Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016!


Muitas famílias vivem o ano todo em pé de guerra e só se reúnem nas festas como natal e ano novo. O melhor é que durante todo o ano todos vivam em harmonia e união mas alguns tem dificuldade para exercer isso. 


Mas deixo para meditação proverbio 17, versículos 1, 13 e 14:

"melhor é um pedaço de pão seco com paz e tranquilidade do que uma casa onde há banquetes e muitas brigas"

"quem retribui o bem com o mal jamais deixará de ter mal no seu lar"

"começar uma discussão é como abrir brecha num dique. Por isso resolva a questão antes que surja a contenda"


Meus votos são de paz em seu lar começando por você por mais difícil e desafiante que isso seja.

Feliz 2016

(Juliana Meni)
Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CELEBREMOS O NASCIMENTO DE CRISTO!

“O anjo, porém, lhes disse: não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo: é que vos nasceu hoje na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor”. (Lucas 2.10-11)

Enfim chegamos ao último e mais festivo mês do ano, dezembro. Nesse mês recheado de festas e celebrações, também cabe um espaço para o balanço de nossas vidas, o que fizemos? O que deixamos de fazer? O que poderíamos ter feito melhor? Ou seja, somos confrontados com a prática das nossas atitudes!

Mas, além disso, o que queremos entender e praticar é o significado real do Natal de Jesus Cristo. Não sabemos e ninguém sabe humanamente falando o dia, mês e ano exato do nascimento de Jesus Cristo, é fato, no entanto que Ele nasceu! Ele veio até nós, deixou a sua glória celestial, tornou-se como um de nós, assumiu uma natureza humana, se humilhou. (Filipenses 2. 6-8).

Quais as razões dessa sua humilhação e vinda até nós? Há muitas razões, mas acredito que uma das razões principais é pelo direito de criação. Ele nos criou, a sua imagem e semelhança, no entanto, essa imagem e semelhança foi manchada pelo pecado, e sabemos pela sua palavra que somos “a menina dos seus olhos” e isso se expressa em vários textos bíblicos e já claramente declarado em João 3.16.

A outra grande razão para a sua vinda é que Ele veio para ser o Senhor da humanidade, desviada e submissa ao reino das trevas (o mundo jaz no maligno) e perdida. A declaração do mensageiro do Senhor é muito clara: “É que nos nasceu hoje….o Salvador, que é Cristo o Senhor”.

O servo integralmente submisso a Ele sempre cumprirá sua missão de proclamar com alegria, ousadia e gratidão as boas novas da salvação eterna! Considerando que não poderia haver morte e ressurreição sem que houvesse nascimento é de extrema importância também celebrarmos sempre a sua vinda entre nós! Portanto, exaltemos ao Senhor com alegria e gratidão e na certeza de que Ele vive para sempre em nossos corações. Louvado seja o Senhor porque o natal de Jesus Cristo é real!

(Levir Perea Merlo)
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

AGRADA-TE DO SENHOR

Uma vez eu ouvi uma pessoa dizer:
“Agrada o Senhor que Ele satisfará o desejo do teu coração…”

E então eu fui procurar esse versículo na Bíblia, e me surpreendi ao descobrir que aquela pessoa havia distorcido o significado do versículo.
Percebi que na verdade, não estava escrito “agrada o Senhor”, ao invés disso estava escrito: “Agrada-te do Senhor…”.
Muitas pessoas passam desapercebidas por esse detalhe nesse versículo de Salmos 37, isso porque é muito mais cômodo para a nossa alma acreditar numa (falsa) interpretação que nos beneficie a todo custo.
Porém, na verdade não é bem isso que está escrito.
Outro dia eu estava orando em pensamento assim:

“Ah Senhor, eu queria tanto que o meu escolhido fosse um homem assim e assim… Mas tu sabes Senhor, eu abro mão desse meu desejo, abro mão disso por Ti, abro mão dessa minha vontade para fazer a Tua vontade. Que seja feita a Tua vontade. Se esse desejo que eu tenho for da tua vontade, então ótimo. Mas se não for, eu não quero.
Prefiro abrir mão da minha vontade (que comparada a vontade de Deus é imperfeita) para viver a vontade de Deus para mim, que é perfeita (além de boa e agradável).”

