Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quinta-feira, 31 de março de 2016

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE ABRIL DE 2016

No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico, adotivo ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério.

O Calendário não substitui o encontro semanal dos Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a irmã pertence ao Ministério e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org

Mãe Unida em Oração é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
Você já orou pelo seu filho hoje? 

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contato@maesunidasemoracao.org

sábado, 26 de março de 2016

OS PRIMEIROS ANOS DE NOSSOS FILHOS SÃO O ALICERCE PARA UMA AUTO-ESTIMA POSITIVA

A auto-estima é um ingrediente importante para uma vida feliz e bem-sucedida. A pessoa pode ser abençoada com inteligência e talento, mas se carece de auto-estima, este pode ser um obstáculo em ter sucesso num emprego, num relacionamento e praticamente em todas as áreas da vida.

Os primeiros anos de nossos filhos são o alicerce para uma auto-estima positiva.

Como mães, não podemos controlar tudo que nosso filho vê, ouve ou pensa, e que contribuirá para sua auto-imagem. Porém há muito que podemos fazer.

Deus nos deu um presente especial – um novo ser humano com uma "folha em branco". Durante os primeiros anos, aquilo que passa pela cabeça dele o deixa muito impressionado. Temos uma oportunidade de estabelecer uma "conta bancária de auto-estima" na qual nosso filho armazena muitas coisas positivas sobre si mesma. Nos anos e décadas que virão, esta "conta bancária" compensará as experiências negativas, que são inevitáveis.

Como estamos fazendo os depósitos na conta de nosso filho? Como podemos contribuir para a auto-estima de nosso filho?


Aqui estão algumas sugestões:

1. Demonstre amor e afeição. Tudo que fazemos com nossos filhos, desde a mais tenra infância, deve ser com afeição e amor. Um bebê tratado com carinho terá um sentimento subconsciente de que é valioso e importante o suficiente para ser amado.


2. Elogie seu filho. Faça elogios ao seu filho sempre que possível, toda vez que ele fizer algo bem feito. Diga: "Estou orgulhoso de você. Você é muito especial. Gostei da sua 
maneira de fazer isto."

3. Torne seus elogios críveis. É importante, no entanto, que ele acredite nos elogios. Frases exageradas como: " Você é o melhor do mundo. Você é a pessoa melhor que já
existiu" podem na verdade ser contra-produtivos. A criança desenvolverá um ego inflado, e isso pode afetar seu relacionamento com os amigos, o que a longo prazo terá um efeito negativo sobre sua auto-estima.

4. Estabeleça metas para seu filho. A meta deve ser algo passível de atingir – vestir-se sozinho, conseguir uma determinada nota na próxima prova escolar. Estabeleça metas que sejam apropriadas para a idade e capacidade de seu filho (estabelecer um objetivo inatingível terá um efeito negativo). À medida que seu filho se aproxima da meta, estimule-o e elogie cada sucesso ao longo do caminho. Quando seu filho atingir a meta, cumprimente-o e reforce sua auto-imagem como realizadora.

5. Critique a ação, não a pessoa. Quando seu filho fizer algo negativo, diga: "Você é uma criança especial e muito boa, não deveria estar fazendo isso".

Não diga: "Você é mau". Olha só o que você fez? Não serve para nada... etc...

6. Confirme os sentimentos do seu filho. Quando seu filho recebe um golpe na sua auto-estima, é importante validar seus sentimentos.

Por exemplo, se seu filho se ofendeu com um comentário maldoso de um amigo ou professor, diga a ele: "Sim, você ficou ofendida por aquilo que a pessoa disse" ou "Você se ofendeu com o fato de que a outra pessoa não gosta de você".

Somente depois que seu filho sentir que seus sentimentos foram validados, ele se abrirá, permitindo que você lhe aumente a auto-estima, apontando pessoas que gostam dele, e as coisas positivas que outros disseram a respeito dela.

Deixe seu filho desabafar.... Não o rotúle... nem o repreenda. Aprenda a escutá-lo!

