Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O PODER DA UNIDADE

Infelizmente vivemos em um mundo individualista, que só pensa em si mesmo, só pensa em seus próprios interesses. E por causa desse individualismo todo, muitas mães pensam que sozinhas conseguirão realizar os seus sonhos, concretizar seus projetos de vida, dar suporte aos seus filhos... Enfim, em outras palavras, muitas acham que sozinhas resolveram todas as coisas...


Se analisarmos melhor a vida dessas mães, veremos apenas:

1. INSEGURANÇA, por não confiar em ninguém; 
2. CANSAÇO, por não assumir que precisam de ajuda; 
3. TRISTEZA, porque estão sempre sozinhas; 
4. DEPRESSÃO, por não terem com quem desabafar suas fraquezas, ansiedades e suas preocupações, suas lutas, suas dificuldades; 
5. FRUSTRAÇÃO, porque são apenas seres limitados e imperfeitos, que sempre cometem erros.

Jamais conseguiremos avançar, alcançar os nossos objetivos, realizar os nossos sonhos, se pensarmos que sozinhas somos capazes de fazer tudo. Nós encontramos apoio, cuidado, amparo, comunhão e, principalmente o "amor" junto às outras mães que anseiam pelas mesmas coisas.... 


Vejamos o que a Palavra de DEUS diz: 

"9 Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. 
10 Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. 
11 Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mais um só, como se aquentará? 
12 E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa." 
(Eclesiastes 4. 9-12) 

*Vs.9 - É melhor sermos dois e não andarmos sozinhos, porque temos maiores chances de sermos bem sucedidos. Quando temos alguém que nos ajude, que nos dê o devido apoio nos momentos difíceis, se temos a companhia de bons amigos, certamente obteremos melhores resultados. Por isso precisamos congregar em uma Igreja, pois lá, poderemos encontrar tão bons amigos que se tornam irmãos.

*Vs.10 - Quando temos amigos a nossa volta, não precisamos ter medo de enfrentar o que a vida nos oferece, quando cometemos um erro, é importantíssimo termos um amigo por perto que nos ajude a nos levantar, que nos anime a prosseguirmos em frente, que libere sempre uma boa palavra que nos console e que nos exorte. Agora, ai do que estiver só. Aqueles que confiam apenas em si mesmo, quando caem dificilmente se levantam e vivem desiludidos com tudo.

*Vs.11 - Quando temos a companhia das pessoas que amamos (Igreja, família e amigos), nos sentimos mais confortáveis, livres para sermos nós mesmos, livres para vivermos sem máscaras. Sentimo-nos mais aquecidos com o carinho, com a atenção, com a preocupação dos nossos amigos e irmãos em Cristo, quando os temos por perto tudo fica mais fácil.
"O individualismo gera frieza, indiferença e morte." 

*Vs.12 - Nada pode resistir "O PODER DA UNIDADE". Mesmo quando estamos distantes, mas, tendo a certeza de que podemos confiar no cuidado de pessoas que tem o mesmo propósito que nós, pessoas que buscam o cumprimento desse propósito, somos fortalecidos e dificilmente desanimamos em meio a um problema. A Igreja é um lugar de propósitos, de comunhão, de edificação, de treinamento, companherismo, etc. 

É muito difícil nos tornarmos Mães Unidas em Oração, que expressam o Caráter de Cristo, se não estivermos unidas. Precisamos estar unidas para podermos alcançar as outras mães que ainda não conhecem o real significado da palavra "AMOR". 

Somos a Igreja do Senhor Jesus, só venceremos o poder das trevas, se estivermos unidas com o Corpo de Cristo e se estivermos juntas, tendo tudo em comum (Atos 2.44).

Mães Unidas em Oração, é um Ministério que crê e pratica a união. Nos unimos para orar em concordância por nossos filhos e suas escolas. Sendo o Senhor JESUS a terceira dobra do nosso cordão temos a certeza de que teremos força para suportar e superar todas os problemas circunstâncias e adversidades e que a vitória no tempo certo chegará.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora
Você já orou pelo seu filho hoje?

contato@maesunidasemoracao.org
WhatsApp: 21 992120548 

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link: http://maesunidasemoracao.org/inscricaonline.html


Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher coloque ”xxxx”.

domingo, 20 de janeiro de 2019

SEIS ORAÇÕES VITAIS PELOS FILHOS


Atualmente tudo o que temos que fazer para ficar preocupadas ou com medo por nossos filhos é acordar todas as manhãs! Existe medo e dúvida em torno de nós e de como vivemos.

