Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

domingo, 15 de julho de 2018

POR UMA FRAÇÃO DE SEGUNDOS MINHA FILHA NÃO MORREU


Prezada irmã Jane Esther...

Tenho quatro filhos. Um filho de 22 anos, que está no exército.  Uma filha de 17 anos que está terminando o ensino médio, uma filha de 15 anos, que está no primeiro ano do ensino médio e o mais novo de 13 anos cursando o ensino fundamental... Eles estão de férias. 

Meu esposo é gerente de uma concessionária de carros importados... Somos todos evangélicos e batizados na Igreja Metodista.

Fui convidada inúmeras vezes, por uma mãe, vizinha minha para fazer parte do Ministério Mães Unidas em Oração,  mas minha desculpa era uma só: tenho uma imensa luta, pois tenho 4 filhos e não sobra tempo. Tenho muitas coisas a fazer é não posso separar uma hora por semana para orar. Eu oro sozinha.

Cerca de três meses, ouvindo um cântico que vinha da casa de minha vizinha, o Espírito Santo me incomodou de tal forma que falei com ela aceitei o convite para orar pelos meus filhos e escolas. Desde que entrei no grupo comecei a orar por cada filho e a perceber a individualidade e necessidades de cada um.

Estava sentindo muita angústia, muito peso no coração com relação aos meus filhos. Minha filha de 15 anos, Ana Carolina, estava passando por mudanças. Não sabia o que fazer. Quando perguntava a ela se estava tudo bem, ela sempre dizia que sim... Não achava o caminho para iniciar um diálogo com ela... Eram tantas coisas para fazer, que o dia passava... a semana... o mês...

Na semana retrasada, precisei comprar algumas coisas para casa. Disse para meus filhos que iria ao mercado e, logo estaria de volta. Meus filhos de 13 e de 17 anos foram comigo. Minha filha de 15 anos disse que preferia ficar em casa... Não queria ir.

Sabe, irmã Jane Esther, minha filha sempre foi muito tímida, mas sempre feliz, estava presente em todas as atividades da igreja, na classe da EBD, na equipe de louvor...

Tinha percebido que minha filha, nestes últimos dias, estava direto no celular e muito calada, mas não imaginava, o que estava em seu coração... São tantas as coisas que não percebemos... Achamos que sabemos tudo, mas estamos equivocadas!

Bem... Ao chegar no mercado, que fica perto de casa, percebi que não havia levado o cartão. Passei a lista de compras para minha filha de 17 anos e falei para ela ir comprando que eu iria em casa buscar o cartão e voltaria rápido... Assim fiz...

Irmã Jane Esther, quando cheguei em casa, estava tudo muito silencioso. Chamei minha filha para dizer que tinha esquecido o cartão e já estava voltando para o mercado e, não ouvi retorno... Achei estranho! Comecei a procurar e... Quando cheguei no quarto, eu fiquei estarrecida, em choque!

Minha filha estava desmaiada, pendurada em uma corda que ela tinha amarrado no ventilador de teto... Parecia corda d cortina.

Eu dei um grito tão desesperador, que duas vizinhas vieram imediatamente... Eu não tinha ação. Estava em choque...


O esposo de uma das visitas tirou ela da corda. Ela ainda respirava. Meu vizinho a carregou até o carro e fomos para o hospital. Ainda pedi a filha de uma das vizinhas para avisar meus filhos no mercado do que estava acontecendo.

Durante o trajeto até hospital, eu e minha vizinha que também faz parte do Ministério, fomos agitando o coração e batendo no rosto dela para a cor voltar... Ela estava ficando roxa.


Quando chegamos ao hospital ela foi levada direto para a emergência... Enquanto a atendiam fizeram vários procedimentos cardíacos enquanto a levavam para outra sala... Não pude fazer mais nada...

Não havia palavras, não havia questionamentos... Naquele momento busquei o Senhor de uma forma tão profunda e pedi que cuidasse de minha filha... (Mal sabia eu que o esquecer o cartão em casa já estava nos planos de Deus)

Eu e Maria, nome de minha vizinha, ali mesmo, naquele tumulto, orarmos a Deus.... Tudo nas mãos d'Ele... O que dizer? O que fazer? O que pensar? Nada a dizer! Nada a fazer! Nada a pensar!

Depois de duas horas de total aflição, o médico disse que ela estava em observação e que o susto tinha passado... Não poderia receber visita... Só mais tarde!

Foi então que telefonei para o meu esposo, pois ele estava viajando pela empresa para outro estado.

