Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

SOFRI MUITO, MAS NA DOR AMADURECI!


Prezada Jane Esther...

Estava passando por momentos difíceis quando conheci o Ministério. Mesmo tendo sido criada em lar evangélico, não era assídua na igreja.

Meu esposo trabalha em uma empresa multinacional e viaja muito. Temos três filhos. Henrique, com 22 anos que está cursando o terceiro período de Medicina, Fabrício, com 19 anos cursando Tecnologia da Informação e uma filha, Nathaly de 15 anos, cursando ensino médio.

Devido a nossa condição financeira, pude levar meus filhos para passear em outros países, e a dar tudo que precisavam.

Meus filhos nunca nos deram trabalho. Meu esposo, sempre que podia estava na igreja e meus filhos sempre foram integrados e participavam dos trabalhos com alegria! Eu não era assídua! 


Minha filha foi ficando muito rebelde. Meu esposo sofria por ver que eu fazia todas as vontades dela. Várias vezes discutimos por causa dela!

Meu esposo, inúmeras vezes, disse que eu iria sofrer devido a minha maneira de lidar com Nathaly. Em determinado tempo, comecei a perceber que meu esposo estava correto. 

Minha filha, com 12 anos estava começando com rebeldias! Às vezes que eu ia a igreja, ela não queria ir e eu a deixava em casa com a empregada. Mesmo não sendo assídua na  igreja, sempre pedia a Deus que me ajudasse na criação dos meus filhos...

Procurando na internet algumas passagens bíblicas que pudessem me ajudar, pois minha aflição era grande encontrei o Ministério Mães Unidas em Oração e fiquei encantada. Quantas mensagens, quantos ensinamentos... Adotei o Calendário Nacional de Oração e as ênfases diárias.

Bem, eu não compreendia a importância da oração. Lembro-me que certa ocasião entrei em contato com o Ministério através do telefone que estava no site. Jane Esther me atendeu. Conversamos muito sobre minha filha. Ela me orientou. Quantos ensinamentos... Ela falou que eu tinha que dar limite para minha filha. Que ela estava sem norte, sem referência, sem noção de valores, respeito, entre outras coisas. Ensinou-me a orar a Palavra de Deus sobre a vida de minha filha, disse que o Ministério não é barganha com Deus e, sim intimidade, comunhão com Ele. Enfim... Muitos conselhos.

Fiz minha inscrição e comecei orando individualmente. Jane Esther me disse que tinha que ter outra mãe para orar em concordância. Falei com minha irmã Marília, passei para ela todas as informações. Ela fez a inscrição no Ministério e começou a orar comigo. Eu sempre orava pelos meus dois filhos, mas Nathaly estava sempre em evidência. Aos poucos, fui faltando, sempre com uma desculpa. Uma semana era médico, na semana seguinte era reunião com amigas no Shopping, outra semana era viagem, cabeleireiro, outro dia era academia... Enfim...

Minha irmã continuou o encontro com outras mães da igreja, mas eu, que passei todas as informações para ela não participava de praticamente nada. Não era zelosa, e com o tempo fui deixando de lado a principal arma que tinha para proteger e cuidar de minha família, de meus filhos: a oração!

Cada vez mais minha filha se rebelava... Devido as minhas futilidades desta vida fui priorizando tudo, menos a direção de Deus sobre a vida ela. Recebia as mensagens do Ministério pelo whatsapp, pelo e-mail e apenas lia! Minha irmã me convidava para as reuniões e eu sempre tinha uma desculpa!

Bem... Durante três anos foi assim!

No início desse ano, minha filha conheceu um rapaz de nome Thomaz. Era da escola onde ela estudava. Ela com 15 anos e ele com 17. Ela ficou encantada com ele. Não pensava em mais nada, somente nele! Ia para escola e não estudava, ficava com ele o tempo todo... Era dia e noite no celular... Por mais que eu falava, mais ela desobedecia!

Meus filhos falavam comigo sobre o comportamento dele, e também falavam com ela, mas eu dizia para eles focarem nos estudos e deixarem a irmã comigo. Meu esposo, também falava, aconselhava, mas a situação estava ficando difícil!

No Carnaval o colega a convidou para ir para casa de praia da família dele. Durante dias, ela vinha pedindo para o pai e para eu deixar, mas eu não permiti que ela fosse para lá de jeito nenhum. Ela pediu ao pai, mas ele disse que de maneira nenhuma ela iria para um lugar que eles não conheciam ninguém!