7. Tenha orgulho do seu filho. De maneira regular, você deve lembrar-se de dizer ao seu filho como você se sente feliz e orgulhoso por ser mãe dele.

8. Fale positivamente sobre seu filho na presença de pessoas importantes na vida dele, como avós, professores, amigos, etc.

9. Nunca compare seu filho com outras crianças, dizendo: "Por que você não é como Carlinhos?" Quando esse tipo de comparação for feita por outras pessoas, diga ao seu filho que ele é especial e único à sua maneira.

10. Assegure que outras pessoas que lidam com seu filho conheçam seus pontos positivos. No início do ano escolar, fale com os professores de seu filho e diga-lhes quais são seus pontos fortes, assim a professora terá uma atitude positiva neste aspecto e continuará a reforçar aqueles pontos fortes.

11. Diga ao seu filho, sempre, que o ama incondicionalmente. Quando eles falham, ou fazem algo errado, lembre-se de dizer: "Você é especial para mim, e sempre o amarei, não importa o que aconteça!"

12. Cuide de sua própria auto-estima. Você precisa enxergar-se sob uma luz positiva. Mães que não têm auto-estima terão dificuldades em criar um filho com uma elevada auto-estima. Uma mãe positiva é aquela que sabe que não é perfeita, mas se valoriza, e está sempre tentando crescer e melhorar.

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sábado, 19 de março de 2016

MÃE, QUAL O SEU FILHO PREFERIDO?

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, aquele a quem ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:

"O meu filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma:

É o meu filho doente, até que sare completamente!
É o meu filho que está cansado, até que ele descanse e se recupere!
É o meu filho que está com fome, até que ele se alimente!
É o meu filho que está com sede, até que se sacie!
É o meu filho que está estudando, até que aprenda e se consagre!
É o meu filho que está nu e com frio, até que se vista!
É o meu filho que não trabalha, até que se empregue e se sinta útil;
É o meu filho que namora, até que se case!
É o meu filho que se casa, até que transforme o seu casamento em uma verdadeira união!
É o meu filho que se torna pai, até que crie seus filhos!
É o meu filho que me prometeu, até que cumpra sua palavra;
É o meu filho que deve, até que pague!
É o meu filho que chora, até que sequem suas lágrimas!

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:

É o meu filho que me deixou, até que o re-encontre!
É o meu filho que se perdeu, até que Deus o traga de volta para mim!
É o meu filho que partiu, até que ele me acolha na paz do Senhor!

Afinal de contas, o que é ser mãe?
Só mesmo quem é mãe saberá responder a essa pergunta. Mas certamente, qualquer uma a que se lhe pergunte, responderá sem hesitar: “Ser mãe é amar incondicionalmente os filhos, sobre todas as coisas e em qualquer circunstância. É viver para que eles nasçam e cresçam, e é morrer, se preciso for, para que eles vivam e sejam felizes”.

“Mãe comprometida com Deus só deixa de orar pelo filho quando ela morre”.







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terça-feira, 15 de março de 2016

SER MÃE DÓI...

Dói quando o filho nasce e ela se pergunta como vai saber educar.

Dói quando, tendo o futuro todo pela frente, ela se sente perdida, como se o mundo não tivesse continuação.

Dói quando filho chora de noite e ela não sabe bem como acalmá-lo. Ela aprende, então, a interpretar cada choro pra entender seu bebê.

Ser mãe dói quando filho fica doente e ela quer trocar de lugar com ele e não pode.

Dói quando ela não sabe o que fazer.

Ser mãe dói quando filho não quer começar a escola e ela precisa fazer um esforço sobrenatural para não chorar e deixá-lo começar a vida de gente grande. Ela chora escondido depois. Mas dói também, quando, deixando o filho na escola, ele dá um sorriso e diz adeus.

Dói sentir que ele desprega-se, solta-se, torna-se independente.

Como dói!!!