Minha filha ficou internada uma semana devido ao problema da corda no pescoço que afetou a glote... Ela ficou sem falar alguns dias... Voltamos para casa....

Depois que passou o pesadelo, perguntamos a ela o porquê de tentar se matar... Ela disse que não tentou se matar, mas que  um colega enviou umas fotos de como se enforcar e ela quis saber como era... Mas o banquinho que ela colocou para subir saiu do lugar e ela ficou sem chão... Foram tantos os questionamentos, conselhos, etc...

Este testemunho e, para que as mães fiquem atentas... Por uma fração de segundos MINHA FILHA NÃO MORREU.

(Valéria L. D.  é Mãe Unida em Oração em Belo Horizonte, MG)


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(Editora do Blog: Sandra Braconnot) 


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sexta-feira, 13 de julho de 2018

ORANDO PELAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS!


1. Oferecer aparelhos adequados para ajudar as crianças a se movimentarem, permite uma independência maior e, talvez, acesso ao trabalho.

2. Ensinar atividades para a vida diária diminui a dependência das crianças com deficiências, e os pais têm mais tempo para outras atividades.

3. Ensinar a linguagem dos sinais permite que as crianças que não escutam se integrem às outras pessoas e se tornem membros da comunidade mais confiantes e produtivos.

4. Os cuidados com a saúde (por exemplo, vacinas, nutrição) e as necessidades educacionais são as mesmas para todas as pessoas, mas as evidências sugerem que há desigualdade:

•As crianças com necessidades especiais têm uma maior probabilidade de morrerem jovens por serem pobres ou negligenciadas.

•As crianças com necessidades especiais têm maior probabilidade de serem mal-nutridas.

•Em alguns países, 80% das crianças com necessidades especiais podem morrer com menos de cinco anos.

•Menos de 2% das crianças com necessidades especiais sérias recebem educação nos países em desenvolvimento.

•As mulheres com necessidades especiais têm 2 a 3 vezes mais probabilidade de serem vítimas de abuso físico ou sexual.

5. As necessidades especiais estão vinculadas à pobreza, razão pela qual é necessário ter planos e estratégias para ajudar estas pessoas especiais.

6. A meta de quem trabalha com portadores de necessidades especiais deve ser trabalhar com as suas capacidades e não com as suas deficiências.

OS BEM-AVENTURADOS NA VISÃO DE UMA CRIANÇA ESPECIAL - ORE PARA SER UMA PESSOA BEM-AVENTURADA:

1. Bem aventurados os que compreendem o meu estranho caminhar e as minhas mãos atrofiadas.

2. Bem aventurados os que sabem que os meus ouvidos têm que se esforçar para compreender o que dizem.

3. Bem aventurados os que compreendem que, ainda que os meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

4. Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

5. Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
(Pr. Gilberto Celeti - Executivo da APEC)


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quarta-feira, 11 de julho de 2018

QUANDO DEUS PARECE AUSENTE



Leitura Bíblica: Ester 6:12-14, "Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se recolheu a toda pressa para sua casa, lamentando-se e de cabeça coberta. E contou Hamã a Zerés, sua mulher, e a todos os seus amigos tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios e Zerés, sua mulher, lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da linhagem dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele. Enquanto estes ainda falavam com ele, chegaram os eunucos do rei, e se apressaram a levar Hamã ao banquete que Ester preparara."     
Neste caso estamos esperando e desejando que Hamã receba o que merece. Tudo em nós clama por justiça. Em especial com um perdedor como Hamã, que já se pavoneou o suficiente.

Nem uma vez sequer durante toda a jactância e conspiração perversa de Hamã, Deus o ignorara ou ao seu plano de assassinar Mardoqueu e os judeus. Deus não perdera as suas declarações, o orgulho do seu coração e os motivos maldosos por trás de suas decisões. Deus estava invisível, mas não fora do alcance ou passivo. Ele não esquecera o seu povo ou suas promessas a eles – e aos seus inimigos.

Alguém bateu à porta. Antes que pudesse sequer refletir, Hamã foi retirado às pressas de casa e escoltado ao palácio para o banquete que significaria a sua condenação. Não posso deixar de imaginar se no caminho para o palácio, Hamã olhou outra vez para a forca que construíra para Mardoqueu, balançou a cabeça e lamentou o que havia feito.

Um princípio teológico magnífico sublinhado repetidamente nas Escrituras é este: Quando Deus parece ausente, ele está presente. Mesmo quando você pensa que perdeu tudo, Deus usa o fato como uma oportunidade para despertá-lo para a compreensão de que ele se encontra no controle, assim como para levá-lo a ajoelhar-se.

