Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016!


Muitas famílias vivem o ano todo em pé de guerra e só se reúnem nas festas como natal e ano novo. O melhor é que durante todo o ano todos vivam em harmonia e união mas alguns tem dificuldade para exercer isso. 


Mas deixo para meditação proverbio 17, versículos 1, 13 e 14:

"melhor é um pedaço de pão seco com paz e tranquilidade do que uma casa onde há banquetes e muitas brigas"

"quem retribui o bem com o mal jamais deixará de ter mal no seu lar"

"começar uma discussão é como abrir brecha num dique. Por isso resolva a questão antes que surja a contenda"


Meus votos são de paz em seu lar começando por você por mais difícil e desafiante que isso seja.

Feliz 2016

(Juliana Meni)
Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
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NÃO DESISTA!

"Jesus respondeu: 'Mulher, grande é a sua fé! Seja conforme você deseja'. E naquele mesmo instante a sua filha foi curada." (Mateus 15:28)

Quando oramos por algo que cremos ser a vontade de Deus, não devemos desistir. Devemos continuar sempre orando, pedindo e procurando. Isso é o que Jesus nos disse para fazer. De fato, quando Jesus viu a grande fé de uma mãe de Canaã que agia dessa forma, Ele deu carta branca a ela dizendo: "Seja como você deseja."

Esta mãe acreditava que o que ela estava pedindo era a vontade de Deus e ela não iria desistir. Talvez você, como essa mãe, tenha um filho que está hoje sob a influência do diabo, rejeitando todos os ensinamentos que você lhe tenha dado. Pelo menos por ora. É difícil aceitar isso, porque você educou seu filho nos caminhos do Senhor.

Aquilo para o que você preparou seu filho - tornar-se independente - aconteceu. Meu conselho é: aguarde. Você vai superar isso. Aquilo que você pode pensar ser o pior cenário, pode ser o gatilho para trazer seu filho para uma fé sincera e verdadeira. A rebelião pode ser difícil de suportar no momento, mas também pode durar pouco e pode ser o que falta para trazer seu filho para um lugar onde ele perceba a sua própria necessidade de Jesus Cristo.

Nossos filhos precisam obter essas convicções em seus corações como suas convicções, não apenas como convicções de seus pais. Isso pode significar um desvio para a terra dos pródigos. Isso pode significar chegar ao fundo do poço. Mas não desista. Continue orando. Nossas crianças podem escapar da nossa presença, mas não podem escapar das nossas orações.

(Jane Esther Monteiro de Paula Rosa)

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

AS PROVAÇÕES CONFIRMAM O VALOR DA SUA FÉ

O ano de 2015 está terminando. Talvez, você esteja pensando como o ano passou rápido. E a Bíblia nos ensina que a vida é um conto ligeiro. Muitas vezes paramos e começamos a recordar alguns momentos que marcaram nossa caminhada ao longo dos anos e, quando damos conta, percebemos que ela passou rapidamente. Mas quero que você encare estes três dias que faltam para o término de 2015 de uma forma bonita. Eles serão um tempo para você repensar sobre coisas que ficaram para trás; de acertar situações; de perdoar e pedir perdão; mas, acima de tudo, um tempo de voltar para os caminhos do Senhor.

Em 1Pedro 1.6-9, o apóstolo nos mostra um quadro parecido com o que vivemos em 2015. “Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo; ao qual não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas”.
Neste ano presenciamos catástrofes como a ocorrida em Mariana; atentados como o de Paris, mortes, entre outras situações que nos feriram. Porém, preste atenção! É como termina as coisas é que conta. O seu ano de 2015 pode terminar de forma maravilhosa, mas para que isso aconteça é preciso que você tenha fé.

Oro para que feridas da sua alma sejam curadas. Para que pecados que lhe dominaram sejam perdoados pelo Senhor. Para que seus relacionamentos quebrados sejam restaurados. E, principalmente, oro para que você volte ao primeiro amor por Jesus. Em Apocalipse 2.5, o Senhor nos orienta a lembrarmos onde caímos, arrependermos e voltarmos às práticas das primeiras obras.

A nossa fé cristã não é uma fé de teoria. Ela é de prática. Querido(a), estamos, aqui, nesta terra apenas de passagem. A Bíblia diz que somos apenas peregrinos. O ano está terminando. Alvos podem não ter sido alcançados. Entretanto, há algo que não podemos deixar de fazer: exultarmos. Não fique olhando para o que você perdeu. Seja grato pelo que conquistou. Você está vivo. Seu coração ainda pulsa. Há saúde no seu corpo.

Talvez neste ano você tenha passado por provações que lhe machucaram e o fizeram desanimar. Porém, hoje é o tempo de você se reerguer. O seu fim não chegou. Tudo pode ser transformado. Você pode não ter entendido ou não entender as provações pelas quais passou ou está passando, mas verá o fruto de cada uma delas. Persevere! Deus não quer que você viva simplesmente, mas que desfrute cada momento da sua vida. Ele quer que você colha os frutos consequentes da sua fé e perseverança. Ele quer lhe ajudar a superar essas circunstâncias difíceis; ver você tomar posse dos seus alvos; adquirir novamente tudo o que perdeu, renovar sua comunhão com Ele e ser restaurado em plenitude.

O Senhor também anseia vê essas situações tão conflituosas pelas quais viveu ou está vivendo redundarem em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. Vê e conhecer Jesus é tudo. A razão pela qual existimos é para conhecê-lo e fazê-lo conhecido. Eu nunca vi o Senhor, mas eu o amo. Não é porque não o vi que Ele não habita em mim. Lembre-se! Um dia O conheceremos como Ele é. O seu coração precisa se encher desta expectativa, a de conhecê-lo. Quando você O conhece cada vez mais, compreende o Seu amor. Você entende o quanto Ele se importa em vê os propósitos Dele serem realizados em sua vida.

Termine bem este ano. Esse é o tempo de voltar inteiramente para Jesus. Corra para Ele e se entregue em Seus braços.

(Marcio Valadão)

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CELEBREMOS O NASCIMENTO DE CRISTO!

“O anjo, porém, lhes disse: não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo: é que vos nasceu hoje na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor”. (Lucas 2.10-11)

Enfim chegamos ao último e mais festivo mês do ano, dezembro. Nesse mês recheado de festas e celebrações, também cabe um espaço para o balanço de nossas vidas, o que fizemos? O que deixamos de fazer? O que poderíamos ter feito melhor? Ou seja, somos confrontados com a prática das nossas atitudes!

Mas, além disso, o que queremos entender e praticar é o significado real do Natal de Jesus Cristo. Não sabemos e ninguém sabe humanamente falando o dia, mês e ano exato do nascimento de Jesus Cristo, é fato, no entanto que Ele nasceu! Ele veio até nós, deixou a sua glória celestial, tornou-se como um de nós, assumiu uma natureza humana, se humilhou. (Filipenses 2. 6-8).

Quais as razões dessa sua humilhação e vinda até nós? Há muitas razões, mas acredito que uma das razões principais é pelo direito de criação. Ele nos criou, a sua imagem e semelhança, no entanto, essa imagem e semelhança foi manchada pelo pecado, e sabemos pela sua palavra que somos “a menina dos seus olhos” e isso se expressa em vários textos bíblicos e já claramente declarado em João 3.16.

