Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil

Ministério Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração Internacional - Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em mais 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE DEZEMBRO DE 2023

 É maravilhoso fazer parte do Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração Internacional e conhecer o extraordinário Programa de Oração Mundial em PGOs - Pequenos Grupos de Oração, que Deus deu a uma mãe: Fern Nichols, em 1984, no Canadá, e que já está em mais de 160 países...

No inicio o nome era Moms In Touch / Mães em Contato, e, em 2012 foi mudado. A Visão, Missão e Propósitos continuam os mesmos: Orar pelos filhos e escolas. 

Mães Unidas em Oração Internacional impacta filhos e escolas em todo o mundo para Cristo através das orações das mães. Um Ministério que durante anos tem sido referência na vida de milhões de mães ao redor do mundo!

Louvamos a Deus por mais um mês de oração pela vida de nossos filhos e escolas...

Agradecemos a vocês Mães Unidas em Oração que enviam seus pedidos e, através deles podemos elaborar o Calendário Nacional de Oração que tem norteado cada mãe no seu grupo e seu momento "A Sós com Deus"!

No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico/coração ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério, em PDF. O Calendário não substitui o encontro semanal de 1 hora dos PGOs - Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a mãe pertence ao Ministério Internacional e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org ou entrar em contato pelo nosso whatsApp.

Mãe Unida em Oração Internacional é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Lembre-se que Mães Unidas em Oração Internacional é um Ministério de mãe com mãe.

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

www.momsinprayer.org
www.maesunidasemoracao.org
WhatsApp: + 55 21 99212-0548

(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link:http://www.maesunidasemoracao.org/Grupos...


ORANDO POR SEUS FILHOS - UMA ARMA PODEROSA

 

Deus nos deu filhos e colocou-os sob a nossa responsabilidade e autoridade espiritual. Não é fácil cuidar desses filhos, muitos dias são bem difíceis, mas para os pais justos não existem palavras que expressem a gratidão e o amor que sentem por essa dádiva e oportunidade.

Porém, Ele não nos deixou sós. Para nos ajudar nessa responsabilidade, deu-nos também a obrigação e o privilégio de orar a Ele em favor deles.

“Levanta-te, clama de noite no princípio das vigias; derrama o teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta a ele as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas.” (Lamentações 2:19)

Assim como existem pais que se alegram e são gratos por seus filhos, há também aqueles que sofrem e choram por aqueles filhos que estão em caminhos de trevas ou fizeram escolhas erradas, que não aceitam a orientação e conselhos dos pais, que não se relacionam bem com eles, que estão confusos e perdidos, que estão doentes.

Tenho duas lindas filhas, sei quantas são as preocupações dos pais por seus filhos, razão ou motivo para orar não faltam. Não existe fórmula mágica, mas sei também que a oração é uma arma poderosa e devemos fazer uso dela sempre.

Os pais que oram por seus filhos, edificarão a fé e o caráter na próxima geração, uma oração por vez. Ela é uma âncora, uma fonte de força e orientação tanto para os pais na direção e orientação dos filhos quanto aos filhos, para aceitar a ajuda dos pais, obedecer-lhes, buscar orientação de Deus e ter uma vida mais plena e feliz. Assim tem sido na minha vida.

A cada dia precisamos ficar atentos a todos os aspectos para que os nossos filhos não sejam destruídos, mas que sejam abençoados. Precisamos amar, compreender, ensinar e educar nossos filhos o melhor que pudermos, para isso precisamos de orientação, por isso devemos orar.

1. Por sua proteção

Para que o Senhor guarde a mente e o coração dos filhos da influência dos amigos, da mídia, dos males e perigos do mundo. Que os guarde e os preserve em seus caminhos, no trabalho e estudo, em suas atividades e afazeres diários. Que sejam protegidos daqueles que querem seu mal. Que os guie no namoro e nos seus relacionamentos.

“Eu porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e perseguem;” (Mateus 6:44)

2. Por seu bem-estar espiritual

Que tenham um coração íntegro, obediente e a fé para aprender e guardar os mandamentos de Deus, fazendo tudo para edificar um testemunho firme dos bons ensinamentos encontrados nas escrituras e torná-los parte de sua vida, para permanecerem firmes nos caminhos de Deus fazendo o bem, amando, ajudando e servindo a todos ao seu redor.

“E a (…), meu filho, dá um coração perfeito, para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos, e os teus estatutos; e para fazer tudo, (…).” (1 Crônicas 29: 19)

3. Pela santificação

Que cresçam de graça em graça, confiem no Senhor e sejam purificados e limpos do pecado e de tudo o que for errado e mal. Que tenham um coração livre de más intenções, vençam as tentações e dificuldades deste mundo, que tenham inspiração, luz e discernimento para escolher e agir corretamente em tudo, e para mudar quando for preciso.

“(…), chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente.” (Jó 1:5)

4. Quando estiverem doentes

Que sejam protegidos ou curados dos vícios, dos problemas e males que os aflige, das doenças que os enfraquecem e destroem, que sejam fortalecidos e tenham inteligência e vigor para que vivam mais plenamente e cumpram tudo o que lhes for requerido.

 “E insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.” (Marcos 5:23)

5. Sempre

Que vençam todos os desafios e dificuldades que a vida lhes impor e saiam vitoriosos. Que as suas decisões sejam no Senhor, que tenham sucesso em tudo o que fizerem para abençoar as pessoas, que suas necessidades sejam supridas, que alcancem sucesso no estudo e trabalho, que confiem no Senhor e o busquem sempre em tudo o que tiverem de fazer.

“Orai sem cessar.” (I Tessalonicenses 5:17)

Será que nossos filhos sentem a força das nossas orações ao Pai por suas necessidades e anseios específicos? Se nossos filhos, a quem amamos e servimos, não ouvem ou não sentem a influência santificadora de nossas sinceras orações em favor deles, precisamos mudar.

A oração por nossos filhos se torna mais significativa quando expressamos gratidão, temos a real intenção de fazer a vontade de Deus e um coração sincero. Deus ouve e responde a toda oração sincera, a resposta é real, e nossos filhos precisam disso.

A educação que damos aos filhos é fundamental, “Instrui o menino no caminho que deve andar”. É dos pais a responsabilidade de ensinar os filhos a orar, a buscar mais orientação para sua vida. Ensinar pelo exemplo através das orações no lar.

Só assim veremos o Senhor honrando a Sua palavra: “Quando velhos não se desviarão (…)”.

Não precisamos estar só ao orientar e cuidar de nossos filhos. A oração abrirá as portas que precisam, removerá as barreiras de suas vidas, aliviará as pressões, trará orientação, paz e consolo nas épocas de estresse e dificuldades.

Ore por seus filhos. Agindo segundo a orientação do Senhor, certamente eles estarão bem e protegidos.

“Clama a Mim, e responder-te-ei, anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jeremias 33:3)

(Sonia Penha/ família.com.br)

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(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)


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segunda-feira, 27 de novembro de 2023

ORANDO PELAS CRIANÇAS E AJUDANDO ENFRENTRAR SEUS PROBLEMAS

As crianças no mundo de hoje enfrentam pressões incríveis. Algumas lutam com enfermidades ou deficiências. Muitas sofrem em situações domésticas difíceis. Todas são bombardeadas com tentações. Se tiverem de “ter motivo de toda alegria o passar por várias provações”. (Tiago 1:2), elas precisam de adultos piedosos para leva-las a Cristo ensiná-las sobre o amor fiel de Deus. O Senhor prometeu usar os problemas na vida delas para torna-las “perfeitas (completas, amadurecidas)”(Tiago 1:4).

Se você quiser que as crianças descubram a alegria da vida cristã vitoriosa, precisa ajuda-las a lidar com os problemas que as defrontam. Fique alerta para as coisas difíceis que as crianças estão encontrando. Mantenha-se informado sobre esses assuntos. Tome tempo para ouvir, procure respostas bíblicas (2 Tim. 2:15) para ensinar às crianças o que a Palavra de Deus diz sobre como ter sucesso ao lidar com os problemas.

Modele reações piedosas às provações e tentações (I Cor. 11:1). Ore pelas crianças. Peça a Deus que as proteja e use as dificuldades em suas vidas para ajuda-las a conhecê-lo melhor (I Sam. 12:23-24).

Ofereça às crianças ajuda bíblica para lidar com alguns problemas comuns

O ideal é o ensino preventivo – apresente as crianças a Cristo, o Salvador e ensine verdades bíblicas que irão ajudá-las a identificar o perigo e evitar armadilhas (2 Tim. 3:14-17).

