Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE MARÇO DE 2019

É maravilhoso fazer parte de Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração no Brasil e conhecer o extraordinário Programa de Oração Mundial em PGOs - Pequenos Grupos de Oração, que Deus deu a uma mãe: Fern Nichols, em 1984, no Canadá, e que já está em mais de 150 países... 

Um Ministério que durante anos tem sido referência na vida de milhões de mães ao redor do mundo!

Louvamos a Deus por mais um mês de oração pela vida de nossos filhos e escolas...

Agradecemos a vocês Mães Unidas em Oração que enviam seus pedidos e, através deles podemos elaborar o Calendário Nacional de Oração que tem norteado cada mãe no seu momento "A Sós com Deus"!



No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico, adotivo ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério, em PDF. O Calendário não substitui o encontro semanal de 1 hora dos PGOs - Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a mãe pertence ao Ministério Internacional e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org

Mãe Unida em Oração é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Se você sentiu o toque do Espírito Santo para participar, o primeiro passo para fazer parte do Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração no Brasil é fazer sua inscrição como Mãe (biológica, adotante ou espiritual) colocando seu(s) filho(s) e a escola adotada em oração na Rede Mundial de Oração.

É só fazer a inscrição para receber todas as informações necessárias através do link:
http://maesunidasemoracao.org/inscricaonline.html

Tão logo encontre outra mãe que também tenha sido tocada pelo Espírito Santo comece seu PGO - Pequeno Grupo de Oração...

Foi assim que começou com Fern Nichols em 1984, no Canadá. Ela levou seu filho para escola e viu que ele estava mudando de comportamento. Começou a orar e pediu a Deus outra mãe que estivesse passando pela mesma situação. Assim começou Moms In Prayer International e, hoje, estamos em 153 países! Mistério Insondável de Deus! 

Lembre-se que Mães Unidas em Oração é um Ministério de mãe com mãe..


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.momsinprayer.org
www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: 21 99212-0548

(Editora do Blog: Jane Esther M. S. de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link: http://maesunidasemoracao.org/inscricaonline.html 

Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher um espaço, coloque "xxxx".

sábado, 23 de fevereiro de 2019

DAVI, UM MILAGRE DE DEUS!


Davi no meu colo (Jane Esther) e Rafaela, sua mãe        

Rafaela, nossa filha afetiva e espiritual estava passando por uma gestação extremamente difícil. Estava com ameaço de eclampse.  Sua família estava preocupada. 




Durante nossas reuniões de Mães Unidas em Oração, seu nome, juntamente com os outros filhos eram colocados um a um na presença de Deus. Os meses foram se passando e nós orávamos por ela e pelo seu bebê!  Uma gravidez de alto risco!


Uma semana antes do bebê nascer, o quadro se agravou e ela foi hospitalizada e  teve que ser transferida de hospital. 

Acompanhamos, passo a passo, em oração, todo o processo, sabendo, que ela estava nos braços de Deus.

No dia 2 de setembro, aconteceu o parto, e graças a Deus, Davi veio ao mundo! 

Em nossa última reunião, o Pr. Alecrim (pai de Rafaela), que sempre falava “Deus proverá” levou, seu neto Davi, (agora com 3 meses) para juntos agradecermos a Deus. Ele e sua família sabiam que tudo é possível através da fé. Sabíamos que pelo poder da Oração o milagre iria acontecer e aconteceu. Davi esta com toda saúde! Agradecemos a Deus pelo dom da vida!”

Jane Esther de Paula Rosa - Coordenadora Nacional
(Testemunho publicado com autorização da mãe)

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo Filho precisa de Uma Mãe Que Ora! 
Você já orou pelo seu filho hoje? 

contato@maesunidasemoracao.org
WhatsApp: 21 992120548 

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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domingo, 17 de fevereiro de 2019

QUANDO UMA MÃE PERDE UM FILHO...


Irmã Jane Esther..

Quando li a postagem na página do Ministério Mães Unidas em Oração, no Instagram, com esta mensagem: “Quando uma mãe perde um filho, todas as mães do mundo perdem um pouco também”, nunca poderia imaginar que seria para mim...

Acompanhava tudo, pois gostava o Ministério pela responsabilidade e compromisso com a oração, mas não me decidia a orar e colocar meus filhos na Rede de oração até que...

"... Meu filho de 19 anos, fazendo o quarto período da Universidade de matemática disse que iria encontrar com os amigos para irem a uma festa. Estava um dia nublado e, disse para ele: "- Meu filho, não vá, fica em casa, pois o tempo está ameaçando chuvas fortes e, não há necessidade de você sair.... Como sempre falei com muito amor.
Na mesma hora ele disse: "- Fica fria mãe, não vai acontecer nada, eu sou craque no volante da moto. Você vê perigo em tudo....
Foi a última vez que ouvi a voz do meu filho...
Poucas horas depois, ele estava morto!..."

Hoje, estou no Ministério, ajudo com a minha oferta de amor e meus outros dois filhos estão na Rede de Oração.
Sei que foi uma fatalidade e, que muitas mães já passaram por isso. Agora, entendo o que é sofrer a dor da perda de um filho...