A outra grande razão para a sua vinda é que Ele veio para ser o Senhor da humanidade, desviada e submissa ao reino das trevas (o mundo jaz no maligno) e perdida. A declaração do mensageiro do Senhor é muito clara: “É que nos nasceu hoje….o Salvador, que é Cristo o Senhor”.

O servo integralmente submisso a Ele sempre cumprirá sua missão de proclamar com alegria, ousadia e gratidão as boas novas da salvação eterna! Considerando que não poderia haver morte e ressurreição sem que houvesse nascimento é de extrema importância também celebrarmos sempre a sua vinda entre nós! Portanto, exaltemos ao Senhor com alegria e gratidão e na certeza de que Ele vive para sempre em nossos corações. Louvado seja o Senhor porque o natal de Jesus Cristo é real!

(Levir Perea Merlo)
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

AGRADA-TE DO SENHOR

Uma vez eu ouvi uma pessoa dizer:
“Agrada o Senhor que Ele satisfará o desejo do teu coração…”

E então eu fui procurar esse versículo na Bíblia, e me surpreendi ao descobrir que aquela pessoa havia distorcido o significado do versículo.
Percebi que na verdade, não estava escrito “agrada o Senhor”, ao invés disso estava escrito: “Agrada-te do Senhor…”.
Muitas pessoas passam desapercebidas por esse detalhe nesse versículo de Salmos 37, isso porque é muito mais cômodo para a nossa alma acreditar numa (falsa) interpretação que nos beneficie a todo custo.
Porém, na verdade não é bem isso que está escrito.
Outro dia eu estava orando em pensamento assim:

“Ah Senhor, eu queria tanto que o meu escolhido fosse um homem assim e assim… Mas tu sabes Senhor, eu abro mão desse meu desejo, abro mão disso por Ti, abro mão dessa minha vontade para fazer a Tua vontade. Que seja feita a Tua vontade. Se esse desejo que eu tenho for da tua vontade, então ótimo. Mas se não for, eu não quero.
Prefiro abrir mão da minha vontade (que comparada a vontade de Deus é imperfeita) para viver a vontade de Deus para mim, que é perfeita (além de boa e agradável).”

E então, mais uma vez, o Espírito Santo trouxe a minha memória o pensamento:
“…Ao abrir mão da sua vontade, é possível que você receba a realização dela.”

Porque? Porque é justamente quando abrimos mão do que tanto queremos, que aquilo se realiza?
Porque esse é um princípio espiritual, ele está escrito na Palavra.
E se está escrito, podemos viver isso.
Vamos analisar o que diz em Salmos 37.4:

” Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.”

Esse versículo quer dizer o seguinte:
Agrada-te do SENHOR (que o seu maior “agrado” e prazer, seja o Senhor. Agrade a você com as coisas do Senhor) , e ele satisfará os desejos do teu coração (e então, como conseqüência disso, Ele satisfará os desejos do teu coração. Ou seja, Ele satisfará os desejos da tua alma, das tuas vontades. Ele vai te dar o que você deseja, o que você pensa e tem vontade).

Imagine viver isso…
Imagine Deus, o Senhor do Universo, olhando para dentro do seu coração, vendo o que você deseja, e satisfazendo a sua vontade…
Não é um sonho?
Não é o que todos gostariam de viver?
Pois é, está na Palavra de Deus esta promessa, está escrito que podemos viver isso.
Mas o que muitos esquecem é de observar que, para viver isso, há uma condição, uma condição que não é tão fácil como parece.
A condição está descrita no próprio versículo. Você precisa:
Agradar-se do SENHOR… em primeiro lugar.

Traduzindo:
Para viver isso, o seu maior “agrado” e prazer na vida precisa ser o Senhor.
Para poder viver isso, você precisa agradar a si mesmo (ter prazer) nas coisas DO Senhor (Agrada-te do), precisa ter prazer em fazer as coisas (a vontade) DO Senhor, e não ter prazer em fazer as suas próprias vontades.
Para viver isso, você precisa agradar-se mais (Agrada-te) com as coisas do Senhor do que com as suas próprias coisas, e do que com as coisas que este mundo oferece.
Simplificando: Para viver isso é necessário fazer a VONTADE DE DEUS.
E não a sua vontade.
É necessário que a vontade de Deus seja o seu maior prazer na vida, e quando isso acontecer…
A conseqüência disso será o seguinte:
…Ele satisfará os desejos do teu coração.

É assim que funciona esse princípio.
Deus é muito inteligente, não é?
As coisas não são do nosso jeito, são do jeito dEle.
Alguém poderia tentar manipular a Palavra de Deus e tentar driblar esse princípio dizendo (da boca pra fora) que “Deus é o seu maior agrado e prazer na vida…”.
Porém, não há como enganarmos a Deus. Ele sabe se isso é verdade ou não dentro de nós. Ele vê bem lá no fundo do nosso coração.
Durante muito tempo na minha caminhada Cristã eu tentei driblar esse princípio (risos). Me lembro que eu orava e dizia ao Senhor:
“Pai, Tu sabes que hoje em dia Tu és o mais importante na minha vida, e etc…”
Mas na verdade, no fundo no fundo… ainda não era.

E o Espírito Santo suavemente me dizia:
“E quanto a tal e tal coisa que você ainda não abriu mão?”
“E quanto aquilo e aquilo outro que Eu já te mostrei que você tem que mudar?”
“Como você pode dizer que Eu sou o mais importante, ou que Estou em primeiro lugar no seu coração, se você ainda não consegue abrir mão de certas coisas por Mim?”
E então eu me quebrantava e chorava na presença de Deus… Pedia a Ele que me transformasse mais e mais… E foi o que Ele fez.

Deus é tão sábio, tão Maravilhoso que estabeleceu regras perfeitas para que nós pudéssemos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade dEle.
Hoje em dia eu realmente vivo isso. Realmente amo o Senhor acima de todas as coisas em minha vida. E como é bom viver “nesse lugar” em Deus. Um “lugar” onde nada nem ninguém pode nos atingir, nem nos fazer desistir, porque a nossa motivação não está em coisas passageiras, visíveis e corruptíveis… Mas está na eternidade ao lado dEle.
Hoje em dia eu tenho muitos testemunhos para contar que comprovam esse versículo de Salmos 37, poderia contar muitas historias vividas nesses anos, onde vi os desejos do meu coração serem realizados. Algumas vezes eu somente pensei, nem cheguei a orar… E Deus simplesmente realizou aquele desejo ao ouvir meu pensamento… Não é incrível?

Você quer viver isso?
Então faça o que diz em Salmos 37.4, agrade a si mesmo com as coisas do Senhor, faça a vontade dEle. Pois o que mais agrada a Deus é isso, fazer a vontade dEle. E a maior vontade dele é que Ele seja o centro no seu coração.
Quando Ele ocupar o primeiro lugar no seu coração, nas suas vontades, nos seus pensamentos… Aí sim, Ele satisfará os desejos do seu coração.
Ele não abre mão do lugar dEle dentro de você:
O primeiro lugar no seu coração pertence a Ele.
Ele tem que ser o seu maior agrado, o seu maior prazer nesta vida.
“Agrade a você mesmo com as coisas do Senhor, e aí Ele satisfará seus desejos e vontades…”


(Sarah Sheeva)
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

VIDA DE ORAÇÃO, VIDA DE COMUNHÃO COM DEUS

“De tarde, de manhã, e ao meio dia, orarei; e clamarei, 
e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55.17).