Estimule as crianças a pensarem biblicamente. Faça perguntas como: “O que é certo?” “O que você acha que Deus quer que você faça?”

Um estudo das passagens listadas abaixo pode preparar você para ensinar as crianças como lidar com os problemas que estão enfrentando:

1.PROBLEMA: Padrões transitórios da sociedade quanto ao que é certo ou errado.


ESCRITURAS IMPORTANTES: Ex 20:1:17; Mt 22:36-40; Mc 10:19; Fp 2:12-13.

2.PROBLEMA: Problemas em casa


ESCRITURAS IMPORTANTES: Gl 6:2; Ef 4:25-32; Ef 6:1-4; Cl 3:18-20,23; 1 Pd 3:8-9; 1 Pd 4:8.

3.PROBLEMA: Falta de respeito pela autoridade


ESCRITURAS IMPORTANTES: Ex 20:12; Lc 2:51; Rm 13:1-5; Ef 6:1,2,5 e 6; Cl 3:22; 1 Pd 2:14-18; 1Pd 5:5.

4.PROBLEMA: Pressão para sobressair, pressão dos amigos, pressão para corresponder à “imagem” de beleza ou masculinidade da sociedade


ESCRITURAS IMPORTANTES: Pv 3:5-6; Mt 6:19-33; Cl 3:23-24; Sl 1:1-6; 1 Tm 5:22; Pv 31:30; Dn 1:8; Rm 12:1-2; 1 Tm 4:12; 1 Pd 3:4; 1 Jo 2:15-16.

5. PROBLEMA: Atitude egoísta: “eu primeiro”

ESCRITURAS IMPORTANTES: Mc 10:42-44; Fp 2:3-4.

6.PROBLEMA: Ocultismo – horóscopo, leitura da sorte, médiuns ou canalização, feitiçaria, adoração de Satanás etc.

ESCRITURAS IMPORTANTES: Lv 19:31; Lv 20:6; Dt 18:10-12; 1 Pd 5:8-9; 1 Jo 4:3-4; Ap 21:8.

7.PROBLEMA: Drogas, álcool e outras substâncias que viciam

ESCRITURAS IMPORTANTES: Dn 1:8; 1 Co 3:16-17; 1 Co 6:12,19,20; 1 Co 9:27; 1 Co 10:13; 1 Pd 2:11.

8.PROBLEMA: Sexo fora do casamento

ESCRITURAS IMPORTANTES: 1 Co 6:13, 18-20; 1 Co 10:13.

9. PROBLEMA: Pornografia

ESCRITURAS IMPORTANTES: Jr 17:9-10; Mt 18:9; Gl 5:19-21; Fp 4:8.

10.PROBLEMA: Amor pelos bens materiais

ESCRITURAS IMPORTANTES: Mt 6:19-33; 1 Tm 6:6-12,17; Hb 13:5.

11.PROBLEMA: Músicas com mensagens perniciosas

ESCRITURAS IMPORTANTES: Ouvir coisas sadias Fp 4:8; cantar coisas sadias Sal 19:14; Sl 39:1; Sl 40:3; Ef 5:19.

12.PROBLEMA: Evolução

ESCRITURAS IMPORTANTES: Gn 1:1, 27; Gn 2:7; Is 40:21-27; Is 45:12; Jr 32:17; Mt 19:4; Hb 11:3.

13.PROBLEMA: Zombaria

ESCRITURAS IMPORTANTES: Mt 5:11-12; 2 Tm 3:12; 1 Pd 2:21; 1 Pd 3:12-17.

(Problemas enfrentados pelas crianças/Bíblia APEC)

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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

COMO NOSSAS FERIDAS PODEM CURAR OUTRAS MÃES!


Como as nossas feridas são importantes! De uma ferida pode brotar a vida e surgir a esperança. Sim, Deus quer usar nossas experiências negativas para curar outras mães!

Podemos pensar que Deus só admira nossas qualidades e aproveita somente o que fazemos de bom, mas é difícil entender que Deus possa querer usar nossas limitações, nossas fraquezas e aquela ferida que tanto queremos esquecer, para levar esperança às outras mães. Nosso Deus é bom e misericordioso!

A verdade é que sem essas fraquezas, Deus não pode levar vida a outras mães, pois são elas que nos tornam humildes, misericordiosas e nos fazem entender a dor de cada uma.

Por isso, não deixe que as marcas dolorosas do seu passado fechem seu coração para Deus. Pelo contrário, use-as como ponto de partida para algo bom, pois muitas mães estão à sua espera, e ninguém melhor do que você para ajudá-las! Você e o canal que Deus deseja usar para curar outras mães....

Ore e Deus fará de você um instrumento singular, intransferível para dar suporte as demais mães.

Não pense que para fazer parte de Mães Unidas em Oração é preciso ser capacitada, talentosa, sem falhas e defeitos...

Muito pelo contrário...

(Jane Esther de Paula Rosa)
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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

SETE DICAS PARA EDUCAR CRIANÇAS CONTRA O RACISMO

 


A cena aconteceu há algumas décadas em um evento evangelístico para crianças. Após o estudo que associava o evangelho a algumas cores, duas crianças entre cinco e seis anos estavam brincando quando, de repente, a menina branca disse para a colega negra: você tem a cor do pecado e eu tenho a cor do céu. A preocupação e o espanto tomou conta dos conselheiros ali presentes. A menina branca, filha de um dos líderes, era conhecida de toda equipe e sempre demonstrava bondade, simpatia e cordialidade para com todos, sem distinção. A menina negra mudou o semblante, seu rosto demonstrava tristeza e também confusão diante daquela afirmação. A menina branca não entendeu a mudança do semblante da colega e a expressão nos rostos dos conselheiros.

Eu fui conversar com a menina negra e minha amiga, com a menina loira, separadamente. A primeira coisa que fizemos foi ouvir as crianças para saber o que estava em suas mentes e corações. Em seguida, pontuamos (1) como aquela frase podia ser interpretada; (2) qual o significado de sermos imagem e semelhança de Deus; (3) como podemos nos relacionar da forma como agrada a Deus. Apesar de serem temas complexos, tratamos com simplicidade e clareza. E quando conversamos com as duas meninas juntas, a situação foi totalmente esclarecida. Pela graça de Deus, aquela intervenção foi bem-sucedida.

Esse acontecimento teve um forte impacto no meu ministério e, futuramente, na criação das minhas filhas. Atitudes intencionais precisam ser feitas em nosso lar e em nossa igreja para que as crianças desenvolvam a empatia, sejam justas no falar e no agir e tratem o próximo com dignidade e respeito sem distinção. Mas atenção, essas atitudes devem ser buscadas não como fruto de uma boa educação, mas como consequência de um coração transformado pelo Senhor Jesus, sob a direção do seu Espírito.

Compartilho com você alguns princípios e dicas que podem nos ajudar nessa caminhada.

Criados à imagem e semelhança de Deus


Ressalte a grandeza e o poder de Deus como o criador e o soberano de tudo o que existe. Leia Salmos 104.24. Leve seu filho a pensar na variedade da criação com todas as cores, tamanhos, sons, texturas... Mostre que ele fez as pessoas também com grande variedade. Destaque as diferenças entre os seres humanos. Reforce que Deus nos fez de modo especial, totalmente diferente de toda sua criação. Ele nos fez para vivermos sempre perto dele e nos deu a capacidade de amar, admirar, adorar, pensar, sentir... Pegue um espelho e aponte para uma luz. Mostre que, assim como o espelho reflete a luz, nós fomos criados para refletir o próprio Deus.

Afastados de Deus

Mostre que a entrada do pecado estragou esse relacionamento. Exemplifique essa verdade voltando o espelho para si mesmo e depois para a criança, para que ela veja o próprio reflexo.

Em vez de refletirmos o Senhor Deus, nós nos tornamos pessoas muito preocupadas conosco mesmas. Queremos atenção, queremos que as pessoas nos vejam, nos admirem e temos a tendência de achar que podemos ser melhores que os outros de um jeito ou de outro. E assim, vem o orgulho, a inveja e o medo. Queremos ser os melhores, queremos ter o que o outro tem e sentimos medo de que ninguém ligue para nós.