Você sente que Deus tem estado ausente em sua vida, de alguma forma distante? Queremos lembrá-la disto: ele pode ter parecido ausente para você, mas tem estado presente o tempo todo. Além disso, ele conhece o seu coração. Sabe a verdadeira condição da sua alma. Sabe as impurezas ocultas em seus motivos. Sabe a profunda depravação do seu pecado. Mas ele ouviu o seu clamor e não vai rejeitá-lo.

(Charles Swindoll)



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ORAÇÃO PARA O CORAÇÃO DE UMA MÃE PREOCUPADA


Você se preocupa? Todas nós podemos admitir que ficamos preocupadas. Na verdade, nós provavelmente nos preocupamos mais do que imaginamos. Como mãe, nos preocupamos com os nossos filhos, sobre a sua saúde, a sua aprendizagem...

Ficamos preocupadas com o pagamento de contas, escola, médico... 
Muitas vezes, nossa lista de afazeres nos mantém acordadas durante a noite, preocupadas em esquecer alguma coisa... De fazer algo importante. Perguntas "e se?" e "devo fazer?" Redemoinho em volta da nossa mente, nos segurando como reféns e nos mantendo acorrentadas às nossas preocupações e temores.

A preocupação é uma espécie de "pecado aceitável." Por isso que a preocupação é um daqueles pecados que todo mundo costuma praticar e não costumamos enfrentar.

No fundo, queremos ser libertadas do sentimento crônico, da desgraça e da expectativa de que há algo ruim à espreita ao virar da esquina. Sabemos que a Bíblia nos diz para não nos preocuparmos, mas pensamentos parecem fazer parte de nós que não sabemos como parar.

O que podemos fazer?

Lembre-se e ore.  Como óleo e água, confiança e preocupação não se misturam. Para expulsar preocupação do nosso coração, precisamos fazer crescer raízes mais profundas da confiança em Deus. Uma e outra vez nos Salmos, quando o coração do escritor era pesado, ele se virava para olhar para trás, tudo o que Deus tinha feito por ele. Quando o salmista olhou de volta para a fidelidade de Deus e seus cuidados soberanos para com ele, ele foi capaz de confiar em Deus, mesmo no meio de circunstâncias preocupantes.

Quando olhamos para trás em nossas próprias vidas e vemos a fidelidade de Deus sobre nós, dá-nos confiança e esperança na sua fidelidade. Nós olhamos para trás para a nossa própria história da salvação. Vemos que Jesus morreu na cruz por nossos pecados, que esta é a demonstração do amor de Deus por nós. Quando preocupações ameaçam se aproveitar do nosso coração, precisamos lembrar e nos debruçar sobre a verdade do evangelho. Lembrando que a cruz nos impulsiona à fé para o que vem pela frente.

E, quando nos lembramos, nós precisamos nos voltar para Deus em oração. Hebreus diz que por causa de Jesus, podemos chegar ao trono da graça com confiança, para receber a ajuda de que precisamos (Hebreus 4:16). 


Paulo estava se referindo a preocupação crônica quando escreveu em Filipenses 4: 6: "Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em todas as situações, pela oração e súplica, com ações de graças, apresentem seus pedidos a Deus." Estejamos prontos a dar as nossas preocupações para Deus em oração, confiando-lhe todos os nossos fardos e cuidados. 

Como resultado, nós receberemos em troca a paz que almejamos, "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus"(Filipenses 4: 7).

Você pode até orar  assim...

Uma oração para o coração preocupado:

Meu Pai do Céu, eu venho a ti com o coração pesado e cheio de tantas preocupações e cuidados. Eu quero apenas me enrolar em teu colo e encontrar alguma paz no caos da minha vida. Minhas preocupações enchem minha mente dia e noite. Meu estômago está em nó e eu mal posso respirar. Eu sinto que estou secando; a alegria foi sugada para fora de mim.

Mas o Senhor disse para virmos a ti com todos os nossos fardos. O Senhor disse que vai carregá-los. O Senhor nos diz que é uma rocha, um escudo, uma fortaleza. Eu preciso de uma rocha no momento. Eu preciso de uma fortaleza a correr para agora. Eu preciso de ti, Senhor.