E então, mais uma vez, o Espírito Santo trouxe a minha memória o pensamento:
“…Ao abrir mão da sua vontade, é possível que você receba a realização dela.”

Porque? Porque é justamente quando abrimos mão do que tanto queremos, que aquilo se realiza?
Porque esse é um princípio espiritual, ele está escrito na Palavra.
E se está escrito, podemos viver isso.
Vamos analisar o que diz em Salmos 37.4:

” Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.”

Esse versículo quer dizer o seguinte:
Agrada-te do SENHOR (que o seu maior “agrado” e prazer, seja o Senhor. Agrade a você com as coisas do Senhor) , e ele satisfará os desejos do teu coração (e então, como conseqüência disso, Ele satisfará os desejos do teu coração. Ou seja, Ele satisfará os desejos da tua alma, das tuas vontades. Ele vai te dar o que você deseja, o que você pensa e tem vontade).

Imagine viver isso…
Imagine Deus, o Senhor do Universo, olhando para dentro do seu coração, vendo o que você deseja, e satisfazendo a sua vontade…
Não é um sonho?
Não é o que todos gostariam de viver?
Pois é, está na Palavra de Deus esta promessa, está escrito que podemos viver isso.
Mas o que muitos esquecem é de observar que, para viver isso, há uma condição, uma condição que não é tão fácil como parece.
A condição está descrita no próprio versículo. Você precisa:
Agradar-se do SENHOR… em primeiro lugar.

Traduzindo:
Para viver isso, o seu maior “agrado” e prazer na vida precisa ser o Senhor.
Para poder viver isso, você precisa agradar a si mesmo (ter prazer) nas coisas DO Senhor (Agrada-te do), precisa ter prazer em fazer as coisas (a vontade) DO Senhor, e não ter prazer em fazer as suas próprias vontades.
Para viver isso, você precisa agradar-se mais (Agrada-te) com as coisas do Senhor do que com as suas próprias coisas, e do que com as coisas que este mundo oferece.
Simplificando: Para viver isso é necessário fazer a VONTADE DE DEUS.
E não a sua vontade.
É necessário que a vontade de Deus seja o seu maior prazer na vida, e quando isso acontecer…
A conseqüência disso será o seguinte:
…Ele satisfará os desejos do teu coração.

É assim que funciona esse princípio.
Deus é muito inteligente, não é?
As coisas não são do nosso jeito, são do jeito dEle.
Alguém poderia tentar manipular a Palavra de Deus e tentar driblar esse princípio dizendo (da boca pra fora) que “Deus é o seu maior agrado e prazer na vida…”.
Porém, não há como enganarmos a Deus. Ele sabe se isso é verdade ou não dentro de nós. Ele vê bem lá no fundo do nosso coração.
Durante muito tempo na minha caminhada Cristã eu tentei driblar esse princípio (risos). Me lembro que eu orava e dizia ao Senhor:
“Pai, Tu sabes que hoje em dia Tu és o mais importante na minha vida, e etc…”
Mas na verdade, no fundo no fundo… ainda não era.

E o Espírito Santo suavemente me dizia:
“E quanto a tal e tal coisa que você ainda não abriu mão?”
“E quanto aquilo e aquilo outro que Eu já te mostrei que você tem que mudar?”
“Como você pode dizer que Eu sou o mais importante, ou que Estou em primeiro lugar no seu coração, se você ainda não consegue abrir mão de certas coisas por Mim?”
E então eu me quebrantava e chorava na presença de Deus… Pedia a Ele que me transformasse mais e mais… E foi o que Ele fez.