Um novo relacionamento

Mas por causa de Jesus, que recebeu o castigo pelo nosso pecado, inclusive o pecado do nosso orgulho, inveja e medo, somos transformados e podemos viver da forma como agrada a Deus, porque o Espírito Santo vem morar dentro de nós. “Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos.” (Cl 3.11).

Comente o significado dessas palavras e reforce que na vida com Cristo, temos que remover todas as barreiras que podem nos afastar (Gl 26-27).

Esta é a nossa base. Sem a compreensão de quem somos em Cristo, não temos como tratar do racismo. Um coração rendido ao Senhor e uma mente focada nos seus ensinos, terá pouco espaço para construir barreiras. Mas ainda assim, temos muito o que fazer para extirpar esse mal e lidar com seus malefícios. Veja algumas ações.

ANTES DE FALAR COM SEU FILHO


1. Informe-se sobre o racismo


(Dica: O perigo da história única)

Reflita sobre a série de privilégios que existe para as pessoas brancas, isso é real. Pense na padronização de uma estética europeia que é imposta desde a infância e que não representa a maioria das crianças do nosso país. Observe a falta de representatividade da criança negra na literatura, na mídia, nas artes, etc. Como isso afeta a criança e sua família?

Faça uma autoavaliação e verifique se o racismo está internalizado em você de alguma forma.

NO DIA A DIA COM SEU FILHO:


2. Trate as pessoas igualmente

Demonstre respeito por todas as pessoas, independentemente de qualquer diferença social, política, religiosa, étnico-racial, gênero, etc. Não tolere qualquer tipo de preconceito.

3. Nomeie corretamente as pessoas e atos

Não tente arranjar outros nomes para dizer que uma pessoa é negra. Não é moreninho, cor de chocolate, ou algo do tipo, é a cor normal e não tem nada de desonroso nisso.

Se presenciar ou ver na TV um ato de discriminação, não tente pôr panos quentes ou desvalorizá-lo, a palavra para esse comportamento cruel, pecaminoso e criminoso é racismo. Em alguns momentos ele pode vir velado em forma de brincadeira “inocente”, mas não deixa de ser racismo. Logo, é preciso tomar consciência desse ato, promover o arrependimento e mudança.

4. Repense nos brinquedos e decoração

Inclua bonecos e bonecas de diferentes etnias no lazer do seu filho. Coloque figuras no quarto de crianças de diferentes etnias e situações sociais. Escreva versículos que enfatizem que somos um em Cristo. Pesquise sobre brincadeiras comuns em outros países e brinque com seu filho.

5. Conviva intencionalmente com pessoas diferentes da sua condição social e cor de pele

É importante que, apesar das diferenças, seja um convívio entre iguais, ou seja, livre de condescendência ou imposições.

6. Desenvolva a empatia e amor

Leve a criança a sempre perguntar a si mesma: como eu me sentiria no lugar dele/a? Se um colega me excluir? Se me xingarem? Se falarem mal do meu cabelo, ou da minha cor ou da minha roupa? Como eu me sentiria?

Deixe claro que os cristãos são reconhecidos pelo amor: "Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros." (Jo 13.34-34)

NUMA CONVERSA DIRETA COM SEU FILHO:

7. Seja claro e direto

- Se o seu filho perguntar sobre o motivo de alguns maltratam pessoas negras, fale que se trata de um comportamento inaceitável chamado racismo, quando uma pessoa se acha superior a outra. Comente sobre a Criação, Queda e Redenção relatados no início.

- Se o seu filho for a vítima, leve-o a compreender o seu valor como filho, mas principalmente como filho de Deus, que o planejou em cada detalhe e tem planos para sua vida. Essa é a verdade! (Sl 139.13-16; Jr 29.11 e Ml 3.16-17). Trabalhe a prática do perdão e a segurança no amor de Deus.

- Se o seu filho for o agressor, entenda o que ele realmente quis dizer. Taxá-lo como racista será improdutivo e maléfico. Na história que contei no início, a menina branca não tinha compreensão, até aquele momento, que suas palavras feriram a colega. Porém, mesmo sem a intenção é necessário entender o erro e desculpar-se. Quando for um ato intencional, é necessário saber o motivo que o levou a fazer isso, mostrar como é incompatível com a nova vida em Jesus, leva-lo ao arrependimento e reparo do dano causado, além de medidas disciplinares.

Em Cristo, é possível ter um lar cujo amor de Deus é visto e vivenciado por todos em favor de todos sem qualquer distinção.

(Márcia Barbutti Barreto/ Ultimato)

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segunda-feira, 20 de novembro de 2023

EU SÓ QUERO UMA RESPOSTA RÁPIDA PARA A ORAÇÃO


Quando nossos filhos estão enfrentando circunstâncias difíceis, é difícil vê-los passar por isso. Também é difícil para nós como mães. Queremos uma resposta rápida à oração, uma solução rápida, para que nosso filho não tenha que sofrer!

Mas enquanto esperamos pela resposta, Deus tem algo incrível nos esperando! Ele projetou nossos filhos para uma vocação e um destino incríveis. E mesmo nas provações mais difíceis, Deus está agindo da melhor maneira possível! Ao orarmos Sua palavra sobre nossos filhos, estamos orando Sua vontade. O que quer que eles estejam enfrentando agora acabará desaparecendo, mas a Palavra de Deus não desaparecerá. A perspectiva de Deus é por toda a eternidade. Nossa perspectiva está no momento. Ao orarmos, Deus abre nossos olhos para Sua sabedoria que está se revelando nas circunstâncias. Aumenta nossa fé!

Espere no Senhor; seja forte, tenha ânimo e espere no Senhor. Salmo 27:14 NIV

Deus está preparando você para algo maravilhoso. Ele está trabalhando em sua vida. Mesmo que você não esteja vendo o que deseja de Deus, apegue-se à Palavra de Deus. Mesmo quando sentimos que estamos no deserto, Deus está usando esse tempo para um propósito grande e glorioso. Não desista em Seu tempo de espera.

À medida que nossos filhos passam por momentos difíceis e se apegam a Ele, eles terão o poder de saber que seu Deus é fiel, que Ele nunca os abandona nem os abandona, que seu Deus caminha com eles e que Ele é seu melhor amigo, sua fortaleza, seu refúgio, libertador e muito mais.

Quando eu era uma jovem mãe e crente em Cristo, também precisava entender isso. Foi então que Deus me levou ao meu primeiro grupo de mães em oração. Eu sabia que havia encontrado algo especial. Eu nunca tinha orado em voz alta, então, quando entrei em minha primeira reunião de Mães em oração, eu escutei. Apenas escutei. Por várias semanas, orei em meu coração, mas não disse uma palavra.

Ainda assim, eu não conseguia parar de ir, e finalmente o Espírito Santo me deu coragem para falar Sua Palavra, orar Sua verdade por meu filho. Que experiência incrível, orar por meu filho e ouvir outras mães orarem por ele.
Deus estava me ensinando a orar com ousadia pelas crianças e pelas escolas.

Como mães, Satanás gostaria que fôssemos sozinhas em nossos medos e preocupações, mas Deus nos criou para ter comunhão e estarmos juntos. Em um grupo de Mães em oração, há tantas coisas acontecendo que fortalecem e edificam nossa fé. Essa outra mãe tem um dom do Espírito Santo para o seu filho. Quando ela ora por seu filho, é como um presente do céu que encoraja seu coração. Cada vez que oramos, colocando o nome de nosso filho na Palavra de Deus, isso cumpre Seu propósito para sua vida e afeta outras pessoas ao seu redor. 

Nos primeiros anos liderando um grupo de Mães em oração, as respostas de Deus à oração fluíram como uma inundação; nosso grupo testemunhou milagres dramáticos. Deus curou filhos de doenças graves. Vimos mudanças nas atitudes e comportamentos das crianças. Oramos para que todas as crianças ouvissem as boas novas - e Ele trouxe um Clube das Boas Notícias para o nosso campus. Vários professores em nossa escola primária aceitaram a Cristo como Salvador! E os professores começaram a orar juntos!

Eu fiz parte de algo tão notável. Realmente indescritível. E eu queria que outras mães soubessem sobre essa grande vocação em suas vidas. A vontade de Deus. Sua esperança. Sem mencionar o sentimento de irmandade e o vínculo que as mães experimentam quando se reúnem para orar por seus filhos.

