na vida espiritual, precisamos aprender a acompanhar aquilo que Deus está fazendo, mesmo quando ainda não conseguimos compreender.

Jesus não precisa de nosso empenho frenético para cumprir Sua obra.

Às vezes, a resposta para uma mãe cansada não é fazer mais.

É confiar mais.

É colocar novamente o filho ou a filha nas mãos de Deus e dizer:

“Senhor, eu continuarei orando, continuarei amando e continuarei fazendo a minha parte. Mas entrego a Ti aquilo que eu não posso fazer.”

“E não nos cansemos de fazer o bem...” — Gálatas 6:9

Mãe, não desista de orar por seu filho ou sua filha.

Mas também não permita que a dor faça você esquecer que existe um Deus que trabalha enquanto você descansa.

Obediência mansa alcança mais do que atividade desenfreada.

— Adaptado de JAL
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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

GUARDANDO O CORAÇÃO

 

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” — Provérbios 4:23

Como mães unidas em oração, sabemos que o coração é o centro das nossas emoções, pensamentos e decisões. A Bíblia nos alerta que precisamos cuidar dele com atenção, porque tudo o que fazemos nasce primeiro dentro de nós. Se o coração está cheio da Palavra de Deus, nossas atitudes refletem amor, paz e fé. Mas se deixamos que mágoas, medos ou influências negativas entrem, isso também transborda em nossa vida.

 O que significa guardar o coração?

  • Proteger os pensamentos – não permitir que a ansiedade ou a incredulidade dominem nossa mente.

  • Filtrar as influências – escolher bem o que ouvimos, vemos e com quem caminhamos.

  • Nutrir com a Palavra – encher o coração das promessas de Deus, que são fonte de vida e esperança.

  • Orar constantemente – a oração é como uma cerca espiritual que protege nosso interior.

No dia a dia, enfrentamos desafios com filhos, família e trabalho. Guardar o coração significa não deixar que a preocupação nos roube a paz, nem que a irritação nos afaste do amor. Quando cuidamos do coração, conseguimos ensinar nossos filhos a também viverem firmes na fé, mostrando que a verdadeira fonte da vida é Jesus.

 Como guardar o coração na prática

  1. Comece o dia em oração – entregue seus pensamentos e sentimentos ao Senhor.

  2. Leia a Bíblia diariamente – ela é o alimento que fortalece o coração.

  3. Escolha palavras de vida – fale com bondade e evite murmurações.

  4. Perdoe rapidamente – não deixe que a mágoa crie raízes.

  5. Confie em Deus – lembre-se que Ele é quem sustenta e guia sua vida.

Guardar o coração é um ato de amor e obediência a Deus. É cuidar daquilo que é mais precioso, porque dele fluem as decisões, os relacionamentos e a fé que sustentam nossa caminhada. Que possamos ser mulheres que protegem o coração com oração e confiança, para que nossas vidas sejam fontes de bênção para nossas famílias e comunidades.

 Oração:

 Senhor, ajuda-me a guardar o  meu coração em Ti. Que nada roube a paz e a alegria que vêm da Tua presença. Enche-me com o Teu amor e fortalece minha fé, para que  eu seja fonte de vida para aqueles que me cercam. Em nome de Jesus, amém.


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(Coeditora do Blog: Cláudia Regina Farias)


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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

RAZÕES PELAS QUAIS VOCÊ MÃE DEVE PARTICIPAR DE UM PEQUENO GRUPO DE ORAÇÃO

 

Como uma jovem mãe, eu tinha a intenção de ser a mãe cristã perfeita. Eu tinha ideias muito específicas sobre o que isso significava. Infelizmente, a maioria dessas ideias vieram de pessoas que eram imperfeitas! Eu realmente não orei sobre isso. Eu tentei descobrir os segredos para ser a mãe perfeita.

Em meio à minha vida distraída e ocupada, acabei tentando entrar em um grupo de Mães Unidas em Oração. Eu tinha ouvido falar sobre isso, mas não achava que eu poderia tentar até que as duas crianças estivessem na escola. Meu marido até me encorajou a orar por nosso filho quando bebê.

Eu ainda não tinha certeza – uma hora de oração! Com outras mães que não conheço? Mas eu estava disposta a me dar uma chance.

Lá, duas doces mulheres me deram as boas-vindas e explicaram como orávamos versículos da Bíblia juntas por nossos filhos todas as semanas. Elas me guiaram através do modelo de oração simples e eficaz de Louvor, Confissão, Ação de Graças e Intercessão. Continuei me encontrando com elas e outras mães e, eventualmente, comecei a liderar o grupo. Mais tarde, tornei-me Coordenadora de Área para ajudar a conectar outras mães locais para iniciar seus próprios grupos.

Já se passaram mais de quinze anos desde que fui àquela primeira reunião de oração e isso mudou minha vida.

Três razões pelas quais você deve participar de um grupo de Mães Unidas em Oração:

1. VOCÊ NÃO PODE ERRAR ORANDO AS ESCRITURAS

Minhas orações podem estar em todo lugar e se concentrar no que eu quero. Mas quando eu oro um versículo da Bíblia, é mais provável que eu esteja orando pelo que Deus quer.