Deus é tão sábio, tão Maravilhoso que estabeleceu regras perfeitas para que nós pudéssemos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade dEle.
Hoje em dia eu realmente vivo isso. Realmente amo o Senhor acima de todas as coisas em minha vida. E como é bom viver “nesse lugar” em Deus. Um “lugar” onde nada nem ninguém pode nos atingir, nem nos fazer desistir, porque a nossa motivação não está em coisas passageiras, visíveis e corruptíveis… Mas está na eternidade ao lado dEle.
Hoje em dia eu tenho muitos testemunhos para contar que comprovam esse versículo de Salmos 37, poderia contar muitas historias vividas nesses anos, onde vi os desejos do meu coração serem realizados. Algumas vezes eu somente pensei, nem cheguei a orar… E Deus simplesmente realizou aquele desejo ao ouvir meu pensamento… Não é incrível?

Você quer viver isso?
Então faça o que diz em Salmos 37.4, agrade a si mesmo com as coisas do Senhor, faça a vontade dEle. Pois o que mais agrada a Deus é isso, fazer a vontade dEle. E a maior vontade dele é que Ele seja o centro no seu coração.
Quando Ele ocupar o primeiro lugar no seu coração, nas suas vontades, nos seus pensamentos… Aí sim, Ele satisfará os desejos do seu coração.
Ele não abre mão do lugar dEle dentro de você:
O primeiro lugar no seu coração pertence a Ele.
Ele tem que ser o seu maior agrado, o seu maior prazer nesta vida.
“Agrade a você mesmo com as coisas do Senhor, e aí Ele satisfará seus desejos e vontades…”


(Sarah Sheeva)
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

VIDA DE ORAÇÃO, VIDA DE COMUNHÃO COM DEUS

“De tarde, de manhã, e ao meio dia, orarei; e clamarei, 
e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55.17).


Davi era um homem de profunda comunhão com Deus. Davi orava. Neste verso, nós notamos o quanto para ele era importante buscar e manter comunhão com o Pai, estar diariamente em Sua presença através da oração.

Davi buscava sistematicamente a Deus, armazenando assim, forças para enfrentar os desafios que apareceriam em sua frente.

Davi cedo aprendeu o conselho aos hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, para que recebamos misericórdia e encontremos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4.16).

Quando as necessidades surgiram, Davi não duvidou daquilo que Deus poderia realizar. Porque em sua maratona diária na busca por Deus, ele aprendeu a conhecer ao Deus Todo-Poderoso e a confiar Nele para ajudá-lo e guardá-lo.

Nos dias em que vivemos, constatamos o quanto tem sido desvalorizada ou renegada a vida devocional diária.

Há pessoas que raramente oram; algumas costumam orar na hora das refeições e ao deitar-se; outras somente oram nos momentos de crise.

Quem não possui uma vida de comunhão com Deus, por certo não está preparado, principalmente espiritualmente para enfrentar as dificuldades e as crises que a vida apresenta, as quais em sua maioria chegam de forma inesperada.

Muitas são as pessoas abaladas pelas tempestades desta vida; e muitos os relacionamentos que são esmagadas pelas lutas e tribulações. Entretanto, há aqueles que apesar das adversidades se mantém firmes; isto se deve ao amor que nutrem por uma vida de oração, fazendo da comunhão com Deus prioridade.

Desta forma ao se defrontarem com o adversário, com as lutas, podem até sofrer, mas enfrentam as pelejas com coragem, ânimo e fé.

Creio firmemente que as orações possuem o poder de mudar situações, mesmo aquelas consideradas impossíveis.

Que venhamos a cultivar esse hábito tão necessário e que ele se torne natural em nossa vida

(Pr. Silvio Correa Coelho)

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

QUAL A FORMA ADEQUADA DE ORAR?