Há tantas decisões a tomar. E se eu o fizer errado? Tantas coisas ruins surgem no horizonte, o se eu não estiver preparada? Ajuda-me a concentrar meu coração em ti e não sobre os gigantes em torno de mim. Eu sei que todas essas preocupações estão me impedindo de confiar em ti. Como Pedro, em vez de olhar para o seu rosto, eu estou olhando em volta para as ondas que me cercam, para as circunstâncias

Perdoe-me por duvidar e não viver uma vida de confiança. Eu creio, mas por favor me ajude na minha incredulidade! Eu sei que quando eu me preocupo, eu estou crendo numa mentira que diz que eu posso controlar o que acontece na minha vida. Perdoe-me por tentar controlar algo que eu nunca realmente terei o controle.
 Ajuda-me a confiar em tua palavra e não em mentiras.

O Senhor enviou o seu Filho para levar o meu maior peso na cruz. Eu sei que que tu podes lidar com tudo o que me preocupa hoje. Não há nada grande demais para ti, a terra é o apoio dos teus pés e o vento e a chuva vão e vem em teu comando. Liberte-me desta preocupação hoje. Ajuda-me a confiar na mesma graça que me salvou na cruz.

Eu sei que o Senhor tens um plano perfeito para a minha vida. Ajuda-me a andar por fé e não por vista. Eu quero confiar em teu plano e teu amor por mim. Eu quero enfrentar o futuro desconhecido confiante de que o Senhor tem tudo sob controle. Concedei-me a graça que eu preciso.

Obrigada por Jesus por me aceitar como eu sou, com preocupações e tudo. Eu quero entregar tudo para nas tuas mães, em nome de Jesus, Amém.



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terça-feira, 10 de julho de 2018

TRINTA DIAS PARA SER UMA MÃE MELHOR!




Neste artigo, um empurrãozinho para começar aquela mudança tão desejada na vida e ser uma mãe melhor: Um calendário com atividades específicas para isso.

Talvez você seja uma mãe que sonha em ser melhor para os filhos e que queira transformar o tempo com eles em momentos de mais tranquilidade e conexão. Qual mãe não deseja isso para os filhos? O título "mãe" traz muitas responsabilidades e sentimentos bons junto dele. Mas também um não tão querido, e em especial, parece que vem para ficar eternamente: a culpa.

Protejo demais meu filho? A escolinha é boa? Ele bateu, de novo, no amiguinho. Será que não sei educar meu filho? Fico muito tempo longe dele? Brinco pouco? Grito muito? Não sei lidar com as birras...

Os questionamentos e reflexões não acabam nunca e, provavelmente, seguem com as mães por toda a vida, independente da idade que o filho tenha. Porém, esses momentos também são bons para que haja uma mudança de atitude, caso você perceba que é necessária na relação com seu filho.

Hoje você está disposta a mudar? Você quer mais serenidade e demonstrar melhor o amor pelo seu filho? Abaixo segue um calendário com 30 ações a serem feitas que certamente transformarão o seu convívio familiar.

Dia 1 - Pergunte para seu filho: o que podemos fazer juntos nesse mês?

Dia 2 - Beije seu filho enquanto ele está dormindo.

Dia 3 - Deixe um recadinho amoroso.

Dia 4 - O foco hoje é: alegria.

Dia 5 - Ensine ao seu filho uma coisa que ele pode fazer sozinho.

Dia 6 - Imagine seu filho com 25 anos e fique com isso em mente.

Dia 7 - Não critique seu filho hoje.

Dia 8 - Como você quer que seu filho lembre de você? Seja essa mãe hoje.

Dia 9 - Pergunte a opinião de seu filho.

Dia 10 - Ria com seu filho hoje.

Dia 11 - Seja firme, mas não áspera.

Dia 12 - Pense na idade de seu filho e diga para você mesma: "ele só tem __ anos. É só uma criança".

Dia 13 - Calcule quanto tempo falta para ele terminar o ensino médio.

Dia 14 - Diga para seu filho que você é feliz por tê-lo.

Dia 15 - O foco hoje é: paciência.

Dia 16 - Lembre-se: ser mãe é um presente

Dia 17 - Substitua o sarcasmo pela bondade.

Dia 18 - Ore por sabedoria.

Dia 19 - Encoraje seu filho hoje.

Dia 20 - Desligue seu celular, computador ou televisão quando ele estiver com você.

Dia 21 - Abrace seu filho três vezes ao dia.

Dia 22 - Faça ou compre a comida favorita do seu filho.

Dia 23 - Imagine-se com a idade do seu filho. Como você se sente?

Dia 24 - Ensine uma nova palavra para ele.

Dia 25 - Perdoe-se quando você fracassar.

Dia 26 - Identifique uma mãe que você admira e tenha uma qualidade dela hoje.

Dia 27 - Passe o dia sem gritar.

Dia 28 - Não interrompa seu filho quando ele estiver falando.