(Sandra Regina M. Soares - Mãe Unida em Oração - São Paulo, SP)


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
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(WhastApp: 21 92120548) 

(Editora do Blog: Jane Esther M. S. de Paula Rosa) 

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

ANA - PROSTRADA DIANTE DE DEUS, NUMA ORAÇÃO QUE REPRESENTOU A VITÓRIA DE SUA VIDA


Ana, mãe do profeta e juiz Samuel. 

Sua história é simples e naturalmente semelhante a de tantas outras mulheres hebréias, às quais o Senhor não havia concedido a bênção da maternidade. 

Casou-se com Elcana, filho de Jeroão, da região montanhosa de Efraim. 

Seu marido teve duas esposas, ela e Penina, e, enquanto Penina lhe dava vários filhos, mantinha-se Ana desolada e triste em sua esterilidade. Nem lhe valia a decidida preferência do esposo, que a amava, pois a outra, naturalmente ferida pelo ciúme, lhe atormentava os dias, humilhando-a constantemente.

1. O pedido e a promessa de Ana

De ano a ano Elcana ia a Siló, com suas mulheres e seus filhos para adorar ao Senhor e oferecer-Lhe sacrifícios. Era justamente nessas ocasiões que Ana sentia mais fortemente a sua amargura, quando o marido, segundo o costume do tempo, separava os quinhões que deviam caber a Penina e a seus filhos.

Foi num desses momentos, em que sua alma se compungia ante a atitude da rival, que a deprimia e humilhava, que ela, num natural desafogo as suas angústias, se prostrou diante de Deus, numa oração que representou a vitória de sua vida.

Ela queria um filho que a dignificasse aos olhos do marido, livrando-a da humilhação diante da rival feliz. E nisso ela não diferia de tantas outras, igualmente infecundas e desditosas.

Mas vejamos o que dizem as Escrituras: Ela, profundamente amargurada, orou a Jeová e chorou muito, fez um voto, dizendo: "Jeová dos Exércitos, se, na verdade, tu te dignares olhar para a aflição da tua serva, e se te lembrares de mim; se não te esqueceres da tua serva, mas se lhe deres um filho varão, eu o darei a Jeová por todos os dias da sua vida, e não passará navalha pela sua cabeça." (1 Sm 1.10 -11).

Lendo as palavras com que Ana pedia ao Altíssimo aquela graça que constituiria a glória de sua vida notamos logo o voto que fazia com a súplica dolorosa: "eu o darei a Jeová por todos os dias de sua vida". Essas palavras foram o marco de sua oração.

2. Ana cumpre a promessa feita

Assim, quando os seus braços amorosos aconchegaram ao seio o filho que lhe vinha como dádiva divina, ela o teve como precioso legado, de que devia cuidar como um grande bem confiado a sua guarda: ela o consagrara a Deus e, pois, a Seu serviço o entregaria. Aquele ser tão frágil quão estremecido, aquela vida que era a sua própria vida e pela qual tanta ansiedade e tanta mágoa havia experimentado; aquele desdobramento de seu próprio ser, não lhe pertencia: era do Senhor, pois que o dera o Senhor; ela cuidaria dele para que servisse a Deus por todos os dias de sua vida.

E desse modo foi tratado o menino Samuel, por sua mão, até que pudesse ser levado ao templo, para servir ao Senhor, segundo o voto por ela formulado.

Na antiga dispensação, para manter o culto a Deus e instruir o povo no cumprimento da lei, havia naturalmente necessidade dos que se entregavam a esse santo ministério, para o qual Samuel foi separado desde o ventre de sua mãe. Na nova dispensação, porém, temos Jesus Cristo como sumo sacerdote (Hebreus 9.11), mediador de uma nova aliança (Hebreus 9.15), em que nos tornamos filhos e herdeiros da promessa.

Assim, não apenas alguns hão de ser separados para o serviço divino, mas todos os que foram resgatados pelo sangue de Cristo são possessão sua e a seu serviço hão de ser consagrados. Esse serviço atinge a todos sem exceção, cada um com a sua parte, parecendo grandiosas umas e modestas outras, mas todas igualmente imprescindíveis, porque representam a vontade de Deus para a vida dos que foram santificados pela fé.

3. A recompensa de Ana

Voltando às páginas do livro sagrado, no que se refere à vida dessa mulher abençoada, leiamos o que se assinala em 1 Samuel 1.18: "Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e não mais era triste o seu semblante".

Após haver orado em lágrimas, apresentando ao Senhor as angústias de sua alma e a súplica fervorosa, vemo-la agora, segundo a narração bíblica, restituída à serenidade natural, pois cuidou da alimentação e "já não era triste o seu semblante".

É verdadeiramente impressionante o contraste entre a sua figura chorosa e dolorida, na oração que suplicava a Deus o filho desejado e a atitude que tomou logo após, quando erguendo-se calma já não era triste o seu semblante. E a tranqüilidade da alma, antes tão angustiada se espelhava então na fisionomia daquela mulher, cuja vitória na oração é uma lição para as mães que oram muito, mas que jamais o fizeram com a fé que por si só vale um prêmio.