Durante um tempo em particular, há vários anos, nosso grupo orou para que Deus removesse montanhas. Nós oramos em Efésios 3:20, colocando os nomes de nossos filhos nos espaços em branco:

 “Senhor, creio que Tu és capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou imaginamos na vida de ________, de acordo com o Teu poder que está operando dentro de ________.”

E nos sentimos levadas a orar para que os alunos da escola cristã de nossos filhos experimentassem um avivamento durante um retiro. Deus respondeu a essa oração e vários alunos vieram a conhecer a Cristo! Eles se juntaram a outros mais tarde naquele semestre para um estudo bíblico na hora do almoço.

2. A ORAÇÃO MUDA SEU CORAÇÃO

Essa hora de oração me ajuda a levar meus filhos e minhas preocupações a Jesus. Também tenho o privilégio de orar pelos filhos de outras mães, ampliando meu foco para outras pessoas.

Emily, uma mãe do nosso grupo, comentou: “Sempre me sinto mais relaxada e menos preocupada depois de cada reunião de Mães em Oração. Considerando as necessidades da nossa comunidade escolar e de cada um dos filhos das mães, sempre me distraio dos meus próprios cuidados.”

3. DEUS VAI RESPONDER ÀS ORAÇÕES À SUA PRÓPRIA MANEIRA E NO SEU PRÓPRIO TEMPO

Testemunhei muitas, muitas respostas à oração. Eu sou muito grata por isso! Nosso grupo viu Deus conceder amizades, paz, orientação e redenção ao longo dos anos.

Mas há outras orações que ainda não foram respondidas, como problemas na escola, alunos que não conhecem o Senhor e incertezas nos planos para o futuro. Temos esperança de que Ele os responderá e confiamos que Ele o fará de acordo com Seu plano perfeito.

Retenhamos firme a confissão de nossa esperança sem vacilar, pois aquele que prometeu é fiel. (Hebreus 10:23 NVI)

Não apenas fui abençoada com orações respondidas e crescendo em minha fé e confiança em Deus, mas também encontrei algumas de minhas amigas mais queridas em Mães em Oração. Sou muito grata que, de toda essa busca e peregrinação, Deus me trouxe para o grupo Mães em Oração.

(Juliana Gordon/Blog Moms in Prayer)

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

SEGUNDO PASSO: CONFISSÃO

 


Quando a Graça Tem a Última Palavra
Texto Bíblico: João 8:1-11


Todos nós conhecemos o peso de desejar voltar atrás. Há palavras que gostaríamos de recolher, decisões que ainda despertam vergonha e pecados que parecem ter deixado marcas profundas demais. O pecado costuma se apresentar como promessa de satisfação, mas, depois de nos atrair, nos deixa diante da culpa e das consequências.

Foi assim com a mulher levada até Jesus. Surpreendida em adultério, ela foi colocada no centro de uma cena pública, cercada por homens que conheciam sua culpa e estavam prontos para usá-la. Para eles, aquela mulher não era alguém a ser restaurada, mas uma oportunidade de preparar uma armadilha contra Cristo. Enquanto discutiam sua condenação, ela permanecia ali, exposta, sem defesa e aparentemente sem futuro.

Jesus, porém, não respondeu à crueldade com pressa. Ele não negou a gravidade do pecado, mas também não permitiu que a acusação daqueles homens fosse confundida com a justiça de Deus. Ao confrontar a consciência dos acusadores, fez com que cada um reconhecesse a própria condição. Um a um, eles deixaram o lugar, até que restaram somente Jesus e a mulher.

Então, Aquele que era o único sem pecado e, portanto, o único que poderia condená-la, ofereceu perdão. Mas Sua graça não tratou o pecado como algo sem importância. Jesus a libertou da condenação e também a chamou a abandonar a antiga vida. Em Suas palavras, misericórdia e verdade caminharam juntas: ela não precisava permanecer definida pelo que havia feito, mas também não deveria voltar ao caminho que quase a destruiu.

Essa história revela ainda uma verdade desconfortável, mas necessária. Às vezes, ter nosso pecado exposto pode ser justamente o que nos conduz ao arrependimento. Se aquela mulher tivesse continuado escondida, talvez permanecesse presa à mesma vida. Sua exposição foi dolorosa, mas a levou diretamente à presença de Cristo, onde encontrou aquilo de que mais precisava.

Talvez você carregue hoje a sensação de ter ido longe demais. Não fuja de Jesus por causa da culpa. Vá até Ele com sinceridade. Cristo não oferece uma graça que encobre o pecado para que tudo continue igual; Ele oferece perdão, reconciliação e força para um novo começo. Nas mãos de Jesus, seu pecado não precisa ter a última palavra.


Oração:

Senhor Jesus, me aproximo de Ti sem tentar esconder meus erros, ou justificar minhas escolhas. Tu conheces tudo o que eu fiz, tudo o que penso e até aquilo que tenho dificuldade de confessar. Ainda assim, não me afastas da Tua presença. Obrigada porque Tua graça não me abandona a culpa e Tua bondade não me deixa permanecer no pecado. Recebo o Teu perdão e coloco diante de Ti aquilo que precisa ser transformado em mim. Dá-me coragem para abandonar os caminhos que me afastam de Ti. Quando a vergonha disser que não há mais esperança, lembra-me de que encontro em Ti misericórdia, reconciliação e a possibilidade de recomeçar. Que a minha vida responda com gratidão ao amor que recebi. Em teu nome, Amém.



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