Dia 29 - Fazer uma dessas coisas é bom para a saúde: caminhar 10 minutos, comer uma fruta ou ter uma boa noite de sono.

Dia 30 - O foco de hoje é: amor.

Uma atividade para cada dia do mês. Para não esquecer você pode imprimir e colocar num local visível. E, se em algum dos dias falhar, não desista. Quando queremos mudar algo é importante ter persistência mesmo depois que alguma das ações não tenha saído como o esperado.

Continue firme e verá que no final a sua casa estará seguindo a harmonia que você propor.

Fonte: Familia.net/ por Caroline Canazarti


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domingo, 8 de julho de 2018

CONFERÊNCIA INABALÁVEL: MILHARES DE MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO

Durante três dias, milhares de mães (e pais também) acompanharam as lives da Conferência Inabalável Brasil, ministradas pela Pra. Regina Caram - Coordenadora de Mães Unidas em Oração da cidade de Mogi Mirim, SP. que abordou os temas cura interior, entrega total e batalha espiritual.

Foram momentos especiais, quando pessoas de todo o Brasil puderam interagir, pedir orações, comentar, mas principalmente, clamar juntas e em concordância pela vida de seus filhos.

No primeiro dia, foram 3.6 mil visualizações, 387 curtidas, 126 compartilhamentos e 737 comentários.

No segundo dia, a Conferência Inabalável foi curtida por 339 pessoas, que deixaram 687 comentários e compartilharam para 103 amigos. As visualizações de páginas foi de 2.9 mil.

No terceiro e ultimo dia, recebemos 848 comentários, 356 curtidas, 121 pessoas compartilharam e 2.9 mil visualizaram nossa página.

Para quem não participou, ou quer rever, basta clicar nos links abaixos.

Batalha Espiritual

Entrega Total

Cura Interior

Fiquem ligados, em breve teremos outras conferências.

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sábado, 7 de julho de 2018

OS NOSSOS FILHOS ESTÃO NA MIRA DO INFERNO. O INIMIGO NÃO DÁ TRÉGUA. FIQUE NA BRECHA!



"Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada… Então lhe disse Jesus: ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E desde aquele momento, sua filha ficou sã". (Mt 15.22-28)

Orar pelos filhos é um dever bíblico muito negligenciado por muitas mães. Deus pode salvar os nossos filhos desde a tenra idade, desde que haja oração incessante pela vida deles... NÃO NEGLIGENCIE!


Lembre-se do convite de Jesus: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus (Mt 19.14). A falta de oração é um grande impecilho a conversão dos nossos filhos.

Porque você deve orar pela conversão dos seus filhos? Quais as motivações bíblicas que você tem para orar?

1. A salvação do seu filho vale qualquer esforço para você orar


Uma alma vale mais que o mundo inteiro. E a alma de um filho é a coisa mais preciosa para uma mãe. Por isso você deve lutar e se esforçar em oração pedindo a Deus, a conversão dos seus filhos. Será uma dor terrível para um pai ou uma mãe saber que o seu filho passará a eternidade longe de Deus (Leia Lc 16.27-29). Talvez você esteja preocupada em dar muitas coisas materiais para o seu filho e por causa disto você não está cuidando da salvação dele e não tem tempo de orar por ele. Caia na real!

2. Ninguém pode orar mais pelo seu filho do que você

Algumas pessoas poderão orar pelo seu filho, mas ninguém é mais interessada do que você. Quem ama, ora. E a maior demonstração de amor que você pode dar pelo seu filho é orando por ele. Você conhece as necessidades do seu filho e, portando, está qualificada a interceder por ele junto a Deus. Ele nos incita a orar apelando para o amor paternal: "Ora, se vós, que sóis maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" (Lc 11.13). Não há coisa melhor que o seu filho possa receber do que a pessoa do Espírito Santo.

3. A Aliança de Deus é uma fonte de encorajamento para você orar pelo seu filho

O que Deus disse a Abraão é valido até hoje: "estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência". (Gn 17.7). Leia também Isaias 59.21. Se você está em Cristo você também é filho de Abraão e esta promessa se aplica a você. "E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa". (Gl 3.29). Deus tem uma promessa: ele quer ser o Deus dos seus descendentes. Creia nisto! Ore pela salvação dos seus filhos.

4. A sua omissão em orar pelo seu filho trará muitos sofrimentos para você e para ele


Os nossos filhos estão na mira do inferno. Fique na brecha. Eles estão cercados de más influências e eles são bastante influenciáveis. Eles são pecadores propensos a cair no pecado. Por isso eles precisam da proteção e da direção de Deus. E a oração é o meio pelo qual você tem para pedir a Deus que cuide dos seus filhos. "Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando". (Tg 4.17). 