Lembremo-nos de que, se a ansiedade mora em nosso peito e a inquietação nos agita a alma; se as nossas orações não nos trazem a tranquilidade, filha da confiança; se não nos erguemos serenas e calmas, então, é nula a nossa fé, e não valem muito as palavras com que nos dirigimos ao Senhor, porque nos falta a fé asseguradora da vitória. Mas
e a experimentarmos, porém, como Ana, não serão menores os nossos triunfos e terão nossos filhos, nos nossos joelhos dobrados diante de Deus, a mais forte garantia para uma vida abençoada.

4. O privilégio de sermos Mães Unidas em Oração

E, pois, nós, mães, se desejamos que nossos filhos tenham a salvação pelo sacrifício de Jesus, havemos de prepará-los para o serviço que lhes está reservado. Seria erro pensar que nos pertencem os nossos filhos, e que nasceram tão somente para a satisfação de nossos anelos afetivos e o contentamento de nossos olhos. Quando os recebemos nos braços, envoltos ainda na inocência dos primeiros anos, não é necessário que digamos, como Ana: "eu o darei ao Senhor, por todos os dias de sua vida", pois eles pertencem ao Senhor, desde que o sangue de Jesus os resgatou da condenação.

Nossos filhos não são nossos, são do Senhor, pois por eles Jesus sofreu e morreu na cruz do CaIvário. Assim, a nossa responsabilidade assenta na preciosidade do legado em nossas mãos depositado. Se não dizemos como Ana: eu os darei ao Senhor, devemos dizer, como cristãs: eles são do Senhor. E, seguras dessa verdade, toda a nossa atuação deve ser inspirada no santo propósito de guiá-los segundo a vontade d’Aquele que os entregou a nossa guarda.

Que Deus nos abençõe!

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

APRENDENDO A ORAR!



Certa vez, uma mãe viu seu filhinho sentado em um canto da sala, recitando alto as letras do alfabeto: a, b, c, d, e, f, g... Intrigada, ela se aproximou e lhe perguntou: "- Filho, o que você está fazendo?"



O filho respondeu: "- Mamãe, você me disse para eu orar sempre a Deus. Acontece que eu não sei como fazer. Então resolvi ir dizendo o alfabeto inteiro para Deus, pedindo que faça uma boa oração com essas letras." (Romamos 8:26)

O fato poderia ser tomado como uma dessas coisas de criança se não houvesse tanta fé na simplicidade do gesto. Simplicidade que esquecemos muitas vezes.

Quantas vezes dizemos, como mães que não sabemos orar. Chegamos a pedir a outras mães que orem pelos nossos filhos, pelas nossas necessidades deles porque não sabemos como orar.

E é tão simples. Orar é dialogar com quem é o maior responsável pela nossa vida, por tudo que somos, desde que nos originamos da sua vontade: Deus.

Não há necessidade de palavras difíceis, rebuscadas ou decoradas. A oração deve ser espontânea, gerada pela necessidade do momento. Ou por um momento de intensa alegria, uma conquista concretizada, um objetivo alcançado.

Já nos ensinou o Mestre Jesus em seu tempo: não creiais que por muito falardes, sereis ouvidos. Não é pela multiplicidade das palavras que sereis atendidos.

E sabiamente ainda ensinou Jesus que se devia orar ao Pai em secreto. Portanto, existem muitas orações que nem chegam a ser proferidas. Explodem da alma para os céus sem que os lábios tomem parte, sem que as cordas vocais sejam acionadas.

Deus vê o que se passa no fundo dos nossos corações. Lê o pensamento dos nossos filhos.
A oração pode se tomar incessante em nossas vidas sem que haja necessidade de tomarmos qualquer postura especial. A oração pode ser de todos os instantes, sem nenhuma interrupção dos nossos trabalhos.

Pode consistir no ato de reconhecimento a Deus quando nossos filhos escapam de um acidente que poderia ser fatal. Pode ser um momento de êxtase pela beleza do oceano que joga suas ondas contra as rochas, desejando arrebatá-las para o seu seio.

Ou, ainda, ante o espetáculo de cores do arco-íris após a tormenta que despetalou as rosas. Sem fórmulas prontas, sem palavras encomendadas ou de difícil pronúncia.

Adorar, louvar, agradecer. Exatamente como a criança que ganha um brinquedo, pula no colo do pai, e diz sorrindo: obrigado, papai. Adorei.

Ou, quando, súplica, pede: papai compra um sorvete? Ah, por favor. Compra, papai.
Singeleza, simplicidade. É assim que devemos dialogar com Deus, nosso Pai.

Deus, em sua infinita misericórdia, criou um canal especial de comunicação para que a qualquer hora, em qualquer lugar, todo ser pensante pudesse falar com Ele.


Este canal chama-se ORAÇÃO. Não se esqueça de usar o seu canal especial de comunicação.


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