Davi era um homem de profunda comunhão com Deus. Davi orava. Neste verso, nós notamos o quanto para ele era importante buscar e manter comunhão com o Pai, estar diariamente em Sua presença através da oração.

Davi buscava sistematicamente a Deus, armazenando assim, forças para enfrentar os desafios que apareceriam em sua frente.

Davi cedo aprendeu o conselho aos hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, para que recebamos misericórdia e encontremos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4.16).

Quando as necessidades surgiram, Davi não duvidou daquilo que Deus poderia realizar. Porque em sua maratona diária na busca por Deus, ele aprendeu a conhecer ao Deus Todo-Poderoso e a confiar Nele para ajudá-lo e guardá-lo.

Nos dias em que vivemos, constatamos o quanto tem sido desvalorizada ou renegada a vida devocional diária.

Há pessoas que raramente oram; algumas costumam orar na hora das refeições e ao deitar-se; outras somente oram nos momentos de crise.

Quem não possui uma vida de comunhão com Deus, por certo não está preparado, principalmente espiritualmente para enfrentar as dificuldades e as crises que a vida apresenta, as quais em sua maioria chegam de forma inesperada.

Muitas são as pessoas abaladas pelas tempestades desta vida; e muitos os relacionamentos que são esmagadas pelas lutas e tribulações. Entretanto, há aqueles que apesar das adversidades se mantém firmes; isto se deve ao amor que nutrem por uma vida de oração, fazendo da comunhão com Deus prioridade.

Desta forma ao se defrontarem com o adversário, com as lutas, podem até sofrer, mas enfrentam as pelejas com coragem, ânimo e fé.

Creio firmemente que as orações possuem o poder de mudar situações, mesmo aquelas consideradas impossíveis.

Que venhamos a cultivar esse hábito tão necessário e que ele se torne natural em nossa vida

(Pr. Silvio Correa Coelho)

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

QUAL A FORMA ADEQUADA DE ORAR?

É melhor orar em pé, sentado, ajoelhado ou de cabeça baixa? Minhas mãos devem estar abertas, fechadas ou em direção ao céu? Meus olhos devem estar fechados quando eu oro? É melhor orar na igreja ou ao admirar a natureza? Devo orar de manhã quando acordo ou à noite antes de ir dormir? Há certas palavras que devo dizer em minha oração? Como começo a minha oração? Qual o método certo de terminar uma oração? Essas perguntas, e outras, são perguntas comuns que recebemos sobre oração. Qual a forma adequada de orar? Essas coisas realmente importam?

Muito frequentemente oração é vista como uma espécie de “fórmula mágica”. Se você não diz exatamente o que deve dizer, ou orar na posição certa, Deus não vai escutar ou responder a sua oração. Isso não é bíblico de forma alguma. Deus não responde as nossas orações baseado em quando oramos, onde estamos, a posição dos nossos corpos, em que ordem fazemos nossas orações. 1 João 5:14-15 nos diz: “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos”. Semelhantemente, João 14:13-14 declara: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”. De acordo com essas e muitas outras passagens, Deus responde nossos pedidos de oração baseado em se pedimos de acordo com Sua vontade e no nome de Jesus (para trazer glória a Jesus).

Então, qual a forma adequada de orar? Filipenses 4:6-7 nos diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. A forma adequada de orar é derramar seu coração a Deus. Seja honesto e aberto com Deus, já que Ele conhece você melhor do que você conhece a si mesmo. Apresente suas súplicas a Deus, mas lembre-se que Deus sabe o que é melhor e não vai conceder um pedido que não é a Sua vontade para você. Expresse seu amor, gratidão e louvor a Deus em oração, mas não se preocupe em ter as palavras corretas para dizer. Deus está mais interessado no conteúdo do seu coração do que na qualidade de suas palavras.

O mais perto que a Bíblia chega de dar um “modelo” para oração é na oração do Pai Nosso em Mateus 6:9-13. Por favor entenda, no entanto, que o Pai Nosso não é uma oração que devemos memorizar e recitar a Deus. É um exemplo de coisas que devem fazer parte da oração – louvor, confiança em Deus, pedidos, confissão, proteção, etc. Ore pelas coisas que são mencionadas no Pai Nosso, mas use suas próprias palavras e “personalize” suas orações de acordo com sua caminhada com Deus. O método apropriado de orar é expressar seu coração a Deus. Sentado, em pé, ajoelhado; mãos abertas ou fechadas; olhos abertos ou fechados; na igreja, em casa, lá fora, de manhã ou de noite – isso é tudo secundário, sujeito à preferência e convicção pessoais e o que é apropriado para aquela ocasião. O desejo de Deus é que oração seja pessoal e uma verdadeira conexão entre nós e Ele.
(Got Questions Ministries)

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

ALIMENTANDO NOSSA FÉ EM DEUS

A fé é a condição de toda a vida espiritual, tanto para entrar como para dar os passos necessários para avançar nela. Convém-nos, portanto, fazer tudo para dar-lhe toda nutrição e cuidado possíveis. A fé, quando fortalecida e alimentada, certamente crescerá. Contudo, a forma como cresce e as condições para isso podem ser exatamente opostas ao nosso modo de pensar.

Normalmente, supomos que a fé é fortalecida por receber grande encorajamento, como quando obtemos respostas rápidas e abundantes às orações, experimentamos elevados graus de alegria ou recebemos profundas visões das coisas celestiais. Na realidade, essas coisas não fortalecem nossa fé tanto quanto imaginamos. Nossa fé deve ser alimentada pelas promessas de Deus, contidas na sua Palavra escrita.

Quando Deus primeiro chamou Abraão, ele inundou sua alma com uma porção de promessas. Falou com ele dos céus estrelados, do solo de Canaã por onde andava, pelas visitas de anjos e pelo Espírito Santo nas profundezas do seu ser. Abraão viu grandes coisas, possibilidades tremendas para si mesmo e para sua posteridade. Sua alma bebeu essas promessas até que sua fé se tornou ampla e poderosa, e isso antes que uma sequer delas se cumprisse.

Deus trata com as pessoas hoje de forma semelhante. Quando chama alguém para um nível mais alto de perfeição ou serviço, ele começa abrindo as promessas da sua Palavra e as possibilidades que podem ser alcançadas, antes mesmo que haja qualquer sinal exterior do seu cumprimento. O coração que se firma nas promessas de Deus até que elas se tornem tão reais quanto o próprio Deus – esse terá, de fato, uma grande fé.

Uma outra fonte de nutrição para a fé é a remoção de apoios naturais e humanos. Naturalmente, apoiamo-nos em muitas coisas na natureza, na sociedade, na igreja e nos amigos, muito mais do que temos consciência. Achamos que nos apoiamos somente em Deus e nem imaginamos o quanto dependemos de outras coisas – até que as perdemos. Se não fossem removidas, continuaríamos enganando a nós mesmos, pensando que dependemos de Deus em tudo. Mas Deus pretende concentrar nossa fé somente nele, através de remover todas as outras bases, desligando-nos dos nossos outros suportes, um após o outro.