É melhor orar em pé, sentado, ajoelhado ou de cabeça baixa? Minhas mãos devem estar abertas, fechadas ou em direção ao céu? Meus olhos devem estar fechados quando eu oro? É melhor orar na igreja ou ao admirar a natureza? Devo orar de manhã quando acordo ou à noite antes de ir dormir? Há certas palavras que devo dizer em minha oração? Como começo a minha oração? Qual o método certo de terminar uma oração? Essas perguntas, e outras, são perguntas comuns que recebemos sobre oração. Qual a forma adequada de orar? Essas coisas realmente importam?

Muito frequentemente oração é vista como uma espécie de “fórmula mágica”. Se você não diz exatamente o que deve dizer, ou orar na posição certa, Deus não vai escutar ou responder a sua oração. Isso não é bíblico de forma alguma. Deus não responde as nossas orações baseado em quando oramos, onde estamos, a posição dos nossos corpos, em que ordem fazemos nossas orações. 1 João 5:14-15 nos diz: “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos”. Semelhantemente, João 14:13-14 declara: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”. De acordo com essas e muitas outras passagens, Deus responde nossos pedidos de oração baseado em se pedimos de acordo com Sua vontade e no nome de Jesus (para trazer glória a Jesus).

Então, qual a forma adequada de orar? Filipenses 4:6-7 nos diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. A forma adequada de orar é derramar seu coração a Deus. Seja honesto e aberto com Deus, já que Ele conhece você melhor do que você conhece a si mesmo. Apresente suas súplicas a Deus, mas lembre-se que Deus sabe o que é melhor e não vai conceder um pedido que não é a Sua vontade para você. Expresse seu amor, gratidão e louvor a Deus em oração, mas não se preocupe em ter as palavras corretas para dizer. Deus está mais interessado no conteúdo do seu coração do que na qualidade de suas palavras.

O mais perto que a Bíblia chega de dar um “modelo” para oração é na oração do Pai Nosso em Mateus 6:9-13. Por favor entenda, no entanto, que o Pai Nosso não é uma oração que devemos memorizar e recitar a Deus. É um exemplo de coisas que devem fazer parte da oração – louvor, confiança em Deus, pedidos, confissão, proteção, etc. Ore pelas coisas que são mencionadas no Pai Nosso, mas use suas próprias palavras e “personalize” suas orações de acordo com sua caminhada com Deus. O método apropriado de orar é expressar seu coração a Deus. Sentado, em pé, ajoelhado; mãos abertas ou fechadas; olhos abertos ou fechados; na igreja, em casa, lá fora, de manhã ou de noite – isso é tudo secundário, sujeito à preferência e convicção pessoais e o que é apropriado para aquela ocasião. O desejo de Deus é que oração seja pessoal e uma verdadeira conexão entre nós e Ele.
(Got Questions Ministries)

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domingo, 13 de dezembro de 2015

DIA 16 DE DEZEMBRO, 13H - Sua presença é indispensável!

Prezadas Mães Unidas em Oração,

A paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Abaixo está o convite recebido para participarmos da Reunião Mensal do DEFE que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 16 de dezembro, às 13h, conforme convite abaixo!

Dia: 16 de dezembro
Horário: 13h
Local: Av. Marechal Floriano 143 – 4º andar – Centro do Rio de Janeiro

Com FÉ-CORAGEM-PERSEVERANÇA, n’Ele, somos...

Sueli Francinete dos Santos Campista
Secretaria Geral de MIPI-BR


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

QUE ASSIM SEJA!

Que eu seja presente, entusiasmada e corajosa todos os dias, em todos os momentos, de todas as maneiras que eu puder. Que eu gere e propague energia positiva e otimista aonde quer que eu vá, por onde quer que eu passe. Que sendo a ponte de transformação que eu quero ser para o meu semelhante, eu seja também fonte de inspiração, generosidade, ousadia e amor.

Que não me faltem razões para acordar todos os dias da minha vida com vontade plena de viver e de fazer o bem aos outros e a mim mesma. Que não me faltem razões para agradecer cada vez um pouquinho mais, com sentimento sincero, vontade genuína e coração aberto.