Qualquer uma pode olhar para a condição da sociedade ou no comportamento de seus filhos e ter medo. Mas Deus nos chama para ser sal e luz na terra (Mateus 5:13-14). Nós não temos o espírito de temor (2 Timóteo 1:7).

Então, como podemos manter nossos filhos protegidos todos os dias quando as coisas não parecem tão boas? Ao dizer o que Deus diz; ao falar a Sua Palavra com fé sobre eles. Se formos por aquilo que vemos, é fácil ter medo. Mas a fé crê em algo que não pode se ver!

Em Romanos 4:17, a Bíblia diz que Deus chama as coisas que não são como se já fossem. Eu acredito que você e eu podemos fazer isso também, há poder em nossas palavras!

Aqui estão seis orações vitais que vão ajudar o agir de Deus na vida de nossos filhos:

1) Deus tem um plano perfeito para o meu filho (Jeremias 29:11; Romanos 11:29)

“Pai, obrigado pelo maravilhoso plano divinamente ordenado que o Senhor têm para a vida do meu filho. Eu proclamo que eles andarão nele hoje. Declaro que eles vão cumprir o plano de Deus e eles terão um futuro brilhante!"

2) O Espírito Santo ajuda os meus filhos (1 João 4:4; 14:16 )


“Quanto mais o Senhor estiver presente na vida dos meus filhos hoje, mais irá ajuda-los, orienta-los, incentiva-los, protege-los e capacita-los. O Senhor é maior do que qualquer plano ou a força do inimigo e faz com que os meus filhos possam superar todas as situações da vida". 

3) Eu me recuso a ter medo (2 Timóteo 1:7, Marcos 5:36) 

“Pai, eu me recuso a ter medo de meus filhos caírem nas garras do inimigo, eu vou cercá-los com fé e com o amor de Deus, eu profetizo que serão bem sucedidos, felizes, protegidos e saudáveis. Sempre que eu pensar em meus filhos e em seu futuro, eu terei uma mente sã. Imaginarei todos rodeados com poder, benção e proteção de Deus".

4) A nossa família anda no amor (1 Coríntios 13:4-8; Efésios 5:1-2)

“Meu relacionamento com meus filhos é abençoado; andamos em amor uns com os outros e desfrutamos da união uns com os outros como Deus planejou. O amor é livre para reinar em nossa casa. Nós não permitimos contenda ou divisão, mas declaramos que a nossa casa está repleta de paz e harmonia. Dá-nos sabedoria, Pai, para abençoar e ajudar uns aos outros".

5) A paz reina no coração e na mente dos meus filhos (Isaias 54:4;. Colossenses 3:15)

“Meus filhos são ensinados no Senhor, para que eles tenham a paz de Deus sobre eles em todos os sentidos da palavra integridade. Que o Senhor passe a os orientar no caminho reto para nunca sairem do Seu propósito. Meus filhos trarão paz em nossa família e não discórdia e contendas".

6) Meus filhos são diligentes (Provérbios 10:4; 2 Pedro 3:14)


“Meus filhos não são preguiçosos, mas trabalhadores que perseveram, mesmo quando a situação é difícil, eles são constantes, sérios e enérgicos. Devido a isso, eles não vão ser pobres de espirito e de corpo, mas ricos, de acordo com a Palavra de Deus".

Como Mães Unidas em Oração, não temos que ter medo, e, sim, ! Nós podemos viver acima das provações deste mundo, quando nós mantermos nossos olhos no Senhor. Ao fazer estas orações para os nossos filhos, fiquemos à espera para ver os resultados sobrenaturais que vão vir sobre eles!


Adaptado: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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sábado, 19 de janeiro de 2019

COMO A ORAÇÃO DE UMA MÃE PODE REALIZAR MILAGRES


Cuidar de um filho não é fácil, todas passaram ou passarão por grandes desafios, dores, perdas e provações. 

Mas existe uma diferença entre a mulher que tem o entendimento de sua responsabilidade como mãe, e a mulher que vive essa função a partir da crença de que não está sozinha. 