Muitas pessoas não conseguem suportar essa total demolição de apoios secundários. É mais do seriam capazes de aguentar. Reagiriam com rebelião ou amargura e, por isso, Deus permite que tenham uma fé imatura e que ainda dependam, em alguma medida, de outras coisas.

Porém, para aqueles que têm capacidade de suportar o desgaste e a tensão da fé, ele permite toda sorte de desapontamentos: a morte de grandes esperanças, a perda de amizades terrenas ou a destruição de propriedades e bens, enfermidades e fraquezas diversas no corpo ou na mente, desentendimentos com familiares e amigos. Isso acontece ao ponto da paisagem espiritual se assemelhar a um deserto ou a uma região varrida por furacões, compelindo a pessoa a se refugiar somente em Deus.

Enquanto esses apoios secundários estão sendo removidos, a pessoa não percebe o que está acontecendo no seu interior. Só depois é que descobrirá que a fé cresceu e se expandiu com cada onda que se lançou contra ela. A fé cresce quando menos esperamos. Tempestades e dificuldades, tentações e conflitos, são seu campo de operação. Como o petrel (ave oceânica semelhante ao albatroz), a fé possui um gozo sobrenatural no furor da tempestade e no estrondo das ondas.

A fé não só é alimentada pela remoção dos apoios terrenos, mas também pela retirada aparente da consolação divina. A resposta à nossa oração parece demorar demais e a fé é testada até o último ponto. Parece que o Senhor se virou contra nós e tudo que podemos fazer é continuar nos agarrando com o grito envergonhado de “Senhor, ajuda-me!”

Mesmo aí a fé está se expandindo e crescendo além do que podemos imaginar, pela própria extensão da demora em chegar a resposta. Quanto mais o Senhor demorava em atender à oração da mulher siro-fenícia, mais a sua fé foi purificada, mais se intensificou. Grandes demoras servem para purificar nossa fé até que tudo que é inconstante, efêmero e impulsivo seja expurgado, nada deixando além da própria fé.

FÉ ACENDE FÉ 

Outra forma de alimentar a fé é aprender sobre a fé de outras pessoas e meditar sobre isso. Leia as biografias daqueles que foram severamente provados e que creram em Deus apesar de todas as circunstâncias contrárias. Fé acende fé. Compreender como Deus lidou com outras pessoas capacita-nos a interpretar os tratamentos dele em nossa vida. Nossa fé é inspirada mais ao sabermos das provações dos santos na Bíblia do que por ouvir sobre acontecimentos mais fácies e agradáveis.

Ainda outro meio de fortalecer a fé é a estratégia de Deus na qual ele constantemente troca os canais que trazem sua bênção providencial para nós. Quando a provisão de Deus vem da mesma maneira durante um certo período de tempo, inconscientemente fixamos nossa confiança no canal mais do que na fonte invisível.

Quando Deus dava água para o povo de Israel no deserto, às vezes vinha da rocha, outras vezes de um poço cavado na areia seca (ver Nm 21.16-18). Quando Deus nos envia refrigério espiritual, ele geralmente muda as circunstâncias ou canais de tempos em tempos. O mesmo ocorre com sua provisão material. Ele não quer que nos prendamos a qualquer meio ou fenômeno em particular. Nossa fé precisa ser ligada a ele mesmo e não ao seu modo de fazer as coisas. Por essa razão, ele muitas vezes desapontará as nossas expectativas baseadas em provisões anteriores e revelará seu favor de maneiras novas, usando canais diferentes e surpreendendo-nos com sua grande e criativa sabedoria.

Dessa forma, nossa fé vai se fortalecendo com os desapontamentos visando chegar a tal nível de união com Deus que não olhará mais para pessoas ou coisas ou meios ou canais anteriores ou circunstâncias ou determinadas atitudes mentais ou reuniões ou conjuntos de sentimentos ou momentos ou épocas especiais. Uma fé fortalecida se mantém desprendida de tudo isso e depende somente de Deus. Este nível de fé jamais poderá ser desapontado ou abalado, pois não espera nada a não ser aquilo que Deus deseja, e não procura nenhum meio especial a não ser a infinita sabedoria divina. Sua expectativa está somente em Deus.

EMPECILHOS À FÉ

A incredulidade do coração humano surpreendia e chocava Jesus a todo momento. Feria sua natureza sensível constantemente.

Um empecilho à fé é olhar para as circunstâncias e não para as promessas imutáveis de Jesus. Quando Pedro andou sobre a água e, de repente, começou a afundar-se, Jesus disse: “Homem de pequena fé, por que duvidaste?” (Mt 14.31). Pedro podia fixar sua atenção em uma de duas alternativas. Uma era a ordem “Vem”, dita pelo Salvador. A outra era as ondas do mar.

Pedro não era uma pessoa sem fé, pois foi ele mesmo que pediu ao Senhor para chamá-lo a andar na água. Ele tinha uma inclinação interior para sair e andar em direção a Jesus, mas desejava a autoridade da palavra do Mestre como uma tábua sob seus pés, autorizando-o a fazê-lo. Aquele sublime toque interior, que fora gerado por Deus, não perdeu sua força até que seus olhos foram desviados para se impressionarem com o perigo das ondas.

Aqui está o conflito que ocorre em cada vida: escolher entre o toque do Espírito no interior para confiar em Deus sem reservas e a influência dos sentidos que contemplam a instabilidade das coisas exteriores. É uma batalha entre a verdade invisível e a sombra visível, a estabilidade da rocha e o movimento do mar. A aparência das ondas e o significado da palavra “vem” estavam diretamente em contradição um ao outro, na percepção da razão humana.

Durante todos os séculos, as ondas nunca deixaram de afogar, porém, por outro lado, a palavra de Deus nunca deixou ninguém na mão. Aqui estavam duas forças invariáveis que se opunham uma à outra. A única pergunta era: qual das duas era mais forte? Qual lei teria a preeminência – a da gravidade natural ou a da palavra de Deus? A palavra “vem” nos lábios de Jesus tinha mais autoridade do que toda a imensidão das ondas e do mar, pois foi o poder da simples palavra em sua boca que colocou todos os oceanos em movimento. A água tinha a aparência de poder, mas na palavra de Jesus estava o verdadeiro poder.

Grande parte da nossa vida é ilustrada por esse incidente. Vivemos num mar em movimento. Vez após vez, enfrentamos a alternativa de confiar na aparência das coisas ou na verdade invisível de Deus. Se ouvirmos o assobio dos fortes ventos, a voz onipotente de Jesus ensurdecerá. Se olharmos às cristas embranquecidas das ondas gigantes, não conseguiremos ver as mãos estendidas de Jesus. Cada um precisa chegar individualmente a uma decisão firme e irreversível sobre o que é realidade, a onda ou a palavra, e se ligar à verdade imutável.

Outro empecilho à fé é receber honra dos homens. Jesus pergunta a cada um de nós: “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5.44). Não é uma questão de buscar honra, mas de recebê-la, isto é, abrindo o coração para receber elogios, lisonjas ou fama humanos. Isso se opõe totalmente ao repouso da alma em Deus.