No dia 28 de fevereiro, uma quinta-feira, ela estava tranquila. Meus filhos tinham viajado para casa de uma tia no interior para passar o Carnaval e só voltariam no domingo após o Carnaval e meu esposo, tinha viajado na quarta-feiar e ficaria fora do Brasil por 15 dias. Meus filhos queriam levar Nathaly, mas ela disse que preferia ficar comigo. Estávamos todos felizes!

Com relação a minha filha, eu pensei que ela tivesse desistido de ir para casa de praia do rapaz. 

Bem, estava muito calor e ela disse que iria pedir a empregada uma laranjada e se eu queria também. Já estava de noite e,a empregada tinha pedido para viajar no Carnaval e não viria na sexta feira. Retornaria só na outra quinta-feira.

A empregada preparou o suco e se despediu indo embora. Aguardei um pouco e minha filha, trouxe o suco de laranja. Achei o gosto meio estranho, mas achei que fosse a laranja, visto que minha filha tomou tudo e, ainda disse para eu deixar de ser chata e tomar a laranjada!

Bem...

Quanto acordei extremamente sonolenta percebi que estava no hospital e com um soro no meu braço! Não sabia o que tinha acontecido.

Aos poucos percebi que minha irmã estava perto. Perguntei que tinha acontecido e minha irmã Marília disse que tentou falar comigo durante a sexta feira-inteira, mas que não conseguiu. Também não conseguiu contato com Nathaly. Como meu esposo e filhos não conseguiam contato nem com Nathaly, nem comigo, eles telefonaram para minha irmã. Já era a tardinha de sexta-feira. Ela foi à minha casa para saber o que estava acontecendo e me encontrou dormindo. Eu não conseguia acordar, e falava coisas sem nexo. Ela chamou meu cunhado e me trouxeram para o hospital. Meu esposo estava viajando e meus filhos em outro estado!

No hospital o médico, após exames, disse para minha irmã que eu tinha ingerido uma dose muito forte de calmante. Cheguei com a pressão 6x4. Quase morta.

No sábado, pela manhã, menos sonolenta, mas ainda muito grogue, perguntei a Marília onde estava Nathaly. Minha irmã disse que não sabia. Que tinha telefonado e ela não atendia. Minha irmã pensou que ela estivesse viajado com os irmãos.

Naquele momento veio a minha memória alguns momentos da quinta-feira e percebi que minha filha havia me dado o suco de laranja com calmante para sair com o namorado e ir para casa de praia. Fiquei desesperada. Contei para minha irmã o que realmente tinha acontecido. Minha irmã pediu as Mães Unidas em Oração que orassem por Nathaly. Fiquei sem saber o que fazer tal a angustia que invadiu meu coração!

Pedi minha irmã para ligar para uma das colegas dela, que atendeu e disse que Nathaly estava com eles em Búzios, RJ. Minha irmã não disse nada a meu respeito. Também meu esposo telefonou e minha irmã atendeu e disse que estava tudo bem. Ele tinha viajado na quarta-feira para um Congresso na Alemanha e não queria que ele ficasse desestruturado com nenhuma notícia.

Eu melhorei e tive alta no sábado a noite! Fui para casa de minha irmã, visto que minha empregada estava de folga e eu não tinha condições de ficar sozinha!

Meu cunhado foi para o retiro da igreja com os três filhos. Minha irmã ficou comigo!

Em casa minha irmã e eu oramos e pedi a Deus que me ajudasse naquele momento terrível e guardasse minha filha, pois não poderia ir buscá-la! Não tinha condições físicas, nem psicológicas. Não podia acreditar no que minha filha tinha feito comigo.

No domingo, telefonei para minha filha e consegui falar com ela. Não deixei perceber que eu estava mal, apenas pedi que quando terminasse o Carnaval que voltasse para casa. Não reclamei, não disse nada, apenas, numa calma sobrenatural, disse essas palavras e desliguei. Não fiz mais contato, mesmo com o coração partido, pedi a Deus forças para prosseguir.

Meu esposo e filhos telefonaram para mim e eu disse que estava tudo bem e que eu estava na casa de minha irmã devido o Carnaval.

Naqueles dias, eu e minha irmã oramos em Concordância e pedimos a Deus que me desse sabedoria para saber como lidar com tudo o que estava acontecendo.