Eu queria que eles soubessem, quando os tempos estão difíceis e eles estão nos vales mais profundos, a beleza de ter um grupo de Mães em oração como eu tive.
Mulheres que estavam lá comigo, se unindo a mim, carregando meu filho para Jesus - uma irmandade piedosa se reunindo ao meu redor. Mães armadas e prontas com orações bíblicas por nossos filhos quando mais precisarmos.
Mães orando com ousadia na força do Senhor.

Aprendi que Deus quer fazer algo maior do que podemos imaginar. Portanto, podemos orar com segurança - Senhor, Tua vontade, Teu caminho, Teu tempo.
Agora, como presidente do Moms in Prayer International, grupos estão orando em 161 países. Essas mulheres brilham por Jesus e são uma inspiração para todos nós continuarmos orando por nossos filhos. 

Veja o que Deus fez:
As mães que testemunharam seus filhos deixam de ter dificuldades na escola e se destacam e recebem prêmios acadêmicos.

Enquanto uma mãe orava continuamente, sua filha tímida que tinha medo de falar com outras pessoas seria a rainha do baile da escola, brilhando fortemente para Cristo.
Uma mãe perseverou em oração por seu filho descrente que, anos depois, se tornou pastor.
Mães que oraram por seus filhos que agora estão testemunhando a muitos a verdade do evangelho.
A mãe de uma criança que sofria de pensamentos suicidas continuou orando em seu grupo, e essa criança se tornou uma aluna cheia de alegria, abençoando sua professora com sua alegria.
E muito mais respostas às orações de todo o mundo.

Este é o Deus para quem oramos!

Deus nos tornará ousadas com força em nossa alma ao clamarmos por Ele. E nos levantaremos e impactaremos uma geração para Cristo.

Deus pode fazer todas as coisas. Ele pode transformar cada criança. Cada escola pode receber oração. E você, mãe, pode ser transformada no processo.

(Sally Burke/Blog Moms in prayer international)


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segunda-feira, 13 de novembro de 2023

AUTISMO: UM DIÁLOGO NECESSÁRIO

 


ORAÇÃO DAS CRIANÇAS AUTISTA

"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.

Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.

Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.

Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus

pensamentos.

Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.

Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.

Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como

sou, e não como eles gostariam que eu fosse."


Autismo: um diálogo necessário na igreja


Nos últimos anos, há um número crescente de crianças e adolescentes diagnosticados com autismo. O transtorno do espectro autista é uma síndrome comportamental, reconhecida como uma Disfunção Global do Desenvolvimento, que se manifesta já nos primeiros anos de vida, causada por diferentes influências genéticas, neurológicas e ambientais, e que altera essencialmente o comportamento, a comunicação e, consequentemente, as interações sociais das crianças. O termo autismo deriva do grego “autos”, que significa “voltar-se para si mesmo”. O psiquiatra austríaco Eugen Bleuler foi o primeiro a utilizar o termo, em 1911, quando analisava crianças com comportamentos atípicos.

Apesar de o autismo ter um número significativo de incidência, foi apenas em 1993 que a síndrome foi adicionada à Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). A demora na inclusão do autismo nesta lista se deve aos mistérios que ainda envolvem a questão. Atualmente, o diagnóstico continua sendo impreciso e nem mesmo um exame genético é capaz de assegurar com precisão a presença da síndrome. Dessa forma, como ainda não se podem afirmar geneticamente as causas do autismo, o diagnóstico se dá através da observação sistemática do paciente que geralmente apresenta sintomas como dificuldade de comunicação e de interação social, irritabilidade, além de comportamento repetitivo, obsessivo e ecolalia.

Como existe uma série de graus de autismo, a intensidade dos sintomas pode variar. Nesse sentido, cada pessoa é única. A criança no extremo do espectro tem seu comportamento bastante comprometido, enquanto aquela de grau leve pode ser brilhante, com diversas habilidades em diferentes áreas do conhecimento. Algumas crianças não falam e nem se comunicam, já outras se sobressaem em questões intelectuais. Sabe-se, no entanto, que uma criança pode evoluir no seu quadro se diagnosticada cedo e se submetida a tratamento adequado. O diagnóstico e tratamento precoces, a partir de um ano e meio de idade, são os ideais a serem alcançados em termos terapêuticos.

Famílias esgotadas e desestruturadas:

As crianças com autismo e outros transtornos de desenvolvimento já são uma realidade nas comunidades cristãs, seja com presença nos cultos ou nos espaços de espiritualidade infantil e adolescente. Seus pais e mães chegam à igreja, na maioria dos casos, apresentando um quadro preocupante, de stress, de crises pessoais e conjugais e de sintomas depressivos.

Ora, as famílias de crianças com autismo enfrentam, a bem dizer, dois grandes desafios:

1 - o de buscar um diagnóstico para o comportamento atípico do filho ou da filha, que só é concedido depois da criança ser analisada por inúmeros profissionais da área da saúde. Ela, então, é submetida a exames de sangue, neurológicos e genéticos. Muitos destes exames colocam as famílias em longas filas de espera, experimentadas como tempos angustiantes, já que elas anseiam por respostas. É um exaustivo trabalho investigativo para alcançar um diagnóstico não definitivo, na maioria das vezes, mas orientador para os futuros caminhos terapêuticos a serem adotados.

2 - uma vez passado esse processo, a criança e a sua família enfrentam uma segunda fase, não menos cansativa: a busca pelo tratamento. As dificuldades residem, sobretudo, na falta de profissionais preparados para lidar com o transtorno, especialmente quando buscam na rede pública, ou mesmo pela dificuldade de encontrar profissionais de determinadas áreas no Sistema único de Saúde (SUS). Além disso, muitas possibilidades terapêuticas não estão acessíveis no Brasil.

Não raro, as famílias esgotam seus recursos financeiros com profissionais que atendem apenas de forma particular; às vezes, as consultas e os tratamentos exigem longos deslocamentos entre cidades e inúmeras horas de cuidado, de estímulo e atenção em atividades dadas como “tema de casa”. E em muitos casos, um dos cônjuges ainda opta por sair do seu trabalho, abrir mão da carreira profissional para atender às necessidades do seu filho ou filha. Uma realidade de muitas renúncias, só suportadas com uma boa dose de amor. A consequência de tantos esforços já se conhece: esgotamento mental, emocional e físico, tanto nas famílias que cuidam de pessoas com deficiência, como também nas crianças que são submetidas a intensas e numerosas terapias.

Esse processo agrava-se pela forma como a sociedade trata a questão. Uma sociedade que valoriza a vida humana por aquilo que ela é capaz de produzir socialmente (culturalmente e economicamente), que institui padrões de beleza, de comportamento e valoriza a pessoa pelo que ela tem, impõem difíceis desafios aos pais e às mães. O sentimento que permanece, para muitos deles, é o de se sentirem “incapazes” diante do desafio que lhes foi posto. Assim, mesmo os menores sinais de evolução no tratamento terapêutico já servem para alimentar a esperança, vibra-se com as pequenas conquistas, com cada fase transposta, são como injeções de ânimo para continuarem investindo na educação e no cuidado de seus filhos, sonhando com sua inserção numa sociedade que pouco soube acolher.

Para outros pais e mães, no entanto, nos casos muito graves, sentem-se exercendo o próprio trabalho de Sísifo, mito que em contextos pós-modernos, é empregado para significar qualquer tarefa que envolva esforços longos, repetitivos, mas fadados ao fracasso - algo como um infinito ciclo de esforços que, além de não levarem a nada proveitoso quando pensados em termos de produtividade social, também são desprovidos de quaisquer opções de desistência ou de recusa em fazê-lo. E o fazem, não desistem, impulsionados não só por um senso de dever, mas principalmente, pelo amor paterno e materno, a única força capaz de motivá-los a continuarem, a lutarem, a persistirem.

Além disso, já são conhecidas as constantes lutas desses pais e mães por políticas públicas de amparo às crianças com autismo e suas famílias; as tentativas de articulação desses pais e mães em movimentos que visam combater o preconceito e levar informações à sociedade. Casos de exclusão do sistema escolar, em restaurantes, lojas e aviões são lugares comuns. A velha história ‘Ninguém veio à festa de aniversário do meu filho’ são queixas repetidas nos círculos de autismo. E, se você conhecer pais e mães de crianças com autismo, vai saber que a exclusão dessas crianças em diversos ambientes públicos ou mesmo em atividades extracurriculares de algumas escolas acontece regularmente. Ou seja, crianças com autismo são excluídas sistematicamente de suas comunidades. Mas isso tem um custo. A consequência é que muitas famílias não conseguem adaptar-se ao recebimento de um filho ou de uma filha com algum tipo de deficiência, nem redefinir seus papéis dentro da estrutura familiar, a fim de se ajustarem a um novo estilo de vida. Divórcios, depressão e desamparo marcam a realidade da vida delas. E são estas famílias, “quebradas” pela cansativa e injusta luta na vida e pela vida que estão chegando às nossas comunidades.