Receber honra dos homens é uma grande virtude aos olhos do mundo, mas esse é um exemplo em que aquilo que é altamente valorizado pelos homens é uma abominação ao Senhor (Lc 16.15). Pode não ser muito evidente, à primeira vista, que receber honra do mundo impede verdadeira fé em Deus. Um pouco de reflexão, porém, nos mostrará que receber honra dos homens é uma forma insidiosa, sutil e maligna de idolatria. Contém um elemento de temor ao homem e, também, de culto ao homem. É uma forma traiçoeira de colocar o “eu” no lugar de Deus. Implica que nossa principal felicidade vem do homem. Isto é ignorar a verdadeira fonte da alegria e tentar cavar cisternas rotas (Jr 2.13).

Essa consideração do homem, esse temor ou bajulação do homem, esse apego à posição e à preeminência, cortam nossa dependência de Cristo, desviam nossa confiança para outro objeto e destroem a verdadeira fé.

Outro empecilho à fé é o baixo nível de fé daqueles que estão ao nosso redor, especialmente daqueles que ocupam posições de grande destaque na igreja visível. Nos dias de Jesus, perguntaram: “Porventura creu nele algum dentre as autoridades, ou algum dos fariseus?” (Jo 7.48).

A grande massa de cristãos nominais hoje se encontra num estado tão imaturo de graça que jamais teria a coragem ou a independência de se arriscar sozinha e confiar ousadamente em Deus a despeito da frieza e indiferença daqueles que estão em posição de autoridade espiritual. Como é comum, em todas as épocas, as pessoas encarregadas de dirigir os assuntos da igreja, a sua instrução e economia, carecerem de fé viva e ativa em Deus!

Fé acende fé. Santidade fervorosa inspira outros a buscarem a mesma coisa. Santos se multiplicam em grandes avivamentos. No mundo, grandes autores surgem em bandos. O mesmo ocorre com inventores. Na história da igreja, houve épocas quando santos apareciam em constelações. Precisamos ser despertados por grandes pessoas de fé, mas tomemos cuidado para não nivelar nossa confiança ao grau inferior da multidão de crentes vacilantes e cépticos ao nosso redor.

Talvez o maior impedimento à fé seja a falta de consagração pessoal a Deus. Aprendemos no capítulo 12 de Hebreus que, para olhar firmemente para Jesus, o “Autor e Consumador da fé”, devemos desembaraçar-nos de “todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia”. Enquanto houver falhas na nossa consagração, haverá falhas correspondentes na nossa fé.

Podemos confiar em Deus somente na proporção em que somos entregues a ele. Seu risco no banco é limitado ao valor do seu depósito. Consagração nos posiciona numa base de confiança. Consagração é cortar as cordas que nos prendem à terra, enquanto fé é nos lançar no mar. A verdadeira pergunta não é por que confiar tudo a Deus, mas por que duvidar dele em qualquer coisa que seja.

Suas promessas já foram quebradas? Ele já nos desapontou ou nos enganou? É verdade, ele muitas vezes prova nossa fé, mas no último momento, na pior extremidade, sua infinita misericórdia e provisão sempre chegaram. O final de muitos salmos na vida tem sido: “Bem-aventurados são todos os que colocam sua confiança nele!”

  (G. D. Watson)
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domingo, 13 de dezembro de 2015

DIA 16 DE DEZEMBRO, 13H - Sua presença é indispensável!

Prezadas Mães Unidas em Oração,

A paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Abaixo está o convite recebido para participarmos da Reunião Mensal do DEFE que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 16 de dezembro, às 13h, conforme convite abaixo!

Dia: 16 de dezembro
Horário: 13h
Local: Av. Marechal Floriano 143 – 4º andar – Centro do Rio de Janeiro

Com FÉ-CORAGEM-PERSEVERANÇA, n’Ele, somos...

Sueli Francinete dos Santos Campista
Secretaria Geral de MIPI-BR


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

QUE ASSIM SEJA!

Que eu seja presente, entusiasmada e corajosa todos os dias, em todos os momentos, de todas as maneiras que eu puder. Que eu gere e propague energia positiva e otimista aonde quer que eu vá, por onde quer que eu passe. Que sendo a ponte de transformação que eu quero ser para o meu semelhante, eu seja também fonte de inspiração, generosidade, ousadia e amor.

Que não me faltem razões para acordar todos os dias da minha vida com vontade plena de viver e de fazer o bem aos outros e a mim mesma. Que não me faltem razões para agradecer cada vez um pouquinho mais, com sentimento sincero, vontade genuína e coração aberto.

Que eu seja compassiva, porém firme nas minhas ações. Que eu saiba ser exemplo de liderança para mim mesma, e que, ao me olhar no espelho, eu consiga enxergar com orgulho e admiração o ser humano que eu me tornei.

Que eu pratique o perdão. Que eu saiba perdoar. Que eu erre tentando acertar. Que eu aprenda com os meus erros. Que eu tenha força suficiente para me colocar de pé novamente e, quando for preciso, que eu saiba me refazer e me reconstruir.

Que a fé seja minha companheira inseparável de estrada, guiando-me os passos, mesmo quando eu sentir que já não posso mais caminhar. Que eu seja grande o suficiente para pedir ajuda, que eu seja grande o suficiente para ajudar. Que eu não carregue pesos desnecessários.

Que eu não seja envolvida por energias ruins. Que eu conserve a minha sanidade e mantenha a minha paz em todos os momentos, em todos os lugares, com a certeza de que eu sou capaz de programar e reprogramar a minha mente em qualquer situação, basta aprender. E querer.

Que eu entenda que certas coisas não estão em minhas mãos, e que, por não dependerem de mim, são como são. Que eu saiba lutar por tudo aquilo que eu quiser, que eu não seja comodista nem conformada, mas que eu também tenha serenidade para aceitar o que simplesmente é do jeito que é, sem revolta, ódio ou derrotismo.

Que eu saiba reconhecer minhas fraquezas e transformá-las em fortalezas. Que eu saiba exaltar e usar as minhas forças para o bem e para o amor, na certeza de que ainda tenho muito que aprender.

Que a minha luz seja tão intensa que no meu caminho não exista mais a escuridão. Que eu seja lanterna para o caminho dos outros. Que eu seja ponto de luz, para que o meu semelhante entenda que ele não está sozinho.

Que eu possa fazer valer a pena todos os dias da minha vida, levando esperança quando faltar a fé; levando alegria quando a tristeza chegar; levando coragem quando vier o medo; levando luz à escuridão, amor ao ódio, gratidão à ingratidão, otimismo ao pessimismo, energia vital à procrastinação.

Que eu seja, enfim, a mudança que eu quero ver no mundo, ciente de que vivi intensamente, amei profundamente e fui o melhor que eu podia ser. Que eu seja verdadeira com o meu próprio EU. E que eu viva o propósito de ser eu mesma a cada segundo.

Que eu me respeite. Que eu te respeite. Que exista mais respeito no mundo.

Que assim seja.  Amém.

(Fonte: sabiaspalavras.com)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O PODER OCULTO DO LOUVOR

"Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz". (Lucas 17.15)

Dez leprosos clamaram a Jesus que os curasse. Só um dos dez, no entanto, voltou e glorificou a Deus. Quantas vezes agimos como os outros nove? Geralmente isso ocorre quando se trata de cura, mesmo que seja resposta a uma oração específica. Muitas pessoas pensam: “Bem, teria acontecido de qualquer jeito”. Não raro, aceitamos as bênçãos como certas, em vez de louvar a Deus todos os dias e dar-lhe graças pela cura.