Não seja omissa ou não peque deixando de orar pelos seus filhos. Ore pela salvação deles!


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sexta-feira, 6 de julho de 2018

CLAMANDO PELO RESGATE DOS ADOLESCENTES TAILANDESES


Estamos juntas com as Mães Unidas em Oração da Tailândia, clamando a Deus pela vida de cada adolescente...

Para quem ainda não tomou conhecimento, segue um pequeno histórico abaixo:

No dia 23 de junho, 12 meninos e o treinador de futebol ficaram presos numa gruta no norte da Tailândia

Para sair, os meninos (com idades entre 11 e 16 anos) e seu treinador (que tem 25 anos) terão que percorrer cerca de quatro quilômetros por dentro da caverna, sendo que parte do trecho está inundada. 

Mergulhadores experientes que trabalham no resgate disseram que demoraram seis horas para fazer o percurso, nadando, mergulhando e caminhando - e mais cinco horas para percorrer o caminho da volta, já que não é preciso nadar contra a corrente. 

Por esse plano, cada um dos integrantes do grupo seria acompanhado por dois ou três mergulhadores e usaria uma corda como guia. Um dos problemas dessa estratégia é que qualquer recuo exigiria que as crianças, já bastante cansadas, tivessem de enfrentar a corrente.

Por isso, uma das prioridades da equipe de salvamento é, além de treinar o grupo, garantir que todos estejam saudáveis o suficiente para fazer o percurso de volta.

As outras alternativas de resgate incluem drenar água suficiente para que possam sair caminhando, perfurar a superfície e retirá-los pelo buraco ou conduzi-los para uma caverna maior e esperar o fim da temporada de chuvas na região, em novembro.

Como eles estão em um ponto mais alto de uma caverna com toda a entrada inundada, por causa do período de chuvas, não é possível sair de lá sem dominar técnicas de mergulho.

“Vamos enviar comida para pelo menos quatro meses e ensinar aos treze como mergulhar, enquanto continuamos drenando a água”, afirmou o capitão Anand Surawan, das Forças Armadas tailandesas. Segundo o governador da província de Chiang Rai, Narongsak Osottanakorn, todos estão com vida e não apresentam problemas críticos de saúde.

Deus está no controle de tudo!

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terça-feira, 3 de julho de 2018

DEUS ESTÁ PROCURANDO MÃES QUE ENCONTREM TEMPO PARA ORAR PELOS FILHOS


Mães Unidas em Oração, é uma missão, pois são vidas no altar. Vidas santificadas. Vidas que crêem no Poder da Oração. Vidas que têm "a fé que vê o invisível, que crê no incrível e, que recebe o impossível!"

Precisamos de mães que passem tempo orando na Palavra de Deus, que falem de Deus para seus filhos e dos filhos para Deus.

Precisamos de mães que “derramem os seus corações diante de Deus; que levantem a Ele as suas mãos pela vida de seus filhos.”

A maior influência que uma mãe pode exercer na vida dos filhos é por meio da oração. Temos que priorizar, organizar nossa vida para isso. “Mãe comprometida com Deus só deixa de orar pelo filho quando ela morre!”

Nenhuma outra força na vida de um filho é tão poderosa e influente quanto uma mãe. Veja alguns exemplos de oração.

1. A mãe de George Washington era uma mulher cristã de oração, piedosa, com profundo senso único. Seu filho foi o primeiro e um dos melhores presidentes dos EUA.

2. Suzana Wesley tinha 19 filhos e nunca abriu mão de orar uma hora por eles. Esse tempo era sagrado e seus filhos não ousavam interrompê-la, porque sabiam que ela estava no quarto derramando sua alma diante de Deus em favor de cada um deles. Ela foi mãe de um grande líder do século XVIII, John Wesley, e um dos mais consagrados músicos evangélicos, Carlos Wesley.

3. Outra mãe intercessora foi Mônica, que orou cerca de 40 anos pela conversão de seu filho Agostinho.. Ele era um jovem devasso e completamente resistente ao evangelho, mas ela jamais desistiu de esperar por um milagre de Deus na vida de seu filho. Foram anos de luta, choro, mas um filho de muitas lágrimas não poderia se perder. Noite e dia ela clamava a Deus pela conversão de Agostinho. Agostinho foi o maior expoente da Igreja entre o período dos apóstolos e reformadores. Maior teólogo que a Igreja já produziu depois do apóstolo Paulo e foi fonte de inspiração para Lutero e Calvino.