Jesus acolhe e visita. A igreja acolhe e visita:

A partir deste panorama, a igreja, seguindo o Ministério de Jesus (Jo 4) que recebeu e cuidou da vida humana (Lc 5, 7, 9, 10...), pode assumir um importante papel de acolhida e de cuidado. Ora, famílias que têm um filho ou uma filha com autismo, ou qualquer outro tipo de deficiência, além de experimentarem o preconceito e a rejeição como vimos, estão extenuadas das maratonas em busca de diagnóstico e de tratamento. Por isso, elas anseiam por espaços de acolhida, aceitação e vivência da espiritualidade. Os princípios bíblicos do cristianismo (Jo 13. 31-35) desafiam a Igreja a acolher estas famílias, a cuidar de suas “feridas” (Lc 10. 25-37), a ajudá-las a superar as experiências de preconceitos e a colocá-las em relação com o Deus da vida. Trata-se de uma questão cristã, já que somos chamados e chamadas a valorizar o ser humano, qualquer que seja a sua condição, pelo simples fato dela ter sido criada por Deus (Gn 1), por ser filho, filha do grande Pai (Lc 15), e não por sua aparência, pelos seus aspectos comportamentais ou pelo que ele será capaz de produzir.

E a Igreja pode ser acolhedora com gestos muito simples: ela pode se aproximar destas famílias e de seus filhos e suas filhas e os tratar com dignidade; ela pode recebê-los bem em seus templos, propiciando, especialmente às pessoas com deficiência, condições de mobilidade nos seus espaços físicos; pode instrumentalizar as lideranças que exercem trabalhos com crianças e adolescentes sobre o autismo; pode oferecer espaços e momentos de espiritualidade e educação religiosa; pode criar redes de apoio para que as famílias possam trocar experiências e se ajudarem mutuamente; ela pode recebê-los, não com um olhar condenatório, mas de misericórdia, buscando ouvir suas necessidades.

Da mesma forma, com os devidos cuidados, nada impede que as crianças com autismo participem das atividades desenvolvidas pela comunidade. Indubitavelmente, trabalhar com essas crianças é um desafio, assim como é trabalhar com qualquer criança, porque todas elas trazem repertórios diferentes e têm modos distintos de aprendizagem. Aliás, as evidências mostram que interações significativas com colegas de desenvolvimento típico, oferecem às crianças atípicas, benefícios sociais e intelectuais importantes, ao mesmo tempo em que estes também se beneficiam desta interação, aprendendo a conviver e a respeitar as diferenças.

Neste sentido, é importante uma conversa franca com os familiares, estabelecer um canal de comunicação, que fique sempre aberto, no intuito de melhor compreender o papel da comunidade em relação à família e à criança. A Igreja pode ser muito cuidadora quando pensa nestas questões. Exemplifico com uma experiência real:

João, menino de quatro anos, membro de uma comunidade luterana e filho de pai e mãe que exercem liderança na comunidade, recebeu o diagnóstico de autismo. Ele não fala, tem dificuldades de socialização e apresenta comportamentos repetitivos, ecolalia e irritação. Mas, ele adora estar no culto, especialmente quando a comunidade canta. Além disso, se posta ao lado do pastor durante as celebrações porque gosta dele e se sente bem ao seu lado. O pastor, sabendo que existiam rumores acerca do comportamento do João e de como ele estaria prejudicando o bom andamento do culto, além da existência de recriminações ao pai e à mãe que não davam um jeito de “aquietar” a criança, em certo momento da celebração, abraçou o menino e disse para a comunidade: “nós estamos acolhendo uma família que tem uma criança com diagnóstico de autismo; esse menino ama estar no culto e adora as músicas que nós cantamos para Deus. A inclusão desta criança e desta família é uma tarefa de todos nós”. A partir daí as coisas mudaram e o João e sua família passaram a receber outro tratamento, outro tipo de cuidado, foram abraçados por toda a comunidade.

Portanto, a igreja está sendo inserida dentro de uma realidade que exigirá dela, mais uma vez, as ações de misericórdia, como resposta de fé a tudo o que Deus fez. A Igreja primitiva foi um exemplo disto. O livro de Atos (Atos 2 e 6), relata a forma como a comunidade se reunia e como ela se preocupava em formar redes de apoio para ajudar as pessoas em sofrimento, resgatando essas pessoas para uma vida com Deus. Ou seja, é fundamental que a comunidade cristã olhe para sua tradição e relembre sempre de novo a sua vocação, seguindo, desta forma, o Ministério de Cristo.

Conclusão:

O desafio posto à igreja é o de se abrir definitivamente para a realidade do autismo e outros Transtornos do Desenvolvimento. Isso vai exigir que ministros, ministras, lideranças e a própria comunidade sejam preparadas para o acolhimento e para a convivência, como forma de testemunho do amor de Deus. Não há como se eximir desta tarefa e nem adiá-la. Uma igreja sustentada por Deus, que segue no Ministério de Jesus, o Bom Pastor (João 10), guardiã da voz profética, está sendo chamada a olhar para uma nova realidade. Por enquanto, o caminho é cheio de incertezas, mas como igreja peregrina que somos, também aprenderemos a caminhar com as famílias que vivem e convivem com o autismo (Lc 24. 13-35).

(Pr. Dr. Marcos Augusto Armange)

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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

MOLLY BRUNO FALA SOBRE ORAÇÃO: "É UM RELACIONAMENTO"


Molly Bruno que inspirou a personagem do filme "QUARTO DE GUERRA" fala sobre a oração.

Intimidade
"É um relacionamento. É como conhecer os caminhos que Ele tem para mim todas as manhãs. O que eu faço é adorá-Lo e amá-Lo. Isso é tudo!

"Quando você tem Jesus, você tem tudo". Talvez esta frase já tenha sido dita por milhares de pessoas, porém está ganhando ainda mais força nas palavras de Molly Bruno, a senhora de 91 anos que inspirou a personagem D. Clara, do filme "Quarto de Guerra". No filme, a senhora busca ajudar - por meio da leitura bíblica e oração - uma nova amiga, que está passando por dificuldades no casamento.

Em um pequeno vídeo publicado na página oficial do filme no Facebook, os irmãos Kendrick - produtores do sucesso do longa que foi sucesso de bilheteria nos EUA e em todo o mundo conversaram com a guerreira de oração. Ela também se emocionou ao descobrir que ela não apenas inspirou a personagem D. Clara, mas também viu que os produtores prezaram por detalhes, como usar a Bíblia da própria Molly em diversas cenas.

"Um dos maiores tesouros do último ano foi conhecer a senhora de 91 anos e guerreira de oração, chamada Molly Bruno", destacou Stephen Kendrick.

Quando comentou a importância que dá ao seu momento de orações e leitura bíblica diárias, Molly destacou que isto marca o início do seu dia.

"Bom, a minha conversa com o Senhor é muito importante, porque eu começo o dia depois do meu momento com Ele. Quando você tem Jesus, você tem tudo", declarou.

Questionada sobre um possível medo da morte, Molly foi enfática e bem-humorada ao responder ao próprio Stephen com um sonoro "Não!".

"Eu mal posso esperar para ver aquela bela face. Se lembra de como eu te abracei esta noite", perguntou ela a Stephen em um bate-papo em sua sala de estar. "Esta será a forma que vou abraçar Jesus quando chegar no céu".

Intimidade
"É um relacionamento. É como conhecer os caminhos que Ele tem para mim todas as manhãs. O que eu faço é adorá-Lo e amá-Lo. Isso é tudo o que eu posso fazer", disse ela com lágrimas nos olhos.

"Quando eu vejo uma barreira, penso: 'Jesus, eu sei que isso vai se resolver, então vá em frente' e Ele resolve".

"Quarto de Guerra"
O filme que já arrecadou mais de 70 milhões de dólares em bilheterias nos cinemas dos Estados Unidos da América

(Fonte: www.guiame.com.br)

Mães estamos vivendo tempos difíceis, em todos os aspectos, moral, ético, político, religioso, econômico, precisamos crer com toda força dos nossos corações para que a glória de Deus seja manifesta no Brasil, na nossa casa , na vida dos nossos amados filhos, façamos nosso quarto de guerra, para que através de nossas orações Jesus opere maravilhas.