Jesus é nosso médico e quer que sejamos curadas. Devemos lembrar, porém, que Deus tem seu tempo e sua vontade soberana. Se ele não nos curar como pedimos, é porque ele tem um plano maior, e sua glória será vista nele.

Algumas doenças vêm do inimigo. Deus permitiu que Satanás fizesse Jó adoecer. Embora não compreendamos por que Deus nem sempre nos cura, podemos ter certeza de que algum benefício resultará de nosso sofrimento. Mesmo que seja só pelo sofrimento em si, pois ele nos força a nos aproximar dele e, quanto mais perto dele estivermos, mais o louvaremos.

Quanto mais doentes, infelizes, aflitas e incapacitadas ficamos, mais fervorosamente oramos. A Bíblia diz que, se estivermos sofrendo, devemos orar, e orar com paixão. Algumas vezes a cura é demorada, e podemos desanimar durante a espera. O tempo passa lentamente quando estamos com dor ou sofrendo.

Louvar a Deus por sua presença e seu poder de cura em meio à doença, dor, fraqueza ou miséria abre um canal para que esperemos sua ação conforme sua vontade. Esse é o poder oculto do louvor a Deus.

(Stormie Omartian)
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sábado, 5 de dezembro de 2015

MÃES DE PEQUENOS


Há algum tempo tenho visto uma propaganda na tv que me tira a paz, então resolvi ver fotos da boneca na internet e fiquei assustada... Como que uma mãe não vê mal em dar algo assim pro filho?
Mas enfim, a gente pensa, cada um que cuide do seu.. mas não é beeem assim não, hoje vi uma postagem esclarecedora sobre a boneca Monster High no Blog Filhos, Desafios e Ministério e lendo os comentários pude perceber tantos problemas que já causaram... a tantas crianças... Vejam a matéria:

"Algumas informações sobre a boneca:

MONSTER HIGH traduzindo: MOSTRO ELEVADO.

Estes são apenas alguns dos personagens:

Bonita Femur: filha de Mothman, uma criatura sobrenatural, cuja aparição está associada ao acontecimento de futuros desastres.

Twyla: filha do Boogey Man, que pela wikipedia, pode ser usado como um “apelido” para o próprio diabo, que atormenta crianças que não se comportam bem, aparecendo em seus quartos!

Spectra Vondergeist: filha de fantasmas.

Sloman: filho de zumbis

Scarah: filha de Banshee, uma fada do mal, obscura, quando alguém a visse sabia que seu fim estava próximo.

Rochelle Goyle: filha de Gargoyles.

Heath Burns: filho do fogo, (preciso dizer alguma coisa?).

Ghoulia Yelps: filha de zoombies, seu nome é derivado do nome Ghoul que é um demônio que está associado a cemitérios. Esse demônio se apropria de crianças novas.

Alguns podem até olhar e achar elas lindas, bem arrumadas. Mas, você realmente acha que o diabo iria colocar essas bonecas como elas realmente são, em forma de demônios horríveis para ninguém querer comprar? Acho que não!

Soubemos de tantos casos de pessoas que deram essas bonecas para seus filhos, e tiveram experiências sobrenaturais, desde convulsões até tentativas de crianças tentarem se matar para morar num caixão igual as das monsters high!

Povo de Deus vamos acordar! Como filhos de Deus não podemos permitir tamanha porta escancarada para o inimigo entrar e atacar nossos filhos!

Vamos parar com esse negócio de “não tem nada a ver, é só uma boneca”, porque não é!

Pesquise os nomes de todas as bonecas no site americano http://www.monsterhigh.com/ .Todas tem nomes, e pais ligados aos demônios! Caso não acredite veja você mesmo! Estão no site todos os nomes! Até boneco de voodoo tem!

Se você tem qualquer coisa dessas bonecas jogue fora, unja, consagre seus filhos, repreenda qualquer seta do maligno! Não adianta só orar e continuar com essas coisas em casa. Na bíblia diz que se sabemos que algo é consagrado aos demônios e trazemos para dentro de nossas casas nos tornamos associados a eles!
A Biblia tambem diz que "o povo do Senhor peca por falta de conhecimento". Agora não é mais o seu caso.

Gente sei de muitas mães que não gostam desse tipo de post, acham desnecessário e inconveniente.. essas, apenas não curtam, nem leiam.. mas a que interessar creio que será benção como foi pra mim.
Não costumo ver demônio em tudo, mas já expulsei alguns de algumas crianças e sei bem como essas influencias estão diretamente ligadas.


(Josi Batista Vilela)


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

MEU FILHO ESTÁ USANDO DROGAS, O QUE FAÇO?

O consumo de drogas é um problema presente em muitos lares. Em geral, o primeiro contato com as drogas acontece no início da adolescência, e a maconha é a droga de maior consumo.

Isso se deve, em grande medida, à ansiedade, estresse e busca de novas experiências, que caracterizam a adolescência. A curiosidade, desejo de pertencimento e vontade de fugir da realidade, bem como a instabilidade familiar, também são fatores que contribuem para o uso de drogas.

Como saber se o meu filho usa drogas?


Os primeiros indícios são as mudanças de comportamento: irritabilidade; perda do sono ou períodos prolongados de sono; apetite voraz ou falta de fome; abandono dos estudos ou responsabilidades em casa; ruptura de acordos de convivência familiar; saídas de casa sem aviso; mudança ou perda de amigos (os que não consomem drogas se afastam dos que consomem, é um fenômeno de marginalização social).

Que consequências isso pode trazer?


Ao ter uma relação direta com substâncias proibidas, a pessoa acaba vivendo situações de risco, porque a percepção espaço-temporal muda, colocando-a constantemente em perigo de sofrer acidentes, overdose, perda da liberdade, extorsão, morte.

Como isso afeta a família?

O uso de drogas pode estar associado a algum transtorno de personalidade, o que provoca grande instabilidade, perturbando muitas áreas da vida da pessoa (formativa, laboral, afetiva, social) e daqueles com quem ela convive.

Além disso, todos os comportamentos associados, antes mencionados, são complexos para a família, porque são difíceis de entender e, portanto, de modificar.

Se o meu filho não assume que está usando drogas, o que devo fazer?


Ele dificilmente vai aceitar que está usando drogas. O ser humano utiliza inconscientemente a negação como mecanismo de defesa; se os pais fazem esta afirmação, devem ter cuidado para não criar um ambiente de perseguição ou julgamento, pois isso intensifica os mecanismos de defesa do filho.

É preciso procurar um profissional para o tratamento de qualquer situação relacionada ao uso, abuso ou dependência de substâncias químicas.

O que posso fazer para evitar ou corrigir esta situação?


– Informe-se amplamente sobre as drogas, seus efeitos e sobre as de maior consumo em sua comunidade.

– Reflita sobre qual será sua reação se o seu filho lhe contar que usa drogas.

– Não acuse seus filhos de um comportamento que você desconhece; pode ser o começo de um enfrentamento que não resolverá nada. Além disso, se você estiver errado(a), a relação ficará prejudicada.

– Procure um momento adequado para tratar do tema, sem interrupções.

– Não aborde o tema quando achar que seu filho está sob o efeito de alguma droga.