Se tiver fé que Deus está seguindo ao seu lado, você vai superar todas as provações e dificuldades que possam advir de sua responsabilidade com os filhos.

Quando uma mulher tem um filho ela assume o encargo de cuidar, consolar, de estar disposta a chorar com ele, de superar as dores para atender a necessidade desse filho, de perdoar seus erros... Mas sozinha ela não conseguirá realizar muita coisa.

Como ela conseguirá fazer isso se um filho se rebelar ou se distanciar? Se ele se envolver pelas artimanhas do nosso inimigo?
Esse poder virá a partir da oração e de sua dignidade perante o Senhor. Quando uma mãe se aproxima de Deus por intermédio de Jesus Cristo, terá força, sabedoria e discernimento para proteger seus filhos com fé coragem e perseverança!

Deus ouve a oração de uma mãe, porém isso não impedirá que venham adversidades e dores; e quando vier, o Senhor as consolará no momento da perda, dará sabedoria para tomar decisões e força para enfrentar e suportar as adversidades. Para isso precisam estar próximas a Ele através da oração fervorosa.

Manter-se próxima a Deus através de Jesus Cristo é o meio mais eficaz que uma mãe pode ter, mas para isso ela precisa conhecer quem realmente é Seu Salvador. Isso significa entender a imensidão do Amor de nosso Pai Celestial quando permitiu que Seu Filho Amado sofresse todas as dores por nossos pecados e que morresse para nos salvar. Sim, Ele deu Seu Amado Filho por todos os outros filhos...

Não é difícil uma mãe entender isso quando ela sente que o amor que tem por seu filho é somente uma pequena parte perante o amor que Deus e Jesus têm por nós. 

Deus supre todas as nossas necessidades.  

Mãe você não está só! A oração muda tudo Apenas confie!


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

ORANDO PELAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS!


1. Oferecer aparelhos adequados para ajudar as crianças a se movimentarem, permite uma independência maior e, talvez, acesso ao trabalho.

2. Ensinar atividades para a vida diária diminui a dependência das crianças com deficiências, e os pais têm mais tempo para outras atividades.

3. Ensinar a linguagem dos sinais permite que as crianças que não escutam se integrem às outras pessoas e se tornem membros da comunidade mais confiantes e produtivos.

4. Os cuidados com a saúde (por exemplo, vacinas, nutrição) e as necessidades educacionais são as mesmas para todas as pessoas, mas as evidências sugerem que há desigualdade:

•As crianças com necessidades especiais têm uma maior probabilidade de morrerem jovens por serem pobres ou negligenciadas.

•As crianças com necessidades especiais têm maior probabilidade de serem mal-nutridas.

•Em alguns países, 80% das crianças com necessidades especiais podem morrer com menos de cinco anos.

•Menos de 2% das crianças com necessidades especiais sérias recebem educação nos países em desenvolvimento.

•As mulheres com necessidades especiais têm 2 a 3 vezes mais probabilidade de serem vítimas de abuso físico ou sexual.

5. As necessidades especiais estão vinculadas à pobreza, razão pela qual é necessário ter planos e estratégias para ajudar estas pessoas especiais.

6. A meta de quem trabalha com portadores de necessidades especiais deve ser trabalhar com as suas capacidades e não com as suas deficiências.

OS BEM-AVENTURADOS NA VISÃO DE UMA CRIANÇA ESPECIAL - ORE PARA SER UMA PESSOA BEM-AVENTURADA:

1. Bem aventurados os que compreendem o meu estranho caminhar e as minhas mãos atrofiadas.

2. Bem aventurados os que sabem que os meus ouvidos têm que se esforçar para compreender o que dizem.

3. Bem aventurados os que compreendem que, ainda que os meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

4. Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

5. Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
(Pr. Gilberto Celeti - Executivo da APEC)



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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

QUANDO DEUS PARECE AUSENTE



Leitura Bíblica: Ester 6:12-14, "Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se recolheu a toda pressa para sua casa, lamentando-se e de cabeça coberta. E contou Hamã a Zerés, sua mulher, e a todos os seus amigos tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios e Zerés, sua mulher, lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da linhagem dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele. Enquanto estes ainda falavam com ele, chegaram os eunucos do rei, e se apressaram a levar Hamã ao banquete que Ester preparara."     
Neste caso estamos esperando e desejando que Hamã receba o que merece. Tudo em nós clama por justiça. Em especial com um perdedor como Hamã, que já se pavoneou o suficiente.