Ser mãe dói quando filho tem problemas na escola e ela precisa ouvir com naturalidade as queixas. Dói a adolescência, as questões existenciais.

Deve doer demais ver um filho indo para a guerra. Deve doer imensamente ver filho seguindo caminhos diferentes dos que julgamos corretos. Mãe que vê filho sofrendo, sofre dobrado.

Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira.

Ser mãe é ter a dádiva do dar. Ela planta e sabe que não é pra ela.

Jesus também teve mãe. E deve ter doído nela mais que em qualquer outra mulher do mundo.

Uma mãe é uma ponte entre os céus e a terra. É o ser escolhido por Deus, certamente o mais bendito de toda a criação, para que a terra se encha e se multiplique.

Ser mãe dói sim. Mas engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.

A maternidade é a corôa de toda mulher. De espinhos... mas de flores também!

Benditas sejam todas as mães do mundo!!!

(Letícia Thompson)






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sexta-feira, 4 de março de 2016

CONHEÇA-OS! PARA MELHOR LIDAR COM OS ADOLESCENTES

Todos sabemos que a adolescência é um período de grandes transformações físicas e emocionais próprias do desenvolvimento do corpo e do cérebro. Este período é caracterizado por decisões sub-ótimas e ações associadas ao aumento de possíveis comportamentos não intencionais, com consequências muitas vezes para o resto da vida do indivíduo e sua família: envolvimento em acidentes, violência, exposição ao uso de drogas lícitas e ilícitas, gestação indesejada e doença sexualmente transmissível.
Gastam a maior parte do tempo com seus pares, outros adolescentes, fisicamente ou virtualmente, ficando menos tempo com adultos. Apresentam frequentes conflitos com os pais. 

O alicerce do desenvolvimento cognitivo é a habilidade de suprimir pensamentos e atos inapropriados a favor de ações direcionadas a metas, especialmente na presença de incentivos irresistíveis. Isso significa que um bom investimento futuro é desenvolver desde a infância, desde a pré-escola, a tolerar frustrações, controlando impulsos e adiar recompensas. Pois é, “engolir sapos” e não ganhar tudo que quer faz parte do treinamento. 

Existem muitos mitos sobre o funcionamento do cérebro do adolescente, que os avanços da neurociência e principalmente da neuroimagem funcional têm recentemente sido esclarecidos.

SÓ EMOÇÃO E BUSCA PELO PRAZER IMEDIATO
Ressalto que o adolescente apresenta como característica comportamento de maior exposição ao risco, grande reatividade emocional e menor planejamento e controle de suas ações. O conhecimento da neurociência atual comprova o que a experiência de nossos antepassados já conhecia na prática. Na adolescência primeiro se desenvolve, ou amadurecem as áreas responsáveis pela emoção. Isso está associado a diferentes trajetórias do desenvolvimento de regiões límbicas subcorticais nesta idade (áreas da emoção). Caminhando para o final da adolescência e idade adulta ocorre progressiva mudança de controle para a região cortical, mais precisamente o córtex pré-frontal (área da razão), responsável pelo controle cognitivo e funções executivas. Corresponde a desenvolver planejamento e execução de seus atos em direção a cumprir metas.
Até ratos e chimpanzés adolescentes se arriscam mais e vivem à caça de novidades e prazeres. 

O controle do cérebro do adolescente vai de baixo para cima, das regiões subcorticais para o córtex: prazer aqui e agora, custe o que custar. O adolescente não antevê consequências, mas não podemos dizer que não tenham fé. Sempre acham que suas atitudes intempestivas vão dar certo.

Dizer para o adolescente estudar, para ter um emprego melhor no futuro ou mesmo estudar diariamente para chegar no final do ano e passar de ano para ganhar computador novo, fica difícil de ser atingido. Eles precisam ter a recompensa rápida. Seu cérebro é movido pelo aqui e agora. Prazer já! 