– Pergunte a opinião do seu filho sobre as drogas e escute com respeito o que ele lhe disser.

– Se você acha que seu filho está mentindo com relação às drogas, tente não ficar bravo(a). Procure abordar o assunto em termos de eficácia: pense em que comportamento seu pode ser mais útil para resolver o problema.

– Deixe bem claro que o que lhe preocupa é a saúde e o bem-estar do seu filho.

– Garanta que seu filho saiba que você está aí para ajudá-lo a superar qualquer dificuldade que se apresentar.

– Deixe claro que comportamentos você considera aceitáveis e que atitudes você não está disposto(a) a tolerar.

– Não recorra às ameaças; ainda que pareçam uma solução rápida a curto prazo, na prática, não dão os resultados esperados.

– Assegure que seu filho assume a responsabilidade pelos seus atos e as consequências que eles possam trazer.

– O mais importante é mostrar ao seu filho a legítima preocupação que você tem e o amor que você sente por ele.

– Finalmente, ofereça-lhe sua ajuda e peça apoio a profissionais (professores, médicos, psicólogos).

Nestas circunstâncias, como a fé em Deus pode ajudar os pais?

É prioritário que as famílias cresçam na fé, gerem ambientes saudáveis e de espiritualidade, que favoreçam o desenvolvimento dos filhos.

O problema da dependência química exige uma resposta biopsicossocial e espiritual, mas esta última pode ser determinante, porque vai ao fundo do problema.

O âmbito espiritual tem a ver com as questões mais íntimas do ser humano, como os sentimentos e a sensibilidade, e com aspectos tão profundos como a esperança e a fé, permitindo a realização como pessoas.

A vida espiritual é o que nos dá fortaleza para enfrentar os desafios da vida, aceitando o esforço e o sacrifício que forem necessários, e é isso que nos motiva a viver uma vida digna em liberdade, longe da escravidão das drogas.

(Extraído do link: http://pt.aleteia.org/2015/02/12/meu-filho-esta-usando-drogas-o-que-faco/)



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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CONVITE - DEPARTAMENTO FEMININO DA OMEBE E MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO

Convidamos as Mães Unidas em Oração - Brasil, para participarem conosco do Encontro das Mulheres do DEFE na OMEBE - Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no OMEBE - Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e Exterior.
Nossa Coordenadora Nacional Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa, estará presidindo este Encontro de fim de ano e fazendo o momento de oração das Mães Unidas em Oração.
Dia: 16 de dezembro - 13h
Av. Marechal Floriano, 143 - 4º andar - Centro - Rio de Janeiro, RJ
Teremos nossa amiga oculta - Traga uma lembrancinha para participar.
PARTICIPEM CONOSCO!

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MUTUALIDADE GERA MATURIDADE

Mutualidade, é  aquilo que nos pertence e alicerça o nosso modo de ser e estar com os outros. Mutualidade acontece sempre, pois se concretiza nos mais variados convívios da nossa vida, nos desafios que enfrentamos, nas nossas diferentes conversas, enfim, a mutualidade pode ser vista e compreendida como uma das nossas características pessoais quanto ao modo de nos portarmos perante os outros. Pode ter um valor riquíssimo quando tem a intenção de gerar MATURIDADE.
É isso mesmo, mutualidade pode gerar maturidade. Existe um discurso recorrente de que juntos podemos ser mais fortes, será? Creio que isso só ocorre quando a mutualidade visa a maturidade na forma como cada um se dirige àqueles ao seu redor, pois dependendo de uma situação, o mútuo, ou seja, somente o fato de estarmos juntos uns com os outros, pode ser algo distante para gerar maturidade e, ao contrário, pode até despertar conflitos inquietantes. Logo, nem sempre o fato de estarmos entre mais pessoas é sinônimo de mutualidade positiva.
Ao pensar em mutualidade que pode gerar maturidade, precisamos necessariamente pensar no cuidado uns com os outros, em um convívio feito de verdadeiro olhar de zelo e respeito uns com os outros. A mutualidade que gera maturidade só acontece quando as pessoas pensam antes de agir, selecionam as melhores palavras para expressar ideias e resolver conflitos.
Nesse conceito de mutualidade existe um ponto que é a base: sozinhos somos fracos e incompletos. Em grupo, convivendo uns com os outros somos muito mais fortes. Uns inspiram os outros, uns cuidam dos outros, fortalecem-se mutuamente, porque o que faz parte de um pode completar o que é do outro.
Quando realmente a mutualidade gera maturidade?
1- Quando uns sujeitam-se aos outros na busca de crescimento para todos.
2- Quando uns não mentem aos outros, suportam-se respeitosamente, não invejam, não julgam e não se provocam.
3- Quando se perdoam e edificam-se uns aos outros, ensinando entre si, encorajando-se e consolando-se
4- Quando acolhem-se entre si e se encorajam mutuamente.
E vejam que maravilha, isso tudo está na bíblia se quisermos aprofundar a questão
  • Não mintam uns aos outros (Cl 3.9; Ef 4.25). Suportem-se uns aos outros (Cl 3.13; Ef 4.2). Não tenham inveja uns dos outros (Gl 5.26). Não julgue uns aos outros (Rm 2.1; 14.13) Não vos queixeis uns dos outros (Tg 5.9; 1Pe 4.9). Não falem mal uns dos outros (Tg 4.11).Não provoquem uns aos outros (Gl 5.26). Não odiando-nos uns aos outros (Tt 3.3)
  • Confessem os seus pecados uns aos outros (Tg 5.16).Perdoai-vos uns aos outros (Tg 5.15; Ef 4.32; Cl 3.13). Edifiquem-se uns aos outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.11; Jd 20).Ensinem uns aos outros (Cl 3.16).Encorajem uns aos outros (At 13.15).Consolando uns aos outros (1 Ts 4.18; 5.11).Exortai-vos uns aos outros (1 Ts 5.11; Hb 3.13).Aconselhem-se uns aos outros (1 Ts 5.12)
  • Servi uns aos outros (1 Pe 4.10 –Gl 5.13).Levem as cargas uns dos outros (Gl 6.2).Hospedem uns aos outros (1 Pe 4.9).Sejam bondosos uns para com os outros (Ef 4.32).Misericordiosos uns para com os outros (Ef 4.32; 1Pe 3.8).Consideremo-nos uns aos outros (Hb 10.24; Fp 2.3).Orem uns pelos outros (Tg 5.16)
  • Sejam humildes um com os outros (Rm 12.16; 1 Pe 5.5; 3.8).Sede todos de igual ânimo (1Pe 3.8).Compadecidos (1Pe 3.8).Fraternalmente amigos (1Pe 3.8). Comunhão uns com os outros (1Jo 1.7). Sejam compassivos uns aos outros (Ef 4.32).Paciência uns para com os outros (Rm 15.5). Membros uns dos outros (Rm 12.5).Honra uns aos outros. (Rm 12.10).A ninguém fiqueis devendo coisa alguma (Rm 13.8). Cooperem os membros, em favor uns dos outros. (1Co 12.25)
Todo gesto de mutualidade se fundamenta no mandamento básico de “amar uns aos outros” (Jo 15.12 e Lc 10.25-27), então fica a reflexão:
Como ocorre a mutualidade em nossas famílias? Como tratamos uns aos outros? Como convivemos com outras famílias? Como ensinamos aos nossos filhos sobre esses valores tão importantes?
Que esse conceito nos ajude a edificar a ideia de um compromisso familiar de busca constante por maturidade.
(Roberta Pimentel)
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

QUALIDADES DA MULHER VENCEDORA: FÉ E ORAÇÃO

Texto Bíblico: Isaías 49:15; Provérbios 14:1

Geralmente toda igreja tem mais mulher do que homem, talvez só nos presídios haja essa exceção. Em qualquer lugar do planeta vai ter nas igrejas mais mulheres do que homens. Em média são 2/3 de mulheres para 1/3 de homens, e em nossa igreja não é diferente. Por que é assim? Porque Deus estabeleceu dessa forma. 