Nem uma vez sequer durante toda a jactância e conspiração perversa de Hamã, Deus o ignorara ou ao seu plano de assassinar Mardoqueu e os judeus. Deus não perdera as suas declarações, o orgulho do seu coração e os motivos maldosos por trás de suas decisões. Deus estava invisível, mas não fora do alcance ou passivo. Ele não esquecera o seu povo ou suas promessas a eles – e aos seus inimigos.

Alguém bateu à porta. Antes que pudesse sequer refletir, Hamã foi retirado às pressas de casa e escoltado ao palácio para o banquete que significaria a sua condenação. Não posso deixar de imaginar se no caminho para o palácio, Hamã olhou outra vez para a forca que construíra para Mardoqueu, balançou a cabeça e lamentou o que havia feito.

Um princípio teológico magnífico sublinhado repetidamente nas Escrituras é este: Quando Deus parece ausente, ele está presente. Mesmo quando você pensa que perdeu tudo, Deus usa o fato como uma oportunidade para despertá-lo para a compreensão de que ele se encontra no controle, assim como para levá-lo a ajoelhar-se.

Você sente que Deus tem estado ausente em sua vida, de alguma forma distante? Queremos lembrá-la disto: ele pode ter parecido ausente para você, mas tem estado presente o tempo todo. Além disso, ele conhece o seu coração. Sabe a verdadeira condição da sua alma. Sabe as impurezas ocultas em seus motivos. Sabe a profunda depravação do seu pecado. Mas ele ouviu o seu clamor e não vai rejeitá-lo.

(Charles Swindoll)



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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

ORAÇÃO PARA O CORAÇÃO DE UMA MÃE PREOCUPADA


Você se preocupa? Todas nós podemos admitir que ficamos preocupadas. Na verdade, nós provavelmente nos preocupamos mais do que imaginamos. Como mãe, nos preocupamos com os nossos filhos, sobre a sua saúde, a sua aprendizagem...

Ficamos preocupadas com o pagamento de contas, escola, médico... 
Muitas vezes, nossa lista de afazeres nos mantém acordadas durante a noite, preocupadas em esquecer alguma coisa... De fazer algo importante. Perguntas "e se?" e "devo fazer?" Redemoinho em volta da nossa mente, nos segurando como reféns e nos mantendo acorrentadas às nossas preocupações e temores.

A preocupação é uma espécie de "pecado aceitável." Por isso que a preocupação é um daqueles pecados que todo mundo costuma praticar e não costumamos enfrentar.

No fundo, queremos ser libertadas do sentimento crônico, da desgraça e da expectativa de que há algo ruim à espreita ao virar da esquina. Sabemos que a Bíblia nos diz para não nos preocuparmos, mas pensamentos parecem fazer parte de nós que não sabemos como parar.

O que podemos fazer?

Lembre-se e ore.  Como óleo e água, confiança e preocupação não se misturam. Para expulsar preocupação do nosso coração, precisamos fazer crescer raízes mais profundas da confiança em Deus. Uma e outra vez nos Salmos, quando o coração do escritor era pesado, ele se virava para olhar para trás, tudo o que Deus tinha feito por ele. Quando o salmista olhou de volta para a fidelidade de Deus e seus cuidados soberanos para com ele, ele foi capaz de confiar em Deus, mesmo no meio de circunstâncias preocupantes.

Quando olhamos para trás em nossas próprias vidas e vemos a fidelidade de Deus sobre nós, dá-nos confiança e esperança na sua fidelidade. Nós olhamos para trás para a nossa própria história da salvação. Vemos que Jesus morreu na cruz por nossos pecados, que esta é a demonstração do amor de Deus por nós. Quando preocupações ameaçam se aproveitar do nosso coração, precisamos lembrar e nos debruçar sobre a verdade do evangelho. Lembrando que a cruz nos impulsiona à fé para o que vem pela frente.

E, quando nos lembramos, nós precisamos nos voltar para Deus em oração. Hebreus diz que por causa de Jesus, podemos chegar ao trono da graça com confiança, para receber a ajuda de que precisamos (Hebreus 4:16). 