Que eu seja compassiva, porém firme nas minhas ações. Que eu saiba ser exemplo de liderança para mim mesma, e que, ao me olhar no espelho, eu consiga enxergar com orgulho e admiração o ser humano que eu me tornei.

Que eu pratique o perdão. Que eu saiba perdoar. Que eu erre tentando acertar. Que eu aprenda com os meus erros. Que eu tenha força suficiente para me colocar de pé novamente e, quando for preciso, que eu saiba me refazer e me reconstruir.

Que a fé seja minha companheira inseparável de estrada, guiando-me os passos, mesmo quando eu sentir que já não posso mais caminhar. Que eu seja grande o suficiente para pedir ajuda, que eu seja grande o suficiente para ajudar. Que eu não carregue pesos desnecessários.

Que eu não seja envolvida por energias ruins. Que eu conserve a minha sanidade e mantenha a minha paz em todos os momentos, em todos os lugares, com a certeza de que eu sou capaz de programar e reprogramar a minha mente em qualquer situação, basta aprender. E querer.

Que eu entenda que certas coisas não estão em minhas mãos, e que, por não dependerem de mim, são como são. Que eu saiba lutar por tudo aquilo que eu quiser, que eu não seja comodista nem conformada, mas que eu também tenha serenidade para aceitar o que simplesmente é do jeito que é, sem revolta, ódio ou derrotismo.

Que eu saiba reconhecer minhas fraquezas e transformá-las em fortalezas. Que eu saiba exaltar e usar as minhas forças para o bem e para o amor, na certeza de que ainda tenho muito que aprender.

Que a minha luz seja tão intensa que no meu caminho não exista mais a escuridão. Que eu seja lanterna para o caminho dos outros. Que eu seja ponto de luz, para que o meu semelhante entenda que ele não está sozinho.

Que eu possa fazer valer a pena todos os dias da minha vida, levando esperança quando faltar a fé; levando alegria quando a tristeza chegar; levando coragem quando vier o medo; levando luz à escuridão, amor ao ódio, gratidão à ingratidão, otimismo ao pessimismo, energia vital à procrastinação.

Que eu seja, enfim, a mudança que eu quero ver no mundo, ciente de que vivi intensamente, amei profundamente e fui o melhor que eu podia ser. Que eu seja verdadeira com o meu próprio EU. E que eu viva o propósito de ser eu mesma a cada segundo.

Que eu me respeite. Que eu te respeite. Que exista mais respeito no mundo.

Que assim seja.  Amém.

(Fonte: sabiaspalavras.com)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O PODER OCULTO DO LOUVOR

"Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz". (Lucas 17.15)

Dez leprosos clamaram a Jesus que os curasse. Só um dos dez, no entanto, voltou e glorificou a Deus. Quantas vezes agimos como os outros nove? Geralmente isso ocorre quando se trata de cura, mesmo que seja resposta a uma oração específica. Muitas pessoas pensam: “Bem, teria acontecido de qualquer jeito”. Não raro, aceitamos as bênçãos como certas, em vez de louvar a Deus todos os dias e dar-lhe graças pela cura.

Jesus é nosso médico e quer que sejamos curadas. Devemos lembrar, porém, que Deus tem seu tempo e sua vontade soberana. Se ele não nos curar como pedimos, é porque ele tem um plano maior, e sua glória será vista nele.

Algumas doenças vêm do inimigo. Deus permitiu que Satanás fizesse Jó adoecer. Embora não compreendamos por que Deus nem sempre nos cura, podemos ter certeza de que algum benefício resultará de nosso sofrimento. Mesmo que seja só pelo sofrimento em si, pois ele nos força a nos aproximar dele e, quanto mais perto dele estivermos, mais o louvaremos.

Quanto mais doentes, infelizes, aflitas e incapacitadas ficamos, mais fervorosamente oramos. A Bíblia diz que, se estivermos sofrendo, devemos orar, e orar com paixão. Algumas vezes a cura é demorada, e podemos desanimar durante a espera. O tempo passa lentamente quando estamos com dor ou sofrendo.