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(Editora do Blog: Jane Esther Monteiro de Souza de Paula Rosa)

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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

VOCÊ VAI LUTAR POR MIM EM ORAÇÃO?


A vida se tornou um peso que estava caindo sobre mim. Eu estava desanimada e confusa. Meu colega de quarto tinha ido trabalhar e eu estava angustiada pensando no que poderia fazer para acabar com essa dor. Sem perceber na hora, agora sei que minhas escolhas erradas me trouxeram a este lugar vazio. E então, sem que eu Lhe pedisse, Ele veio.

Jesus, meu Salvador, apareceu na cena do meu quebrantamento e em um instante mudou o curso da minha vida. Ele me libertou da prisão que havia criado e naquele dia, 5 de fevereiro de 1985, tornei-me uma nova criatura. Tudo era diferente. Comecei a ver a vida com os olhos da fé. Tive esperança, alegria e paz que nunca havia conhecido. Eu estava transformada.

Por que Jesus me procurou naquele dia frio de inverno? Acredito que foi a resposta Dele às orações de minha mãe, avó, tia e outras pessoas que lutaram por mim em oração por muitos anos.

Anos mais tarde, quando me tornei mãe na casa dos trinta e o chamado da oração foi colocado em minha vida. No caminho para visitar meus avós, um programa de rádio Focus on the Family foi transmitido com Fern Nichols, fundadora da Moms in Prayer, explicando o ministério ao Dr. James Dobson. O Espírito Santo agitou em mim de uma forma que nunca esquecerei e eu sabia que tinha que fazer parte disso.

Em pouco tempo, tornei-me líder do grupo Mães em Oração para uma escola onde dirigi por muitos anos, orando com outras mães uma hora por semana pelas crianças e professores. Mais tarde, quando meus filhos se formaram, fiz a transição para minha casa, onde continuo até hoje, liderando um grupo de mães dedicadas e fiéis. Juntos, continuamos a ver a bondade de Deus expressa nas muitas orações respondidas que testemunhamos na vida de nossos filhos, a maioria já crescidos e com seus próprios filhos.

Uma das minhas maiores alegrias agora é semear neste ministério de mães que oram por meio de doações mensais. Eu li testemunho após testemunho de como o Moms in Prayer International está causando um impacto ao redor do mundo. Para mim, foi uma honra ajudar a fornecer recursos para que os grupos possam começar.

Recebo minha recompensa toda vez que vejo mães sorridentes reunidas em grupos de oração ao redor do mundo, sabendo que sem ajuda financeira isso não seria possível.

Muitas dessas mães não conseguem nem mesmo pagar a passagem de ônibus para sair de suas aldeias para assistir às reuniões semanais de oração.

Você gostaria de estar ao nosso lado, que temos essa paixão pela oração por nossos filhos e escolas, e ajudar a inflamar nosso mundo doando um presente único ou uma doação mensal recorrente para Moms in Prayer International?

Mais crianças e escolas oram por seu presente que trará dividendos eternos e você poderá participar da transformação de vidas por meio do poder da oração.

Jamais esquecerei aquele dia em que Deus mudou minha vida. Eu mal podia esperar para ligar para minha mãe e compartilhar o que Deus tinha feito em resposta às suas muitas orações por mim. Pude ouvir o alívio quando contei a ela que o filho pródigo finalmente havia voltado para casa.

Então Jesus falou-lhes novamente, dizendo: “Eu sou a Luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida ”. João 8:12 NASB

ORE com as mães da sua comunidade pelos seus filhos.

(Sandi Martin/Blog Moms um Prayer)

Sandi Martin mora nas montanhas Blue Ridge com o marido, Jerry, e os filhos. Uma das coisas favoritas de Sandi na vida é o tempo que ela passa orando e liderando um grupo da faculdade Moms in Prayer em Lynchburg, Virgínia. Ela também gosta de servir na Equipe de Desenvolvimento do Ministério Internacional Moms in Prayer e é ex-coordenadora do estado da Virgínia.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2023

A PAZ DE DEUS


 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27)

Desde as remotas eras da história da humanidade, a sociedade busca, das mais diversas formas, usando dos mais diversos mecanismos, obter a paz. A Bíblia, sendo o mais completo livro já escrito, também trata desse tema. Há, porém, distinções claras entre a paz que Cristo propõe e a paz que tem sido proposta pela sociedade ao longo dos séculos. Façamos, então, uma análise desse assunto pela ótica do texto bíblico em João 14:27, para que possamos compreender as palavras de Cristo e a ideia de paz à luz das Escrituras.

O texto está inserido em um discurso de Jesus, no qual o mestre profere palavras de direcionamento e orientação aos discípulos, preparando-os para a realidade de sua morte na cruz, cada vez mais próxima. Jesus sabia das dificuldades que se levantariam após sua ascensão aos céus, desde calúnias, acusações, até perseguições e martírios. Tendo isso em mente, o bom Mestre, após falar sobre o “outro Consolador” que haveria de descer para direcionar a igreja, deixa outra promessa para os seus seguidores: “a minha paz vos dou”.

Ao fazer uma análise com certa atenção, podemos depreender que essa promessa de Cristo nos traz 2 verdades, a saber:

JESUS NOS DÁ A SUA PAZ

O mundo também pode nos dar paz, mas não a mesma paz que Cristo nos dá;

Analisemos essas verdades de modo individual, para que possamos compreender a distinção entre elas e, assim, obter uma melhor compreensão do texto.

1 – A Paz que o mundo nos dá

Os conflitos interpessoais permeiam a história do homem, sendo quase que intrínsecos ao ser humano. Seja através de uma simples discussão, um confronto físico ou uma guerra de abrangência internacional, os conflitos são, indubitavelmente um dos maiores males sociais de todos os tempos. Assim sendo, a sociedade tem clamado por paz, acreditando que as guerras e conflitos são o problema último, que, sendo solucionado, poderia levar à obtenção de um mundo perfeito.

O pensador Immanuel Kant entendia a paz como um problema jurídico-político, que deveria ser tratado através de uma construção social. Ele escreveu em 1795 o opúsculo intitulado “A Paz Perpétua”, cuja a grande questão era assegurar que os estados nacionais pudessem estabelecer entre si um quadro de paz eterna. Kant enxergava a paz de uma ótica internacional, não atentando para o lado interpessoal, subjetivo e individual do conceito. Mahatma Gandhi ficou conhecido por ser defensor do AHIMSÁ, que trata-se de um código de ética hindu que refere-se fundamentalmente ao respeito incondicional para com qualquer forma de vida e engloba todas as formas de não-agressão. Gandhi via a paz como a ausência da violência, seja ela na forma verbal, física ou por meio de atitudes.

Porém, talvez para a maioria das pessoas situadas dentro da cultura secular, paz signifique ter um bom emprego, uma boa família, bons amigos, morar numa boa casa e ter uma boa saúde. É importante mencionar que todas essas coisas podem ser conquistadas sem que haja conversão ou arrependimento de pecados.

Talvez isso soe estranho, haja vista a cultura pseudo-cristã que se instalou em nosso país, onde a salvação é, na verdade, uma relação comercial de barganha entre os crentes (clientes) e Deus (vendedor), e a moeda de troca para obter qualquer bênção material são os dízimos e ofertas. Porém, essa é uma verdade factual e que pode ser fácil e empiricamente comprovada: as pessoas podem viver vidas tranquilas, sem grandes preocupações, sem grandes sofrimentos e dificuldades; e isso mesmo sem conhecer o evangelho. 

Na verdade, é essa a paz que o mundo pode oferecer, e é dessa paz que Jesus se refere no versículo em análise quando diz “não vo-la dou como o mundo a dá”. Todos nós já conhecemos uma pessoa, não-cristã, que vive bem, tem uma vida profissional e familiar estruturada, paga as contas em dia e não passa por tantos problemas; ou seja, uma pessoa que vive em “paz”. Isso é possível devido àquilo que entendemos teologicamente como graça comum.

“Porque Deus faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mateus 5:44-45)

Graça comum é a graça de Deus pela qual Ele dá às pessoas bênçãos inumeráveis que não são parte da salvação. A palavra comum aqui significa algo que é dado a todos os homens e não é restrito aos crentes. Devido à essa graça, Deus permite que algumas pessoas, mediante diversos fatores, desfrutem de certa tranquilidade, que é erroneamente entendido como sendo paz. O grande problema disso que as pessoas entendem por paz, é que ela se restringe ao âmbito material e sentimental, e essa limitação, apesar de parecer insignificante, distingue completamente esse conceito do verdadeiro conceito de paz que a Bíblia nos dá.