Podemos perceber que em relação as coisas do Espírito a mulher é mais sensível, mas discernidora, mais intensa em Deus e quando entram no padrão que o Senhor estabeleceu, a igreja é forte. Porém quando as mulheres usam o poder que tem para a decadência e imoralidade o país se torna decadente também.

E o diabo sabedor desse poder da mulher procura se infiltrar no meio das mulheres com enganos e sofismas. A coisa fica pior quando a mulher que é feminina, resolve negligenciar esse principio espiritual e começa a viver uma vida masculina dentro de casa e aí vamos ter um casamento de dois homens dentro de casa onde não há dependência, submissão e neste ponto é que está a raiz dos problemas conjugais e familiares. Neste ponto, famílias são destruídas e igrejas são divididas, tudo por que a mulher não sabe ser mulher. Em Provérbios 14:01 diz que a mulher sábia edifica a sua casa.

O poder da influência da mulher 

A bíblia está repleta de mulheres que foram usadas tremendamente por Deus e através da sua existência marcaram a sua geração, pois foram mencionadas entre os heróis da fé. Podemos ver no exemplo de Sara e Raabe (Hb 11:11 e 11:31). Sara era estéril e mostrou ter muita fé quando não desistiu de ter o filho que o Senhor lhe prometeu. Ela perseverou na crença e aos 90 anos, deu à luz a Isaque, que era o herdeiro da promessa feita a Abraão. A outra, Raabe, a meretriz, creu no Deus dos espias, e por isso os acolheu. Ana também foi um exemplo de mulher de oração (I Samuel 1:10 a 17). Ana tinha uma grande angústia em seu coração: ela era estéril. Nunca poderia gerar filhos.

Ela tomou a atitude decisiva de guerrear no mundo espiritual: orar com toda intensidade, com suas lágrimas, com o coração transparente e sincero. Ana se derramou em súplicas diante de Deus. Ao orar com toda a intensidade de sua alma, Ana agora iria enfrentar um julgamento falso a seu respeito. Era exatamente dessa palavra que Ana precisava: paz e confirmação da vontade de Deus em seu coração. Ela tomou posse da paz, e o texto nos diz que ela, a seguir, seguiu seu caminho e comeu, e já não era triste o seu semblante, aleluia!

Ali, naquele momento aconteceu a cura da alma de Ana. Foi quando se derramou de coração diante do Senhor; quando enfrentou incompreensão e calúnia e manteve-se firme em seu propósito de buscar a Deus, é que Ana experimentou a paz para prosseguir vivendo, crendo e sonhando os sonhos de Deus para si.

Duas qualidades indispensáveis das mães, mulheres que influenciaram sua geração:

1) Fé incomum

Elas expressavam fé em seu estilo de vida (Tiago 2:26). Fé sem ações não é nada. Exemplo: nossos filhos só acreditam em nosso Deus invisível, se visivelmente verem você conversando, suplicando, agradecendo, se alegrando com Deus e tendo uma vida diária com Ele. Os nossos filhos não são tolos, eles imitam nossas ações, sejam boas ou ruins. Se expressarmos nossas ações de fé, eles também farão o mesmo. Em 2 Timóteo 1:1 a 7 Paulo se lembra de duas mulheres que são Lóide e Eunice (avó e mãe de Timóteo). Elas são exemplos, pois foram recordadas por sua fé sem fingimento.

2) Oração incomum

Mateus 15:22 a 28 fala sobre uma mulher que também era mãe e bradou, gritou em favor de sua filha que estava endemoninhada. No verso 23 mostra que os discípulos queriam a despedir, porém ela continuou com a sua insistência e perseverança. Também mostra que Jesus ficou em silêncio: a oração das mulheres que influenciaram gerações também enfrentaram o silêncio do Senhor e a resistência dos homens, porém essa mulher foi intercessora.

Na primeira interrogação de Jesus houve intercessão, onde ela veio e o adorou clamando por socorro (verso 25). Ela se humilhou, se rebaixou e dobrou-se. No verso 26, Jesus faz a segunda interrogação, onde no verso 27 houve humilhação e rebaixamento por sua parte: “Ela, contudo, replicou: Sim Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Onde no verso 28 Jesus declara que cumpriu o seu desejo vendo a demonstração de sua grande fé.

Conclusão

Vimos vários exemplos de mulheres que marcaram gerações por seu amor, fé, perseverança, etc. Que nos dias de hoje, possamos tomá-las como exemplo para alcançar nossos objetivos e avançar em nossa vida cristã movendo o coração do Senhor através de nossas atitudes de fé.

(Pr. Rogério Braga)

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

UMA MULHER PERSEVERANTE

Mt. 15:21-28 "E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.

Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã."

Toda mãe, à partir do momento que sabe que espera um filho, passa a lutar por ele. Após o nascimento, não se lembra mais da dor; tanto que a dor do parto é chamada "Dor esquecida".

A Bíblia relata a história desta mãe cananéia, que procurou a Jesus, e insistiu em seu pedido para que libertasse a sua filha.

Não sabemos a idade de sua filha, nem as suas ações praticadas, mas a mãe a qualificou como terrivelmente endemoniada.

Esta mãe desesperada apresenta aqui 4 características pessoais como mãe:
1. Discernimento;
2. Coragem;
3. Persistência e
4. Disposição para iniciativa.
Ela não calculou esforços, circunstância, lugar e posição, dispôs-se a lutar pela libertação de sua filha.

Esta mãe transpôs pelo menos 3 barreiras:
1. Barreira cultural, ela era mulher e sua posição, nada significava.
2. Barreira religiosa. Vs. 24 "E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel." Ela era gentia - cananéia, portanto, inimiga dos judeus.
3. Barreira social, ela era uma mulher (inferior).
Destemida e ousada, ela venceu todas as barreiras para aproximar-se e falar com Jesus, por amor à sua filha.

Então, tomou 3 atitudes:
1. Clamou por Jesus. Humilhou-se, sabia que só Jesus poderia ajudá-la.
2. Adorou a Jesus - vs. 25 "Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!" reconheceu-O como Senhor
3. Teve fé em Jesus, foi perseverante em seu pedido.

Lembre-se mãe, "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus" - Rm. 8:28
Muitas vez não compreendemos a resposta ou até mesmo não é a resposta que queremos, mas saiba, que o nosso Deus trabalha para o nosso bem e de nossa família, e quando somos perseverantes na oração, a vitória é segura e certa.


"Sua esperança não será frustrada" - Pv. 23:18

(Pra. Suely Bezerra)

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