Louvar a Deus por sua presença e seu poder de cura em meio à doença, dor, fraqueza ou miséria abre um canal para que esperemos sua ação conforme sua vontade. Esse é o poder oculto do louvor a Deus.

(Stormie Omartian)
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CONVITE - DEPARTAMENTO FEMININO DA OMEBE E MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO

Convidamos as Mães Unidas em Oração - Brasil, para participarem conosco do Encontro das Mulheres do DEFE na OMEBE - Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no OMEBE - Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e Exterior.
Nossa Coordenadora Nacional Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa, estará presidindo este Encontro de fim de ano e fazendo o momento de oração das Mães Unidas em Oração.
Dia: 16 de dezembro - 13h
Av. Marechal Floriano, 143 - 4º andar - Centro - Rio de Janeiro, RJ
Teremos nossa amiga oculta - Traga uma lembrancinha para participar.
PARTICIPEM CONOSCO!

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MUTUALIDADE GERA MATURIDADE

Mutualidade, é  aquilo que nos pertence e alicerça o nosso modo de ser e estar com os outros. Mutualidade acontece sempre, pois se concretiza nos mais variados convívios da nossa vida, nos desafios que enfrentamos, nas nossas diferentes conversas, enfim, a mutualidade pode ser vista e compreendida como uma das nossas características pessoais quanto ao modo de nos portarmos perante os outros. Pode ter um valor riquíssimo quando tem a intenção de gerar MATURIDADE.
É isso mesmo, mutualidade pode gerar maturidade. Existe um discurso recorrente de que juntos podemos ser mais fortes, será? Creio que isso só ocorre quando a mutualidade visa a maturidade na forma como cada um se dirige àqueles ao seu redor, pois dependendo de uma situação, o mútuo, ou seja, somente o fato de estarmos juntos uns com os outros, pode ser algo distante para gerar maturidade e, ao contrário, pode até despertar conflitos inquietantes. Logo, nem sempre o fato de estarmos entre mais pessoas é sinônimo de mutualidade positiva.
Ao pensar em mutualidade que pode gerar maturidade, precisamos necessariamente pensar no cuidado uns com os outros, em um convívio feito de verdadeiro olhar de zelo e respeito uns com os outros. A mutualidade que gera maturidade só acontece quando as pessoas pensam antes de agir, selecionam as melhores palavras para expressar ideias e resolver conflitos.
Nesse conceito de mutualidade existe um ponto que é a base: sozinhos somos fracos e incompletos. Em grupo, convivendo uns com os outros somos muito mais fortes. Uns inspiram os outros, uns cuidam dos outros, fortalecem-se mutuamente, porque o que faz parte de um pode completar o que é do outro.
Quando realmente a mutualidade gera maturidade?
1- Quando uns sujeitam-se aos outros na busca de crescimento para todos.
2- Quando uns não mentem aos outros, suportam-se respeitosamente, não invejam, não julgam e não se provocam.
3- Quando se perdoam e edificam-se uns aos outros, ensinando entre si, encorajando-se e consolando-se
4- Quando acolhem-se entre si e se encorajam mutuamente.
E vejam que maravilha, isso tudo está na bíblia se quisermos aprofundar a questão
  • Não mintam uns aos outros (Cl 3.9; Ef 4.25). Suportem-se uns aos outros (Cl 3.13; Ef 4.2). Não tenham inveja uns dos outros (Gl 5.26). Não julgue uns aos outros (Rm 2.1; 14.13) Não vos queixeis uns dos outros (Tg 5.9; 1Pe 4.9). Não falem mal uns dos outros (Tg 4.11).Não provoquem uns aos outros (Gl 5.26). Não odiando-nos uns aos outros (Tt 3.3)
  • Confessem os seus pecados uns aos outros (Tg 5.16).Perdoai-vos uns aos outros (Tg 5.15; Ef 4.32; Cl 3.13). Edifiquem-se uns aos outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.11; Jd 20).Ensinem uns aos outros (Cl 3.16).Encorajem uns aos outros (At 13.15).Consolando uns aos outros (1 Ts 4.18; 5.11).Exortai-vos uns aos outros (1 Ts 5.11; Hb 3.13).Aconselhem-se uns aos outros (1 Ts 5.12)
  • Servi uns aos outros (1 Pe 4.10 –Gl 5.13).Levem as cargas uns dos outros (Gl 6.2).Hospedem uns aos outros (1 Pe 4.9).Sejam bondosos uns para com os outros (Ef 4.32).Misericordiosos uns para com os outros (Ef 4.32; 1Pe 3.8).Consideremo-nos uns aos outros (Hb 10.24; Fp 2.3).Orem uns pelos outros (Tg 5.16)
  • Sejam humildes um com os outros (Rm 12.16; 1 Pe 5.5; 3.8).Sede todos de igual ânimo (1Pe 3.8).Compadecidos (1Pe 3.8).Fraternalmente amigos (1Pe 3.8). Comunhão uns com os outros (1Jo 1.7). Sejam compassivos uns aos outros (Ef 4.32).Paciência uns para com os outros (Rm 15.5). Membros uns dos outros (Rm 12.5).Honra uns aos outros. (Rm 12.10).A ninguém fiqueis devendo coisa alguma (Rm 13.8). Cooperem os membros, em favor uns dos outros. (1Co 12.25)
Todo gesto de mutualidade se fundamenta no mandamento básico de “amar uns aos outros” (Jo 15.12 e Lc 10.25-27), então fica a reflexão:
Como ocorre a mutualidade em nossas famílias? Como tratamos uns aos outros? Como convivemos com outras famílias? Como ensinamos aos nossos filhos sobre esses valores tão importantes?
Que esse conceito nos ajude a edificar a ideia de um compromisso familiar de busca constante por maturidade.
(Roberta Pimentel)
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