Na quarta-feira, retornei para casa. Fiquei sozinha, orando a Deus para que me ajudasse. Pedi perdão, pois tudo que Jane Esther me disse eu não fiz. E agora, estava diante de uma filha que quase me matou, apenas por não aceitar um não como resposta.

Minha filho só retornou no domingo após o Carnaval, e, foi para o quarto como se nada tivesse feito. Sem nenhum sentimento, sem nenhuma saudade, sem nenhuma manifestação de carinho.

Falei com ela que precisaríamos conversar. Ela disse que estava muito cansada da viagem e que no dia seguinte ela poderia me ouvir!

Meus filhos chegaram de viagem e na segunda cedo foram para a faculdade!

Eu estava anestesiada. Eu não sentia nada, apenas tristeza e pena de minha filha. Sim, eu estava com pena de minha filha. Fui eu quem criou aquela pessoa que estava ali. Como fazer agora. Meu esposo sempre preocupado em nos dar o melhor viajava muito pela empresa!

De repente meus olhos foram abertos!

No dia seguinte, eu e minha filha falamos pouco. Perguntei como foi a viagem para Búzios e ela disse que foi demais. Então pedi para ela trazer o “namorado” em casa para eu conhecer.

Não falei nada sobre o que ela fez para ninguém. Ainda não era o momento certo! Deus estava trabalhando em mim! Não adiantava mais brigar, questionar, discutir.

Meus filhos perceberam alguma coisa estranha, mais como tinham muitas tarefas, não se envolviam muito.

No sábado o namorado veio e, eu disse para ele que poderiam namorar...

Eles riram de mim!

Bem... Meu esposo retornou, e eu compartilhei com ele tudo o que tinha acontecido. Ele ficou perplexo. Ele não brigou comigo, apenas ficou calado e pensativo. Ele tentou conversar com minha filha e ela simplesmente disse para pai: “- Acorda pai, o mundo mudou!” Meu esposo ficou chocado com ela e disse que eu era a responsável por tudo o que estava acontecendo com minha filha. Disse que cansou de falar comigo, mas eu não aceitava! Cansou de dizer que eu tinha que levara a menina para a igreja, mas eu não me mexia! Enfim, um caos!

Um mês após eu permitir o namoro, a situação entre eles começou a ficar difícil. Eles brigavam muito e terminaram o namoro.

Observei que minha filha estava triste, pálida, não queria comer. Marquei um médico e foi quando ele disse que minha filha estava grávida de 8 semanas e com a pressão alta. Eu e meu esposo entramos em contato como Thomaz que foi em nossa casa.

Enquanto minha filha descia a escada, do segundo andar para atendê-lo eles começaram a discutir, pois Nathaly disse que estava grávida. Mesmo assim Thomaz disse que não queria nada com ela.

Ela escorregou, caiu da escada e batei a cabeça na quina do mármore. Levamos para o hospital. Traumatismo craniano! Ela perdeu o bebê. Momentos de extrema dor, angústia, sofrimento... Devido ao traumatismo ela ficou 10 dias em coma induzido! Ficou internada 42 dias! Quase morreu e nos matou de susto!

Como clamei a Deus e pedi as Mães Unidas em Oração para me ajudarem em oração! Minha irmã do meu lado sempre me apoiando! Um ser iluminado! Como eu estava errada! Seus irmãos tomaram conhecimento de tudo o que acontecera. Quiseram tirar satisfação com o ex-namorado, mas não valia mais a pena!

Quase dois meses depois, minha filha ainda debilitada me chamou e pediu perdão pelo que ela fez. Ela disse que não imaginava que o calmante me faria tão mal. Ela disse que eu estava certa. Que Thomaz não prestava.

Depois de tanta dor, meses de sofrimento, de clamor, de angustia... Minha filha mudou o ruma da vida dela e hoje é outra pessoa. Sofri muito, mas na dor amadureci!

Mas, as marcas ficarão para sempre!


Hoje estou firme na igreja e no meu PGO que agora funciona em minha casa!

Mãe, você é a autoridade! Não abra mão dela!

Gabriela M. L. Miranda – Mãe Unida em Oração – Rio de Janeiro, SP 
(Testemunho publicado com permissão da mãe)


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.

Todo filho precisa de uma mãe que ora

Você já orou pelo seu filho hoje?


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WhatsApp: 21 992120548 


(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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