O mundo oferece sim uma paz, mas uma paz falaciosa, na qual muitas pessoas estão envolvidas e acham que, por viverem nessa condição cômoda, não carecem de um Deus e não são merecedoras do inferno, caindo no engano de auto-justificação e achando-se boas demais para precisarem de perdão.

2 – A Paz que Jesus nos dá

De acordo com William Hendriksen, paz a que Jesus se refere pode ser entendida tanto como um legado que pode ser deixado para ser seguido (“Deixo-vos a paz…”, grego ἀφίημι), como também um tesouro ou uma dádiva que pode ser entregue (“a minha paz vos dou”, grego δίδωμι). Era um costume da sociedade da época se cumprimentar desejando a paz, como um formalismo social. João Calvino escreve a respeito disso, dizendo que “essa paz é de muito mais valor do que aquela que geralmente se encontra no seio da sociedade humana, a qual geralmente possui a palavra paz, porém gélida em seus lábios, a guisa de cerimônia, ou, se sincera e reciprocamente desejam a paz, contudo não podem outorgá-la realmente”.

A Bíblia nos traz um conceito diferente, a partir do qual entendemos a paz em dois sentidos: a paz em Deus e a paz com Deus.

Talvez o grande erro das cosmovisões seculares (ou, pelo menos da maior parte delas) seja enxergar a paz como a ausência de guerras ou problemas em geral. Paz em Deus é a segurança e convicção, mesmo mediante lutas e problemas, de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8:28). 

Paz em Deus é saber que Deus é soberano, justo e misericordioso; é entender que nada escapa, ainda que por 1 milésimo de segundo, das Suas onipotentes mãos e que tudo o que se levanta contra nós serve para a edificação da nossa fé e, em instância última, para a glorificação do nome do Senhor. Jesus esclarece isso na própria escritura:

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33)

Jesus, ao mesmo tempo, diz que os discípulos terão paz e aflições. Podemos ter paz em Deus, apesar das aflições, e a razão disso é especificada por Ele no versículo: EU VENCI O MUNDO! A vitória de Cristo não somente viabiliza, mas também outorga a nossa vitória.

Podemos dizer que a paz com Deus é a causa de podermos ter paz em Deus. A escritura afirma de modo claro que a nossa condição, antes do advento de Cristo, era uma profunda inimizade contra Deus.

 “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.” (Romanos 5:10)

 “A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou” (Colossenses 1:21)

É nesse sentido que temos paz com Deus. Nós, que outrora éramos inimigos em rebelião contra Deus, agora somos amigos, não estamos mais em guerra, estamos em paz com a pessoa de Deus. O estado adâmico de rebelião contra Deus foi desfeito por Cristo na cruz do calvário.

Conclusão

É essa a paz que o mundo não pode dar! Qualquer pessoa pode conseguir “a paz que o mundo oferece”, mas somente os remidos pelo sangue do cordeiro tem acesso à genuína paz, que é proveniente do trono da graça. Não é à toa que a Bíblia que a Bíblia chama Cristo de príncipe da Paz:

 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6)

 (Diego Matos)

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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

A SANTIDADE DE DEUS


 “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da   sua glória” (Isaías 6:3). Com estas palavras, os serafins louvaram a Deus por sua perfeita santidade. 800 anos depois, João viu, numa visão semelhante, os quatro seres viventes proclamando: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso” (Apocalipse 4:8). Talvez a única outra característica de Deus que tem a mesma importância de sua santidade seja seu amor (1 João 4:8). De Gênesis ao Apocalipse, as Escrituras enfatizam a santidade de Deus. É um aspecto de sua natureza que nós devemos estudar muito e frequentemente.

O significado da palavra “santo” 

Santo quer dizer “separado”. Deus é separado de nós em dois sentidos. Primeiro, ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Ana louvou o Deus único, porque “É o que tira a vida e a dá” (1 Samuel 2:2,6). Esta diferença excede nossa imaginação. Como Criador, ele está acima de todos os povos (Salmo 99:1-3). Isaías fala da grandeza de Deus em relação à criação. Ele é “o eterno Deus, o SENHOR, o Criador...” (Isaías 40:28). No mesmo capítulo, Deus desafia suas criaturas com estas palavras: “A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? — diz o Santo” (Isaías 40:25). A conclusão importante de Isaías é que as criaturas não são nada em comparação com o Criador: “Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo. Com que comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?” (Isaías 40:15-18). Deus é separado de nós porque ele nos criou do nada.

O segundo sentido em que Deus é santo trata de sua relação com o pecado. Ele é puro e certo, acima de todo pecado e toda maldade. Por esse motivo, ele é separado dos homens pecadores. “Então, Josué disse ao povo: Não podereis servir ao SENHOR, porquanto é Deus santo, Deus zeloso, que não perdoará a vossa transgressão nem os vossos pecados. Se deixardes o SENHOR e servirdes a deuses estranhos, então, se voltará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos ter feito bem” (Josué 24:19-20). Deus é separado de nós porque ele nos criou com livre arbítrio, e nós decidimos pecar. Deus nos convida a ser santos, livres do pecado, pela graça e pelo amor dele (1 Pedro 1:15-16).

Deus é Santo

A santidade é uma qualidade central de Deus. Ele não apenas decide o que é certo; ele mesmo é certo! Por exemplo, é impossível que Deus minta (Hebreus 6:18). Eliú entendeu esse fato quando disse: “...longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça” (Jó 34:10). 

Deus ama a justiça. Salmo 24 mostra que Deus aceita os puros e justos. Pela santa natureza dele, não há outra possibilidade. “Porque a palavra do SENHOR é reta, e todo o seu proceder é fiel. Ele ama a justiça e o direito; a terra está cheia da bondade do SENHOR” (Salmo 33:4-5). Da mesma forma que ele ama os justos, ele rejeita a iniquidade e os malfeitores. As palavras de Salmo 5:4-5 são claras e até duras: “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal. Os arrogantes não permanecerão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a iniquidade.” Quando Habacuque procurou entender os atos de Deus, ele baseou sua pergunta na justiça de Deus: “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar...” (Habacuque 1:13).

Porque Deus é santo, ele usa linguagem revoltante para descrever o pecado. Ele diz que idolatria é “coisa abominável que aborreço” (Jeremias 44:4). Ele compara o pecado ao lamaçal no qual a porca se revolve e ao vômito que o cachorro lambe (2 Pedro 2:22). Nas Escrituras, não se pode separar o pecado da morte e da corrupção de decomposição que associamos com a morte. Se tais imagens nos enjoam, é porque o pecado é nojento para Deus.

A santidade de Deus é revelada na palavra Dele

O homem aprende discernir entre o bem e o mal através da revelação de Deus (Isaías 1:16-17; 2:3). Nas Escrituras, o Espírito Santo tem revelado para nós as coisas de Deus para que possamos desenvolver a mente de Cristo (1 Coríntios 2:10-16). É importantíssimo entender que a desobediência a qualquer mandamento que Deus nos tem dado é ofensa contra a própria pessoa dele. Pense nesse fato na próxima ocasião que você enfrenta a tentação de deixar de lado algum mandamento do Senhor, dizendo que “Deus não se importa com isso”. Ele se importou em falar. Ele se importou em mandar seu Filho para ensinar e para morrer. Ele se importou em enviar os apóstolos ao mundo. 

O pecado é desobediência da vontade de Deus (Salmo 51:4; 1 João 3:4). Qualquer pecado, o menor que seja nas opiniões dos homens, é traição e ingratidão em relação ao nosso Criador. Jesus disse que o amor a ele exige obediência aos seus mandamentos (João 14:15). O Pai havia falado a mesma coisa quase 1500 anos antes (Êxodo 20:6).