UMA MULHER PERSEVERANTE

Mt. 15:21-28 "E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.

Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã."

Toda mãe, à partir do momento que sabe que espera um filho, passa a lutar por ele. Após o nascimento, não se lembra mais da dor; tanto que a dor do parto é chamada "Dor esquecida".

A Bíblia relata a história desta mãe cananéia, que procurou a Jesus, e insistiu em seu pedido para que libertasse a sua filha.

Não sabemos a idade de sua filha, nem as suas ações praticadas, mas a mãe a qualificou como terrivelmente endemoniada.

Esta mãe desesperada apresenta aqui 4 características pessoais como mãe:
1. Discernimento;
2. Coragem;
3. Persistência e
4. Disposição para iniciativa.
Ela não calculou esforços, circunstância, lugar e posição, dispôs-se a lutar pela libertação de sua filha.

Esta mãe transpôs pelo menos 3 barreiras:
1. Barreira cultural, ela era mulher e sua posição, nada significava.
2. Barreira religiosa. Vs. 24 "E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel." Ela era gentia - cananéia, portanto, inimiga dos judeus.
3. Barreira social, ela era uma mulher (inferior).
Destemida e ousada, ela venceu todas as barreiras para aproximar-se e falar com Jesus, por amor à sua filha.

Então, tomou 3 atitudes:
1. Clamou por Jesus. Humilhou-se, sabia que só Jesus poderia ajudá-la.
2. Adorou a Jesus - vs. 25 "Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!" reconheceu-O como Senhor
3. Teve fé em Jesus, foi perseverante em seu pedido.

Lembre-se mãe, "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus" - Rm. 8:28
Muitas vez não compreendemos a resposta ou até mesmo não é a resposta que queremos, mas saiba, que o nosso Deus trabalha para o nosso bem e de nossa família, e quando somos perseverantes na oração, a vitória é segura e certa.


"Sua esperança não será frustrada" - Pv. 23:18

(Pra. Suely Bezerra)

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