O controle do adulto “maduro” acontece de cima para baixo, do córtex pré-frontal, responsável pela razão, predominando sobre as regiões subcorticais, da emoção. Progressivamente ocorre amadurecimento no sentido de desenvolver maior eficiência no controle cognitivo, com melhores tomadas de decisões e modulação do afeto.

RECOMPENSAS POR MÉRITOS

Fica mais efetivo descobrirmos seu maior prazer, que geralmente são o acesso às “telas”: tabletes, iphone, computador e TV, para fazermos acordos de oferecer recompensas por merecimentos, em vez de castigos. Alguns vão “morar no castigo”. Podemos fazer propostas claras e imediatas: se cumprir os combinados (agenda completa, revisão de conteúdo, lição, cooperação familiar mínima, habilidade social) poderá acessar as almejadas telas. Se não cumprir, não terá acesso a telas neste período. Claro que isso poderá ser acompanhado de explosão de sentimentos de raiva, com crises de birra, por vezes xingamentos, atirar objetos, ameaça de abandonar seu amor, ou choro. Os sentimentos todos podem e devem ser acolhidos com compreensão, mas imediatamente posicionados. “entendemos sua raiva de precisar adiar os prazeres e precisar cumprir os deveres, porém não aceitamos que jogue os objetos no chão ou que expresse palavras inadequadas”.


COMPORTAMENTOS SÃO CONTROLADOS POR CONSEQUÊNCIAS IMEDIATAS: SE...ENTÃO...

Uma vez que o comportamento tenha ocorrido, não poderá mais ser alterado. Já foi, já aconteceu, porém, as consequências imediatas que se seguem alteram a probabilidade desse comportamento vir a acontecer novamente, ou não. 

As terapeutas comportamentais usam a expressão “se... então...” para resumir esta condição. Se colocar dedo na tomada, então leva choque. Se ultrapassar o limite da bagunça na classe, então não participará do recreio... Portanto, uma ação ou um comportamento executado, será reforçado, quando seguido de uma consequência imediata: AÇÃO, CONSEQUÊNCIA, REFORÇADOR (estímulo). O indivíduo precisa vivenciar as consequências de seus atos. Isso ocorrendo de forma repetida leva ao aprendizado. As consequências imediatas passam a controlar a ação ou comportamento futuro do indivíduo. 

Há uma frase que cabe bem na educação e formação dos nossos filhos, alunos, pacientes, enfim cidadãos, cujo autor parece ter sido Darwin que diz “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças do ambiente”. 
Comportamento certo no lugar certo, maior probabilidade de sucesso.


COLOCAR LIMITES CLAROS, REGRAS CLARAS, FAZER ACORDOS

Estabelecer limites esclarece ao indivíduo o que pode, o que não pode e até onde pode.
Na adolescência há necessidade de fazer acordos. Há necessidade de ouvi-los para fechar os combinados. Não resolve apenas determinar nesta faixa etária. 

As regras e limites devem ser colocados antecipadamente. Devem ser falados e se possível escritos e colocados em local visível. Devem ser usadas poucas palavras, de forma breve, firme e claras. Sem discurso de Fidel. Se necessário use sinônimos para não ficar dúvidas. Nada é óbvio: tudo precisa ser verbalizado, nada deve ser subentendido. Faça breve questionamento para verificar se compreendeu claramente. Depois disso tudo, só resta assumir a consequência imediata e a frase: “que parte do não pode..., se não... ou do se...então ... você não entendeu?”

Se você não colocar limites, a sociedade o fará, porém não com tanta tolerância, compreensão e carinho. 

Como nada é óbvio, esclareço que não adianta colocar limites se eles não forem respeitados. 

Aprender a seguir regras e respeitar limites depende das consequências apropriadas que o indivíduo sofre.


AGIR COM CONSISTÊNCIA NÃO SIGNIFICA NÃO

Pais e cuidadores devem agir sempre da mesma maneira quando a criança ou o adolescente apresentar determinado comportamento. Não dá para dizer normalmente não pode, mas como hoje o pai está cansado, então pode. 