4. Na família de Tim Cimbala, pastor em Nova York, sua filha primogênita estava se tornando resistente ao evangelho e começou a viver uma vida de rebeldia, mundanismo e pecado. Não demorou muito até se rebelar contra os pais e sair de casa. Seus pais choraram, sofreram e começaram a definhar a ponto de os amigos lhes dizerem para desistirem de procurá-la. Contudo, numa celebração de vigília, uma irmã interrompeu e disse que deveriam chamar por sua filha e todos deram as mãos e oraram. Ali se tornou uma “sala de parto” onde as dores e os gemidos eram expressos diante de Deus. Quando o pastor voltou para a casa ele disse à sua esposa: “Se há Deus no céu, nossa filha já foi liberta hoje”. E ela voltou para casa liberta e sarada.

5. Benedita da Silva Barbosa, mãe do Ministro do Supremo tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse que ora pelo seus filhos todos os dias e que nunca deixou de orar por cada um deles.

6. Assim, também milhares de mães pelo Brasil e em mais 146 países tem alcançado vitórias inauditas, inenarráveis sobre a vida de seus filhos, através do poder da oração.

Precisamos de mães que mesmo na agitação desse mundo sinistro tenham tempo para buscar a Deus em favor dos seus filhos.

Mães Unidas em Oração é um Ministério de Intercessão.


A mãe entende o que é orar através da Palavra de Deus. 

A mãe aprende a ter intimidade com Deus. 

A mãe aprende o que é ser um instrumento nas mãos de Deus.

Começar é fácil, difícil é perseverar. Com fé, coragem e perseverança, milhares de mães pelo Brasil e em mais 146 países tem alcançado vitórias inauditas, inenarráveis, pois tem perseverado anos e anos a fio..

Talvez você já tenha sido uma firme mulher de oração, que intercedia e hoje se encontra fraca. Não desista de orar por seus filhos, Deus está à procura dessas mães.

Não escute o desânimo que lhe diz: não lute!
Ou o fracasso que lhe diz: não tente.
Apenas escute a Deus que te diz: não desista, eu estou com você!

Deus esta tocando em você neste momento?


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

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(Editora do Blog: Sandra Braconnot)

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CONFERENCIA INABALÁVEL BRASIL - 2018

CHEGOU O DIA..... COMEÇA HOJE....
CONFERENCIA INABALÁVEL BRASIL
Online pelo FACEBOOK - 22h
J U L H O - 2018


Serão 3 noite especiais com a Pra. Regina Caram - Coordenadora de Mães Unidas em Oração da cidade de Mogi Mirim, SP.

Dia 3 - Cura Interior
Dia 4 - Entrega Total
Dia 5 - Batalha Espiritual

"Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, não serei abalado." (Salmo 16:8)

Quando temos o Senhor diante de nós, há uma mudança de paradigma.
Como Josué e os Israelitas marchando para Canaã...
Você, você não precisa lutar PARA vitória....
No deserto você laboreia, mas em Canaã você confia.
No deserto você procura a atenção de Deus, mas na terra prometida, você já tem a bondade de Deus.
Você passa de querer ter – para CRER que você já tem!

Precisa de mais energia? Já tem.
Mais bondade? É sua.
Você precisa de mais auto controle? Ou auto confiança?
Você precisa de cura?
Colocou a mão no arado e, olhou para trás?
A batalha é grande? Está difícil? Não estou aguentando?

Você vai ver o que Deus é capaz de fazer...


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O QUE É BULLYING E CYBERBULLYING

Devido ao fato de ser um fenômeno que só recentemente ganhou mais atenção, o assédio escolar ainda não possui um termo específico consensual, sendo o termo em inglês bullying constantemente utilizado pela mídia de língua portuguesa.

1. Terminologia

Bullying (bully- «tiranete» ou «valentão»). Existem, entretanto, alternativas como acossamento, ameaça, assédio, intimidação, além dos mais informais judiar e implicar, além de diversos outros termos utilizado pelos próprios estudantes em diversas regiões.

É um termo frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. São atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.



2.  Caracterização do assédio escolar

O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define assédio escolar em três termos essenciais:

Ø o comportamento é agressivo e negativo;
Ø  o comportamento é executado repetidamente;
Ø  o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O assédio escolar divide-se em duas categorias:

Ø  assédio escolar direto;
Ø  assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

Ø  espalhar comentários;
Ø  recusa em se socializar com a vítima;
Ø  intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
Ø  ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O assédio escolar pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

3.  Características dos bullies

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".

O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal. Os bullies sempre existiram, mas, eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, valentões e verdugos.

Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.

4.  Tipos de assédio escolar

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:

Ø  insultar a vítima;
Ø  acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
Ø  ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
Ø  interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
Ø   espalhar rumores negativos sobre a vítima;
Ø   depreciar a vítima sem qualquer motivo;
Ø   fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a para seguir as ordens;
Ø  colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
Ø  fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
Ø   isolamento social da vítima;
Ø  usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos etc);
Ø  chantagem.
Ø  expressões ameaçadoras;
Ø  grafitagem depreciativa;
Ø  usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.

4.1. Bullying professor-aluno

O assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:

Ø  intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
Ø  assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
Ø  ameaçar o aluno de reprovação;
Ø  negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
Ø  difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
Ø  tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
Ø  tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e em caso de recusa, por medida judicial.

5.  Locais de assédio escolar

O assédio escolar pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

5.1. Escolas

Em escolas, o assédio escolar geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Alguns sinais são comuns como a recusa da criança de ir à escola ao alegar sintomas como dor de barriga ou apresentar irritação, nervosismo ou tristeza anormais.

Um caso extremo de assédio escolar no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Na última década de 90, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do assédio escolar, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O assédio escolar nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas) sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

5.2. Local de trabalho

O assédio escolar em locais de trabalho (algumas vezes chamado de Assédio escolar Adulto) é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o assédio escolar é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".

5.3. Vizinhança

Entre vizinhos o assédio escolar normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como assédio escolar: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

5.4. Política

O assédio escolar entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.

5.5. Militar

Em 2000, o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o assédio escolar como : "…o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".

Todavia, é afirmado que o assédio escolar militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de assédio escolar militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto.

Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o assédio escolar sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente. Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes...

5.6. Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

5. Legislação

No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas. de acordo pelo código penal brasileiro, a negligência com um crime pode ser tida como uma coautoria. Na área cívil, e os pais dos bullies podem, pois, ser obrigados a pagar indenizações e podem haver processos por danos morais.

A legislação jurídica do estado brasileiro de São Paulo define assédio escolar como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia.

Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de assédio escolar pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de assédio escolar que ocorram nesse contexto.

No estado brasileiro do Rio de Janeiro, uma lei estadual sancionada em 23 de setembro de 2010 institui a obrigatoriedade de escolas públicas e particulares notificarem casos de bullying à polícia. Em caso de descumprimento, a multa pode ser de três a 20 salários mínimos (até R$ 10.200) para as instituições de ensino.

Na cidade brasileira de Curitiba todas as escolas têm de registrar os casos de bullying em um livro de ocorrências, detalhando a agressão, o nome dos envolvidos e as providências adotadas.

6.1. Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a prática do assédio escolar, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a se simpatizarem com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional" e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

1. No Brasil

Uma pesquisa do IBGE realizada em 2009 revelou que quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros informou já ter sofrido bullying, sendo maioria das vítimas do sexo masculino. A maior proporção de ocorrências foi registrada em escolas privadas (35,9%), ao passo que nas públicas os casos atingiram 29,5% dos estudantes.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut.

Em 2009, uma pesquisa do IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de assédio escolar, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias.

2. Casos célebres

Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.

Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito...  Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada". O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.

Em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.

Durante 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas. No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.

Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.

Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.

Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vitima de bullying.

Em 07 de abril de 2011, ocorreu o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, foram assassinados e outras 12 crianças foram feridas a tiros. O assassino, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, ex-aluno da escola, cometeu suicídio após os crimes. O massacre foi atribuído a uma vingança por bullying.

O QUE É CYBERBULLYING

Cyberbullying é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem. Como tem se tornado mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens, legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.

1. Definição

O cyberbullying tem sido definido como "quando a Internet, telefones celulares ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa". Outros pesquisadores utilizam uma linguagem semelhante para descrever o fenômeno.

O cyberbullying pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.

Os cyberbullies podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho ou de estudo, por exemplo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns cyberbullies também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameçando e assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros para cima da vítima.

No Ensino Médio, as meninas são mais propensas a se envolver em cyberbullying do que os meninos. Mas independente do gênero do bully, seu objetivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line para os outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).

O cyberbullying, via Web, pode ser considerado tão prejudicial quanto o bullying tradicional, podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.

Embora o uso de comentários sexuais estejam, às vezes, presentes no cyberbullying, esse não é o mesmo que assédio sexual.

A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do cybullying, pois, no mundo virtual, os bullies não precisam dar as caras. A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças, podendo ocorrer também entre adultos.



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