A santidade de Deus é revelada na ira Dele

Encontramos nas Escrituras diversas ocasiões em que Deus mostrou sua ira contra pecadores. Considere alguns exemplos. “Pelo que, como a língua de fogo consome o restolho, e a erva seca se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do SENHOR dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel. Por isso, se acende a ira do SENHOR contra o seu povo, povo contra o qual estende a mão e o fere, de modo que tremem os montes e os seus cadáveres são como monturo no meio das ruas. Com tudo isto não se aplaca a sua ira, mas ainda está estendida a sua mão.” (Isaías 5:24-25). Na mesma época, Deus explicou o castigo do povo desobediente: “O SENHOR advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai vos dos vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, segundo toda a Lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos meus servos, os profetas.... e venderam se para fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocarem à ira. Pelo que o SENHOR muito se indignou contra Israel e o afastou da sua presença; e nada mais ficou, senão a tribo de Judá” (2 Reis 17:13,17-18). Estas consequências do pecado foram previstas por Samuel no início do reino de Israel, 300 anos antes de Isaías. Samuel disse: “Se, porém, não derdes ouvidos à voz do SENHOR, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do SENHOR será contra vós outros, como o foi contra vossos pais” (1 Samuel 12:15).

Às vezes, pessoas descartam tais exemplos da ira de Deus, sugerindo que o Deus do Velho Testamento é diferente do que o do Novo Testamento. Enquanto a aliança realmente mudou, o Deus que nos governa é o mesmo. A santidade dele não diminuiu, e ele continua rejeitando pecado e pecadores. O Novo Testamento nos assegura que Deus ainda responde ao pecado com ira. Romanos 11:22 diz: “Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.” O livro de Hebreus diz que Deus é até mais severo hoje do que na época da antiga aliança (Hebreus 2:2-3). Depois, ele reafirma este fato: “Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés. De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10:28-31). A ira de Deus é inseparável de sua santidade. Se Deus aceitasse o pecado, ele não seria santo.

Lições e aplicações práticas

Quando meditamos sobre a santidade de Deus, ficamos mais fortes e mais determinados a viver livres do pecado. Considere três aplicações que devemos fazer no nosso dia-a-dia.

(1) Precisamos entender melhor a gravidade do pecado. Não é brincadeira. Não é pequena coisa. Não existe “pecadinho”. Nós precisamos aprender como detestar o pecado com o mesmo zelo que Deus demonstra (veja Números 25:6-8,11; Jeremias 48:10).

(2) Devemos valorizar mais o amor profundo de Deus em nos salvar do pecado, e viver como povo grato (Tito 2:11-14; 3:4-7).

(3) As pessoas já salvas naturalmente sentirão o desejo de compartilhar as boas novas com outras pessoas (Romanos 9:1-3; 10:1). Este importante trabalho não será feito por grandes projetos humanos nem à base de obrigação. A pessoa que medita todos os dias na santidade de Deus, que agradece pela graça de Deus na sua própria vida, que aprende odiar o pecado como o Santo Deus o odeia, vai evangelizar sem ninguém pedir. Se você não sente a vontade de ensinar outros, é porque você não valoriza a santidade de Deus, e não acredita na profundidade do pecado do homem.

Nosso desafio

Nós fomos criados à imagem do Santo Deus, e desafiados a imitar o caráter dele. Tanto no Velho Testamento (veja Levítico 11:45) como nos dias de hoje, a santidade é o alvo de todos os servos de Deus. Paulo nos encoraja: “Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2 Coríntios 7:1).

( Dennis Allan)

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(Coeditora do Blog: Sirlei Mendonça Campos)

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SEIS BENEFÍCIOS DE ORAR EM GRUPO

 


Nosso grupo de Mães em Oração se reuniu para um longo abraço. Não nos víamos há meses. Sentimos tanto falta delas!

Saí daquela reunião valorizando meu relacionamento com as mulheres do meu grupo de oração e descobri surpreendentes benefícios de orarmos juntas. Frequentei muitos grupos de Mães em Oração  ao longo dos anos, mas esse grupo de faculdade e carreira permaneceu intacto por mais de uma década. Priorizo esse horário e agendo todos os compromissos para outro dia ou hora diferente porque desejo orar com essas mulheres e tenho testemunhado que nossas orações fazem a diferença.

Sim, a oração por nossos filhos e escolas ainda é a principal razão pela qual nos reunimos todas as semanas, mas há benefícios adicionais em orar com o mesmo grupo de mulheres. Ao pensar em seus rostos familiares, minha mente relembra nossas experiências e confidências compartilhadas.

1. As mulheres com quem oro são minhas amigas mais próximas

Essas mulheres se tornaram minhas melhores amigas. Comemoramos as maiores alegrias da vida, choramos em nossas tristezas mais profundas e nos sentamos juntos durante nossos dias mais sombrios. Nós nos abraçamos profusamente, choramos feio e rimos histericamente juntas. Elas são minha tribo, se é que você me entende. Todas nós acreditamos no poder da oração, mas somos únicas em personalidades, habilidades e interesses. No entanto, Deus nos uniu como irmãs em Cristo para este momento, para orar.

2. Não hesitamos em entrar em contato quando uma de nós precisa de ajuda

No ano passado, Deus me incentivou a me colocar à disposição de outros durante o Natal. Minha vizinha perdeu a mãe, então perguntei se podia levar sopa para ela, mas ela recusou. Fiquei magoada, mas pedi a Deus outra oportunidade. Mais tarde naquela noite, uma amiga do grupo de oração me pediu uma carona para uma consulta médica. Enquanto eu estava na sala de espera com ela, recebi uma mensagem de outra amiga do grupo de oração perguntando se eu poderia levá-la à concessionária após nossa reunião de oração. Naquela mesma noite, outra amiga de oração perguntou se ela poderia dar uma carona até a casa da nora depois do nosso tempo de oração, já que elas só tinham um carro. Foi uma honra estar lá para minhas amigas e fiquei entusiasmada por elas terem me pedido ajuda.

3. Juntas, memorizamos as escrituras 

Podemos recitar Atos 26:18 de trás para frente porque temos orado repetidas vezes ao longo dos anos. “Senhor, abra os olhos de nossos filhos pródigos, diretores e professores. Transforme-os 'das trevas para a luz'. . . para que possam ser 'santificados pela fé' em Jesus”. Agora posso falar este versículo silenciosamente para as pessoas que vejo no shopping ou em um restaurante porque está gravado em minha memória. Louvamos a Deus todas as semanas, relembrando seus múltiplos nomes e atributos. Um ano, chorei quando lemos Isaías 40:11, lembrando que Deus é nosso pastor e ele carrega suas ovelhas perto de seu coração. Esse versículo ainda me conforta hoje.

4. A oração uns pelos outros e por nossas famílias é confidencial e imediata

Durante nosso tempo de oração, buscamos a vontade de Deus para nossos filhos e suas escolas. Também estamos atentos às necessidades urgentes uns dos outros ao longo do mês. Os textos começam a voar quando um membro precisa de oração. Às vezes sabemos pelo que orar, mas outras vezes a mãe pede uma oração geral urgente. Geralmente não é um de nossos filhos, mas um cônjuge, pais ou nós mesmos que precisamos de oração. Bebês prematuros, pais fracassados e emergências médicas podem levar as emoções de uma mãe para baixo. Um texto ou ligação rápida, no entanto, pode enviar um espírito às alturas quando regado com orações e versículos. Sei que essas mulheres manterão o pedido confidencial porque todos nós seguimos a política do  Ministério: “Lembre-se, o que é falado no grupo, fica no grupo”. Tenho certeza de que elas orarão imediatamente porque compareceram e permaneceram fiéis ao longo dos anos.

5. Temos um amor especial pelos filhos umas das outras e participamos de eventos importantes

Essas amigas de oração compareceram aos casamentos de nossos filhos, chás de panela e chás de bebê e até oraram por uma noiva antes da cerimônia. Podemos ter encontrado o filho ou a filha apenas uma vez, mas nos emocionamos com eles como se os tivéssemos conhecido por toda a nossa vida.

6. Nosso amor por Deus e pelos outros cresce a cada semana

Após nossa hora de oração todas as semanas, uma paz me preenche e permanece comigo durante todo o dia. Sou sempre grata por ter comparecido à reunião, não importa quão ruim seja meu humor inicial, o clima sombrio ou a situação ruim. Deixo a reunião, como um seguidor de Jesus mais bondoso, mais grato e mais gracioso. Uma perspectiva mais ampla de Deus e seu caráter forte e atributos gloriosos ampliam meu coração para Ele e para os outros.

Sim, a missão do Ministério Moms in Prayer é impactar crianças e escolas em todo o mundo para Cristo, mas Deus sempre trabalha de maneiras surpreendentes além dessas orações e de seu povo.

(Sally Cressman/ Blog Moms in prayer)

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