Muitos pais dizem um “não”que significa “talvez”ou “não, mas tenho tanta dó de você”, ou muito peso na consciência pois trabalham muito e ficam pouco com o filho... porque você era tão fraquinho quando pequeno, quase não comia, é hiperativo, tinha asma, etc. “A sociedade inteira quer que eu diga não, mas eu acho que você já sofreu o suficiente...”.


MOTIVAÇÃO E RECOMPENSA LIBERAM NEUROTRANSMISSORES NO CÉREBRO

Os comportamentos adequados devem ser reforçados positivamente. Oferecer uma manifestação de afeto, um elogio sincero, o reconhecimento do esforço, um presentinho, enfim, uma consequência reconhecida como recompensadora para si próprio.
Existem famílias que não reforçam positivamente e ignoram cumprimentos de metas. O jovem se esforça, se comporta bem, obtendo o melhor resultado possível e não há qualquer manifestação de reconhecimento ou vem aquele comentário “não fez mais que a obrigação”. 

O processo de neurodesenvolvimento é longo, se estendendo na maioria dos casos até por volta dos 23 anos de idade. Há algumas sutilezas de refinamento de tomadas de decisão que em alguns indivíduos acaba por volta dos 30 anos. A maioria por dos 20 anos já apresenta adequada maturidade neurológica. Claro que desde o início da adolescência vai havendo progressiva autonomia. 

Caso haja algum tipo de disfunção do sistema nervoso, pode haver necessidade de gerenciamento próximo até o final do neurodesenvolvimento.

Dra. Saada R. S. Ellovitch
Neurologia da Infância e Adolescência.
Fonte: Hospital Samaritano – SP.


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DIA 16 DE MARÇO, 13H - Sua presença é indispensável!

Prezadas Mães Unidas em Oração,

A paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Abaixo está o convite recebido para participarmos da Reunião Mensal do DEFE que acontecerá na quarta-feira, dia 16 de março, às 13h, conforme convite abaixo!




























Com FÉ-CORAGEM-PERSEVERANÇA, n’Ele, somos...


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terça-feira, 1 de março de 2016

MINHA FILHA ESTÁ COM DENGUE! ELA ESTÁ GRÁVIDA!

"Minhas queridas Mães Unidas em Oração,

Este e-mail tem a única função, colocar o nome de minha filha Marta Valéria nas mãos do Senhor... Ela está grávida de 5 meses e está com dengue... Ela tem duas outras filhas: uma de 7 anos e 9 anos.
Esta sendo acompanhada e tendo todo apoio possível. Ela está preocupada e ansiosa. Temos porcurado dar a ela todo apoio psicologico possível e sabemos que o nosso Deus está no controle de todas as coisas, mas... Que angústia temos sentido!


Temos vista algumas grávidas que tem ido embora do país para ter seus filhos no exterior...Quem me dera ter podido fazer isso por minha filha...
Sofro por ela e pelas milhares de mães que estão com suas filhas grávidas e que, com certeza pensam o mesmo...
Muito obrigada e conto com as orações...

(Walquíria Sobrinho Fagundes - Mãe Unida em Oração - Rio de Janeiro, RJ)

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Casos de dengue no Brasil crescem 48% em 2016

Brasil tem índice recorde de 1,6 milhão de casos de dengue em 2015

Em 2015, foram registrados 1.649.008 casos prováveis de dengue no país, segundo relatório epidemiológico do Ministério da Saúde.
O número é o maior registrado na série histórica, iniciada em 1990.
O recorde anterior foi em 2013, com 1.452.489.

Em 2015, a região Sudeste registrou o maior número de notificações (1.026.226 de casos; 62,2%) em relação ao total do paí. Em seguida vêm as regiões Nordeste (311.519 casos; 18,9%), Centro- Oeste (220.966 casos; 13,4%), Sul (56.187 casos; 3,4%) e Norte (34.110 casos; 2,1%)

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