Paulo estava se referindo a preocupação crônica quando escreveu em Filipenses 4: 6: "Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em todas as situações, pela oração e súplica, com ações de graças, apresentem seus pedidos a Deus." Estejamos prontos a dar as nossas preocupações para Deus em oração, confiando-lhe todos os nossos fardos e cuidados. 

Como resultado, nós receberemos em troca a paz que almejamos, "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus"(Filipenses 4: 7).

Você pode até orar  assim...

Uma oração para o coração preocupado:

Meu Pai do Céu, eu venho a ti com o coração pesado e cheio de tantas preocupações e cuidados. Eu quero apenas me enrolar em teu colo e encontrar alguma paz no caos da minha vida. Minhas preocupações enchem minha mente dia e noite. Meu estômago está em nó e eu mal posso respirar. Eu sinto que estou secando; a alegria foi sugada para fora de mim.

Mas o Senhor disse para virmos a ti com todos os nossos fardos. O Senhor disse que vai carregá-los. O Senhor nos diz que é uma rocha, um escudo, uma fortaleza. Eu preciso de uma rocha no momento. Eu preciso de uma fortaleza a correr para agora. Eu preciso de ti, Senhor.

Há tantas decisões a tomar. E se eu o fizer errado? Tantas coisas ruins surgem no horizonte, o se eu não estiver preparada? Ajuda-me a concentrar meu coração em ti e não sobre os gigantes em torno de mim. Eu sei que todas essas preocupações estão me impedindo de confiar em ti. Como Pedro, em vez de olhar para o seu rosto, eu estou olhando em volta para as ondas que me cercam, para as circunstâncias

Perdoe-me por duvidar e não viver uma vida de confiança. Eu creio, mas por favor me ajude na minha incredulidade! Eu sei que quando eu me preocupo, eu estou crendo numa mentira que diz que eu posso controlar o que acontece na minha vida. Perdoe-me por tentar controlar algo que eu nunca realmente terei o controle.
 Ajuda-me a confiar em tua palavra e não em mentiras.

O Senhor enviou o seu Filho para levar o meu maior peso na cruz. Eu sei que que tu podes lidar com tudo o que me preocupa hoje. Não há nada grande demais para ti, a terra é o apoio dos teus pés e o vento e a chuva vão e vem em teu comando. Liberte-me desta preocupação hoje. Ajuda-me a confiar na mesma graça que me salvou na cruz.

Eu sei que o Senhor tens um plano perfeito para a minha vida. Ajuda-me a andar por fé e não por vista. Eu quero confiar em teu plano e teu amor por mim. Eu quero enfrentar o futuro desconhecido confiante de que o Senhor tem tudo sob controle. Concedei-me a graça que eu preciso.

Obrigada por Jesus por me aceitar como eu sou, com preocupações e tudo. Eu quero entregar tudo para nas tuas mães, em nome de Jesus, Amém.



Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

DEUS ESTÁ PROCURANDO MÃES QUE ENCONTREM TEMPO PARA ORAR PELOS FILHOS


Mães Unidas em Oração, é uma missão, pois são vidas no altar. Vidas santificadas. Vidas que crêem no Poder da Oração. Vidas que têm "a fé que vê o invisível, que crê no incrível e, que recebe o impossível!"

Precisamos de mães que passem tempo orando na Palavra de Deus, que falem de Deus para seus filhos e dos filhos para Deus.

Precisamos de mães que “derramem os seus corações diante de Deus; que levantem a Ele as suas mãos pela vida de seus filhos.”

A maior influência que uma mãe pode exercer na vida dos filhos é por meio da oração. Temos que priorizar, organizar nossa vida para isso. “Mãe comprometida com Deus só deixa de orar pelo filho quando ela morre!”

Nenhuma outra força na vida de um filho é tão poderosa e influente quanto uma mãe. Veja alguns exemplos de oração.

1. A mãe de George Washington era uma mulher cristã de oração, piedosa, com profundo senso único. Seu filho foi o primeiro e um dos melhores presidentes dos EUA.

2. Suzana Wesley tinha 19 filhos e nunca abriu mão de orar uma hora por eles. Esse tempo era sagrado e seus filhos não ousavam interrompê-la, porque sabiam que ela estava no quarto derramando sua alma diante de Deus em favor de cada um deles. Ela foi mãe de um grande líder do século XVIII, John Wesley, e um dos mais consagrados músicos evangélicos, Carlos Wesley.

3. Outra mãe intercessora foi Mônica, que orou cerca de 40 anos pela conversão de seu filho Agostinho.. Ele era um jovem devasso e completamente resistente ao evangelho, mas ela jamais desistiu de esperar por um milagre de Deus na vida de seu filho. Foram anos de luta, choro, mas um filho de muitas lágrimas não poderia se perder. Noite e dia ela clamava a Deus pela conversão de Agostinho. Agostinho foi o maior expoente da Igreja entre o período dos apóstolos e reformadores. Maior teólogo que a Igreja já produziu depois do apóstolo Paulo e foi fonte de inspiração para Lutero e Calvino.

4. Na família de Tim Cimbala, pastor em Nova York, sua filha primogênita estava se tornando resistente ao evangelho e começou a viver uma vida de rebeldia, mundanismo e pecado. Não demorou muito até se rebelar contra os pais e sair de casa. Seus pais choraram, sofreram e começaram a definhar a ponto de os amigos lhes dizerem para desistirem de procurá-la. Contudo, numa celebração de vigília, uma irmã interrompeu e disse que deveriam chamar por sua filha e todos deram as mãos e oraram. Ali se tornou uma “sala de parto” onde as dores e os gemidos eram expressos diante de Deus. Quando o pastor voltou para a casa ele disse à sua esposa: “Se há Deus no céu, nossa filha já foi liberta hoje”. E ela voltou para casa liberta e sarada.

5. Benedita da Silva Barbosa, mãe do Ministro do Supremo tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse que ora pelo seus filhos todos os dias e que nunca deixou de orar por cada um deles.

6. Assim, também milhares de mães pelo Brasil e em mais 146 países tem alcançado vitórias inauditas, inenarráveis sobre a vida de seus filhos, através do poder da oração.

Precisamos de mães que mesmo na agitação desse mundo sinistro tenham tempo para buscar a Deus em favor dos seus filhos.

Mães Unidas em Oração é um Ministério de Intercessão.


A mãe entende o que é orar através da Palavra de Deus. 

A mãe aprende a ter intimidade com Deus. 

A mãe aprende o que é ser um instrumento nas mãos de Deus.

Começar é fácil, difícil é perseverar. Com fé, coragem e perseverança, milhares de mães pelo Brasil e em mais 146 países tem alcançado vitórias inauditas, inenarráveis, pois tem perseverado anos e anos a fio..

Talvez você já tenha sido uma firme mulher de oração, que intercedia e hoje se encontra fraca. Não desista de orar por seus filhos, Deus está à procura dessas mães.

Não escute o desânimo que lhe diz: não lute!
Ou o fracasso que lhe diz: não tente.
Apenas escute a Deus que te diz: não desista, eu estou com você!

Deus esta tocando em você neste momento?


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.

Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

O QUE É BULLYING E CYBERBULLYING

Devido ao fato de ser um fenômeno que só recentemente ganhou mais atenção, o assédio escolar ainda não possui um termo específico consensual, sendo o termo em inglês bullying constantemente utilizado pela mídia de língua portuguesa.

1. Terminologia

Bullying (bully- «tiranete» ou «valentão»). Existem, entretanto, alternativas como acossamento, ameaça, assédio, intimidação, além dos mais informais judiar e implicar, além de diversos outros termos utilizado pelos próprios estudantes em diversas regiões.

É um termo frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. São atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.



2.  Caracterização do assédio escolar

O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define assédio escolar em três termos essenciais:

Ø o comportamento é agressivo e negativo;
Ø  o comportamento é executado repetidamente;
Ø  o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O assédio escolar divide-se em duas categorias:

Ø  assédio escolar direto;
Ø  assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

Ø  espalhar comentários;
Ø  recusa em se socializar com a vítima;
Ø  intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
Ø  ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O assédio escolar pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

3.  Características dos bullies

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".

O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal. Os bullies sempre existiram, mas, eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, valentões e verdugos.

Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.

4.  Tipos de assédio escolar

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:

Ø  insultar a vítima;
Ø  acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
Ø  ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
Ø  interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
Ø   espalhar rumores negativos sobre a vítima;
Ø   depreciar a vítima sem qualquer motivo;
Ø   fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a para seguir as ordens;
Ø  colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
Ø  fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
Ø   isolamento social da vítima;
Ø  usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos etc);
Ø  chantagem.
Ø  expressões ameaçadoras;
Ø  grafitagem depreciativa;
Ø  usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.

4.1. Bullying professor-aluno

O assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:

Ø  intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
Ø  assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
Ø  ameaçar o aluno de reprovação;
Ø  negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
Ø  difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
Ø  tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
Ø  tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e em caso de recusa, por medida judicial.

5.  Locais de assédio escolar

O assédio escolar pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

5.1. Escolas

Em escolas, o assédio escolar geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Alguns sinais são comuns como a recusa da criança de ir à escola ao alegar sintomas como dor de barriga ou apresentar irritação, nervosismo ou tristeza anormais.

Um caso extremo de assédio escolar no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Na última década de 90, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do assédio escolar, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O assédio escolar nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas) sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

5.2. Local de trabalho

O assédio escolar em locais de trabalho (algumas vezes chamado de Assédio escolar Adulto) é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o assédio escolar é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".

5.3. Vizinhança

Entre vizinhos o assédio escolar normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como assédio escolar: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

5.4. Política

O assédio escolar entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.

5.5. Militar

Em 2000, o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o assédio escolar como : "…o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".

Todavia, é afirmado que o assédio escolar militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de assédio escolar militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto.

Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o assédio escolar sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente. Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes...

5.6. Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

5. Legislação

No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas. de acordo pelo código penal brasileiro, a negligência com um crime pode ser tida como uma coautoria. Na área cívil, e os pais dos bullies podem, pois, ser obrigados a pagar indenizações e podem haver processos por danos morais.

A legislação jurídica do estado brasileiro de São Paulo define assédio escolar como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia.

Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de assédio escolar pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de assédio escolar que ocorram nesse contexto.

No estado brasileiro do Rio de Janeiro, uma lei estadual sancionada em 23 de setembro de 2010 institui a obrigatoriedade de escolas públicas e particulares notificarem casos de bullying à polícia. Em caso de descumprimento, a multa pode ser de três a 20 salários mínimos (até R$ 10.200) para as instituições de ensino.

Na cidade brasileira de Curitiba todas as escolas têm de registrar os casos de bullying em um livro de ocorrências, detalhando a agressão, o nome dos envolvidos e as providências adotadas.

6.1. Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a prática do assédio escolar, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a se simpatizarem com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional" e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

1. No Brasil

Uma pesquisa do IBGE realizada em 2009 revelou que quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros informou já ter sofrido bullying, sendo maioria das vítimas do sexo masculino. A maior proporção de ocorrências foi registrada em escolas privadas (35,9%), ao passo que nas públicas os casos atingiram 29,5% dos estudantes.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut.

Em 2009, uma pesquisa do IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de assédio escolar, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias.

2. Casos célebres

Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.

Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito...  Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada". O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.

Em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.

Durante 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas. No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.

Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.

Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.

Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vitima de bullying.

Em 07 de abril de 2011, ocorreu o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, foram assassinados e outras 12 crianças foram feridas a tiros. O assassino, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, ex-aluno da escola, cometeu suicídio após os crimes. O massacre foi atribuído a uma vingança por bullying.

O QUE É CYBERBULLYING

Cyberbullying é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem. Como tem se tornado mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens, legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.

1. Definição

O cyberbullying tem sido definido como "quando a Internet, telefones celulares ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa". Outros pesquisadores utilizam uma linguagem semelhante para descrever o fenômeno.

O cyberbullying pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.

Os cyberbullies podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho ou de estudo, por exemplo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns cyberbullies também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameçando e assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros para cima da vítima.

No Ensino Médio, as meninas são mais propensas a se envolver em cyberbullying do que os meninos. Mas independente do gênero do bully, seu objetivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line para os outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).

O cyberbullying, via Web, pode ser considerado tão prejudicial quanto o bullying tradicional, podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.

Embora o uso de comentários sexuais estejam, às vezes, presentes no cyberbullying, esse não é o mesmo que assédio sexual.

A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do cybullying, pois, no mundo virtual, os bullies não precisam dar as caras. A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças, podendo ocorrer também entre adultos.



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